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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

29
Out09

Sozinho

Jorge Assunção

Sozinho contra a evidência, sozinho contra a História, sozinho contra um continente: tem sido esta a teimosia de Vaclav Klaus, que gostaria de ficar nos livros como o herói que destruiu o Tratado de Lisboa. (via: Filipe Abrantes)

 

Sozinho? É isso mesmo, sozinho. Meia dúzia de governantes mandam, o povo obedece. Na prática, o povo não é ninguém. Mesmo que entre o povo muitos estejam com Klaus, este está sozinho. Porque quem é o povo? O povo não é nada. A meia dúzia de dirigentes medíocres da União Europeia é tudo. Gaspar também não é nada. É a este estado de coisas que chegou o pensamento sobre a UE.

01
Set09

SkyEurope

Jorge Assunção

Ao contrário da TAP, no privado, quando uma empresa de aviação civil dá constantemente prejuízo, vai à falência. Um mercado dinâmico e justo assim o exige: quem dá prejuízo, vai à falência. A pergunta que fica é: qual a razão que levou o Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento, em conjunto com a União Europeia, a apoiar financeiramente a criação desta empresa na Eslováquia (sem tal apoio, provavelmente, esta nunca teria visto a luz do sol), apesar dos muitos avisos de que tal empresa, estaria condenada à partida?

02
Ago09

Porreiro, pá!

Jorge Assunção

Eurodeputados portugueses ausentes dos cargos "institucionais" mais relevantes

Nenhum dos 22 deputados portugueses no Parlamento Europeu (PE) vai ocupar cargos de grande relevo no início da nova legislatura, uma situação que ilustra a perda progressiva de influência dos eleitos nacionais ao longo do tempo.

Contudo, o tratado, ainda por aprovar, que alarga o campo de acção do Parlamento Europeu tem o nome de Lisboa. É disso que nos devemos orgulhar.

14
Abr09

O Escolhido

Jorge A.

É esta a escolha de Manuela Ferreira Leite para principal candidato do partido nas eleições para o Parlamento Europeu. No meu entender, uma péssima escolha. Não necessariamente pelo pensamento político, mas porque enquanto candidato não tem o apelo junto do público necessário para convencer as pessoas a votarem nele (não deixa de ser curioso que, para um candidato que precisa de dar-se a conhecer, seja apresentado tão tarde). Para além disso, como diz o director do Expresso, Henrique Monteiro, a escolha também é má porque Ferreira Leite dá a ideia de não ter mais ninguém para o cargo (perdendo também um líder parlamentar que só agora começava a afirmar-se) - crítica semelhante à que havia sido feita relativamente às escolhas de Paulo Portas. O que me leva a deixar uma pergunta: à medida que o PSD desce nas sondagens tem cada vez menos gente disposta a candidatar-se pelo partido ou à medida que menos gente está disposta a dar a cara pelo partido o partido desce nas sondagens? Uma mistura dos dois, provavelmente.

04
Abr09

O único totalitarismo condenável é o da extrema-direita

Jorge A.

A Resolução do Parlamento Europeu, de 2 de Abril de 2009, sobre a consciência europeia e o totalitarismo, infelizmente não contou com o voto de apoio dos dois deputados europeus eleitos pela CDU. O deputado europeu Pedro Guerreiro, na sua declaração de voto, afirma que o relatório "pretendeu branquear o nazi-fascismo e condenar o comunismo" e teve como objectivo "apagar o contributo decisivo dos comunistas e da União Soviética para a derrota do nazi-fascismo". Se alguém tenta branquear alguma coisa não é o relatório em causa, em que nada do que é dito é mentira, mas sim o senhor deputado europeu: tenta branquear os crimes do regime soviético.

 

Publicado no Eleições 2009.

04
Jan09

Grave Erro

Jorge A.
O ministro checo dos Negócios Estrangeiros, Karel Schwarzenberg, reconheceu hoje em Praga um “grave erro” cometido por um porta-voz da presidência checa da União Europeia (UE) que considerou ontem “defensiva” a ofensiva terrestre de Israel na Faixa de Gaza.

Claro que foi um grave erro, especialmente numa União Europeia onde o pensamento diferenciado é crime e se pretende forçar a adopção da politica externa francesa comum...

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