Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

30
Dez09

Segurança social e envelhecimento

Jorge Assunção

Durante o dia de ontem voltou a ser feita referência ao envelhecimento da população portuguesa. Ora, a segurança social que conhecemos é feita com base numa pirâmide etária que não tem nenhuma correspondência com a realidade que enfrentamos. O comentador economista socialista, com nome que permite vários trocadilhos, afirmava ontem na TVI, para nossa tranquilidade, que a situação é preocupante mas é possível resolvê-la. E como: com políticas que incentivem a natalidade. O socialista é sempre assim, cria um conjunto de regras e um modelo organizacional e quando a realidade não se ajusta às regras e ao modelo, invés de mudar as regras e o modelo, procura mudar a realidade. O que seria mais fácil e correcto: mudar o modelo da Segurança Social ou praticar um qualquer tipo de engenharia social para pôr os portugueses a procriar? Na lógica socialista, a última solução é sempre a que se afigura mais fácil, o que não deixa de ser irónico, uma vez que a instituição casamento, tal como estava estabelecida e independentemente da nossa opinião sobre outros assuntos associados, é um óptimo mecanismo para favorecer a procriação.

22
Ago09

O "Efeito Viagra"

Jorge Assunção
03
Mar09

Viáveis

Jorge A.

Portugal é um país de "pensões viáveis", diz o ministro da Solidariedade

 

As pensões são sempre viáveis, na medida em que os governos, como já o provaram, podem muito bem mudar as regras de atribuição das mesmas quando assim entenderem. O facto é que hoje estou a pagar para garantir a alguém 90% do último salário a que teve direito e a mim, muito provavelmente, não me pagarão muito mais que 60% do meu último salário quando me reformar. A minha geração é, de longe, a mais prejudicada com tal estado de coisas. Faria bem em revoltar-se.

21
Out08

Cegueira Ideológica

Jorge A.

De que este post do Daniel Oliveira sobre a nacionalização do fundo de pensões privado argentino é o exemplo mais básico. O Carlos Guimarães Pinto aqui e o João Miranda aqui dizem o essencial. A Bloomberg também explica, concluindo com a frase que diz tudo da RBC Capital Markets, Argentina is ever closer to the abyss, como medida desesperada utiliza-se o Estado ladrão - no caso do fundo de pensões privado argentino, para o Daniel, já não existem direitos adquiridos por parte dos cidadãos argentinos, é com o quero, posso e mando de um governo desesperado e com falta de fundos que o Daniel congratula-se.

 

Adenda: ainda sobre os Novos tempos do Daniel Oliveira, ler o artigo da Bloomberg, Argentine Government Seeks Control of Private Pension, onde a certa altura aparece a seguinte citação do investidor Jaime Valvidia: we're going back to the dark ages. Nem mais.

12
Mar07

Segurança Social

Jorge A.
Através do jcd chego a este texto.

Os suíços rejeitaram em referendo, por mais de 70% dos votos, a criação de um sistema nacional de segurança social, tal como era proposto pelos partidos de Esquerda, optando assim por manter a actual situação de seguros médicos particulares.

E depois, através do Miguel, a este.

Até que uma tal (difícil) reforma institucional tenha eventualmente lugar, o sistema vigente impõe a mais fácil das soluções: a geração no poder impede qualquer modificação no sistema, preservando os seus direitos e impondo às gerações mais jovens a obrigação de os pagar. Esta, contudo, pode ser uma vitória pírrica.

Quando as actuais 2ª e 1ª geração chegarem ao poder, os custos do elevado numero de pensionistas a seu cargo, predominantemente a actual 3ª geração, poderão ser incomportáveis. Porventura, à nova “geração no poder” não restará outra solução do que reduzir os benefícios dos pensionistas, os quais serão apanhados de forma totalmente desprevenida: convencidos da inalienabilidade dos seus direitos, nunca na sua fase activa sentiram a necessidade de criar o seu próprio sistema de previdência individual, pelo que estarão totalmente impreparados para a crise do sistema que poderão enfrentar no final das suas vidas.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

  •  
  • Outras Casas

  •  
  • Blogs

  •  
  • Em Inglês

  •  
  • Think Tank

  •  
  • Informação

  •  
  • Magazines

  •  
  • Desporto

  •  
  • Audiovisual

  •  
  • Ferramentas

    Arquivo

    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2009
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2008
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2007
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2006
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D