Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Departamento dos sub-títulos excelentes

Na Economist: A Blair, which project?, aproveito também para recomendar o artigo em causa.

publicado por Jorge A. às 12:13
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Dabliú

Depois de descobrir que a revista tinha edição on-line, a minha escolha de jornal para sexta-feira tornou-se tão mais fácil. É que o Público neste dia da semana acrescenta 50 centimos ao valor habitual e andar a pagar essa importância para ler artigos como este do Luis Miguel Oliveira, não obrigado. Como o alegado critico de cinema refere, "cada um tem o nariz que tem", e o meu nariz diz-me que a Ípsilon de sexta-feira cheira mal.

 

Adenda: que decisão acertada da minha parte. A crítica ao Slumdog Millionaire chama-lhe de "filme menor". Pelo menos, na Ípsilon, já conheço a opinião do Vasco Câmara, do Luis Miguel Oliveira e do Jorge Mourinha. Os dois primeiros deram-lhe um estrondoso zero na avaliação, e o terceiro deu-lhe, devia estar bem disposto nesse dia, duas estrelas em cinco. E o pior é que não é caso único. Quando é que o Público decide diversificar a pluralidade de opiniões na sua casa? É assim tão dificil encontrar um gajo tipo Peter Travers ou Christopher Orr para criticar filmes em Portugal?

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publicado por Jorge A. às 03:30
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Domingo, 18 de Janeiro de 2009

BHO

Obama Fever Driving Double-Digit Magazine Sales Lifts (via: Freakonomics)

 

Sendo certo que Obama ajuda a vender jornais e magazines e que tal deriva, em muito, do encanto que a personagem provoca em boa parte dos leitores. Sabendo de antemão que boa parte do meio não vive na melhor situação financeira. É possível presumir que o sector tem um forte incentivo a não acabar com esse encanto tão cedo. Mas o povo faz bem em desconfiar dos seus politicos e o estado de graça que se antecipa para Obama não é em nada bom sinal.

publicado por Jorge A. às 03:00
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Why I Blog

For centuries, writers have experimented with forms that evoke the imperfection of thought, the inconstancy of human affairs, and the chastening passage of time. But as blogging evolves as a literary form, it is generating a new and quintessentially postmodern idiom that’s enabling writers to express themselves in ways that have never been seen or understood before. Its truths are provisional, and its ethos collective and messy. Yet the interaction it enables between writer and reader is unprecedented, visceral, and sometimes brutal. And make no mistake: it heralds a golden era for journalism.

Assim começa o texto mensal de Andrew Sullivan na The Atlantic. O tema: Why I Blog. Comecei a acompanhar o Daily Dish, o blogue de Sullivan, por causa do apoio deste ao candidato presidencial norte-americano Ron Paul. Pouco demorou para passar a constar como leitura diária obrigatória. Sullivan, ao mesmo tempo que apoiava Ron Paul no lado republicano, apoiava Obama no lado democrata e o seu artigo de Dezembro de 2007, Goodbye to All That: Why Obama Matters, não só foi bom, mas brilhante. A partir dai Sullivan não terá sido menos influente no que foi o percurso de Obama do que foi Oprah Winfrey, atrevo-me a dizer até que depois de David Axelrod, foi em Sullivan que Obama teve o estratega mais brilhante - e estratega porque Sullivan não influencia só o simples leitor, mas está certamente no topo dos blogues mais lidos (e que mais influência exerce) pelos opinion makers americanos. A forma como criticou Sarah Palin foi, por vezes, exagerada, e isso custou-lhe algumas duras criticas de muitos conservadores, esquecidos certamente das inúmeras vezes que gostaram de citar Sullivan quando este apoiou Bush na sua primeira eleição ou de quando este apoiava vigorosamente a necessidade de uma intervenção militar no Iraque. Hoje, são os sociais-democratas americanos que gostam de citá-lo, mas não dúvidem que com o mesmo vigor que hoje defende Obama, amanhã será o seu maior critico caso as coisas não corram pelo melhor - porque, acima de tudo, e isso é evidente em muito dos textos que escreve, é a "sua" América que ele defende. Mais uma vez, é longo, mas recomendo vivamente, Why I Blog.

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publicado por Jorge A. às 22:36
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

A The Economist vira à esquerda?

A revista britânica The Economist está a realizar uma sondagem única e exclusivamente dirigida aos seus subscritores para averiguar qual o candidato preferido na corrida à casa branca. Uma das particularidades da sondagem é que procura distinguir os vontantes por nacionalidade. A votação decorrerá até 1 de Novembro e até agora, surprise, surprise, nem um único país apresenta uma maioria para McCain. Obama tem a maioria das preferências junto dos subscritores da The Economist de todas as nacionalidades.

 

O facto aqui é que não são só os subscritores que preferem Obama a McCain, a própria linha editorial da revista tem revelado essa mesma preferência. A The Economist à muito percebeu que as eleições nos Estados Unidos não podem ser somente vistas sobre o prisma da esquerda versus direita, o principal objectivo terá de ser o de cortar com o legado de George W.Bush.

 

Não é a The Economist que virou à esquerda, foi George Bush e os Republicanos (incluindo McCain) que nos últimos anos ficaram reféns de uma certa direita.

 

Foi por ceder a essa mesma direita que McCain escolheu Sarah Palin. E isto, é só mais um truque. E o objectivo começa a ficar claro. Mas da campanha de McCain, após a escolha vergonhosa de Palin, a pouco mais podiamos ambicionar.

publicado por Jorge A. às 23:26
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

Secção de Cartas

Diplomatic Language: "SIR – It was with an equal dose of sheer pleasure and utter horror that I read the letter from Alexander Kramarenko at the Russian Ministry of Foreign Affairs (August 9th). Regarding Zimbabwe, Mr Kramarenko said Russia believes “that negotiations… are the best way to avoid more bloodshed”, and, “as a matter of principle, we do not believe in the punishment or isolation of sovereign states”. I read this while watching the Russian bombardment of the Georgian city of Gori." - Emile Gregoire, Paris

 

A high price for gold: "SIR – Critics of the Atlanta games in 1996 derisively called them the Coca-Cola Olympics. Staging the event, however, didn’t cost taxpayers $17 billion, which is the equivalent of the £9.3 billion public-sector budget for the London Olympics (“Passing the baton”, August 9th). I’ll take Coca-Cola as the official drink of the games any day, and leave $17 billion in taxpayers’ pockets." - Roger Wilson, Falls Church, Virginia

 

Na sempre fantástica secção de cartas da The Economist

publicado por Jorge A. às 21:28
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Domingo, 20 de Julho de 2008

Entrevistas

A entrevista de Gillian Anderson à Newsweek a propósito do novo filme do X-Files está muito bem conseguida, especialmente quando ela à pergunta do porquê da série ter tido tão grande impacto responde com um "Oh my god. [...] Hire somebody that knows enough that we don't have to explain this again", ou quando coloca a Califórnia e o Canadá em continentes diferentes. Mas de resto, percebe-se que a actriz deve andar é um bocado farta de aturar perguntas de jornalistas. A esse propósito também vale a pena ler o que o Nuno Markl escreve por aqui sobre a recente entrevista da Visão a Lou Reed.

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publicado por Jorge A. às 19:22
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Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Dos Projectos que Marcam

Comunicado Atlântico
A direcção editorial da revista Atlântico decidiu suspender a sua publicação, depois de ter constatado a impossibilidade de garantir os investimentos em publicidade necessários. [...] Convictos de que um projecto como o da Atlântico faz cada vez mais sentido, propõe-se a actual direcção editorial prosseguir todos os esforços para relançar a revista. Voltaremos.
Que se cumpra a promessa e voltem depressa.
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publicado por Jorge A. às 21:49
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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Grandes Capas

The Economist
publicado por Jorge A. às 22:12
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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

Espirito de Natal

“DUMB and Dumber”, one of the modern classics of American comedy, tells the story of an affable idiot, Lloyd Christmas, who falls in love with a classy beauty, Mary Swanson. In one scene he asks her the chances of “a guy like you and a girl like me” ending up together. The answer is “Not good”. “Not good like one out of a hundred?” asks Lloyd. “More like one out of a million,” Mary replies. Lloyd pauses for a moment, then shoots back, “So you're telling me there's a chance?”
(Ler o resto)
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publicado por Jorge A. às 13:20
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Para o Bem e para o Mal

Depois de um óscar, um emmy, um nobel, e o prémio principe das Astúrias, dá-me um certo gozo ver Al Gore como runner up na atribuição anual de person of the year 2007 pela revista Time. Aqui fica um excerto da justificação do prémio, bem como o link para o artigo:

TIME's Person of the Year is not and never has been an honor. It is not an endorsement. It is not a popularity contest. At its best, it is a clear-eyed recognition of the world as it is and of the most powerful individuals and forces shaping that world—for better or for worse.
publicado por Jorge A. às 21:33
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Sábado, 3 de Novembro de 2007

Por cá, vai-se lendo...

As três revistas que entram com assiduidade cá em casa são as três da fotografia. A sempre execelente Cabovisão magazine; acompanhada das não menos excelentes The Economist e Atlântico.

Não me contenho em publicar um excerto do melhor artigo escrito em qualquer uma das três*:

"No entanto, este fascínio pelos desenhos animados criados no país do Sol Nascente vem já da década de 70, e voltou a criar novo impacto com a chegada da série Dragonball, em 1995, e que continua a poder ser vista na SIC Radical, o que prova bem o impacto que a série teve. Aliás, o sucesso de Dragonball não só em Portugal como no resto da Europa foi um verdadeiro fenómeno sociológico (quem esperaria ver pais de familia parados em frente a montras de lojas onde televisões transmitiam o mais recente episódio da série?), que não deixou ninguém indiferente, seja pela partilha das aventuras de Son Goku seja pelas discussões sobre o alegado conteúdo violente da série, para muitos pouco indicado para crianças. A verdade é que depois de Dragonball, com as suas bolas de cristal, um herói que vinha de um planeta distante e que se transformou num superguerreiro, os portugueses ficaram definitivamente abertos para o fenómeno de animação japonesa, acolhendo de braços abertos filmes extraordinários como A Princesa Mononoke ou A Viagem de Chihiro ou vendo a criançada perder-se numa verdadeira febre de Pokémons e Digimons."

De Olhos em Bico, página 13, Cabovisão magazine
* não é para ser levado a sério...
publicado por Jorge A. às 17:50
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