Sábado, 4 de Abril de 2009

O único totalitarismo condenável é o da extrema-direita

A Resolução do Parlamento Europeu, de 2 de Abril de 2009, sobre a consciência europeia e o totalitarismo, infelizmente não contou com o voto de apoio dos dois deputados europeus eleitos pela CDU. O deputado europeu Pedro Guerreiro, na sua declaração de voto, afirma que o relatório "pretendeu branquear o nazi-fascismo e condenar o comunismo" e teve como objectivo "apagar o contributo decisivo dos comunistas e da União Soviética para a derrota do nazi-fascismo". Se alguém tenta branquear alguma coisa não é o relatório em causa, em que nada do que é dito é mentira, mas sim o senhor deputado europeu: tenta branquear os crimes do regime soviético.

 

Publicado no Eleições 2009.

publicado por Jorge A. às 11:25
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007

O Mau, o Péssimo e o Pior

Sobre o novo livro de Robert Gellately (Lenin, Stalin, and Hitler: The Age of Social Catastrophe), o artigo Compare and contrast na The Economist:

IN THEIR different ways they were as bad as each other, the three monsters of 20th-century Europe. That is an oddly controversial statement. Hitler is almost universally vilified; Lenin remains entombed on Red Square as Russia's most distinguished corpse; and modern Russia is looking more kindly on Stalin's memory.

Anyone who still believes in the myth—assiduously propagated by the Soviet Union and its admirers—of the “good Lenin” will find the book uncomfortable reading. The author outlines with exemplary clarity Lenin's cruelty, his illegal and brutal seizure of power, his glee in ordering executions, the institution of mass terror as a means of political control and the construction of the first camps in what later became the gulag. “Far from perverting or undermining Lenin's legacy, as is sometimes assumed, Stalin was Lenin's logical heir,” he writes icily.

Mr Gellately busts another myth too: that Hitler seized power by fear and force. The combination of anti-Jewish and anti-Bolshevik rhetoric played well with the German public. People felt humiliated by defeat and impoverished by recession, and Hitler blamed “the Jews” for both.

Leitura recomendada: Aconteceu na URSS

publicado por Jorge A. às 21:40
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