50 delícias para saborear
E o país onde encontramos cada uma delas, nesta lista do Telegraph.. Uma delas é portuguesa e pode ser encontrada em Lisboa.
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E o país onde encontramos cada uma delas, nesta lista do Telegraph.. Uma delas é portuguesa e pode ser encontrada em Lisboa.
Helena Roseta será a número dois da lista do PS à Câmara de Lisboa
Depois do acordo com o Zé, o acordo com a Helena. A lição? A ida às urnas dos movimentos independentes, afinal, está sempre dependente das conveniências partidárias e dos resultados que as sondagens anunciam. É certo que a direita preferia que este último acordo não se realizasse. Mas também é certo que o acordo só se realiza porque o Costa está com medo do Lopes, a quem alguma intelligentsia já havia comprado caixão e encomendado o funeral político. Mas parece que o fantasma do Lopes está ai para durar. E eu confesso o meu divertimento com o medo que uma certa elite lisboeta, muito mais culpada pelos problemas da cidade do que qualquer Lopes, manifesta perante um dos poucos underdogs que sobrevive na política portuguesa. Eu cá estou pelo underdog. Fica para outro dia a explicação.
Talvez isto explique algumas reacções recentes mais duras de António Costa contra o governo, a utilização vergonhosa de dinheiro da autarquia para campanhas publicitárias contra o PSD e os encontros com membros de blogues, os quais não há muito tempo Costa designava por submundo. António Costa não quer acabar como João Soares, a quem nada mais restou do que aceitar um tacho patrocinado pelo poder numa instituição internacional. O actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa é primeiro na linha de sucessão a José Sócrates no PS, disputando também com Alegre o lugar de candidato socialista ao cargo de Presidente da República. A derrota contra Santana deitaria tudo a perder. Adivinham-se tempos interessantes na disputa eleitoral por Lisboa.
Acabo de chegar de mais uma viagem Lisboa - Algarve. As filas estendiam-se por alguns quilómetros no sentido contrário. Como habitual, seguia em rumo contrário ao da maioria: é a teimosia de gostar de olhar para o mundo à minha maneira. Lisboa recebeu-me bem como sempre (para mais, gosto de Lisboa deserta, tanto quanto Lisboa pode ser deserta, é certo). E acabei por dar um pulinho à margem sul, onde visitei o Miradouro Amália Rodrigues, em Alcochete, bem acompanhado por outros colegas deste mundo da blogosfera. Foi um fim-de-semana onde passei ao lado de coisas como o Freeport e contentei-me em deixar o tempo passar sem preocupações. Antes disso, ainda no Algarve, andei por Alvor a pôr a conversa em dia com alguém que já não via há algum tempo e, como a conversa foi boa, este domingo antes de partir, voltei a contar com a sua companhia para um café, em Lisboa. Segunda-feira a conversa, infelizmente, é outra. Mas as baterias estão novamente carregadas, preparado que estou para voltar ao mundo do stress permantente e das preocupações constantes.
O ano passado, a Câmara Municipal de Lisboa assinou um protocolo para a instalação da Fundação José Saramago na Casa dos Bicos em Lisboa. Escrevia-se na altura: A Câmara fará as obras de adaptação que, segundo o presidente da Câmara, serão "diminutas" ou A autarquia ficará responsável pelas «pequenas obras» necessárias à adaptação das instalações. Como é que se traduz "diminutas" e "pequenas obras" em valor monetário? A avaliar por isto, são até ao momento 269.329,00 €.
Publicado inicialmente aqui.
O Tyler Cowen está de passagem (curta) por Lisboa. Diz que não encontra restaurantes chineses. Ou sou eu que já não conheço tão bem a cidade quanto conhecia, ou o Tyler Cowen está certamente enganado. De qualquer forma, tem sido engraçado ler os posts sobre Portugal e a ideia que ele faz do país, bem como as recomendações que lhe são feitas nos comentários (quer por portugueses, quer por outros turistas que nos visitaram). Três coisas que são constantemente referenciadas: os pastéis de Belém são imagem de marca da cidade de Lisboa; a visita a Sintra deixa boa impressão; há muita gente a falar num passeio pela margem sul (em parte por causa do Cristo Rei). Eu passei quatro anos e meio em Lisboa e nunca pus os pés na margem sul, perdi mesmo alguma coisa? Hum...
As dust collected on Lisbon’s monuments — Roman theaters, Moorish edifices, Gothic churches, Baroque squares — the city became the Miss Havisham of Western Europe: a relic, forgotten and forlorn.
The last of the Western European capitals to experience a cultural bloom, Lisbon is avidly making up for lost time. All over the city, an upstart generation is laying waste to the sepia-toned stereotypes and gleefully constructing edgy and forward-looking ventures amid the time-worn monuments and quaint cobbled lanes.
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