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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

25
Out09

A propósito do caso Obama/Fox News

Jorge Assunção

Pergunta o Rui Pedro Nascimento, a propósito da guerra lançada pela administração Obama à Fox News:

 

A dúvida é: se o jornalista ou meio de comunicação social decide, no seu direito inalienável de Liberdade de Expressão, contestar uma pessoa, porque é que essa pessoa não tem o direito de Escolha de não falar a esse jornalista ou meio de comunicação?

 

Essa pessoa tem todo o direito, mas Obama (e Sócrates) não se representam só a si. São pessoas que ocupam um cargo institucional e quando estão a exercer tal cargo devem agir em função da responsabilidade inerente ao mesmo. Para mais, não foi Obama, a título pessoal, que entrou em guerra com a Fox News, mas a administração em peso, mesmo porque, não exercesse Obama o cargo em causa e a Fox News não se preocuparia minimanente com este.

19
Abr09

The conservative soul

Jorge A.

"Why have conservatives been in favor of free markets historically? And I would posit the following:

 

The critical argument behind free markets is that markets devolve decisionmaking to the people closest to the activities involved, and those people have the most knowledge and understanding of what they are doing. The closer you are to what you are dealing with, the more likely you are to know what you are doing. And the further away you are from those particular interactions on the ground, the more likely you are to get it wrong.

 

And so conservatism in the 20th century had a very powerful critique, from Hayek to Oakeshott, of the insanity of governments and of central authorities dictating to large, complex, organic, dynamic groups of people what was the right way to order their economies or societies.

 

Why? Because one individual, one expert, is often wrong. Not only that; when people become certain that they are right, they can create great damage to the fabric of society. This was the essence of Burke’s critique of the French Revolution: You are messing with things you do not understand. French society is too complex for one human mind, however brilliant, to master.

 

Michael Oakeshott had a great metaphor for this particular issue. He called it governing by the book. When Oakeshott spoke of “the book,” he was speaking primarily of the 1940s, ‘50s, and ‘60s, of the great era of liberal triumphalism: We have figured it all out. We know how to make society wealthy. We will abolish poverty. We will be rid of war. We have figured it all out at Harvard, and we are just going to implement it all upon the world.

 

Oakeshott said no at a time when it was very unpopular and difficult to say no. But he said no for a very simple and powerful purpose. He said: If you are governing a society by a book, and you are actually having to govern as you are reading and understanding and writing that book, every now and again you are going to have to look up from the book just to make sure that people are behaving according to plan. And very soon after you have written that book and you have your idea of what the world should be like, you will look up and realize there are people misbehaving. They are not following the rules in the book. If you are going to govern them, you are going to have to keep looking up from the book just to keep them all in line. And eventually you are going to be looking up from the book so often that there will come a moment when you will have to close the book."

 

Andrew Sullivan [um excelente profile de Sullivan pode ser encontrado aqui]

09
Abr09

On Liberty

Jorge A.

Sou liberal e contra o aborto, diz o Tiago Moreira Ramalho.

 

Eu sou liberal e favorável ao aborto, pelo que discordo do texto, mas isso não interessa agora (aliás, sobre a minha discordância já tive debate interessante no blogue do Tiago pelo que ele conhece relativamente bem a minha posição). O que me interessa são os comentários e reacções que o post do Tiago originou. Está lá tudo: os insultos pessoais, a argumentação para a irrelevância do tema, as virgens ofendidas, tudo e mais alguma coisa. Estão lá todas as pressões tipicas desta sociedade de pequenos ditadores, de gente tão convicta da sua Verdade que não suporta que outros pensem de forma diferente. Fazia bem a muita gente ler (e compreender) o Sobre a Liberdade de John Stuart Mill.

02
Mar09

Homens Livres

Jorge A.
Tudo isto tem faltado, desde há muito, em Portugal. E os portugueses não são, hoje, verdadeiramente livres. Não o são porque dependem mais do estado do que de si mesmos, e não o são porque o estado lhes impõe frequentemente obrigações que eles não gostariam de cumprir e às quais não deveriam ser obrigados. Esta situação foi resultado de um estatismo secular, ancestral na nossa cultura e na nossa história política (Portugal foi o primeiro estado unitário europeu), e não é o facto de votarem com alguma liberdade de tempos a tempos, que lhes confere a qualidade de homens livres.

Rui A. no Portugal Contemporâneo

01
Mar09

Fruto dos Tempos

Jorge A.

Atlas felt a sense of déjà vu

BOOKS do not sell themselves: that is what films are for. “The Reader”, the book that inspired the Oscar-winning film, has shot up the bestseller lists. Another recent publishing success, however, has had more help from Washington, DC, than Hollywood. That book is Ayn Rand’s “Atlas Shrugged”.
Reviled in some circles and mocked in others, Rand’s 1957 novel of embattled capitalism is a favourite of libertarians and college students. Lately, though, its appeal has been growing. According to data from TitleZ, a firm that tracks bestseller rankings on Amazon, an online retailer, the book’s 30-day average Amazon rank was 127 on February 21st, well above its average over the past two years of 542. On January 13th the book’s ranking was 33, briefly besting President Barack Obama’s popular tome, “The Audacity of Hope”.
16
Fev09

Democracia vs Liberdade

Jorge A.

(Foto: Fernando Llano/Associated Press)

 

Hugo Chávez vence referendo que lhe permite permanecer no poder para além de 2012

 

Ontem, não foi a limitação ou falta dela de mandatos para Chávez que foi a votos na Venezuela, mas sim a ideia de que uma parte da população pode impôr restricções à liberdade individual de outra. A Venezuela afigura-se como um bom exemplo de situação em que a democracia e a liberdade não andam de mãos dadas e é por esta última que torço.

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