Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

O som e a fúria

A leitura do livro de Faulkner é, no mínimo, interessante. Terminado o primeiro capítulo, o mais distraido pode supor que o livro foi escrito por uma mente em estado de embriaguez total. Terminado o segundo capítulo, ponderamos se na tipografia não terão cometido algum erro de impressão. Diga-se que no fim do segundo capítulo já lemos mais de metade do livro e, apesar daquela forma de escrever estranha, que em condições normais teria levado ao abandono da leitura, há muito que percebemos onde Faulkner nos quer levar. E, como que por magia, não conseguimos deixar de o ler até que o mistério ali contido nos seja revelado na totalidade. Para ser sincero, a fim de descobrir a totalidade do mistério, penso que será necessária mais do que uma leitura.

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publicado por Jorge Assunção às 10:30
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Sábado, 29 de Março de 2008

The Blitz

But the people of Berlin and Hamburg, Stalingrad, and Tokyo—none citizens of a “participatory democracy”—all remained united and resolved and never gave in to “terror,” even as they withstood bombing on a vastly more terrible scale. If trite conclusions must be drawn, they might be about the relative unimportance of ideology— no matter how uplifting—in the face of extreme duress.
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publicado por Jorge A. às 00:28
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Sábado, 3 de Novembro de 2007

Por cá, vai-se lendo...

As três revistas que entram com assiduidade cá em casa são as três da fotografia. A sempre execelente Cabovisão magazine; acompanhada das não menos excelentes The Economist e Atlântico.

Não me contenho em publicar um excerto do melhor artigo escrito em qualquer uma das três*:

"No entanto, este fascínio pelos desenhos animados criados no país do Sol Nascente vem já da década de 70, e voltou a criar novo impacto com a chegada da série Dragonball, em 1995, e que continua a poder ser vista na SIC Radical, o que prova bem o impacto que a série teve. Aliás, o sucesso de Dragonball não só em Portugal como no resto da Europa foi um verdadeiro fenómeno sociológico (quem esperaria ver pais de familia parados em frente a montras de lojas onde televisões transmitiam o mais recente episódio da série?), que não deixou ninguém indiferente, seja pela partilha das aventuras de Son Goku seja pelas discussões sobre o alegado conteúdo violente da série, para muitos pouco indicado para crianças. A verdade é que depois de Dragonball, com as suas bolas de cristal, um herói que vinha de um planeta distante e que se transformou num superguerreiro, os portugueses ficaram definitivamente abertos para o fenómeno de animação japonesa, acolhendo de braços abertos filmes extraordinários como A Princesa Mononoke ou A Viagem de Chihiro ou vendo a criançada perder-se numa verdadeira febre de Pokémons e Digimons."

De Olhos em Bico, página 13, Cabovisão magazine
* não é para ser levado a sério...
publicado por Jorge A. às 17:50
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