Domingo, 27 de Setembro de 2009

Uma boa notícia para a Europa

Na Alemanha tudo aponta para o fim do bloco central. O motor da economia europeia vira à direita o que pode permitir a Merkel coligar-se com os liberais.

publicado por Jorge Assunção às 17:31
link do post | comentar
Terça-feira, 17 de Março de 2009

No Topo do Mundo

And to hear anything in America comparable to the know-nothing diatribes of Germany’s finance minister you have to listen to, well, Republicans.

Há pelo menos um prémio nobel muito preocupado com a situação económica da Europa em geral e da Espanha em particular. No que toca à análise económica sobre a Espanha concordo, já quanto aos problemas da Europa, nomeadamente na falta de acção da Alemanha e na inexistência de uma liderança forte, discordo. O problema de Krugman é que à falta de Bush para criticar, teve de voltar os ponteiros para outro lado. Agora deu para escrever artigos a criticar os politicos alemães... porque, que coisa mais chata, os alemães discordam das receitas do grande economista americano. Que coisa mais chata!

Secções: , ,
publicado por Jorge A. às 09:59
link do post | comentar | ver comentários (2)
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

Popularidade

"In certain quarters of Europe, you can be popular by blaming every Middle Eastern problem on Israel. Or you can be popular by joining the International Criminal Court. I guess I could have been popular by accepting Kyoto" George W.Bush

publicado por Jorge A. às 21:20
link do post | comentar | ver comentários (1)
Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

Já os americanos adoram a administração Bush

O Henrique Raposo diz que a "administração Bush é odiada na Europa, mas a Europa (já) não é sinónimo de mundo". E no final questiona se "japoneses, indianos e africanos têm de ser ensinados a odiar Bush, não é?" Ora, não querendo discordar do Henrique, acho apesar de tudo que primeiro é preciso ensinar os americanos a não odiar Bush, não é?

 

Depois, gostava de lembrar o Henrique que aos japoneses já não é preciso ensinar nada, veja-se o que diziam em 2004 aquando das eleições entre Kerry e Bush:

Some 57 percent of respondents said they don't back Bush while 13 percent voiced support for him, the Mainichi Shimbun said in its poll.
publicado por Jorge A. às 23:42
link do post | comentar
Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Amor com amor se paga

Geórgia: Washington avisa que crise terá consequências nas relações com Moscovo

 

Rússia fala de agravamento das relações com EUA devido a acordo com Polónia

 

A Europa (leia-se, França) fez de conta que negociou um cessar-fogo entre a Rússia e a Geórgia, mas o facto é que foram os Estados Unidos a forçar a aceitação do cessar-fogo por parte da Rússia. O acordo com a Polónia para a instalação dos misseis defensivos é só mais uma das respostas firmes americanas que se impunham à crise. Mas claro que parte do sucesso americano na resposta está dependente dos seus aliados. 

publicado por Jorge A. às 12:56
link do post | comentar
Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Berlim, Estados Unidos da América

Os alemães preparam-se para eleger o seu próximo presidente. Numa demonstração de vitalidade da democracia alemã, duzentas mil pessoas sairam à rua para ouvir um dos candidatos na disputa discursar.

publicado por Jorge A. às 15:12
link do post | comentar
Sábado, 29 de Março de 2008

Ler a Economist III

 

Gráfico daqui: Anglo-Saxon attitudes

 

Deixo à vossa imaginação como seria a mesma comparação envolvendo os partidos politicos portugueses. Facilmente se compreende porquê que a direita europeia (onde eu me incluo) gosta tanto dos Estados Unidos e como boa parte da esquerda europeia faz dos Estados Unidos o seu ódiozinho de estimação.
publicado por Jorge A. às 01:19
link do post | comentar
Sábado, 17 de Novembro de 2007

Sonhos

Os paises nórdicos são frequentemente apontados como o paraiso da social democracia europeia, e não raramente é apontado o seu exemplo como contraponto ao exemplo americano. Suécia, Noruega e Finlândia aparecem nos lugares cimeiros de praticamente todos os rankings económicos e sociais elaborados pelas mais diversas instâncias internacionais. Pergunto-me então, o que leva estes paraisos da social democracia a não atrairem imigrantes da mesma forma que estes são atraidos pelo sonho americano? O que falha no sonho nórdico?

Ora, em primeiro lugar o que falha é o clima. Convenhamos que o clima nórdico não é dos primeiros a vir à cabeça de boa parte das pessoas quando pensamos em qualidade de vida. Em segundo lugar, o que falha é o próprio do sistema nórdico. O estado social para sobreviver não se dá muito bem com a chegada em larga massa de imigrantes não qualificados - a propósito disso, recomendo o trabalho de Sheetal Chand e Martin Paldam (aqui). Assim sendo, é normal que os nativos sejam muito atreitos à chegada de outros povos com outras culturas - isto torna as sociedades nórdicas relativamente monoculturais. Tendo como base de partida isto, rapidamente fui verificar as estatisticas e percebi que na Finlândia só cerca de 2,2% da população é imigrante; na Suécia 1,1%; e na Noruega 1%.

Já nos Estados Unidos, a situação é a seguinte (com base nisto):
Mais de 10% da população nasceu noutra parte do mundo que não os Estados Unidos. A primeira imagem que acompanha este post também é ilustrativa, a mesma nasce desta noticia dos New York Times que dá conta do aumento crescente de população com apelido hispânico nos EUA. A acompanhar as previsões, não tarda e o apelido Garcia entrará no top 5 norte americano. Um verdadeiro paraiso multicultural estes Estados Unidos, e por isso também, na comparação os nórdicos saiem a perder. Quando confrontado com a necessidade de ir à procura de melhores condições de vida, os imigrantes terão em atenção não só o rendimento, a segurança, o clima, mas também onde terão mais facilidade de habituação cultural. É a diferença entre um sonho para alguns e um sonho para todos, e não é uma diferença pequena... com o sonho nórdico, só os nórdicos podem sonhar.
publicado por Jorge A. às 23:05
link do post | comentar
Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Sobre a inveja II

Artigo de Paul Johnson na Forbes em 21 de Julho de 2003 [negritos meus]:

Anti-Americanism is the prevailing disease of intellectuals today. Like other diseases, it doesn't have to be logical or rational.

The U.S. is the world's most successful democracy. The right of voters to elect more than 80,000 public officials, the length and thoroughness of electoral campaigns, the pervasiveness of the media and the almost daily reports by opinion polls ensure that government and electorate do not diverge for long and that Washington generally reflects the majority opinion in its actions.

It is this feature that intellectuals--especially in Europe--find embittering. They know they must genuflect to democracy as a system. They cannot openly admit that an entire people--especially one comprising nearly 300 million, who enjoy all the freedoms--can be mistaken. But in their hearts these intellectuals do not accept the principle of one person, one vote. They scornfully, if privately, reject the notion that a farmer in Kansas, a miner in Pennsylvania or an auto assembler in Michigan can carry as much social and moral weight as they do. In fact, they have a special derogatory word for anyone who acts on this assumption: "populist."

In the jargon of intellectual persiflage, populism is almost as bad as fascism--indeed, it's a step toward it. Hence, the argument goes, the U.S. is not so much an "educated democracy" as it is a media-swayed and interest-group-controlled populist regime.

Second, anti-Americanism is a function of cultural racism. An astonishingly high proportion of European elites know very little about U.S. history or culture and even deny that they have a separate existence apart from their European roots.

You might think, therefore, that European elites would seek to learn something from such a successful process. Not at all: The view is that sophisticated, civilized Europe has nothing to learn from "adolescent" America.

Third, European elites tend to look at Americans as a subcivilized mass, whose function is to be obedient consumers in a system run by big business. The role of competition in U.S. economic life--and in every other aspect of life--is ignored, because competition is something Continental Europeans like to keep to a minimum and under careful control.

Although Americans are seen as highly materialistic consumers, they are also despised and feared for their spiritual interests, their participation in religious worship and their subscription to creeds of morality. Europeans see no inconsistency in their condemnation of the U.S. for being at one and the same time paganly unethical and morally zealous.

The truth is, any accusation that comes to hand is used without scruple by the Old World intelligentsia. Anti-Americanism is factually absurd, contradictory, racist, crude, childish, self-defeating and, at bottom, nonsensical. It is based on the powerful but irrational impulse of envy--an envy of American wealth, power, success and determination. It is an envy made all the more poisonous because of a fearful European conviction that America's strength is rising while Europe's is falling.
publicado por Jorge A. às 21:33
link do post | comentar
Quarta-feira, 6 de Junho de 2007

Intervencionismo

Batalha da Normandia (Dia D) iniciada em 6 de Junho de 1946. A tropa imperialista americana, coadjuvada por canadianos e ingleses, invade a costa continental europeia a norte da França. Vêm com o objectivo de conquistar a Europa - embora usem recorrentemente a ideia de que vem para nos libertar da dominação nazi. Metade da Europa rapidamente cai sobre dominio americano e imeditamente, num brilhante golpe de marketing que apelidam de Plano Marshall, os europeus submetem-se à vontade do imperador. A restante metade europeia, ajudada pela União Soviética, descobre o que é viver em liberdade - e durante todos os anos em que conseguem viver em liberdade, o maior opositor dos regimes que os governam, são sempre os americanos. Porém, em 9 de Novembro de 1989, a metade ainda livre é conquistada pelo império do mal e mais as suas leis do mercado.

Dizem-me que a Coreia do Sul também perdeu a oportunidade de ser como a Coreia do Norte por causa do império americano - mas a triste data de tal acontecimento, em que um país vê-se invadido por outro com a justificação de uma suposta libertação, só fará 57 anos lá para 25 de Junho.

Já em Cuba, dizem-me que em 1961 os imperialistas também tentaram impedir a felicidade do povo com a chamava invasão da Baia dos Porcos, sorte a dos cubanos que triunfaram sobre tal demonstração maligna do império americano.

O mundo estaria tão melhor sem o poder intervencionista americano. Vá lá, não façam mais iraques... please.

PS: a minha última frase não invalida que a politica norte americana para o Iraque tenha resultado num autêntico fracasso, mas também sei que quem muito aponta o dedo, pouco tem feito para tornar o mundo num lugar melhor... já os americanos, com todos os erros que cometem, tem um saldo positivo que vai da terra à lua - como se costuma dizer: só erra quem faz. Foi exactamente o facto da Europa não ter tido coragem de fazer nada contra Hitler logo quando este anexou a Áustria que levou a que anos mais tarde tenhamos ficado dependentes do auxilio americano.
publicado por Jorge A. às 22:00
link do post | comentar
Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Ler os indicadores


You can measure it, but can you understand it?
The index will run into some flak. A country that applied the simple Roman maxim—“if you want peace, prepare for war”—would score badly. By unconditionally endorsing low military budgets and marking down high ones, the index may seem to give heart to freeloaders: countries that enjoy peace precisely because others (often America) care for their defence. Indeed, one of the ideas behind NATO and several other security pacts is that America's protection limits the need for medium-sized powers to be big military players in their own right.
Israel ficou em 119º lugar e os Estados Unidos em 96º. Portugal ficou num maravilhoso 9º lugar - e se há factor onde, por exemplo, o Algarve se destaca das restantes regiões de turismo mundiais é nessa, na segurança. Mas uma das melhores coisas que os europeus conseguiram alcançar foi isso mesmo, uma europa segura - em total paz - muito à custa do contribuinte americano. Convém recordar, porque nos dias de hoje há muitos que se esquecerem desse pequeno detalhe.
publicado por Jorge A. às 21:00
link do post | comentar
Segunda-feira, 28 de Maio de 2007

Tigre Luso


War over tax cuts widens in Europe
A tax-cut war is spreading across Europe as leaders of the Continent's biggest economies give up criticizing smaller neighbors for cutting business-tax rates and decide to join them instead.

"Corporate tax has been an important part of the story in strengthening growth, balances of payments, fiscal performance and currencies" in Eastern Europe, said Philip Poole, head of emerging-markets research at HSBC in London.

Now, falling budget deficits are making it easier for Sarkozy and other leaders to join the tax-cutting competition. JPMorgan Chase forecasts the budget shortfall in the 13 nations that share the euro will shrink to 1 percent of gross domestic product this year from 2.5 percent in 2005.

Supporters of lower corporate taxes point to the success of Ireland, whose 12.5 percent rate, the lowest in the developed world, is down from 47 percent in 1988. That proved a magnet for such U.S.-based technology companies as Microsoft, Intel and Dell and helped Ireland's economy grow more than three times the rate of the euro area in the past decade, while still running a budget surplus in nine of the 10 years.

Taxes are also only one factor companies consider when deciding where to locate. Employment regulations, work force skills, wage levels and infrastructure are also decisive.
Portugal dificilmente compete com os países de leste nos últimos quatro vectores apresentados como decisivos na escolha da localização para as empresas. E a mudança de paradigma em qualquer destes vectores dificilmente conseguirá ser atingida no curto prazo. Nem a muito custo teremos um mercado de trabalho mais flexível que o mercado de trabalho dos países de leste, e ainda mais dificilmente (porque a formação de uma pessoa demora anos) formaremos pessoas em número suficiente para nos cotarmos como um país predominantemente de mão de obra qualificada. Resta-nos a solução da redução da taxa de imposto. Mas passados tantos anos do fim da ditadura de Salazar e do lema do "orgulhosamente sós", o mesmo parece continuar a imperar.

Com os olhos da esquerda postos nos exemplos nórdicos - que apesar de tudo também tem vindo a diminuir a carga fiscal - como exemplos de países com elevada qualidade de vida apesar de uma carga fiscal acentuada, e com o centrão que nos governa cheio de medo de perder as receitas a que o monstro estatal já está habituado, o país parece não querer caminhar para a frente. Fazemos figura na Europa, adoptando uma postura fiscal semelhante à das grandes potencias europeias, que por razão da sua grandeza tem uma força que nós não temos. Queremos competir num campeonato que não é o nosso, e ao fim e ao cabo ficamos sem nada. Nem somos melhores do que aqueles com quem gostávamos de competir, e contra aqueles com quem deviamos competir - mas que tão ousadamente evitamos - há muito que levamos uma goleada.

E a mesma esqueda que simula e finge não perceber, há muito que percebeu o que se passa. Eles são os primeiros - por força do medo que sentem - a perceber o caminho que isto leva. E ao contrário de enfrentarem-no de frente, evitam-no e bradam aos céus contra a concorrência fiscal e anseiam por normas que regulamentem até que ponto um país soberano pode descer os seus impostos.

Já agora, se eu podesse, também votava no tigre celta. E um tigre luso, está longe de ser possível com o caminho que isto leva.

Third time, lucky

Three times in a decade, Ireland’s “Teflon” taoiseach (prime minister) has led his party to a stunning victory. On June 14th, he is expected to be re-elected as taoiseach for a third successive term too.

In the end this vote for the status quo was a vote for the Celtic Tiger, and against any change that might threaten its survival.
Secções: , ,
publicado por Jorge A. às 22:12
link do post | comentar
Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Não aprendem

Europe off course on satellite navigation

The European Commission is expected to announce Thursday that it will scrap plans to build a satellite navigation system in partnership with private industry after the consortium chosen for the most ambitious European technology project became mired in disputes about funding, jobs and the management structure, officials said Wednesday.

Instead, the commission is likely to propose that the €7 billion, or $9.5 billion, cost of the project, known as Galileo, be wholly financed by the public sector if the project is to survive and compete with U.S, Russian and Chinese satellite navigation systems.
Uma história que se repete. Ele é a Airbus (para rivalizar com a Boeing), ele é o Quaero (para rivalizar com o Google), e ele é o Galileo (para rivalizar com o GPS). Sempre a parceria de vários países europeus, o que implica uma liderança politica mista; sempre as parcerias público-privadas, que implicam a presença de empresas dos vários países que a nível politico sustentam o projecto; sempre as divergências sobre a forma de fazer avançar o projecto. No fim, é sempre o dinheiro do contribuinte que vem à baila, na tentativa de salvar o projecto sonhado.
Secções:
publicado por Jorge A. às 22:29
link do post | comentar
Quarta-feira, 25 de Abril de 2007

Mais vale relativizar

No país Igualdade existe a pessoa X que ganhar 500 e a pessoa Y que ganha 800. O rendimento total do país é de 1300.
No país Liberdade existe a pessoa Z que ganha 600 e a pessoa W que ganha 2000. O rendimento total do país é de 2600.
Não faltará quem diga que a pessoa Z é a que está em piores condições. Apesar de Z obter um rendimento maior que X, o rendimento de Z corresponde a 23% do rendimento total do seu país. Por sua vez, o rendimento de X corresponde a 38% do rendimento total do seu país. Em termos relativos, Z está pior.
Há uma alteração do rendimento em ambos os países:
No país Igualdade a pessoa X passa a ganhar 600 (aumento de 20%) e a pessoa Y passa a ganhar 900 (aumento de 12,5%). O rendimento total do país é de 1500 (aumento de 15%).
No país Liberdade a pessoa Z passa a ganhar 800 (aumento de 33%) e a pessoa W passa a ganhar 3000 (aumento de 50%). O rendimento total do país é de 3800 (aumento de 46%).
Apesar de tudo, em termos relativos, poderemos dizer que Z foi a pessoa mais prejudicada com tal alteração de rendimentos. Z é cada vez mais pobre relativamente a W, enquanto o rendimento de X até melhorou relativamente a Y.
Como é óbvio, nos Estados Unidos a análise recai acima de tudo nos indicadores de pobreza absoluta, na Europa gostamos muito de focar a pobreza relativa - análise essa muito acarinhada pela nossa esquerda. Tal análise, permite afirmar que determinada pessoa nos EUA é pobre, quando em Portugal seria parte integrante da nossa classe média.
A sociedade americana aparece no topo dos indicadores de desigualdade de distribuição de rendimentos dos países da OCDE - é um facto. Convém é notar a que país preferimos pertencer. Ao país Liberdade ou ao país Igualdade. Convém também não esquecer que, aqueles que aspiram a ser a pessoa Y no país Igualdade, sabem que podem ser a pessoa W no pais Liberdade. A fuga de cérebros... ora aí está outro factor interessante de ser analisado. Da Europa, apontamos a desigualdade na distribuição de rendimentos da sociedade americana como uma desvantagem desta. Nada mais errado. É talvez uma das suas maiores vantagem na captação das mais brilhantes mentes por esse mundo fora.
Money, money, money...
publicado por Jorge A. às 14:02
link do post | comentar
Web Pages referring to this page
Link to this page and get a link back!

Mais sobre mim

Contacto

jorgeassuncao@europe.com

Subscrever feeds

Pesquisar neste blog

Links

Arquivos

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Julho 2006

Secções

desporto(383)

politica nacional(373)

cinema(291)

economia(191)

música(136)

ténis(132)

humor(131)

futebol(130)

eleições eua(118)

estados unidos(115)

portugal(115)

blogs(109)

miúdas giras(93)

jornalismo(88)

politica internacional(87)

governo(79)

televisão(74)

blogosfera(69)

oscares(68)

pessoal(55)

todas as tags

blogs SAPO