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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

11
Abr09

Goodbye Sócrates!

Jorge A.

"Mário Lino, Luís Amado, Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Severiano Teixeira já avisaram o primeiro-ministro que não querem continuar no Executivo, caso o PS vença as próximas eleições." [Fonte: Diário Económico]

 

Nem eles querem continuar, nem muito português tem grande interesse em que eles continuem. Para completar os ódios de estimação, dado que já lá estão Mário Lino e Maria de Lurdes Rodrigues, só falta mesmo o Manuel Pinho. Mas ouro sobre azul, era facilitar a tarefa do primeiro-ministro relativamente ao assunto: em caso de derrota nas eleições, nem continuam estes, nem continua mais nenhum. Isso, sim, era coisa para me deixar satisfeito.

11
Nov08

My Wife Made me Come

Jorge A.

Este post no Freakonomics leva-me a este artigo datado de 2005 de Stephen Dubner e Steven Levitt - Why vote? - que começa assim:

Within the economics departments at certain universities, there is a famous but probably apocryphal story about two world-class economists who run into each other at the voting booth. "What are you doing here?" one asks. "My wife made me come," the other says. The first economist gives a confirming nod. "The same." After a mutually sheepish moment, one of them hatches a plan: "If you promise never to tell anyone you saw me here, I'll never tell anyone I saw you." They shake hands, finish their polling business and scurry off. Why would an economist be embarrassed to be seen at the voting booth? Because voting exacts a cost - in time, effort, lost productivity - with no discernible payoff except perhaps some vague sense of having done your "civic duty." As the economist Patricia Funk wrote in a recent paper, "A rational individual should abstain from voting."
06
Nov08

Um Novo Ciclo

Jorge A.

Vejo agora que o terceiro tópico mais referenciado neste blogue é o relativo às eleições americanas - com direito a 116 posts. Só o desporto e o cinema, com 262 e 195 referências respectivamente, ficam à frente deste. Com a eleição de Obama fechou-se um ciclo, foi praticamente um ano inteiro em que os blogues americanos politicos foram leitura regular diária para a minha pessoa - agora, tenderão a perder importância nas minhas prioridades informativas. Mas em breve um novo ciclo se abre, 2009 é ano de eleições europeias, autárquicas e legislativas em Portugal. A politica portugesa continua um marasmo, mas não é por serem menos empolgantes que as eleições americanas, que as eleições portuguesas deixam de ser mais importantes.

03
Nov08

Está o voto sobrevalorizado?

Jorge A.

Ao mesmo tempo que milhões de americanos preparam-se para eleger o seu presidente e eu prometo a pés juntos que não vou votar nas legislativas de 2009, através de Alex Tabarrok chego a esta pequena maravilha onde Gordon Tullock defende a irrelevância do seu (nosso) voto e, por conseguinte, retira a conclusão que a decisão de não votar é a mais acertada do  ponto de vista da análise custo-beneficio. Para quem ainda não sabe partilho da posição de Tullock e de certa forma isso expõe o meu bluff sobre as legislativas de 2009. Tivesse eu a sensação que o meu voto podia decidir entre um governo PSD ou um governo PS e não tenham dúvidas que logo pela manhã estaria perto de uma urna a oferecer o meu voto aquela que, em nome da sua forma de fazer politica, nem ouso pronunciar o nome.

06
Mai07

Como esperado

Jorge A.

A convincing victory for Sarkozy in France
Em França, nada de novo. Tal como esperado, Sarkozy ganhou as eleições com relativa facilidade. O único factor que poderia ter impedido a vitória de Sarkozy teria sido a passagem de Bayrou à segunda-volta. Contra uma Segoléne Royal, que logo no principio da campanha, acabou com qualquer possibilidade de dinâmica eleitoral favorável às suas hostes, com as gaffes a propósito de politica internacional, Sarkozy lutou contra a vacuidade - e por isso, venceu. Com uma Angela Merkel em Berlim, e Nicolas Sarkozy em Paris, estão lançadas as bases para a reaproximação da Europa aos vizinhos do outro lado do Atlântico. Fica também dificultado o processo de adesão da Turquia à União Europeia. É aliás, no campo relativo à União Europeia, que mais dúvidas tenho sobre quais serão as pretenções de Sarkozy... fica para ver.

Madeira: projecção dá vitória ao PSD com mais de 67 por cento dos votos
Na Madeira, nada de novo. Tal como esperado, Alberto João Jardim ganhou as eleições com uma facilidade enorme. Não havia factor que pudesse impedir a vitória de Jardim. Contra um PS Madeira que teima em fazer-se passar por lacaio dos centralistas de Lisboa - defendendo medidas que vão obviamente contra aqueles que supostamente pretendem defender - Alberto João Jardim lutou contra a vacuidade - e por isso, venceu. O discurso que se segue é o do pedido para mais autonomia... acho bem - dêem-lhes a autonomia, não lhes dêem é o dinheiro do contribuinte do continente.

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