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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

08
Jun09

Derrotados

Jorge A.

Vale a pena ler o artigo de Eduardo Cintra Torres no Público de hoje (versão impressa), intitula-se "Dez derrotados na comunicação", destaques meus: 

 

2. A campanha enviezada da RTP. Há muitos anos que não se via um jornalismo tão enviesado a favor de um partido (o PS) e contra o seu principal opositor (PSD), no tom dos repórteres junto dessas campanhas  e no trabalho de embrulho das reportagens na sede da RTP.


6. Os comentadores da direita socretista. Três dias antes das eleições, Luís Delgado, um alinhado com o PS-Governo, destruiu por completo, na SIC, a estratégia do PSD. O mesmo fez a outra luminária da direita socretista, Pedro Marques Lopes.


7. Miguel Sousa Tavares. Ontem até deu pena. Parecia que tinha aterrado num país estrangeiro e que tinha de comentar o que se passava. Estava a leste do sentido da opinião, disse orgulhosamente que não assistiu a um único dia de campanha e mesmo assim esteve convencidíssimo a falar de tudo e a fazer previsões. 

21
Fev09

Pacheco Pereira Cheio de Razão

Jorge A.
"Agora que há um claro upgrade no processo Freeport, com arguidos por "corrupção activa", a RTP volta a colocar o caso num alinhamento secundário do telejornal das 13 horas. A SIC e a TVI abriram com o caso Freeport, a RTP não. Gostava de saber que critério jornalístico explica a razão pela qual a RTP desvaloriza sistematicamente este caso e se recusa a ter uma atitude de investigação activa, ignorando o que já todos os outros órgãos noticiam sobre os arguidos do processo, andando sempre várias notícias atrasadas, quando as dá, o que nem sempre acontece."

Não é preciso concordar com tudo o que vai escrevendo no Abrupto, mas no que toca ao essencial dos seus posts sobre o situacionismo estou em total acordo com o que lá vai sendo dito. É certo que em certas alturas Pacheco Pereira, em muito motivado pela fé inabalável em Ferreira Leite que provoca um enviezamento da análise, erra. Mas os seus críticos faziam bem em atacar o que é dito e não quem o diz.

03
Nov07

Por cá, vai-se lendo...

Jorge A.
As três revistas que entram com assiduidade cá em casa são as três da fotografia. A sempre execelente Cabovisão magazine; acompanhada das não menos excelentes The Economist e Atlântico.

Não me contenho em publicar um excerto do melhor artigo escrito em qualquer uma das três*:

"No entanto, este fascínio pelos desenhos animados criados no país do Sol Nascente vem já da década de 70, e voltou a criar novo impacto com a chegada da série Dragonball, em 1995, e que continua a poder ser vista na SIC Radical, o que prova bem o impacto que a série teve. Aliás, o sucesso de Dragonball não só em Portugal como no resto da Europa foi um verdadeiro fenómeno sociológico (quem esperaria ver pais de familia parados em frente a montras de lojas onde televisões transmitiam o mais recente episódio da série?), que não deixou ninguém indiferente, seja pela partilha das aventuras de Son Goku seja pelas discussões sobre o alegado conteúdo violente da série, para muitos pouco indicado para crianças. A verdade é que depois de Dragonball, com as suas bolas de cristal, um herói que vinha de um planeta distante e que se transformou num superguerreiro, os portugueses ficaram definitivamente abertos para o fenómeno de animação japonesa, acolhendo de braços abertos filmes extraordinários como A Princesa Mononoke ou A Viagem de Chihiro ou vendo a criançada perder-se numa verdadeira febre de Pokémons e Digimons."

De Olhos em Bico, página 13, Cabovisão magazine
* não é para ser levado a sério...
09
Set07

No comments

Jorge A.
A politica comunicacional portuguesa dos vários poderes instituidos para com o cidadão é desastrosa. Certamente que se trata de um problema cultural que não surgiu agora - o cidadão vê-se relegado para uma posição de forçosamente ter de acreditar no trabalho dos seus servidores públicos, sem que possa fazer muitas questões, ou fazendo-as, sem que possa obter respostas. Nesse sentido, o mito da melhor policia do mundo aplicado à nossa policia judiciária, é uma forma hábil de contornar o problemas da questões que não lhes podemos fazer - dos melhores não há muito que duvidar, nem muitas questões a levantar.

Mas não é só na relação das forças policiais para com o cidadão que esta falta de politica comunicacional está presente. Naqueles que nos governam ela também está perigosamente presente. Perigosamente porque esta situação comporta para mim dois perigos: o de afastar o cidadão daqueles que o governam e o de evitar um escrutínio mais efectivo dos governantes por parte dos cidadãos. Claro que para o governante tal situação é útil, não ter de prestar contas diariamente permite que o governo não tenha de assumir posição imediata perante assuntos incómodos - e quem diz os governantes, diz os responsáveis da policia judiciária.

Mas tenho cá para mim, que as instituições públicas não tem como utilidade servir quem as lidera, mas sim o cidadão. Talvez um dia, quem sabe, teremos uma James S. Brady Press Briefing Room... por enquanto... no comments...

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