Domingo, 21 de Dezembro de 2008

O Melhor e o Pior (IV)

Se tivesse de atribuir um prémio ao melhor blogue nacional do ano escolhia o Portugal Contemporâneo, o motivo da escolha é simples, foi a coisa mais refrescante no plano do debate de ideias que tive oportunidade de ler este ano. Já o melhor bloguer isso de há anos que não é sequer motivo de discussão, João Miranda (quer pelo seriedade, paciência e sobretudo, capacidade de pensamento outside the box que demonstra).

 

O pior na blogosfera? Bem, se há coisa má na blogosfera é a ausência daqueles que entretanto retiraram-se da mesma - como pretendo não esquecer ninguém, escuso de mencionar. Mas há sempre algo que se perde com a saida de alguém.

 

No campo da blogosfera internacional o melhor blogue do ano foi o Marginal Revolutions, onde a discussão económica é o prato do dia, sem que o blogue caia no cinzentismo que muitos blogues económicos apresentam. Já o melhor bloguer internacional do ano foi o Andrew Sullivan que, para mim, em quase tudo representa a essência do que é escrever na blogosfera - muitas vezes cometeu excessos, erros e injustiças nas coisas que foi escrevendo, foi mais emoção do que razão, mas ler o seu Daily Dish vale muitas vezes só por isso.

publicado por Jorge A. às 12:00
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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

O Melhor e o Pior (III)

Entre os acontecimentos internacionais do ano que destacam-se pela positiva estão as eleições presidenciais norte-americanas com a vitória de Barack Obama (embora existam aspectos negativos nesta eleição, mas uma avaliação mais concreta sobre tal fica agora ao cargo do futuro), mas nem é tanto a vitória deste ou daquele candidato que destaco, mas sim a vitalidade democrática dos Estados Unidos que é, no minimo, de louvar.Os jogos Olimpicos de Pequim que, independentemente de outros factores, terão de ser considerados um sucesso ao nível organizativo e especialmente no plano desportivo, com destaque para os atletas Michael Phelps, Usain Bolt e Yelena Isinbayeva. E, por fim, a libertação de Ingrid Betancourt, quanto mais não seja pela vitória que tal representa sobre aqueles que mais não querem do que aterrorizar os outros.

 

Nos acontecimentos internacionais negativos do ano destaco os atentados em Mumbai, que nos vieram recordar que o terrorismo está bem vivo e a luta contra o mesmo deve continuar. A guerra na Ossétia que, independentemente da culpa, representou um sinalizar russo das suas ambições reforçadas a um papel relevante no palco internacional. O tratado de Lisboa e a forma como o processo foi conduzido pela maioria dos países europeus, em claro contraste com a vitalidade da democracia americana, pois por cá parece que há quem pense que há democracia a mais. Um sem número de situações em África (Darfur, Congo, Quénia, Somália, Zimbabwe) que vão sendo história ano após ano, mas convém não esquecer sob pena de relegar um continente ao esquecimento. E, claro está, a crise financeira mundial, quer pelo que isso representa de mau para o dia-a-dia de muito boa gente, quer por aquilo que parece que devemos esperar das reacções do governo a esta.

publicado por Jorge A. às 12:00
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

O Melhor e o Pior (II)

A melhor figura na politica nacional? Pedro Passos Coelho. O que não deixa de ser uma escolha deprimente, visto que a actividade politica do homem é relativamente reduzida. Mas foi a única coisa fresca que apareceu este ano, com um discurso novo e, estou convicto, mais cedo ou mais tarde chegará à liderança do PSD.

 

A pior figura na politica nacional? Tenho de ir pelo ministro da economia Manuel Pinho. E não percebo nem como, nem porquê, que (ainda) está no governo - desde o decretar do fim da crise para pouco depois dizer que vinham aí tempos dificeis, até aos encontros com Phelps e Schumacher, passando pela sua relação com o presidente da autoridade da concorrência, o trabalho feito é muito pouco e a inabilidade politica é mais que muita.

 

A figura ausente da politica nacional? Manuela Ferreira Leite. Pura e simplesmente o maior partido da oposição nacional esteve em grande parte do ano ausente.

 

A figura demasiado presente da politica nacional? José Sócrates. Raros foram os jornais televisivos do país que não tinham uma reportagem com inaugurações, comunicações, deslocações, apresentações, e sei lá mais o quê do nosso primeiro. Pior que isso, o nosso primeiro também está cada vez mais presente no bolso dos portugueses - e não é pelos melhores motivos.

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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

O Melhor e o Pior (I)

Os melhores filmes do ano? Fácil. The Dark Knight, Wall-E, Man on Wire, Forgetting Sarah Marshall. Nenhum deles passa na convenção tradicional do cinema com direito a óscar de melhor filme. O primeiro é de acção, baseado num comic-book e tem demasiados efeitos especiais; o segundo é de animação; o terceiro é um documentário; e o quarto é comédia.

 

Os piores do ano? De memória. Cloverfield, Doomsday, Max Payne, The Day the Earth Stood Still. É possível tratar pior a ficção cientifica? É que para encontrar um filme totalmente dedicado ao género que cumpra plenamente o objectivo é preciso recuar até 2005 com Serenity.

 

Disclaimer: obviamente, só inclui filmes que visionei.

publicado por Jorge A. às 12:00
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Agregador

É chegada aquela altura do ano em que as listas dos melhores do ano são mais que muitas. Pondo de parte o valor relativo da coisa, há uma importância significativa nestas que eu muito aprecio: a descoberta de pequenas maravilhas que me escaparam ao longo do ano. Do cinema à literatura, da música à comida, há um agregador destas listinhas (actualizado ao longo do tempo) que não dispenso nesta altura do ano: Fimoculous: 2008 End-of-Year Lists. Divirtam-se.

publicado por Jorge A. às 21:15
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Sábado, 22 de Dezembro de 2007

O Ano em Revista (Cinema e Música)

O cinema em 2007 esteve em alta, ou pelo menos assim parece. E assim parece porque boa parte do que parecem ser os bons filmes de 2007 ainda não estrearam nos Estados Unidos, quanto mais em Portugal. Torna-se assim complicado fazer uma análise do que foi efectivamente a produção cinematográfica do ano. Filmes como Into the Wild; Atonement; Sweeney Todd; The Darjeeling Limited; Charlie Wilson's War; There Will Be Blood; e No Country for Old Men; apesar de serem colheita de 2007, só em 2008 serão vistos nas salas portuguesas. E se nestes ainda se compreende, o caso de 3:10 to Yuma parece-me incompreensível - e confesso que já vi o filme.

Claro que os óscares influenciam, e de que maneira, o timing de exibição dos filmes em questão. É por demais evidente que os filmes que saiem no final do ano levam vantagem sobre os exibidos nos primeiros meses do ano. A esse propósito refira-se, por exemplo, Zodiac. O filme de David Fincher foi um dos que na minha opinião marca o ano que passa, mas é completamente esquecido para as cerimónias de entrega de prémios deste final de ano. Estrear a 2 de Março nos Estados Unidos, é caminho certo para o esquecimento.

A titulo pessoal gostei muito dos filmes 300, Rocky Balboa e Stardust. Dos blockbusters de verão as triologias deram-se mal. Nem o terceiro Spider Man, nem o terceiro Pirates of the Caribbean, chegaram sequer aos calcanhares dos seus antecessores. Qual foi então para mim o grande blockbuster deste verão que passou? O Transformers de Michael Bay.

Quentin Tarantino deixou a sua marca este ano com Death Proof, que apesar de não passar de mais do mesmo a que Tarantino nos habituou, e portanto faltando-lhe alguma originalidade, não deixa de ser um dos meus filmes do ano. Os Simpsons estrearam-se no ecrã gigante em grande, mas a comédia que mais gostei de ver foi Knocked Up.

O Eastern Promises deixa para a posteridade a luta sangrenta numa sauna em que Viggo Mortensen aparece tal como Deus o colocou no mundo, e Elizabeth: The Golden Age foi para mim uma enorme desilusão. Outra desilusão veio por parte daquele que tentava imitar o sucesso de The Lord of the Rings, The Golden Compass deixou muito a desejar. E o cinema português - este ano com o sucesso Corrupção, para o ano já com o previsto filme do Morangos com Açuçar (suspiro) - não é uma desilusão, é mais uma resignação à mediocridade subsidiada (suspiro, novamente).

E de cinema em 2007 estamos conversados, se bem que, como é sabido, a verdadeira leitura do ano fará-se depois dos óscares.

Em relação à música, confesso que não sou um grande consumidor de álbuns e o meu consumo é mais avulso, daí o universo em análise ser mais limitado. Recentemente ando a ouvir, e a gostar do que oiço, Amy Winehouse e o seu Back to Black (se bem que este álbum foi introduzido no mercado nacional a 4 de Outubro de 2006). Dois álbuns para recordar deste ano que passa são o Sound of Silver dos LCD Soundsystem e White Chalk de PJ Harvey. De bandas sonoras de filmes o que mais tocou cá por casa foi a música do filme Death Proof. Do universo de artistas portugueses, destaco o Dreams in Colour de David Fonseca.

O álbum In Rainbows dos Radiohead, apesar de eu particularmente não ter gostado do mesmo, fica registado pela forma original como foi lançado no mercado - através de download gratuito pela internet - só quem desejava é que poderia contribuir para a banda, e parece que a banda nos primeiros tempos não se deu mal com tal ideia.

Como desilusão destaco o álbum Not to Late de Norah Jones - sinceramente, pouco se ouviu por estes lados, e eu sou um admirador confesso da cantora nova iorquina. Pelo contrário, outras três musas da música moderna continuaram a fazer-se ouvir, Alicia Keys com o seu As I Am, Katie Mulua com o seu Pictures e Carla Bruni com o seu No Promises.

Leitura Recomendada: O Ano em Revista (Desporto) e O Ano em Revista (Politica e Sociedade)
publicado por Jorge A. às 00:01
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Sábado, 15 de Dezembro de 2007

O Ano em Revista (Politica e Sociedade)

No plano nacional o ano abriu com o referendo do aborto que resultou na vitória (apesar de tudo) esperada do "sim". Foi um referendo marcado pela confrontação de pontos de vista divergentes, mas com confrontação mais moderada que no anterior onde o "não" havia ganho. O referendo permitiu também aos gato fedorento uma das melhores piadas do ano - a paródia com Marcelo Rebelo de Sousa.

A Justiça em Portugal também parece seguir pelas ruas da amargura. Casos mediáticos como o processo casa pia ou o apito dourado parecem estagnados sem resolução à vista, e o caso muito badalado do desaparecimento da menina inglesa Maddie segue pelo mesmo caminho - ao que parece, o ministério público nem conseguirá formalizar qualquer tipo de acusação sobre quem quer que seja. Isto, recorde-se, após ter escorrido tinta nos jornais de solidariedade para com os pais, seguido de um enorme repúdio para com os mesmos no momento seguinte quando foram constituidos como arguidos.

José Sócrates parece rumar tranquilamente para o segundo mandato em 2009. Não é que o ano tivesse passado sem alguma mossa. A começar na questão menor, mas mal gerida, da licenciatura de engenharia civil na universidade independente. Depois nos tiques autoritário que o nosso primeiro aparenta (o caso Charrua foi um exemplo disso). As trapalhadas dos ministros Mário Lino (um jamais que fica para a história) e Manuel Pinho (a do allgarve, por exemplo). Contudo, José Sócrates mantêm o dominio dos meios de comunicação social que lhe permitiram manter o PS no topo destacado das sondagens. Diga-se que, a esse propósito, também houve muito pouco trabalho da oposição para contrariar a festa socialista...

A história da oposição este ano foi feita de novidades que nada de novo acrescentaram. No CDS-PP viram-se livre de Ribeiro e Castro e fizeram ressurgir Paulo Portas. No PSD mandaram embora Marques Mendes e deram o posto a Luis Filipe Menezes, sendo que este trazia consigo colado, qual fénix renascida, Santana Lopes. O que está à vista é que nenhum dos partidos saiu a ganhar o que quer que fosse com tal mudança - e suspeito que a esperança de qualquer um deles é a mesma de muitos outros que lhes antecederam: é Sócrates quem terá de perder as eleições, não serão Menezes ou Portas a ganhá-las.

Por Portugal também passou a presidência da UE nestes últimos seis meses do ano. Ao que dizem por aí foi um sucesso. Permitam-me discordar. Muitas palavras e pouco conteúdo, foi o que foi. De mais marcante fica o tratado de Lisboa - mas esse ainda não foi verdadeiramente discutido em Portugal, e espero seriamente que ainda o venha a ser.

Aproveitando a deixa da União Europeia passo para a politica internacional, onde a UE continua a ser vista como uma carta fora do baralho - e diga-se que por motivos óbvios (que não será o novo tratado a mudar) percebe-se porquê. No panorama internacional, em primeiro lugar, há que destacar as alterações de liderança ocorridas em dois dos mais importantes paises europeus. Em França ganhou Sarkozy e verdade seja dita que espirito de iniciativa não falta ao homem, fazendo uma comparação com o seu antecessor, afirmo convictamente que a França saiu a ganhar. No Reino Unido Tony Blair saiu de cena, sendo substituido por Gordon Brown - este já não me convence, e pelos factos dos últimos dias também não deverá convencer os britânicos.

Na cena internacional, deu-se a passagem de testemunho entre Fidel Castro e Hugo Chávez, com este último a assumir a liderança do grupo pelo socialismo do século XXI da região sul americana - ao mesmo tempo Chávez teve a sua primeira grande derrota desde que assumiu o poder na Venezuela, um claro sinal de esperança. Chávez para consolidar o seu poder usou do dinheiro do petróleo beneficiando dos preços elevados, mas há outro dirigente mundial que disso tem-se servido para fazer ressurgir o seu país na escala mundial: é esse dirigente Vladimir Putin. A Rússia, ao contrário de algumas previsões, é um país a tomar em conta no tabuleiro do xadrez da politica internacional no futuro próximo.

Outra questão importante foi o desenvolvimento do projecto nuclear iraniano - mas esse segundo novas informações estará em lume brando... será mesmo? Cá por mim, suspeito que para o ano existirão novidades. Um caso bicudo para os americanos continua a ser o Iraque, mas esse problema já eles tinham no inicio de 2007 e não foi este ano que o solucionaram. Em 2008, mesmo por força das eleições norte-americanas, deverão existir novidades também neste campo.

O conflito israelo-palestiniano conheceu uma evolução, se bem que o impacto de tal evolução ainda seja dificil de decifrar. Ao contrário dos anos anteriores, este não foi só marcado pela oposição entre israelitas e palestinianos, mas acima de tudo por divisões internas entre os palestinianos que resultaram no surgimento de duas zonas distintas: a faixa de gaza liderada pelo Hamas, a cisjordânia liderada pela Fatah. O impacto global que tal situação terá nas relações entre as partes em questão ainda é dificil de decifrar, mas parece-me que Israel - por muito que muitos tentem escamotear - saiu claramente com maior legitimidade e poder negocial por força dos acontecimentos recentes.

Leitura recomenda: O Ano em Revista (Desporto)
publicado por Jorge A. às 00:40
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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

O Ano em Revista (Desporto)

O ano de 2007 aproxima-se a passos largos do seu fim, tempo para começarem os balanços. A minha expectativa é fazer 4 posts distintos, cada um revelado a cada sábado, e focando diferentes categorias: desporto; politica e sociedade; cinema e música; pessoal. Este é então o primeiro de uma série de quatro.

No campo do desporto o ano abriu com a vitória esperada de Roger Federer e a inesperada de Serena Williams no Australian Open em ténis. Se no caso do primeiro foi o iniciar de mais um ano em grande que só pecou pela não conquista de Roland Garros, no caso da segunda a vitória foi de circunstância. Foi a circunstância de Justine Henin ter estado ausente da Austrália para tratar do processo que lhe eliminou o Hardenne do nome. Henin divorciou-se, reconciliou-se com a sua familia, e teve um ano de dominio absoluto da modalidade. Roger Federer, ainda não o disse, mas digo-o agora, é o atleta do ano que vai terminar.

No automobilismo da época pós-Schumi, quando tudo apontava para um dominio de Fernando Alonso na fórmula 1, eis quando aparece um tipo chamado Lewis Hamilton que veio fazer frente ao espanholito. Depois quando tudo apontava para um dominio da McLaren sobre a Ferrari, eis que surge um processo judicial da segunda sobre a primeira por espionagem industrial, entra-se num processo pré-depressivo e auto-destrutivo mútuo entre os pilotos da McLaren, e é um tal de Kimi Raikonnen a correr num dos carros do cavalinho rampante que ganha o mundial de pilotos na última prova da temporada - inesperado, mas definitavamente merecido.

No golfe Tiger Woods fez uma temporada brilhante - e só ele pode rivalizar com Federer pelo titulo de melhor desportista do ano, como já vai sendo habitual. Muito justa aquela vitória no último grand slam da época, o PGA Championship, isto após ter terminado dois dos outros três grand slams em segundo.

O râguebi também deu cartas com o campeonato do mundo onde a selecção portuguesa esteve presente. Sinceramente não sou fã da modalidade, e achei a prestação portuguesa mediocre. Dizem-me que havia que aplaudir os nossos jogadores porque são amadores e foi uma proeza a sua simples presença, os resultados não eram importantes. Ora bolas, no mesmo país há quem assobie a selecção nacional de futebol que é uma das melhores do mundo e aplauda veemente a selecção nacional de râguebi que anda a comer mais de 100 pontos da Nova Zelândia? Eu por mim, esqueço o râguebi, e só vejo futebol - se me der para assobiar os tugas da bola lusitano, não vou pôr-me a bater palmas ao tugas do râguebi lusitano. Da selecção de hóquei em patins, no comments...

Campeonatos do mundo, que me recorde, também houve o da natação onde Michael Phelps ganhou sete medalhas de ouro, coisa pouca. E nos campeonatos mundiais de atletismo vimos surgir mais uma esperança portuguesa para Pequim'08, o saltador a triplicar Nélson Évora, que com três saltos num só trouxe a medalha de ouro cá para o burgo. Falando de esperanças para Pequim'08, digo desde já que da Vanessa Fernandes pouca coisa há a dizer, a moça é boa demais para que eu ande aqui à procura de palavras para descrever o quão boa ela é.

No futebol... bem, pois... Portugal estará presente no Euro'08, e para espanto meu, a apuração já não basta para alguns portugueses festejarem... o mister Scolari que o diga. O FCPorto para tristeza minha foi campeão nacional e o Sporting ganhou a taça de Portugal. A mim, um pobre benfiquista, para festejar só o despedimento de Fernando Santos e o prazer de poder ver jogar Rui Costa. Mas a coisa está tão negra que se quiserem eu digo-vos já o que poderei escrever em Dezembro de 2008, que o FCPorto foi campeão em 2007, vai uma apostinha?

E sobre desporto este ano, estamos conversados.
publicado por Jorge A. às 17:11
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