Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Cowrolla

(fonte

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publicado por Jorge A. às 20:39
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

Pergunta

Mugabe regime renews crackdown, rights group says

President Robert Mugabe's regime has renewed assaults on dissidents, a human rights group said Tuesday, even as he faced more international pressure to step down amid a cholera outbreak that has killed nearly 600 people.

Passado que está um ano desse "sucesso" que foi a cimeira UE-África, o que mudou nas relações afro-europeias?

publicado por Jorge A. às 21:19
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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

O Exemplo do Zimbábue

"We can't ask the people to cast their vote on June 27 when that vote will cost their lives. We will no longer participate in this violent sham of an election.''

 

Mesmo porque a derrota antecipada numas eleições à partida viciadas era mais que certa, acho que o lider da oposição no Zimbabué tomou a decisão correcta. Mugabe, esse, fica só como mais um dos exemplos do que a demagogia da extrema-esquerda e a prática do marxismo-leninismo conseguem fazer ao povos que governam. A reforma da terra, que visava tirar das mãos dos brancos ex-colonos a propriedade e passar essa mesma propriedade para o povo de maioria negra, resultou no redondo fracasso que se conhece com o colapso da agricultura do país (se bem que, como diz o NYT, Mugabe claimed he ordered the seizures, begun in 2002, to benefit poor blacks. But many of the farms instead went to his loyalists).

 

Depois, confrontado com uma hiper-inflação e o colapso financeiro do país, o governo tentou resolver o problema por decreto, através do controlo artificial dos preços e da taxa de câmbio - em vez de melhorar a situação, piorou. A juntar a isto tudo o poder judicial no país é uma farsa, e os resultados eleitorais da primeira volta das presidenciais foram aldrabados de forma a suportar a reeleição à segunda de Mugabe com as consequências que tal situação acarreta para a crença na democracia daquele povo - o poder em África ainda é sinónimo de sangue e fogo.

publicado por Jorge A. às 22:33
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

T.I.A. *

Eu sei que esta foto possibilitaria um sem número de comentários, piadas ou reflexões filosóficas sobre a vicissitude da vida em certas partes do continente africano, mas por motivos inexplicáveis, entre os quais a falta de imaginação, não me apetece falar sobre o assunto...

* This is Africa (sempre na senda de fazer titulos de posts baseados em comentários de frequentadores do espaço, este foi inspirado por Livia Borges)
publicado por Jorge A. às 22:35
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Remember Rwanda?

O Quénia parece seguir no mesmo caminho. O relato do The Guardian sobre os recentes acontecimento é, no minimo, horripilante:
Asked if they knew about the church massacre, all the youths nodded. "We were there," said one man, who said his name was Patrick. "We got a message that the Kikuyus were arming near the church. So we went to give reinforcements to the Kalenjins there."

Another man carried on: "The men and women had babies and small children, but they carried pangas to defend themselves. Is someone with a panga innocent? It is not our custom to kill women and children. We told them to come out of the church, but they locked the door and refused to come out. So we burned them."

A third youth spoke. "They were not worshipping in the church. They were hiding. That makes it a cave not a church. Let Kibaki send a plane for the Kikuyus. They can go ... or they will be killed."
E pensar que o Quénia, não faz muito tempo, era visto como um potencial exemplo para o continente africano.
publicado por Jorge A. às 00:13
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Falta de Bons Exemplos

For all its flaws, an example to others
The example Kenya can set for South Africa and the rest of the continent. [...] Whoever wins, what matters next is that the result should be accepted by the loser and Kenyans should be seen to endorse the principle of peaceful competition. Most of Africa has left behind the era of the one-party state, but its people have yet to be fully persuaded that multi-party politics need not be chaotic.
Quénia: 30 pessoas morrem queimadas em igreja no Oeste do país

Esta manhã, o candidato da oposição, Raila Odinga, estimava que mais de 250 dos seus apoiantes tenham sido mortos desde quinta-feira, dia em que decorreram as presidenciais, a maioria dos quais depois de domingo, dia em que foram anunciados os resultados.
publicado por Jorge A. às 15:50
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Domingo, 9 de Dezembro de 2007

Cimeira UE-África

Uns quantos ditadores africanos vieram a Lisboa passear vaidades e fazer propaganda. O governo português fica extremamente satisfeito porque obteve mais um registo para pôr no curriculum da presidência da UE. Uma cimeira com África que já não se fazia desde a última presidência portuguesa em 2000, essa feita em território africano no Cairo. Como todos se devem recordar, um autêntico sucesso. O objectivo da cimeira, como convém, não passa de uma coisa vaga como reabrir o diálogo entre a europa e a áfrica. De concreto, de palpável? Pouco ou nada, excepto os gastos para a realização de tão magnânime espectáculo. No fim, objectivo cumprido, cada um pode seguir a sua vida. Os africanos tratam dos problemas deles que nós tratamos dos nossos. Very nice, very good, keep on moving, men! Da crise no Darfur? Bem, a cimeira não tem tabus e todos os assuntos estão em cima da mesa, mas calma... ok... porque isto afinal, tal como põe as coisas o nosso primeiro, trata-se de uma coisa "entre iguais". Até podemos discordar, mas nada de pôr em causa a legitimidade de um Omar al-Bashir, de um Muammar Kadhafi ou de um Robert Mugabe de liderarem os seus países em completo desrespeito pelas liberdades e garantias do povo - é tão óbvia a razão porque não se recebe o Dalai Lama, como é óbvia a razão porque se recebe o Mugabe e amigos. Quanto a mim, que se f*da a real politik, se é que o leitor me perdoa o desabafo...

De resto e para concluir, gostaria de deixar um breve apontamento entre a comparação entre a cimeira UE-África e a cimeira Ibero-Americana. É óbvio que os lideres africanos ainda tem muito que ensinar aos lideres sul-americanos sobre governos ditatoriais, mas sobre palhaçada e entretenimento deixam muito a desejar quando comparados com Chávez (nem Kadhafi, o big entretainer da cimeira chegou sequer aos pés do lider venezuelano). Não houve um momento "porque não te calas?" nesta cimeira - o que só lhe retira valor - e assim não vale a pena.
publicado por Jorge A. às 03:06
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