Sábado, 11 de Abril de 2009

Goodbye Sócrates!

"Mário Lino, Luís Amado, Maria de Lurdes Rodrigues e Nuno Severiano Teixeira já avisaram o primeiro-ministro que não querem continuar no Executivo, caso o PS vença as próximas eleições." [Fonte: Diário Económico]

 

Nem eles querem continuar, nem muito português tem grande interesse em que eles continuem. Para completar os ódios de estimação, dado que já lá estão Mário Lino e Maria de Lurdes Rodrigues, só falta mesmo o Manuel Pinho. Mas ouro sobre azul, era facilitar a tarefa do primeiro-ministro relativamente ao assunto: em caso de derrota nas eleições, nem continuam estes, nem continua mais nenhum. Isso, sim, era coisa para me deixar satisfeito.

publicado por Jorge A. às 04:45
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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Apesar do Magalhães

No The Global Information Technology Report, Portugal desceu dois lugares no ranking global. O Gabinete do Plano Tecnológico logo emitiu um comunicado onde apresenta uma visão positiva do relatório. A redacção do Portugal Diário comeu a nota de imprensa do gabinete, Tecnologia: Portugal nos cinco melhores, já o Diário de Noticias não, Portugal tecnológico pior classificado. Quem fica pelos títulos das noticias, terá certamente dificuldade em perceber que referem-se à mesma coisa. Entretanto, há pais das crianças que andam a vender Magalhães no mercado negro. Nada que não fosse esperado, ao menos, se o Magalhães não serve para o ensino das novas tecnologias às crianças, que sirva como demonstração da importância dos incentivos económicos. Tão novinhos e já andam a ter aulas de economia - que país tão avançado o nosso.

publicado por Jorge A. às 18:44
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

O tal canal

Concurso para o quinto canal inviabilizado por rejeição de propostas

 

Segundo a ERC, as duas propostas "não reúnem os requisitos legais e regulamentares para admissão a concurso". Fantástico. Mas não sei porquê, suspeito que o motivo da recusa seja outro. A Impresa e a Prisa devem estar contentes neste momento, eu enquanto espectador é que não estou de certeza. E há coisas que nunca percebi no negócio da televisão: segundo os actuais operadores, não há espaço para outro operador, porque as receitas de publicidade não permitem a sustentação de outro canal. Os dois consórcios que viram as suas propostas rejeitadas devem ser estúpidos: iam investir dinheiro num negócio que já se sabia que não resultaria. Alguém acredita nisso?

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publicado por Jorge A. às 22:25
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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

O que devia ser feito

Crise: Congelados salários de todos os funcionários públicos gregos que ganhem mais de 1.700 euros

 

O que devia ser feito em Portugal, pelo menos...

publicado por Jorge A. às 01:32
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Entretanto

No país do governo propaganda: Demoras na entrega do Magalhães estão a causar ansiedade às crianças.

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publicado por Jorge A. às 11:06
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Senhor Professor Doutor

Freitas do Amaral garante legalidade administrativa do licenciamento do Freeport

 

Há por aí quem dê grande validade à opinião do senhor professor doutor Freitas do Amaral, como se a palavra do senhor professor doutor fosse coisa especial só porque é proferida pela boca do senhor professor doutor. E o que disse o senhor professor doutor de especial: nada. Não disse nada de novo, nem acrecentou qualquer ponto de vista diferente do que já se ouvia por aí, mas há quem lhe queira dar muito valor porque trata-se do senhor professor doutor. A validade do argumento é assim relegada para segundo plano e o que é valorizado é a (suposta) autoridade da pessoa que profere o argumento. Nada de novo por este país. O mesmo muitas vezes foi feito em relação à palavra do senhor professor doutor Cavaco Silva ou do senhor professor doutor Mário Soares. Mais recentemente, o economista Paul Krugman é o senhor professor doutor internacional favorito de muita gente (não há jornal em que a sua opinião não seja citada). Este é um país onde a maioria dos cidadãos perderam o seu espirito critico, por isso não é de estranhar que o governo já nem se dê ao trabalho de ter vergonha na cara na utilização de farsas como esta.

 

Vale que nestas coisas existem senhores professores doutores para todo o gosto, Governo de gestão desrespeitou Constituição, diz o antigo ministro socialista João Cravinho.

 

E, ainda mais interessante, refere o Público: Proposta de alteração da ZPE diz claramente que o objectivo incluía o outlet. Quero alertar para o facto de que a noticia do Público desmente as declarações do actual primeiro-ministro, do actual ministro da presidência e do à altura secretário de estado do ambiente. Num país que tanto gosta de respeitar a autoridade da palavra do senhor professor doutor, deveria causar, pelo menos, alguma impressão que os seus politicos continuem a usar da mentira para sua defesa (já agora, existe por aí algum senhor professor doutor para me explicar em como é que este tipo de noticias resultam da violação do segredo de justiça? Just checking).

publicado por Jorge A. às 12:04
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

No País do Faz de Conta

Carlos Nunes Lopes tem um conjunto de posts de leitura obrigatória:

 

O "alegado" estudo da OCDE sobre a Educação

O "alegado" estudo da OCDE sobre a Educação (II)

O "alegado" estudo da OCDE sobre a Educação - os peritos independentes

O "alegado" estudo da OCDE sobre a Educação - a metodologia

O "alegado" estudo da OCDE sobre a Educação - quem contactou com os peritos?

Uma amostra representativa

Faltou-lhe um logotipo assim

 

O governo propaganda no seu melhor. E fica a pergunta: como é que nenhum jornalista deu pela coisa?

 

(via: O Afilhado)

publicado por Jorge A. às 20:51
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Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Dias Loureiro

Licenciamento do outlet de Alcochete põe primeiro-ministro em xeque

Na edição de hoje, o "Sol" revela pela primeira vez que o ministro de Guterres referido numa conversa entre Charles Smith e um administrador do Freeport é José Sócrates. Nessa conversa, gravada pelo administrador com recurso a uma câmara oculta, Smith diz que gastou avultadas quantias em “pagamentos corruptos”, de acordo com o que ficou combinado numa reunião com Sócrates. Este vídeo fará parte do processo de investigação que corre no Reino Unido, onde estará igualmente um e-mail enviado para o Freeport a pedir uma recompensa pelo desbloqueamento do licenciamento.

Por onde andam os indignados que pediam a cabeça de Dias Loureiro nestes momentos em que tanta falta sinto deles?

publicado por Jorge A. às 00:40
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

O Site

Qual o site mais amigo do utilizador que a administração pública conseguiu arranjar? Pois.

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publicado por Jorge A. às 08:01
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Bailout Nation

Aerosoles em risco de ruptura financeira

A Aerosoles, o maior grupo de calçado português, não pagou o subsídio de Natal e, neste momento, tenta garantir o pagamento dos salários deste mês aos 1360 funcionários, 661 dos quais portugueses.

Depois da banca, da indústria automóvel, das minas de Aljustrel, da empresa alemã Qimonda e de sabe-se lá mais o quê, o que mais apoiar? O problema da situação é tanto a sua insustentabilidade como a discricionariedade com que o governo decide quais as empresas que sobrevivem e as que vão à falência. Tempos sombrios os que se vivem e o facto de 2009 ser ano eleitoral em Portugal não nos ajuda em nada. A argumentação utilizada para defender as opções que tem sido feitas em Portugal de resposta à crise são por sí só assustadoras, já passamos do período em que a defesa das medidas era feita com base no "não é solução não fazer nada" para a "não há nenhum outro país que não esteja a fazer o mesmo", escuso de explicar a invalidade argumentativa de qualquer uma das duas preposições, mas confesso-me verdadeiramente chocado quando o debate em Portugal sobre a situação a pouco mais resume-se do que a frases do género.

publicado por Jorge A. às 11:50
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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Blindness

Ao mesmo tempo que a ONU projecta uma queda populacional de cerca de 700 mil pessoas no nosso país para 2050 (e consequente envelhecimento populacional e inversão da pirâmide etária), sabe-se que o serviço nacional de saúde terminou o ano de 2007 com 330,1 milhões de euros de prejuizo, perto de noventa por cento mais do que estava previsto. Fez este governo alguma reforma importante e efectiva no nosso sistema de saúde? Bem sei que outrora houve um residente de São Bento que pediu para nós fazermos contas por ele, mas convinha saber se o actual não precisa também de uma ajudinha...

publicado por Jorge A. às 22:24
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Domingo, 2 de Novembro de 2008

Road to Nowhere

Portugal não está numa encruzilhada, há muito que passou essa fase e escolheu o caminho a tomar. No deserto de ideias que tem sido a pavorosa politica portuguesa, onde o nosso primeiro em vez de fazer politica é assistente comercial de empresas privadas, o horizonte apresenta nuvens ameaçadoras. O caminho escolhido é o do deixa andar. Tapar os olhos, acreditar que melhores tempos virão e seguir em frente sem ponderar convenientemente para onde vamos. Nos últimos dias o nosso primeiro parece ter adoptado como modelo politico o tipo demagogo que vive à custa do petróleo venezuelano. Pior ainda, na cibeira ibero-americana, à falta de petróleo, andou entretido a tentar vender uns pc's magalhães aos lideres da américa latina, a adoptar a mensagem de Chávez de contestação ao Fundo Monetário Internacional, e a explicar como nos tempos que correm é no governo e no investimento público que encontra-se a salvação nacional. As sondagens dizem que a maioria dos portugueses está contente com o motorista e entre as alternativas, ninguém parece disposto a dar meia volta no percurso e ir apanhar novo caminho na encruzilhada que então passamos. Dado isto, eu sigo viagem sem querer ter qualquer tipo de relevância na decisão da escolha do motorista. Mas se me deixassem seguir caminho pelo meu próprio pé ficaria muito agradecido.

publicado por Jorge A. às 00:44
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Domingo, 26 de Outubro de 2008

Existem umas eleições para ganhar...

Por isso, Sócrates adianta que o governo vai propor um aumento de 5,6 por cento para o salário mínimo nacional, que chegará aos 450 euros. Tenho a certeza que isso trará boas novas aos indicadores do desemprego nos anos vindouros para as gerações mais jovens.

publicado por Jorge A. às 21:18
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Às Armas

Escreve o Ricardo Arroja, ainda a propósito da nacionalização do fundo de pensões privado por parte do Estado Argentino, no Portugal Contemporâneo:

Caros leitores, não imaginam a indignação que sinto a propósito disto. Espero nunca ver situações destas em Portugal. É que se alguma vez me tentassem ir ao bolso desta forma, acho que comprava uma pistola. Sem exagero! Enfim, começo a compreender o ressentimento que algumas pessoas, roubadas no pós 25 de Abril, guardam até hoje.
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publicado por Jorge A. às 21:39
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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Esperança

Existirá o dia em que um governo atribuirá a responsabilidade de um bom período económico no país a um qualquer boom da economia internacional.

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publicado por Jorge A. às 20:29
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Cultura de Curto Prazo

Agora mesmo, na SIC Noticias, José Rodrigues Carvalho acaba de acusar os empresários e apostadores da bolsa de pensarem demasiado no curto-prazo. Quanto a isso não sei, mas se há agente interveniente na vida económica que pensa quase exclusivamente no curto-prazo (contrariamente ao que devia ser a sua prioridade) é o Governo - a actual resposta à crise é o último exemplo disso.

publicado por Jorge A. às 20:22
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Peanuts

Governo baixa IRC para metade nos primeiros 12,5 mil euros de matéria colectável

publicado por Jorge A. às 23:34
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

One Laptop per Child

O Magalhães, que é nada mais nada menos que o Classmate PC, surgiu como uma resposta da Intel à ameaça do OLPC. O computador que andam a distribuir pelas escolas portuguesas, deriva de um projecto inicial que visava possibilitar computadores acessiveis para as crianças dos países do terceiro mundo. Dos países desenvolvidos, só em Portugal é que o governo envolveu-se na produção e distribuição do mesmo, classificando mesmo o computador como um produto português (se o ridiculo matasse). Mais, em países como o Brasil e o México, os governantes tem o bom senso de testar primeiro qual dos dois modelos é melhor, se o Classmate, se o OLPC. Em Portugal, parece que o governo decidiu favorecer sem pestanejar a Intel e, claro está, a empresa que produzirá o computador em Portugal, a JP Sá Couto. Nós não vivemos num país sério.

publicado por Jorge A. às 18:02
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Domingo, 21 de Setembro de 2008

Receitas Extraordinárias

"Esta proposta de OE finge que vai aumentar o investimento e volta a recorrer ao truque das receitas extraordinárias, mas as contas públicas nacionais estão longe de se encontrar consolidadas" José Sócrates, 12 de Outubro de 2004 (Público)

Um dia depois do jornal Público ter noticiado que o Estado irá receber este ano 759 milhões de euros da EDP devido ao alargamento para os 20 anos da concessão de exploração de centrais hidroeléctricas à EDP, o ministro garantiu que essas receitas não são fruto de qualquer "engenharia financeira". 17 de Abril de 2008 (RTP)

Sócrates teve receitas extraordinárias em todos os seus orçamentos de Estado (como seria natural). Deixou foi de publicitar a coisa. Todas as receitas extraodinárias são iguais, mas há umas mais iguais que as outras.

publicado por Jorge A. às 16:55
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Lei das Rendas

Talvez inspirado pelo economista sueco Assar Lindbeck que afirmou em tempos que "o controlo de rendas parece ser a forma mais eficiente para destruir uma cidade - excepto através de bombardeamento",  uma das primeiras medidas a causar receio junto de certos sectores foi a (não sei quantas vezes revista) lei das rendas:

Na sua intervenção, Sócrates afirmou ainda que Portugal vai ter, finalmente, uma nova Lei da Água, que o programa Polis “conhecerá um novo dinamismo”, e nos primeiros 100 dias o Governo apresentará na Assembleia da República “uma nova e mais justa lei das rendas” 24 de Março de 2005 (Acção Socialista)

Qual foi o resultado da nova e mais justa lei das rendas:

"Um ano depois da entrada em vigor da lei central do Novo Regime de Arrendamento Urbano, só estão em actualização 71 rendas. Este número - insignificante face às 400 mil ca-sas com rendas desajustadas dos valores de mercado - põe seriamente em causa o cumprimento da fasquia da actualização de 20 mil rendas até final do ano" 28 de Junho de 2007 (DN)
"De acordo com os dados a que o Diário Económico teve acesso, no ano passado houve apenas 6.279 pedidos de actualização de rendas por parte dos proprietários – em todo o país, há cerca de 390 mil contratos de renda antigos ainda em vigor. Até agora, apenas 287 rendas foram actualizadas, segundo os dados registados no portal da habitação. Ao longo de 2007 o número de pedidos de actualização foi caindo a pique – no segundo semestre de 2007 houve apenas 1.712 pedidos, cerca de metade do registado nos primeiros seis meses. Recorde-se que o objectivo do Governo para 2007 passava pela actualização de 20 mil contratos antigos." 7 de Janeiro de 2008 (Diário Económico)

Não teve resultados nenhuns. Como quase tudo neste governo tratou-se de fireworks. Claro que agora não vale a pena esperar que seja este Sócrates nesta ou noutra legislatura a estabelecer uma lei que efectivamente funcione, afinal de contas depois da nova e mais justa lei o que poderemos nós querer que seja feito? O objectivo, aliás, sempre foi o de que nada acontecesse. O PS nunca quis uma lei que funcionasse, nunca quis importunar o status quo, apenas quis parecer reformista (e o parecer aqui é a palavra chave). Importunar a sociedade é perder eleições e o PS começou a trabalhar muito cedo para ganhá-las. Só o poder conta. Basta parecer, não é preciso ser.

publicado por Jorge A. às 04:03
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PRACE

Alguém sabe quais os resultados concretos da aplicação do badalo Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE)? Fiquemos pelo tópico quente de tal programa:

"A lei em vigor estabelece que uma vez identificado como excedentário, o funcionário integra uma lista de disponíveis, deixa de se apresentar ao serviço e, caso ao fim de três meses não seja transferido, o seu salário é reduzido em um sexto. Nesse período não recebe subsídio de almoço." 14 de Março de 2006 (DN)  
"A lista de funcionários públicos em situação de mobilidade especial passou ontem de 95 para 121 trabalhadores, com a entrada dos primeiros excedentários do Ministério da Agricultura, revelou ao Diário Económico fonte oficial das Finanças." 15 de Maio de 2007 (Diário Económico)

Deve ter sido das últimas vezes que se falou de tal lista na comunicação social, pouco depois o governo entrou em campanha eleitoral.  

"A reforma do Estado, uma das bandeiras do Governo de José Sócrates, está a chegar ao fim do período de desenho de novas leis: entre as principais contam-se o sistema de avaliação dos funcionários públicos, a lei da mobilidade – que facilita a não só a transferência entre serviços, mas também a própria saída dos trabalhadores do Estado –, a lei de vínculos, carreiras e remunerações na função pública e o novo contrato de trabalho." 10 de Setembro de 2008 (Diário Económico)

No fim da legislatura uma das bandeiras do governo está quase capaz de ser aplicada. Coisa fantástica, não é? Mas eu continuo muito preocupado é com os excedentários, ou talvez não:

"O Ministério da Cultura anunciou que vai integrar mais de cem funcionários públicos excedentários nos quadros do Instituto Português de Museus (IPM), no âmbito da reforma da Administração Central do Estado." 12 de Março de 2007 (RTP)
publicado por Jorge A. às 03:39
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A Melhor Promessa

"O secretário-geral do PS, José Sócrates, promete, caso os socialistas cheguem ao Governo nas próximas eleições, conseguir um «crescimento sustentado de 3 por cento» da economia portuguesa. E, ao mesmo tempo, fazer voltar os níveis de desemprego para os registados há três anos, quando o PS deixou o poder (ou seja, recuperar qualquer coisa como 150 mil empregos). Tudo no prazo de uma Legislatura, quatro anos, garante o líder máximo dos socialistas." 7 de Janeiro de 2005 (DN)

Claro que a promessa dos 3 por cento de taxa de crescimento económico não é possível cumprir por causa da conjuntura internacional (em primeiro lugar, não se promete o que não está só nas nossas mãos poder cumprir, em segundo eu até lhe perdoava esta, se Portugal crescesse acima da média europeia, o que não sucede, pela que a referência à conjuntura internacional é pura treta para quem quiser ouvir). E os 150 mil empregos quando chegar a 2009 virão os sábios do costume explicar que foram mesmo, mas mesmo, criados (esperemos que com uma referência ao sector privado) - mas como explicar o aumento da taxa de desemprego? A população activa não pára de aumentar, malvados, pá...

publicado por Jorge A. às 00:27
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