Domingo, 7 de Junho de 2009

Ponto de Interrogação

Quem foi o pequeno génio que achou por bem entregar a realização de Terminator Salvation a McG? Façamos de conta que o nome não é indicação suficiente para percebermos logo o que esperar, mas olhemos para o principal cartão de visita do realizador com nome de cantor rap, os dois filmes de Charlie's Angels. Pois bem, McG achou por bem que aquela cena surrealista em que um camião cai de uma ponte devia ser a sua imagem de marca e tenta fazer algo semelhante em Terminator Salvation. Acontece que o Exterminador, apesar de tudo, nunca foi uma paródia fantasista - o truque de um bom filme de ficção cientifica consiste em fornecer-nos um cenário futuristico que pode vir a acontecer um dia. E muito embora exista quem não leve ficção cientifica a sério, esta quando quer consegue abordar temas complexos e manter uma seriedade que recomenda-se. McG é que não se recomenda de todo. Precisam que vos diga muito mais para explicar o que achei do filme?

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publicado por Jorge A. às 06:37
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Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Modelo de comédia

Têm sido bons anos para a comédia americana. E este Role Models é um excelente exemplo disso. O truque é sempre o mesmo: arranja-se um conjunto de jovens irresponsáveis, reflexo de uma sociedade onde o assumir da plena vida adulta verifica-se cada vez mais tarde, cuja preocupação é mais com o lazer do que com o trabalho, onde os video-jogos e as gajas têm prioridade sobre a progressão na carreira, e coloca-se no seu percurso um evento que obriga-os a repensar sobre a realidade virtual em que vivem e a fazer escolhas, sendo este um percurso de descoberta pessoal que leva os intervenientes a clarificar os seus objectivos na vida. Role Models tem isso tudo e, nesse aspecto, é muito pouco original. Mas é mais do que isso: a representação é convincente, especialmente por parte dos mais novos, e o argumento conseguiu encontrar um equilibrio interessante entre a completa fantasia e o mundo real, que torna o filme especial em muitos e diferentes niveis. Para isso, muito conta a inclusão de um jogo tipo "Dungeons  & Dragons", mas jogado na vida real por pessoas de carne e osso. Confesso que no inicio aquilo pareceu-me ridiculo, mas não é um filme de comédia ridiculo por natureza? Sempre um exagero da realidade? É. E assim que entramos no espirito, aquelas batalhas medievais fazem todo o sentido. E, para quem quer passar um bom momento de diversão, também faz todo o sentido ver este filme.

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

I've come from a plane that crashed on the mountains

A propósito do comentário do António de Almeida no meu post sobre o filme A Estrada, dou com isto. E sim, é muito recomendado este documentário em que o realizador Gonzalo Arijon aborda o trágico acontecimento de 1972 com os seus protagonistas. Nessa data, um grupo de futebolistas de uma equipa uruguaia despenhou-se nos Andes e estes viram-se confrotandos com uma escolha terrível para assegurar a sua sobrevivência. Muito recomendado.

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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

A Estrada

Nós nunca seríamos capazes de comer uma pessoa, pois não? Não. É claro que não. Mesmo que estivéssemos a morrer de fome? Nós já estamos a morrer de fome. Tu disseste que não estávamos. Morrer de fome é uma maneira de dizer. Nós estamos cheios de fome, mas não estamos mesmo a morrer. Mas nunca faríamos isso. Não. Nunca. Aconteça o que acontecer. Sim. Aconteça o que acontecer. Porque nós somos os bons. Sim. E transportamos o fogo. E transportamos o fogo. Sim. Está bem.

 

A Estrada, Cormac McCarthy, Relógio d'Água, Página 87

 

De um dos meus livros favoritos. Sobre a procura do bem, sobre o que nos torna humanos, uma das mais belas histórias sobre o amor entre um pai e o filho. Agora terá direito a adaptação cinematográfica [trailer]. Tom Chiarella da Esquire chama-lhe o mais importante filme do ano. Confesso que a crónica na Esquire e o trailer deixam-me de certa forma de pé atrás. A Estrada é tudo menos uma história de acção (como o trailer sugere) e o rótulo de "mais importante do ano" cheira-me a golpe publicitário. Mas é, neste momento, um filme muito aguardado por estas bandas.

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Sábado, 9 de Maio de 2009

Star Trek (III)

O Alex Tabarrok basicamente concorda com tudo o que eu disse (e observa que a aprendizagem dos Vulcanos inclui uma forte componente económica). O Bryan Caplan questiona a possível baixa taxa de crescimento económico que a sociedade terrestre do filme terá sofrido. E o Tyler Cowen está 100% de acordo comigo num dos melhores aspectos do filme.

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Star Trek (II)

 

Nunca fui grande apreciador da série - por aqui respira-se mais o universo Star Wars. Mas desde 2005, com o brilhante Serenity de Joss Whedon (que, afinal de contas, não andava muito longe da tentativa de conciliar Star Wars com Star Trek), que não gostava tanto de um filme de ficção cientifica. Se alguém ainda duvidava do talento de J.J.Abrams (criador da série Lost), pode deixar cair as dúvidas. E o talento de Abrams também passa por saber rodear-se das pessoas certas, no caso em questão, entre outras coisas, os actores foram magistralmente escolhidos (confesso que o que mais gostei foi das pernas da Zoe Saldana). E claro que os efeitos especiais dão sempre uma ajuda numa série que se quer do futuro. O argumento não será o melhor, especialmente no segmento de confrontação com os Romulanos (que neste filme assumem o papel principal de opositores da Federação), mas a forma como explicam o percurso de vida dos dois personagens principais, Spock e Kirk, ai está o segredo para prender o espectador ao ecrã. No fim, até um dos criticos d'O Público deu-lhe cinco estrelas e chamou-lhe obra-prima. O genérico inesquecível da série que teve o primeiro episódio em 1966, imortalizou a frase "espaço, a última fronteira", mas parece que a criativade de Abrams não conhece fronteiras e a série ganhou asas para voar. Aguardo com expectativa elevada a mais que certa sequela.

 

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publicado por Jorge A. às 22:53
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Star Trek

Já vi e gostei. Mas deixo um comentário mais alargado para outra altura (por esta altura, só o facto de ainda ter os olhos abertos para escrever este post é milagre). Só tenho uma pergunta para quem também já tenha visto: no cinema onde vi, o intervalo ocorreu quando o Capitão Pike está para ir ter com o capitão dos Romulanos, nomeando Spock o capitão da USS Enterprise e J.T.Kirk o 1ºOficial. Quando o filme regressou do intervalo, Kirk, sem que nada nos fosse explicado, aparecia num planeta gelado, onde encontrar-se-ia com vocês sabem quem (não quero deixar muitos spoilers). Ou seja, a acção deu um pulo e só algum tempo depois as cenas que antecederam esse lapso temporal foram reveladas. O filme é mesmo assim ou foi um corte mal feito no cinema onde assisti? É que, se foi um corte propositado, não percebi qual a sua utilidade.

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publicado por Jorge A. às 22:06
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Wolverine

Não sei se é um problema das personagens da Marvel, se é um problema com os realizadores, ou se ambos. Sei é que este Wolverine que anda agora nos cinemas é uma verdadeira lástima. Tinha melhor coisas para gastar o meu dinheiro. E também não sei se é falta de memória minha, mas os cinemas têm andado tão cheios de produções mediocres por estes dias (agora começam os blockbusters, mas o período que os antecede costuma ter um ou outro bom filme, desta vez, nada). Por outro lado, amanhã estreia o Star Trek, talvez possa voltar a animar-me.

 

Entretanto, gostei muito de ler o texto da Ana sobre o Australia.

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publicado por Jorge A. às 18:19
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Crepúsculo

 

 

O Samurai do Crepúsculo é um filme sobre o fim de um tempo. É um filmes sobre os valores e a honra que devem nortear a vida. É sobre um homem cuja grandeza os outros nunca chegaram a reconhecer. Um homem feliz quando todos o tomavam por um infeliz. Gostei muito.

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publicado por Jorge A. às 23:06
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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

How Star Wars changed the world

 (carregar para ver melhor)

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publicado por Jorge A. às 17:41
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Sábado, 11 de Abril de 2009

Como que vindo do nada

 

Noite de sexta-feira, quero assistir a um filme leve. Alguém sugere Marley & Me e eu concordo. A capa tem um cão de figura simpática e agradável, os actores principais são a Jennifer Aniston e o Owen Wilson, o trailer é relativamente divertido, tudo aparenta que estou na presença de mais um simples e descontraido filme familiar, daqueles cujo final ainda não sucedeu e, de tão esquecível e banal, já não me lembro de metade das cenas do filme. Mas este começa e há qualquer coisa que não bate certo. O filme que a príncipio teria como finalidade fazer-me sorrir e passar um serão agradável, torna-se mais denso e acaba por terminar deixando-me num turbilhão de emoções. Não direi muito mais, não vá um dos leitores pretender assistir ao filme, mas digo que é uma homenagem brutal passada para a tela ao melhor amigo do homem e é tanto mais eficaz quanto maior o número de experiências semelhantes que quem assiste vivenciou.

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publicado por Jorge A. às 05:18
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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Solta a criança que há em ti

Um trailer fantástico do que se espera um filme não menos fantástico.

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publicado por Jorge A. às 22:28
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Terça-feira, 24 de Março de 2009

V de Vendetta

 

O cozinhado e V de Vendetta.

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Sábado, 21 de Março de 2009

Quem começou a guerra?

Ora aqui está um filme que, de forma divertida, trata assuntos sérios como poucos conseguem fazer.

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publicado por Jorge A. às 17:47
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Definitivamente

Agora que reparo em todos os posts que coloquei esta semana, fico com a sensação que qualquer pessoa percebe que tive uma semana dificil. E para terminar a semana em grande, outra boa noticia (se bem que ainda não oficial): OECD Forecast 4.1% Eurozone Contraction For 2009. O que vale é que amanhã joga o Benfica (ou então não) e tenho uns filmes para pôr em dia (tenho de encontrar rapidamente qualquer coisa boa onda tipo Garden State, é que há quase um mês que também só vejo coisas excessivamente dramáticas - por este caminho, antes do país entrar em depressão, entro eu).

 

publicado por Jorge A. às 21:08
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Fantástica

A sequência inicial do filme Watchmen.

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publicado por Jorge A. às 15:09
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Domingo, 8 de Março de 2009

Dare mo shiranai

Nobody Knows

 

Acho que por esta altura quem lê este blogue já percebeu que ando a pôr o cinema internacional falado em lingua estrangeira que não o inglês em dia. Ora, entre os filmes que tenho visto e apreciado, tenho tentado fazer alguns textos apelativos sobre os mesmos aqui no blogue. Pois bem, depois de uma visita pelo cinema sueco e outra pelo coreano, chegou a altura de vos dar conta de um filme absolutamente fantástico vindo da terra do sol nascente. Este Nobody Knows é um filme japonês que gira em torno de uma história real ocorrida em finais da década de oitenta no Japão. O realizador Hirokazu Koreeda, que conta na sua obra com o não menos brilhante After Life, opta por não seguir a história real tal como ela aconteceu, o que na minha opinião possibilitou ao filme ganhar uma dimensão que de outra forma não lhe seria possível.

 

A história começa assim: uma mãe em mudança para uma casa com o seu filho de doze anos. Bem cedo descobrimos que são quatro os filhos e não apenas um. O que leva esta mãe a esconder os restantes três filhos do senhorio? O que o futuro reserva a estas quatro crianças e à mãe dos mesmos? Não sabem? Querem saber? Pois, vejam o filme que eu não conto mais nada...

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publicado por Jorge A. às 04:22
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Sábado, 7 de Março de 2009

Watchmen II

É o fim do cinema de super-heróis tal como o conhecemos.

 

Quem o diz é Jorge Mourinha na crítica ao filme Watchmen logo na primeira linha do texto. É um equívoco completo, em que Mourinha atribui ao filme o mesmo significado que é atribuido ao comics publicado nos finais da década de oitenta. Mas o filme está longe de ter esse peso, porque o que não falta no cinema são super-heróis que há muito adoptaram o conceito implicito no livro de Alan Moore - o batman do The Dark Knigh é bom exemplo disso (que, aliás, é inspirado num livro de Frank Miller anterior a Watchmen e que não contribuiu menos do que este na alteração do conceito até então existente de super-herói). A crítica continua, sendo depois afirmado que o "elenco do filme é inatacável", juro que é caso para rir não fosse aquilo dito com a seriedade que se conhece ao crítico - em parte porque do elenco, em papel de destaque, surge uma Malin Akerman a quem não reconheço capacidade por aí além (gira, sim, muito gira, pouco mais do que isso) e porque outra parte do elenco sofre do problema de inadaptação ao personagem que retrata, Matthew Goode e Patrick Wilson, na pele de Ozymandias e Nite Owl II respectivamente, são bons exemplo disso.

 

É certo que parte do problema está na falta de densidade das personagens e tal pode ser imputado ao realizador, mas este na minha opinião teria sempre muita dificuldade em fazer de Watchmen mais do que aquilo que fez, em primeiro lugar porque as quase três horas de duração do mesmo seriam insuficientes para passar para o ecrã o livro (isto merecia triologia tipo O Senhor dos Anéis) e em segundo lugar porque muito provavelmente o espirito que perpassa nas páginas da banda desenhada não conseguem ser transpostas para filme.

 

Por esta altura já perceberam que não achei o filme, nem de perto, nem de longe, uma obra-prima. Mas isso não impede que este, dentro do género, seja bom. Acima da média, diria mesmo. Mas depois de um The Dark Knight que elevou o patamar dos super-heróis a outro nível, Watchmen deixa um trago amargo na boca e junta-se a um conjunto já muito alargado de adaptações cinematográficas de obras literárias ao grande ecrã que ficam longe de corresponder à qualidade do trabalho original.

 

Na prática, Snyder ficou prisioneiro de um universo muito específico e complexo que tinha de ser reduzido a um tempo razoável de cinema, a solução para tal era não ser fiel à obra - reduzir o protagonismo de alguns heróis, diminuir os vários mini-argumentos em torno do argumento maior, alterar o contexto de um Nixon ainda no poder e em perigo de dar-se uma guerra nuclear com uma União Soviética - optando pela fieldade, não podia aspirar a muito mais do que o que conseguiu: um bom filme de entretenimento, mas que não passa disso, ficando em muito limitado aos apreciadores do género.

 

Em 1984, o grande David Lynch fez o mesmo com a obra-prima de Frank Herbert, Dune, também falhou redondadamente (embora eu seja um fã confesso dessa obra de Lynch). Contudo, a avaliar por algumas reacções que tenho lido, talvez Watchmen tenha melhor sorte junto do público que a obra de Lynch. Na parte que me toca, gostei, mas não amei...

 

Adenda: para outra análise ao filme, ler isto: who watches the watchmen? (II) (via: vozes dissonantes)

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publicado por Jorge A. às 04:00
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Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Watchmen

 

Já está visto. Hoje dificilmente terei tempo, mas logo que arranje algum tratarei de fazer algumas considerações sobre o filme.

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publicado por Jorge A. às 21:31
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

O Frequentador de Cinema

The Moviegoer

Whatever happened to cinephilia? Does it still exist? I mean, in particular, the devotion of otherwise bookish souls to the screen. (The big screen, that is, not kind you are looking at now.) Do they still go to movies the way they once did? With anything like the passion, that is – the connoisseurship, the sheer appetite for seeing and comparing and discussing films?

Uma boa pergunta.

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publicado por Jorge A. às 19:27
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Synecdoche, New York

 

Tinha ouvido maravilhas deste Synecdoche, New York. O grupo de actores, liderado pelo magnifico Philip Seymour Hoffman, e o argumentista Charlie Kaufman (The Eternal Sunshine of the Spoitless Mind) prometiam. Mas confesso que fiquei desiludido. O filme não segue o encadeamento lógico da maioria dos restantes filmes e permite múltiplas teorias sobre o que cada cena representa. Nesse sentido, para quem gosta de perder-se num filme e procura ambientes enigmáticos, este pode ser um filme a visionar.

 

Os actores, sem excepção, têm uma performance fabulosa, mas foi no argumento de Kaufman que me perdí. É certo que chegando ao fim do filme será possível enquadrar as cenas num todo que até então parecia inexistente. Mas é muito curta a linha que separa uma obra-prima complexa de uma história que no fim não é mais do que um conjunto de cenas sem sentido e uma história sem significado. Fruto da complexidade e densidade psicológica que Kaufman emprega à obra, será possível que muitos a considerem uma obra-prima, por mim não passará de uma obra menor.

 

E é impossível não comparar este filme de Kaufman ao Mulholland Drive de David Lynch. Quer nos temas, quer no mistério, quer no que se pretende com tal cinema. O próprio Kaufman admite que o seu filme é "sobre o que as pessoas quiserem que ele seja", não diferente do que Lynch diz do seu Mulholland Drive. Mas será injusto dizer que Kaufman imita Lynch, este não é a cópia de, mas tão só o Mulholland Drive da carreira de Kaufman. Infelizmente para mim, se Kaufman na capacidade de sonhar não é menor génio, na criação de ambientes está longe do génio de Lynch.

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publicado por Jorge A. às 18:31
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Domingo, 1 de Março de 2009

Taegukgi hwinalrimyeo

 

The Brotherhood of War (traduzido no Brasil para A Irmandade da Guerra), é um grande filme de guerra (que não faço a mínima ideia se alguma vez passou pelas salas portuguesas). Para quem gostou do desembargue na Normandia tal como Spielberg o filmou n'O Resgate do Soldado Ryan, bem pode pôr este filme coreano sobre a guerra da Coreia no topo de cinema a ver brevemente. O argumento gira em torno de dois irmãos que são forçados a ingressar nas forças sul coreanas no combate ao invasor do norte e em toda a dinâmica que tal gera na relação dos dois irmãos, num ambiente de guerra em que a distinção entre o bem e o mal é dificultada. Este é um filme que no realismo encosta as produções americanas a um canto e prova que no que toca à representação da violência, o cinema coreano é o que dá mais cartas.

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publicado por Jorge A. às 18:20
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