O problema é mesmo lerem Pacheco Pereira.
Ah, Daniel, o problema é outro, não é o dos jornalistas lerem Pacheco Pereira, mas do cidadão comum também o ler e alguns prestarem atenção ao que diz, se leres Pacheco Pereira abstraindo-te do facto de que é ele o mensageiro, perceberás como boa parte da mensagem aproxima-se da verdade, e como a verdade é inatacável, atacam o mensageiro sem dó nem piedade, para que ninguém preste atenção ao que ele diz.
Existem para aí umas empresas, chamadas 'de imagem', que contribuem para os conteúdos das prosas desses quase-jornalistas. Basta contratá-las e instruí-las. Elas fazem com que se publique a favor de X, ou contra Y, ou que não se digna nada de Z, etc.
É uma espécie de proxenetismo jornalístico.
Nestas, como noutras coisas, não há almoços grátis.
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