De Ana Gabriela A. S. Fernandes a 26 de Outubro de 2009 às 16:21
Jorge
O problema é que a ministra má afastou uma grande parte dos melhores professores (em fim de carreira, com mais experiência) e promoveu para "titulares" boa parte dos maus (viste os critérios para a promoção?)
Agora já haverá pouco a fazer, a não ser retomar o processo de raíz com instrumentos de avaliação credíveis. A classe entretanto ficou dividida em duas fatias sem qualquer critério pedagógico. Tratou-se de uma pontuação administrativa discutível.
Quanto à "autonomia escolar" foi uma tremenda mentira: nunca os professores tiveram de pedir licença para tanta iniciativa e nunca como agora deixaram de se poder pronunciar sobre decisões escolares. Digamos que nunca foram tão "irrelevantes".
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