Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

08
Set09

Imperador de Hollywood

Jorge Assunção

De tempos a tempos regresso a este livro. Howard Fast não será um génio da literatura contemporânea norte-americana (as suas opções políticas, demasiado encostadas à esquerda, também não o terão ajudado), nem Max, Imperador de Hollywood, será considerada uma obra prima pelos críticos literários, mas é um dos meus livros favoritos.

A história gira em torno de um garoto pobres de Nova Iorque que, na passagem do século XIX para o século XX, está na origem, numa visão mais economicista, da indústria do cinema, numa visão mais artística, da sétima arte.

A ideia de Fast, cativante, é proporcionar ao leitor, através de um miúdo imaginário, Max Britsky, judeu, filho de imigrantes, uma visão da forma como o cinema inicialmente teve a sua origem e como evoluiu nos seus primórdios.

Desde os primeiros animatógrafos até ao surgimento do cinema propriamente dito. Desde o cinema como um entretenimento para as classes mais baixas até à elevação do cinema a sétima arte, o qual as elites passaram a frequentar tal como já faziam com o teatro. Desde as fitas que corriam sem nexo, cujo único interesse era a capacidade de uma máquina retratar a vida real, até à construção de argumentos complexos, que envolviam o espectador psicologicamente. Desde os estúdios iniciais em pequenos armazéns até à deslocação da produção de filmes para Hollywood, onde o espaço era imenso e favorável a um género muito na moda, os filmes de cowboys. Tudo em Max, Imperador de Hollywood é apresentado a um ritmo alucinante, fazendo que o leitor deseje regressar àquela época onde a novidade, o empreendedorismo e a criatividade andavam de mãos dadas. Um livro que recomendo.

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

  •  
  • Outras Casas

  •  
  • Blogs

  •  
  • Em Inglês

  •  
  • Think Tank

  •  
  • Informação

  •  
  • Magazines

  •  
  • Desporto

  •  
  • Audiovisual

  •  
  • Ferramentas

    Arquivo

    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2009
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2008
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2007
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2006
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D