De manuel gouveia a 31 de Agosto de 2009 às 12:21
E ninguém despede os gestores que negociaram com os sindicatos o Acordo Colectivo de Trabalho, que pelos vistos, não serve a empresa...
De Jorge Assunção a 31 de Agosto de 2009 às 15:44
O gestor não tem culpa quando quer tomar medidas e a intervenção política impede-o de fazer o que ele quer. A Groundforce é um bom exemplo. Gostava de perceber como é que o Manuel responsabiliza o gestor que preparava-se reestruturar a empresa e que, por intervenção do governo, fica obrigado a deixar tudo como está. E o mesmo pode ser dito dos gestores da TAP, que preparavam-se para deslocar parte das suas actividades para o Brasil e, por intervenção do governo, são obrigados a continuar a usar a Groundforce para o serviço.
De manuel gouveia a 31 de Agosto de 2009 às 15:56
Não percebi! Carregavam os aviões a partir do Brasil? Como?

Os gestores negoceiam os acordos colectivos. Querem fazer o brilharete de os assinar rapidamente, e acabam por fazer um mau serviço, contra a empresa e contra os trabalhadores.
De Jorge Assunção a 31 de Agosto de 2009 às 16:23
"Não percebi! Carregavam os aviões a partir do Brasil? Como?"

Não. A TAP estava a pensar fazer manutenção dos aviões no Brasil, saia mais barato. A greve da Groundforce e a interferência do governo parece que vai levar a actual gestão a desistir dessa ideia.

"Os gestores negoceiam os acordos colectivos. Querem fazer o brilharete de os assinar rapidamente"

Os gestores negoceiam com indicações políticas, é isso que torna a gestão pública ineficaz. Quem acha um brilharete o acorde ser assinado rapidamente são os políticos, da mesma forma que Mário Lino congratula-se por ter acabado com a greve tão rapidamente. Bastou uma palavrinha e a certeza de que o dinheiro dos contribuintes está aí para garantir o prejuízo da empresa.
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