De Ana Gabriela A. S. Fernandes a 30 de Junho de 2009 às 10:48
Jorge, este é o nosso grande dilema.
O que podemos fazer? Estar atentos ao que se passa. E aqui, esta atitude de desconfiança é a mais saudável, a meu ver. Com os dois pézinhos atrás.

Agora, depende das instituições restaurar, restabelecer, reabilitar essa confiança. Dar sinais claros, sem dúvida, mas não é só o discurso ou as "promessas". Já ninguém embarca nessa: trata-se de um contarato com os cidadãos-eleitores, um compromisso. Que deve ser respeitado.

As personagens que vão surgir também são um factor importantíssimo! O PP refere-o no "Abrupto". Há pessoas com experiência de vida para além da política, com valores sólidos, respeito pelo colectivo. Também esse é um sinal. Políticos de carreira já não inspiram confiança, esse é um facto.
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