De Carlos Santos a 29 de Junho de 2009 às 00:18
Caro Jorge,

Se bem me serve a memória, nunca te ataquei directa ou indirectamente. Discordei de ti e tu de mim, e ficamos por aí. Nunca me constou que tivessemos mais que divergências de opinião.
Quando isolas a Católica de Lisboa é porque sabes que eu estou no Manifesto. Classificá-lo como manifesto do bloco, supõe que o tenha assinado enquanto tal. Acredito que saibas que o João Pinto e Castro, o João Galamba o José Reis e o Pedro Adão e Silva, só para falar de gente da blogosfera não orbitam bem na área do BE. E se leste a crónica do Rui Tavares no Público de Quarta, sabes que ele falou em economistas do Bloco, e economistas de centro esquerda (tendo-me incluído nesse grupo).
Eu, mantenho-me fiel à minha definição: independente de Esquerda. Não tenho cartão partidário. Quem me sugeriu o manifesto foi o João Rodrigues do BE. Mas eu assinei porque li o que lá dizia. E cujos fundamentos económicos expus detalhadamente ontem no meu blogue.
A minha amizade, recíproca ou não, por ti, não me leva a ofender-me com esta designação. Mas se quiseres acreditar, e nota que não me dou ao trabalho de desdizer tudo o que se diz de mim (consta-me que é alguma coisa, o que só mostra quão desocupadas andam as pessoas), eu continuo a não ter cartão partidário. Não renego a amizade do Rachide Abdulmagide, um matemático da NOVA DEMOCRACIA que conheço. Nem renegarei a do João Rodrigues ou a do Rui Tavares.
Um abraço,
Carlos
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