5 comentários:
De manuel gouveia a 17 de Junho de 2009 às 22:25
Suspeito não é culpado. As empresas devem ser alvo do interesse do fisco, mas isso não as torna culpadas, nem menos meritórias.
De Jorge A. a 17 de Junho de 2009 às 22:28
Manuel,

O fisco deve fiscalizar as empresas, mas o caso da JP Sá Couto não é uma mera fiscalização. Como é dito na notícia, existe um processo de fraude fiscal que data de 2005. O Estado quando decidiu dar uma "ajudinha" à empresa, sabia que podia estar a ajudar uma empresa que podia ter fugido às suas responsabilidades perante esse mesmo Estado. Isto para além da dúvida do porquê que o Estado decidiu dar uma "ajudinha" a esta empresa em concreto.
De manuel gouveia a 17 de Junho de 2009 às 22:37
Não transitou nada em julgado, ainda está em fase de inquérito, ainda pode ser arquivado.

Nenhuma empresa, nem ninguém, pode ser penalizado pela lentidão das nossas finanças ou da nossa justiça!
De Jorge Assunção a 17 de Junho de 2009 às 22:56
"Nenhuma empresa, nem ninguém, pode ser penalizado pela lentidão das nossas finanças ou da nossa justiça!"

E nenhuma pode ser beneficiada pela falta de responsabilidade do Estado português. Que decide, sem concurso público, beneficiar uma empresa em relação a outras sem nada que o justifique.
De manuel gouveia a 18 de Junho de 2009 às 11:46
A União Europeia está a analisar a situação. Com efeito o estado não adjudicou nada, os particulares é que estão a comprar... claro que isso não resolve a questão: porquê esta empresa? Como surgiu a ideia?

Comentar post