6 comentários:
De Carlos Santos a 20 de Fevereiro de 2009 às 22:25
Já disse isto noutro lado, mas nem tu compreendes Jorge? O homem é um visionário: em 96 antecipou a crise do subprime, explicando ao vendedor que ia haver uma bolha dez anos depois e por isso a casa valia menos 40%. Se os EUA em vez de terem aquele tipo...o....Barack não sei quê tivessem o Zézito o mundo era outra coisa:)
Carlos
De Jorge A. a 20 de Fevereiro de 2009 às 22:51
Ahah. Bem visto. O mundo era mesmo outra coisa, pena que o Zézito não fosse sequer politico para passar nas audições do congresso norte-americano.
De Daniel João Santos a 21 de Fevereiro de 2009 às 08:28
Concordo que na altura era perfeitamente normal, aliás gostava de saber quem é que não o fez.
De Jorge A. a 21 de Fevereiro de 2009 às 17:04
"gostava de saber quem é que não o fez."

Eu conheço alguns.
De commonsense a 21 de Fevereiro de 2009 às 12:55
A prática de declarar um avlor infeiro ao real na compra de uma casa para reduzir o valor do imposto é um crime público. Só em terra de máfia é que se pode considerar "normal" a comissão de crimes. Além do mais, se o primeiro ministro comete crimes de simulação fiscal, devem ser aministiados ou indultados todos os demais que cofam condenados por cometerem igual crime.
Mas pode ser que o preço declarado seja o real. Nesse caso, então, terá havido uma desconto que, atenta a posição do beneficiário, só dificilmente não constituirá corrupção.
Também não se compreende porque razão a administração fiscal, perante a discrpância dos valores, não procedeu à sua correcção, como faz "normalmente". Mais um favor!
Sócrates é useiro e vezeiro neste género de (a)"normalidades". Desde a licenciatura, até assinar os projectos feitos pelos técnicos da Cãmara, até ao Freeport,
Sem falar já do recentíssimo decreto em que permite ao BCP emitir um aumento do capital abaixo do par, o que além de uma enormidade jurídica e económica, terá sempre de provocar a exclusão do BCP da cotação na Bolsa /salvo se Carlo Tavares for igual a Constâncio).
Nesta(s) história(s), não há saídas airosas. Isto mete nojo!
De Jorge A. a 21 de Fevereiro de 2009 às 17:08
Commonsense,

"Só em terra de máfia é que se pode considerar "normal" a comissão de crimes."

Somos um país de mafiosos meu caro. A questão é saber se a máfia parte do povo para os seus líderes, ou dos líderes para o seu povo. Na minha opinião, a máfia parte do povo. Esta normalização do não cumprimento da lei é explicada pela facto da maioria sentir-se cúmplice.

"Também não se compreende porque razão a administração fiscal, perante a discrpância dos valores, não procedeu à sua correcção, como faz "normalmente"."

Atendendo às datas em causa, naquela altura isso não era tão "normal" quanto isso.

"Isto mete nojo!"

Não podia concordar mais. É lama por todo o lado.

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