6 comentários:
De António de Almeida a 16 de Fevereiro de 2009 às 12:56
Raramente a liberdade se perde num único momento, costuma sim ser perdida aos poucos, por vezes até pela via democrática...
De Jorge A. a 16 de Fevereiro de 2009 às 19:15
"por vezes até pela via democrática..."

É o caso Venezuelano ou Boliviano...

"Raramente a liberdade se perde num único momento"

E o pior é que depois de perdida, a partir de certo ponto, torna-se impossível reverter as coisas por via democrática.

A democracia sem uma forte limitação de poderes dos eleitos, sem os famosos checks and balances, facilmente resvala para a tirania da maioria ou mesmo para a imposição de vontades minoritárias com forte poder de pressão sobre todos os restantes cidadãos.
De Daniel Santos a 16 de Fevereiro de 2009 às 19:40
permite que ele se recandidate quantas vezes quiser e ser presidente sempre que ganhe...

Mesmo assim um pequeno passo para a ditadura.
De Jorge A. a 16 de Fevereiro de 2009 às 20:33
"permite que ele se recandidate quantas vezes"

O meu problema não é tanto com isso. Por norma, até posso concordar com a não limitação de mandatos. O problema é o que Chávez pretende fazer (e vem fazendo) com o poder que alcançou.
De Marco A. a 17 de Fevereiro de 2009 às 11:57
Cá está... Mais um passo importante para o nascimento de mais um Fidel Castro...
De Jorge A. a 17 de Fevereiro de 2009 às 19:26
É Chávez a imitar Castro. E do ponto de vista das suas intenções é o caminho certo. Não há melhor modelo de ditador bem sucedido do que Castro. Limita-se assim a copiar o caso de sucesso da zona.

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