12 comentários:
De António de Almeida a 15 de Janeiro de 2009 às 10:06
Espectacular delapidação do erário público. Não me custaria acreditar que muitas empresas prestadoras de tais "serviços" pertençam a familiares e amigos dos boys titulares de cartão partidário, provavelmente nos partidos do bloco central de interesses, que tão "bem" gerem o dinheiro do contribuinte.
De João Felizmino a 15 de Janeiro de 2009 às 11:01
Efectivamente se carregares na entidade a quem foi adjudicado o ajuste directo, vais ter ao portal do Ministério da Justiça que te explica quem são os donos dessa entidade.

Provavelmente há casos... curiosos...
De Jorge A. a 15 de Janeiro de 2009 às 18:52
Obrigado pela dica.
De Jorge A. a 15 de Janeiro de 2009 às 18:51
"Não me custaria acreditar"

A mim já nem é uma questão de não custar acreditar. Pura e simplesmente, acredito que assim é.
De Livia Borges a 15 de Janeiro de 2009 às 15:54
Ah, já andas pelo site da Base...
De Jorge A. a 15 de Janeiro de 2009 às 18:54
Só indirectamente, que o site da Base foi feito para não ser utilizado. Mas para pena de alguns houve quem se lembrasse de tornar o site útil:
http://transparencia-pt.org/
De Tiago R Cardoso a 15 de Janeiro de 2009 às 19:19
Belíssimo momento, fiquei comovido com tanto bom investimento.

De Livia Borges a 16 de Janeiro de 2009 às 17:17
E imagina os problemas que têm as instituições para porem lá a informação! Aquilo é uma treta, mais uma das propagandas deste Governo. E a explicação para a não funcionalidade do site - ainda está em desenvolvimento - é para rir!
De Jorge A. a 16 de Janeiro de 2009 às 17:55
Não duvido. A prioridade do Governo para este tipo de projectos fica-se pela saida da noticia nos meios de informação.

Embora, neste caso, o BASE resulte do novo código de contratos públicos forçado por directiva da União Europeia. Da mesma forma que isto (e a transparência garantida com isso):
http://www.ifap.min-agricultura.pt/portal/page/portal/ifap_publico/GC_informacoes/GC_benef2007

Só existe porque a UE assim o impõe.
De Livia Borges a 18 de Janeiro de 2009 às 17:34
Lá estás tu a ensinar o Pai Nosso ao padre. Estou de licença, mas ainda não me esqueci totalmente das coisas...
De Miguel Madeira a 17 de Janeiro de 2009 às 23:41
Também me parece um pouco exagerado os 4.524 euros da assinatura da Revista Portuguesa de Filosofia:

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=5966

(para não falar nas despesas com fitas métricas).

No entanto, ocorreu-me algo: encontrei várias despesas estranhas em Lagoa (PSD) mas em Portimão (PS) pareceu-me tudo relativamente normal. Será que há uma politica deliberada de quem gere a base de dados para cometer erros ao registar as despesas de municípios da oposição (ou, pelos menos, pouco empenho em os corrigir) e nós estamos todos a cair como uns patinhos?
De Jorge A. a 18 de Janeiro de 2009 às 00:44
"Também me parece um pouco exagerado os 4.524 euros da assinatura da Revista Portuguesa de Filosofia"

Essa é gralha certa:
http://www.facfil.ucp.pt/subscription.html

"Será que há uma politica deliberada de quem gere a base de dados para cometer erros ao registar as despesas de municípios da oposição"

Dado que eu acho que o site for feito para não ser consultado (a não ser que a ANSOL também fizesse parte do esquema), não me parece que tal seja propositado.

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