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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

20
Dez08

O Melhor e o Pior (III)

Jorge A.

Entre os acontecimentos internacionais do ano que destacam-se pela positiva estão as eleições presidenciais norte-americanas com a vitória de Barack Obama (embora existam aspectos negativos nesta eleição, mas uma avaliação mais concreta sobre tal fica agora ao cargo do futuro), mas nem é tanto a vitória deste ou daquele candidato que destaco, mas sim a vitalidade democrática dos Estados Unidos que é, no minimo, de louvar.Os jogos Olimpicos de Pequim que, independentemente de outros factores, terão de ser considerados um sucesso ao nível organizativo e especialmente no plano desportivo, com destaque para os atletas Michael Phelps, Usain Bolt e Yelena Isinbayeva. E, por fim, a libertação de Ingrid Betancourt, quanto mais não seja pela vitória que tal representa sobre aqueles que mais não querem do que aterrorizar os outros.

 

Nos acontecimentos internacionais negativos do ano destaco os atentados em Mumbai, que nos vieram recordar que o terrorismo está bem vivo e a luta contra o mesmo deve continuar. A guerra na Ossétia que, independentemente da culpa, representou um sinalizar russo das suas ambições reforçadas a um papel relevante no palco internacional. O tratado de Lisboa e a forma como o processo foi conduzido pela maioria dos países europeus, em claro contraste com a vitalidade da democracia americana, pois por cá parece que há quem pense que há democracia a mais. Um sem número de situações em África (Darfur, Congo, Quénia, Somália, Zimbabwe) que vão sendo história ano após ano, mas convém não esquecer sob pena de relegar um continente ao esquecimento. E, claro está, a crise financeira mundial, quer pelo que isso representa de mau para o dia-a-dia de muito boa gente, quer por aquilo que parece que devemos esperar das reacções do governo a esta.

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