5 comentários:
De António de Almeida a 23 de Setembro de 2008 às 14:29
-Como acontece também no nosso Alentejo. Um acto isolado, uma incidente destes, pode ocorrer em qualquer parte do mundo, explorar o facto politicamente é oportunismo, precisamente por aqueles que se recusam a classificar ondas de assaltos por exemplo, onde os incidentes não aparecem isolados, mas são vários e consecutivos. 2 pesos, 2 medidas.
De Jorge A. a 23 de Setembro de 2008 às 18:40
"Um acto isolado, uma incidente destes, pode ocorrer em qualquer parte do mundo, explorar o facto politicamente é oportunismo"

Se bem que os casos de acidentes com armas nos Estados Unidos ou na Finlândia não se tratem propriamente de casos isolados.
De António de Almeida a 24 de Setembro de 2008 às 12:54
-Quando classifico os casos de isolados, não me refiro a maior ou menor frequência ou gravidade, apenas apago relação entre eles. Seria como afirmar que os idiotas de Columbine têm alguma ligação com este finlandês , excepto é claro a perturbação mental.
De Carlos Santos a 24 de Setembro de 2008 às 01:00
Meus caros,

A questão das armas não é obviamente neutral em muitos estados americanos, onde desempenha um peso importante. Mas até agora, os beneficiários eleitores disso não foram os "aproveitadores", mas antes o próprio GOP com o solidificar da sua base de apoio no Montana, North e South Dakota, entre outros already red states. Verdadeiramente, seria o GOP o máximo beneficiário disso se a questão servisse para virar a cor da Pennsylvania. Como argumento aqui http://ovalordasideias.blogspot.com/2008/09/florida-e-n-carolina-toss-ups-obama-4.html, virar a PA é verdadeiramente a única oportunidade de McCain vencer a disputa eleitoral, num momento em que o Iowa, o New Mexico e ou o Colorado ou a Virginia parecem firmes na coluna democrata.
De Jorge A. a 24 de Setembro de 2008 às 01:16
Caro Carlos,

quanto ao António não sei, mas na minha opinião quem se "aproveita" sempre destas coisas não são tanto os politicos americanos, mas sim boa parte dos politicos portugueses para pintar os americanos como lhes convém.

Em relação à campanha americana claro que concordo consigo, os defensores do direito à posse de armas, apesar de constituirem uma minoria, são demasiado importantes para qualquer uma das campanhas deixar de apoiá-los. Não por acaso Obama tem anuncios de rádio a anunciar que vai deixar as pessoas ficarem com as suas armas e Joe Biden lança "recados" ao próprio Obama para não se atrever a tirar-lhe as armas que tem em sua posse.

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