Domingo, 22 de Novembro de 2009

No país faz de conta

Anda tudo num alvoroço porque existem umas escutas que confirmam que o primeiro-ministro mentiu na Assembleia da República quando se pronunciou sobre o caso TVI. Peço desculpa, meus caros, mas a mentira era evidente há muito. Só compreendo o barulho como manobra para manter o tema escutas ao primeiro-ministro à tona de água, mesmo porque, aparentemente, o conteúdo destas vai muito para além da descoberta que o primeiro-ministro mentiu. Ainda sobre a mentira, não é de negar a sua gravidade, mas o que nego é que o assunto só mereça atenção agora.

 

Em segundo lugar, também anda tudo em alvoroço porque a Sábado fez uma investigação onde apurou que os orgãos de comunicação sociais, nomeadamente o Público e o Sol, foram prejudicados pela publicidade feita por entidades de capital público. Ora, meu caros, mas alguém não sabia que assim era? Mais uma vez, não nego a gravidade do assunto, nego é que o assunto só mereça atenção agora.

 

No fundo, este é o país do faz de conta. Todos (ou quase todos, há sempre um ou outro mais ingénuo) sabemos o que se passa, mas ficamos à espera da confirmação do óbvio para abordarmos as coisas tal como elas são e para atribuir-lhes a gravidade de que se revestem. Outros há que, mesmo perante a descoberta do óbvio, continuam a tratar o assunto com pinças, não porque não saibam a gravidade do assunto em causa, mas sabem que o visado, o actual governo, mais propriamente o primeiro-ministro, é da sua área, e suspeitam que outro que lá vá parar, de outra área política, deixará tudo na mesma, por isso, mal por mal, antes este que outro. Estes últimos rapidamente evoluem para os que já nada de grave vêem nestas coisas: porque as coisas são o que são e sempre foram assim.

 

Portanto, meus caros, deixemos o primeiro-ministro descansar. Como não podem compreender essa primeira garantia que a sociedade portuguesa nos reserva: as coisas são o que são e sempre foram assim. Sempre foram assim e assim hão-de ser no futuro. Qualquer luta contra isso é uma luta inglória.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Frases literárias

Em qualquer caso, a civilização tornou o homem, senão mais sanguinário, de certeza sanguinário da maneira mais feia, mais ignóbil do que antes. Antes, ele via no derramamento de sangue uma justiça e exterminava a quem devia de consciência tranquila; ora, actualmente, embora consideremos o derramamento de sangue uma sujeira, continuamos a fazê-lo, e ainda mais do que outrora. O que é pior? – decidi sozinhos.

 

Cadernos do Subterrâneo, Fiódor Dostoiévski, Assírio & Alvim, Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra

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publicado por Jorge Assunção às 12:30
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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Cinema

Tirando um ou outro filme que vou apanhando na televisão, não vejo um filme de forma planeada, seja no cinema, seja em casa, há quase quatro meses. No cinema, nem tenho prestado grande atenção ao cartaz (tenho a impressão que tem sido fraco, mas pode ser porque não o tenho consultado regularmente), e em casa, apesar de ter feito algumas tentativas, a partir da meia hora de filme a minha mente começa a navegar noutros pensamentos e a atenção é desviada completamente de qualquer que seja o filme que estou a ver (pode também dar-se o caso de não ter feito as melhores escolhas). O que vale é que está para começar a temporada de óscares e nada melhor para voltar a despertar o bichinho.

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publicado por Jorge Assunção às 21:30
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Orçamento redistributivo

Diria que o nome cosmético com que o governo pretende mascarar a segunda rectificação no orçamento do Estado quase que é apropriado. Aquilo que este governo mais faz é redistribuir. Chega até a redistribuir o rendimento que não existe, das gerações jovens e ainda por nascer, pela geração actualmente no poder (há, para todos os efeitos, uma expropriação de rendimento futuro de pessoas que não podem manifestar a sua opinião sobre o assunto). Os socialistas aparentam pensar que a capacidade de endividamento do país é eterna. Não fiquem admirados quando os mais capazes entre as gerações jovens e vindouras, perceberem que o melhor e mais prático neste país é abandoná-lo.

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Frases literárias

-Eu penso - disse Anna, brincando com a luva que descalçara -, penso... que se para cada cabeça sua sentença, para cada coração a sua maneira de amar.

 

Anna Karénina, Lev Tolstói, Relógio D’Água Editores, Tradução de António Pescada

 

Embora tenha apreciado, não morri de amores pelo livro de Tolstói. No posfácio, Vladimir Nabokov lista os maiores escritores russos de ficção em prosa. Tolstói emerge no primeiro lugar destacado. Dostoiévski nem entra no top quatro. Eu que ando aqui a tentar compensar o tempo perdido com a leitura desenfreada de livro atrás de livro (refiro-me àqueles que são marcos da literatura mundial), acho que vou deixar o Lolita do Nabokov lá bem para o fim da lista de prioridades.

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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Sanfona safou-se

Antes: A deputada socialista Sónia Sanfona diz estar insatisfeita com o momento escolhido pelo PS para proibir duplas candidaturas às legislativas e autárquicas. A candidata do PS à Câmara de Alpiarça considera que a direcção socialista devia ter tomado essa decisão durante o Congresso do partido.

 

Pelo meio: Sónia Sanfona diz que o PS já esperava as críticas da oposição ao relatório da comissão de inquérito ao caso BPN. Em declarações a TSF, a responsável pelo relatório considerou os reparos «injustos», sublinhando que alguns deles já eram esperados desde o início dos trabalhos da comissão.

 

Depois: O PS decidiu premiar alguns dos candidatos autárquicos que perderam as eleições de Outubro passado, nomeando-os agora para as funções de governador civil. Foram os casos de Sónia Sanfona, que concorreu à Câmara de Alpiarça e é agora a nova governadora civil de Santarém; Isabel Coelho Santos, candidata à autarquia de Gondomar e nomeada governadora civil do Porto; Miguel Ginestal, escolhido para presidir ao Governo Civil de Viseu; e José Mota, derrotado na corrida ao município de Espinho, mas eleito para o Governo Civil de Aveiro.

 

E muito mais podia ser dito sobre os outros escolhidos. Para começar, nada melhor do que ler o texto do Pedro Correia: Um prémio chorudo aos derrotados.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Homem de negócios

O apoio de Luís Figo a José Sócrates nas últimas legislativas terá custado 75 mil euros a uma empresa pública, publica hoje o Correio da Manhã (CM). O ex-futebolista esteve presente num pequeno-almoço no Hotel Altis Belém no último dia da campanha, onde anunciou o seu apoio a Sócrates.

 

Figo é um homem de negócios e começa a ser cada vez mais claro o que é preciso para ser um empresário de sucesso em Portugal. Apesar disso, esta história, até pela fonte, suspeito que possa não ser bem como a pintam. Mas, neste país, já não me admiro com nada. Como refere um comentador n'O Insurgente: Saramago e a Câmara de Lisboa também foi assim…e nesse caso tudo às claras e sem pudor…

publicado por Jorge Assunção às 15:30
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O Sorriso do Penedos

É certo que pode dever-se à minha irritação para com o facto de José Penedos ainda manter-se como presidente em funções da REN, mas não deixei de ficar incomodado com o sorriso que o homem ostentava no dia em que era ouvido no âmbito de um processo onde é suspeito de um crime grave. O sorriso pode não revelar propriamente o que vai na alma de Penedos, mas fiquei com a impressão que estava ali alguém a gozar com a nossa justiça. Afinal, com a quantidade de gente grauda que não está na prisão (mas merecia, definitivamente merecia), talvez a justiça mereça mesmo ser alvo de algum gozo. Penedos ri não sei bem do quê, eu rio para não chorar.

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publicado por Jorge Assunção às 14:30
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Frases literárias

Nenhum homem deveria passar a sua vida sem experimentar ao menos uma vez a salutar e até enfadonha solidão de um ermo, exclusivamente dependente de si próprio e assim aprendendo, portanto, a conhecer a sua força verdadeira e oculta.

 

Viajante Solitário, Jack Kerouak, Editorial Minerva

 

Murakami utiliza esta citação em Sputnik, meu amor. Uma frase de Kerouak que traz consigo uma sabedoria que Murakami reserva para muitas das personagens dos seus livros.

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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Cinco Noites,Cinco Filmes

Mas nem tudo é mau nos canais públicos de televisão. Ontem também reparei que no canal 2 repuseram o ciclo "Cinco Noites, Cinco Filmes". Portanto meus amigos, a partir de agora as minhas horas de sono durante a semana serão substancialmente reduzidas.

 

Para além de partilhar com o Ega a antipatia pelo Carlos Malato (leiam o post citado), também é com interesse que fico a saber que o ciclo "Cinco Noites, Cinco Filmes" estará de regresso à 2. Talvez isso explique o porquê de ter apanhado o Dog Day Afternoon, com o Al Pacino, ontem à noite na estação em causa.

 

Aliás, ver o Al Pacino naquela fase inicial da sua carreira é um luxo para qualquer amante de cinema. E é o recordar de como já não existem actores assim (e como o próprio Al Pacino é, nos tempos que correm, uma pequena amostra daquilo que já foi). Há um momento de particular brilhantismo no filme: a maior parte da acção decorre durante o assalto a um banco. A certa altura, o companheiro de uma das mulheres sequestradas (um sequestro muito peculiar, diga-se), tendo conhecimento através da televisão que decorre o assalto, telefona para o banco e a esta é-lhe permitido falar com ele. Durante a chamada, esta vira-se para Sonny (a personagem de Al Capino) e pergunta-lhe, com toda a naturalidade, que o companheiro perguntava quando é que este pensava dar o assalto por terminado para ela regressar a casa. A pergunta é insólita, e não há resposta adequada para a mesma. Al Pacino balbucia alguma coisa sobre a falta de sentido da pergunta, mas como espectador quase não presto atenção ao que diz, a resposta já havia sido dada pela expressão facial e pelos olhos de Sonny na primeira reacção à pergunta.

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Carlos Queirós e Guus Hiddink

Primeiro, achei-o uma boa solução para a selecção. Depois, fiquei desiludido com os resultados e as exibições, de tal forma que criei a ideia de que Portugal não tinha qualquer hipótese de estar presente no mundial da África do Sul e boa parte da culpa era do seleccionador nacional. Por fim, neste momento estou a 100% com Queirós e analisando o percurso e os jogadores disponiveis, talvez tenha sido muita injusta a descrença que revelei para com o seu trabalho. Mais injusto é as criticas que ainda se fazem sentir, até aposto que se ontem, antes de serem conhecidos os resultados finais, perguntassem aos portugueses se trocavam Queirós pelo seleccionador da Rússia, Guus Hiddink, a maioria dos portugueses teria respondido sim (talvez, mesmo agora, ainda respondessem de igual forma). Pois bem, Portugal estará no mundial e a Rússia não. O grande seleccionador Hiddink vai assistir aos jogos do mundial da África do Sul através da televisão e o nosso Queirós não.

 

E sabem, aproveitando o percurso de Hiddink e Queirós, até ia fazer aqui um apontamento sobre a sorte e o azar, mas no futebol actual (para não referir o futebol de todos os tempos) as coisas não se resumem à sorte, ao azar e ao mérito de jogadores e treinadores. Quem dúvida, olhe para o jogo que garantiu o apuramento da França. Sabem, a mão do Henry não é a mão do Xavier.

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Química

Gosto de ver o Ossos, na Fox. Como a promoção à série indica, a Dª. Brennan é o cérebro, associada à razão, o Special Agent Booth é o coração, associado à emoção - é, para simplificar, uma reencarnação da relação entre a Dana Scully e o Fox Mulder do X-Files. A série, como tantas outras do género, gira em torno de dois planos: um definido e de curta duração, que se prende com a história do episódio em causa, outro mais indefinido e que se estende ao longo dos vários episódios, e que se prende com as relações amorosas e sociais entre os vários protagonista da série. O desenvolvimento do segundo plano é aquilo que verdadeiramente cativa e permite o prolongar da série por várias temporadas. O primeiro plano, quando prestamos a devida atenção, é uma (quase) repetição de episódios anteriores.

 

É como no Dr. House: costumo assistir ao episódio que começa por volta das 19:20. Por vezes parece que a solução para a doença que afecta o personagem do episódio está prestes a ser descoberda. Olho para as horas: são 19:40. Então tenho a certeza que ainda não é desta e outra situação inesperada ocorrerá. Não fosse assim, por vezes rotineira, e talvez a série não durasse tanto tempo nos ecrãs.

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Do entusiasmo excessivo à indignação selectiva

A avaliar pela reacção de alguns comentadores desportivos às declarações do seleccionador bósnio, já estão esquecidas algumas declarações de Luiz Felipe Scolari antes de jogos decisivos para a selecção nacional, nomeadamente as que foram proferidas aquando da famosa expressão " dos jogos mata-mata". É que, se não me falha a memória, na altura foram recebidas com elogios pelo efeito positivo que teriam sobre o colectivo nacional.

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A Norah mudou

 

E eu gosto da nova Norah.

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Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Maledicência

Leio o Ana Karenina, de Tolstói. Num dos jantares da alta sociedade de São Petersburgo, formam-se dois grupos de conversa, em ambos, para animar a conversa, recorre-se à maledicência. Era assim há mais de uma centena de anos, é assim agora.

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Hospitalidade e patriotismo

A selecção nacional de futebol foi bem recebida na Bósnia. O sorriso de Simão Sabrosa e Miguel a caminharem para o autocarro à saida do aeroporto não deixa margem para dúvidas. Entretanto, alguém queira fazer o favor de esclarecer o que disse efectivamente o seleccionador da selecção da Bósnia: vão "derrubar Portugal" ou "comer Portugal"? É que, na mesma estação televisiva, já vi a coisa traduzida ora de uma, ora de outra forma.

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Se Vieira da Silva fosse ministro de Santana

Posso estar enganado, mas aposto que se tivesse sido um ministro da economia de Santana Lopes a proferir uma frase com o teor da de Vieira da Silva sobre as "escutas políticas", e já estaria demitido ou seriam inúmeras as considerações sobre a incompetência e o despropósito de ter um tal senhor como ministro. Claro que, já o sabemos, a Sócrates e aos seus ministros o tratamento a aplicar é outro.

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Domingo, 15 de Novembro de 2009

Não confundir

PSD recebeu financiamento ilícito da Somague

 

Esta notícia, com alguns anos, foi daquelas que me deixou desgostoso pela fraca exposição noticiosa que lhe foi dada. Na altura, foi possível suspeitar logo do motivo pelo qual tal financiamento ilícito, condenado em tribunal, passou tão ao lado da nossa política: outros haviam, não necessariamente do PSD, que não desejavam levantar ondas com tal tema. Como já referi algumas vezes neste blogue, não aceito a tese do 'são todos iguais', mas estou mais do que convencido que no PS, PSD e CDS/PP (refiro especialmente estes três partidos porque são os que ocuparam lugares relevantes no poder central), existem pessoas que actuam do mesmo modo ilícito. O que é importante, por isso a necessidade de não tomar todos por iguais, é perceber que nas pessoas que pertencem aos partidos, nem todas actuam ou estarão dispostas a actuar (e pactuar) com esta sujeira. Por isso nada me move contra o PS, nem confundo o PS e todos os militantes do PS com o actual líder, pessoa que não desperta em mim a mínima confiança.

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Grupinhos

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Sábado, 14 de Novembro de 2009

Um ser omnisciente

Se um ser omnisciente perguntasse: José Sócrates é uma pessoa séria? E em troca de resposta correcta oferecesse a vida eterna (imaginando que a vida eterna é uma prenda muito preciosa), qual seria a resposta pela qual o leitor optaria: sim ou não?

 

Eu sei qual seria a minha resposta, e apesar da minha resposta colocar-se no plano da aparência, do incerto, e na vida real não existir o tal ser omnisciente a quem recorrer para passar a minha resposta para o plano do ser, do concreto, a resposta que dou a tal pergunta não deixa de me incomodar profundamente. Um incómodo que há muito não consigo esconder.

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O tsunami

Economia cresce 0,9% no último trimestre

 

Nos momentos que antecedem o tsunami, o mar junto à costa acalma, fica flat, e a maré recua. Só depois vem a onda que tudo leva.

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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Campanhas publicitárias

Volta e meia surge uma grande campanha publicitária de promoção de um filme, assim é com 2012, o novo de Roland Emmerich. A tal ponto que é possível encontrar em vários sites conversas sobre a eventualidade do fim do mundo ocorrer em 21 de Dezembro de 2012 (como no próprio site da NASA). Sinceramente, tenho muito pouco interesse pelo filme. Não necessariamente pela repulsa que uma campanha do género me provoca, mas sobretudo porque o realizador e o produto estão mais do que batidos e neste tipo de filmes catastróficos não é necessariamente as imagens de efeitos especiais que me atraiem (e, quem conhece os filmes anteriores, sabe como Emmerich fica dependente dos efeitos especiais para tornar o filme medianamente interessante). Portanto, continuarei a aguardar pacientemente pelo The Road.

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publicado por Jorge Assunção às 21:00
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