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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

05
Ago09

De direita

Jorge Assunção

Muitos queixam-se que Sócrates governa o país à direita. Lembram-me aqueles que dizem que a União Soviética, enquanto experiência, foi uma má aplicação do comunismo. Ou seja, o comunismo deles, aplicado convenientemente presume-se, teria resultado diferente do que teve na União Soviética ou do que tem em Cuba ou na Coreira do Norte. A renovação comunista passa, portanto, por pretender aplicar as mesmas ideias, fingindo que noutros lados não foram aplicadas com os resultados que se conhecem. Assim são os que criticam Sócrates e o PS, perante um tão estrondoso fracasso das suas políticas de esquerda, dizem que as políticas foram de direita. Mas no fundo, tivessem eles o poder para governar, e nada fariam de muito diferente. Ou fazendo, os resultados ainda seriam piores.

04
Ago09

Começa bem

Jorge Assunção

O deputado António Preto é arguido num processo por crimes de fraude fiscal e falsificação e Helena Lopes da Costa é arguida num processo de abuso de poder por atribuição irregular de casas municipais quando era vereadora na Câmara de Lisboa.

 

Mas são escolha de Ferreira Leite para candidatos a deputados nas listas do PSD. Já Pedro Passos Coelho não entra nas escolhas. Ora, independentemente do que se possa ou não pensar sobre Passos Coelho, a verdade é que este tem manifesto apoio dentro do partido, e não me custa nada pensar que também fora dele. A tão badalada renovação é, afinal, a imposição das escolhas da líder sobre todo o partido. Este dirigir com pulso forte, esta demonstração de força, pode ser uma chapada na cara de todos aqueles que desvalorizaram e relativizaram a força de Ferreira Leite no partido, que agora, mais do que a maioria conseguiu prever, não está muito longe de alcançar o poder em Portugal e derrubar José Sócrates. Porém, esta imposição de cima para baixo sobre os candidatos a deputados, sempre foi, para mim, um dos cancros do regime. Fica exemplificado mais uma vez o que os líderes do partido esperam dos seus deputados: lealdade máxima e independência mínima. E o deputado sabe que se não cumprir, arrisca-se a não voltar a ser deputado.

04
Ago09

Duas recomendações

Jorge Assunção

No New York Times: esta análise gráfica é absolutamente espantosa. E gostei de ler esta história sobre os problemas financeiros de uma das grandes fotógrafas da actualidade, Annie Leibovitz, em risco de perder os direitos sobre os seus trabalhos fotográficos. De onde destaco a frase: “The mind that can take these extraordinary pictures is not necessarily the same mind that is a perfect money manager”. Lembrou-me Maria João Pires e o seu projecto de Belgais, e a forma como os artistas, as mentes criativas, apresentam esta tendência para serem péssimos nos que toca à gestão financeira. Deixemos aos artistas a liberdade de tornar o nosso mundo mais belo, mas deixemos a gestão, mesmo no que à cultura diz respeito, a quem saiba lidar com custos e proveitos.

03
Ago09

"Rouba, mas faz"

Jorge Assunção

Isaltino Morais condenado a sete anos de prisão e a perda de mandato

 

Contudo, o autarca afirma que vai manter a sua recandidatura. Partindo do principio de que é possível candidatar-se à autarquia mesmo após condenação pelos crimes em causa, o que por si só é motivo para estranheza e preocupação, mais preocupado fico quando penso que, em caso de recandidatura, o homem pode mesmo ganhar.

02
Ago09

Porreiro, pá!

Jorge Assunção

Eurodeputados portugueses ausentes dos cargos "institucionais" mais relevantes

Nenhum dos 22 deputados portugueses no Parlamento Europeu (PE) vai ocupar cargos de grande relevo no início da nova legislatura, uma situação que ilustra a perda progressiva de influência dos eleitos nacionais ao longo do tempo.

Contudo, o tratado, ainda por aprovar, que alarga o campo de acção do Parlamento Europeu tem o nome de Lisboa. É disso que nos devemos orgulhar.

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