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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

19
Jun09

Desde 1995

Jorge A.

O João Miranda elabora uma pequena sondagem, no Blasfémias, onde pergunta qual o melhor primeiro-ministro desde 1995. As opções são Guterres, Barroso, Santana e Sócrates. A verdade é que confrontado com uma questão do género tenho muita dificuldade em dar resposta. Se a pergunta trocasse melhor por pior, a resposta era simples, Guterres. Este foi o que criou o problema, os outros só mostraram-se incapazes para encontrar solução para o mesmo. Mas, em última análise, respondendo à pergunta concreta talvez tivesse de optar por Santana Lopes. Não porque o homem seja particularmente brilhante, mas porque foi o que durou menos tempo no cargo. E perante maus governantes, o melhor é mesmo aquele que menos tempo exerceu funções.

19
Jun09

Bloco de Esquerda

Jorge A.

O programa do bloco passa muitas vezes à margem de uma análise séria e racional. O bloco adopta um embrulho mais colorido e uma linguagem mais moderna que disfarça relativamente bem o produto antigo que representa. As propostas do partido de Louçã e camaradas há muito que foram tentadas e igual número de vezes resultaram em fracasso. Sobre isso o José Gomes André levantou a questão, Afinal, o que defende o bloco?, a partir da qual tentei fazer uma breve análise ao programa do partido, no texto Afinal, o que defende o bloco? (2). O Tiago Moreira Ramalho, por sua vez, tem também dedicado algum tempo ao bloco nos textos Legislativas (1) e Legislativas (2). A leitura dos textos em questão é recomendada.

18
Jun09

British Airways vs Virgin Atlantic

Jorge A.

British Airways pede a funcionários para trabalhar sem remuneração. Será estranho que isto suceda? Porque passa a British Airways por dificuldades? Bem, talvez porque a BA pague ao pessoal de cabine £29,900, contra as £14,400 pagas pela Virgin Atlantic e as £20,200 da EasyJet. Já os pilotos da BA ganham em média £107,600, contra £89,500 para os da Virgin e £71,400 para os da EasyJet. A crise nesse aspecto não perdoa, os mais ineficientes normalmente fecham portas (fonte).

 

Isto também me levou a outra reflexão. Normalmente, associa-se as companhias de baixo custo a menor segurança. Isto porque são companhias que procuram minimizar os gastos e poderão, em teoria, recorrer a despesas em segurança mínimas para poupar. Já neste blogue tentei demonstrar que não é bem assim, pelo contrário, as companhias de baixo custo são das que mais segurança apresentam, por dois motivos: primeiro porque usam aviões recentes (mais seguros e gastam menos combustível) e segundo porque, exactamente por essa desconfiança natural com a segurança das mesmas, tendem em ter maior preocupação com a segurança dos seus aparelhos (imaginem, por exemplo, que o avião que caiu no vôo Rio de Janeiro - Paris era de uma low cost e não da Air France e perceberão onde quero chegar). Contudo, se as companhias grandes, com custos elevados, estão a passar nesta fase por dificuldades financeiras, não deveriam ser estas neste momento o alvo da desconfiança por parte dos utilizadores de avião?

17
Jun09

Vambora

Jorge A.

Trabalhadores da Autoeuropa chumbam proposta de acordo com a administração

 

Se a empresa decidir abandonar o país, ninguém se queixe. E com isto não estou a tirar a razão aos trabalhadores, mas tão só a justificar uma possível saida da empresa. É que, para quem não tenha percebido, o mercado automóvel atravessa uma crise profunda e de obrigatória reformulação da cadeia produtiva.

15
Jun09

Belgais

Jorge A.

O projecto pessoal da pianista Maria João Pires, a Associação de Belgais, vai fechar. Diz-nos o Público que o Ministério da Educação atribui anualmente 170 mil euros à Associação de Belgais para desenvolver o projecto escolar. Entre 2000 e 2006, a mesma associação havia recebido 1,8 Milhões de Euros. Apesar deste "pequeno" apoio, o projecto não tem, manifestamente, viabilidade financeira. A actual responsável pelo projecto, Joana Pires, filha da pianista que entretanto abandonou o projecto por troca com uma casa no Brasil, explica o problema: a autarquia não apoiou. Claro que a notícia explica que os patrocinios e os doadores para o projecto desapareceram, perante a falta de interesse no projecto dos privados, o contribuinte é que devia pagar. Está claro.

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