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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

24
Abr09

Optimismo dominante

Jorge A.

Endividamento externo é insustentável sem crescimento nominal de 6 por cento, diz Vítor Bento

 

Vítor Bento assumiu o papel de pessimista e lembrou o contributo dado ao longo dos últimos anos pelo "optimismo dominante" na actual situação do país.

 

Não concordarei com tudo o que diz Vitor Bento, mas numa coisa concordo certamente, os optimistas têm levado o país pelo mau caminho. É a eterna esperança que o amanhã traga boas novidades que tem evitado que façam o que é preciso no imediato.

22
Abr09

12 anos

Jorge A.

Governo vai estender a escolaridade obrigatória para 12 anos

 

De acordo com o primeiro-ministro “a qualificação dos portugueses é uma das prioridades” do Governo, que passa pelo “desenvolvimento do serviço público de educação”

 

Tenho as maiores dúvidas quanto aos efeitos desta medida. Não é forçando alunos (da idade a que necessariamente nos referimos no caso) a ficar nas escolas que se resolve qualquer problema (a questão a responder é porquê que eles, nos dias que correm, querem sair). O governo primeiro facilita, agora força - no que toca às estatisticas, terá certamente alguma repercusão. No que toca ao melhoramento dos jovens para a adaptação e aproveitamento no mercado de trabalho, fica tudo na mesma, isto para não dizer que piora. A propósito leia-se este post do João Carvalho.

20
Abr09

Rivalidade

Jorge A.

Frederico Gil volta a defrontar Nadal, desta vez em Barcelona

 

É impressão minha ou está aqui a estabelecer-se uma rivalidade ao nível da de McEnroe com Borg? Mais a sério, tenho assistido com muito interesse ao percurso de Frederico Gil, ainda para mais agora que o ténis anda um tantou ou quanto morno no que toca a emoções (isto com o Federer em baixo de forma não é a mesma coisa). Por tudo e mais alguma coisa, ficam aqui os meus parabéns a Frederico Gil pelas exibições recentes. Embora isto me deixe a pensar: no apoio aos nossos no desporto, também estaremos perante nacionalismo da pior espécie?

19
Abr09

The conservative soul

Jorge A.

"Why have conservatives been in favor of free markets historically? And I would posit the following:

 

The critical argument behind free markets is that markets devolve decisionmaking to the people closest to the activities involved, and those people have the most knowledge and understanding of what they are doing. The closer you are to what you are dealing with, the more likely you are to know what you are doing. And the further away you are from those particular interactions on the ground, the more likely you are to get it wrong.

 

And so conservatism in the 20th century had a very powerful critique, from Hayek to Oakeshott, of the insanity of governments and of central authorities dictating to large, complex, organic, dynamic groups of people what was the right way to order their economies or societies.

 

Why? Because one individual, one expert, is often wrong. Not only that; when people become certain that they are right, they can create great damage to the fabric of society. This was the essence of Burke’s critique of the French Revolution: You are messing with things you do not understand. French society is too complex for one human mind, however brilliant, to master.

 

Michael Oakeshott had a great metaphor for this particular issue. He called it governing by the book. When Oakeshott spoke of “the book,” he was speaking primarily of the 1940s, ‘50s, and ‘60s, of the great era of liberal triumphalism: We have figured it all out. We know how to make society wealthy. We will abolish poverty. We will be rid of war. We have figured it all out at Harvard, and we are just going to implement it all upon the world.

 

Oakeshott said no at a time when it was very unpopular and difficult to say no. But he said no for a very simple and powerful purpose. He said: If you are governing a society by a book, and you are actually having to govern as you are reading and understanding and writing that book, every now and again you are going to have to look up from the book just to make sure that people are behaving according to plan. And very soon after you have written that book and you have your idea of what the world should be like, you will look up and realize there are people misbehaving. They are not following the rules in the book. If you are going to govern them, you are going to have to keep looking up from the book just to keep them all in line. And eventually you are going to be looking up from the book so often that there will come a moment when you will have to close the book."

 

Andrew Sullivan [um excelente profile de Sullivan pode ser encontrado aqui]

18
Abr09

Eu economista me confesso...

Jorge A.

Ora aqui está uma coisa verdadeiramente interessante: Erasmus Journal for Philosophy and Economics. Entre outras coisas, gostei de ler o artigo de Alessandro Lanteri, apropriado aos tempos que correm, intitulado (Why) do selfish people self-select in economics?. Neste, o autor, depois de notar os inúmeros estudos que sugerem que os economistas são egoistas (há também evidência contrária, atenção!), debruça-se sobre se quem escolhe economia é egoista por natureza; se a forma como é ensinada a economia torna os economistas egoistas; ou se existe outra explicação para a percepção geral de que os economistas são egoistas [a propósito, assistir a este video, um economista que se preze nunca tomava a decisão que o homem tomou].

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