Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Departamento de Previsões

[W]e do know something - at least abstractly - about the future. We know that other great crises will come. Whether they will be occasioned by foreign wars, economic collapse, or rampant terrorism, no one can predict with assurances. Yet in one form of another, great crises will surely come again... When they do, governments almost certainly will gain new powers over economic and social affairs... For those who cherish individual liberty and a free society, the prospect is deeply disheartening.

Robert Higgs em Crisis and Leviathan. Ano: 1987. (via: Econlog).

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publicado por Jorge A. às 23:15
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Milagreiros

Milagre do pinho  e Milagre do pinho II. Esperam-se peregrinações...

 

Quem é que é mesmo o presidente da Mota-Engil?

publicado por Jorge A. às 21:28
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Bloco Central de Interesses

Dias Loureiro e Jorge Coelho accionistas de gestora de um fundo financiado por fraude ao IVA

 

Jorge Coelho? Não acredito... Quem diria?

publicado por Jorge A. às 21:23
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Unintended Consequences

A propósito de uma campanha que corre entre os democratas norte-americanos (I Only Sleep with Democrats), vale a pena ler Will Wilkinson:

Implicit in this message is that the bodies of faithful Democratic women are tools for securing the success of Democratic politicians and their clients. For what is the sexual life of a young woman if not a means to the greater glory of the Service Employees International Union? What is casual fornication if not a Duty to the Party. Of course the sexual psychology of all this fails. First, cheap talk. Second, there is more than a whiff of pathetic desperation in “Blue Balled” to brand sensitive intellectual artsy guys as the guys you really ought to want to screw. But the best sex is dirty, dirty transgressive sex. All this lame agitprop could just as easily redound to the benefit of the Young Republican with the popped collar who promises to give appalled Obama girls “the surge.” And an “I Only Sleep With Democrats” shirt on a guy might turn out to be a great way to pick up Republican lasses. Oh, the paradox that is the sexual mind!

E não podia faltar o video da campanha em causa:

publicado por Jorge A. às 22:32
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Agregador

É chegada aquela altura do ano em que as listas dos melhores do ano são mais que muitas. Pondo de parte o valor relativo da coisa, há uma importância significativa nestas que eu muito aprecio: a descoberta de pequenas maravilhas que me escaparam ao longo do ano. Do cinema à literatura, da música à comida, há um agregador destas listinhas (actualizado ao longo do tempo) que não dispenso nesta altura do ano: Fimoculous: 2008 End-of-Year Lists. Divirtam-se.

publicado por Jorge A. às 21:15
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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

Eu também quero um bailout...

 

(via: Dealbreaker)

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publicado por Jorge A. às 22:28
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Bailout em Percentagem do PIB

No Portfolio (via: The Big Picture)

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publicado por Jorge A. às 22:20
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Melhor Canção de Amor

N'O Cachimbo de Magritte andam atrás da melhor canção de amor (via: Pedro Correia), a minha humilde contribuição: 

 

 

Três apontamentos: nisto da melhor canção de amor estou secundado pelo Sinatra que era de opinião semelhante; o objecto nas mãos do McCartney no video tem origem portuguesa; e é curioso ver o Eric Clapton a cantar a canção quando este foi casado com Pattie Boyd, ex-esposa de George Harrison e segundo esta a fonte de inspiração para a canção.

publicado por Jorge A. às 00:50
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Ciclismo

A Bicicleta de Anderson travou pedalada do Benfica em cima da meta.

 

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publicado por Jorge A. às 00:55
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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Back to Bond

And I enjoyed those films," Moriarty adds. So did I: I spent many a teenage Saturday afternoon sprawled in front of the Bond marathon that seemed to be running permanently on TBS in those days, watching Moonraker or Diamonds Are Forever or Live and Let Die. But if I want to see that Bond - the Bond, in Anthony Lane's turn of phrase, who inspired middle-aged men to wonder "how it was that their wristwatches merely told the time rather than spewing out metal ticker tape or magnetically unzipping the back of a woman's dress" - I can turn to any one of twenty-odd movies. The Daniel Craig era is trying to do something else with the character, and while I think that something else pretty clearly has its limits - Quantum of Solace was essentially parasitic on the final act of Casino Royale, and you can't have Bond lose a woman he loves every third movie or so just to keep him in a state of inner turmoil - for now it's a pretty damn enjoyable ride.

Ross Douthat

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publicado por Jorge A. às 16:33
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O Capitalismo Inteligente *

Por via desta troca de ideias com o Maldonado cheguei a um blogue que desconhecia e mais concretamente a este post. O post é uma ode à motivação, à interligação entre a psicologia e a gestão, e um desabafo para com a falta de percepção do empresariado português para com tal situação. O autor do post dá vários exemplos de motivação no trabalho como a implementação de "horários fléxiveis, regalias diversas como telemóvel, portátil, seguros de saúde extensiveis à familia, mais dias de férias, estudos financiados, etc. Há empresas até que têm ginásio e creche. A cultura de portas abertas e informalidade funciona melhor, que um ambiente formal, por exemplo.". O exemplo que apresenta entre parentesis da utilização de tal motivação: a Microsoft. Falta explicar que a Microsoft (tal como a Google e outras empresas do sector) lutam por um conjunto de trabalhadores especializados de topo, os melhores do mundo, e que o valor acrescentado de cada trabalhador é suficiente para sustentar os beneficios em causa. A questão não é, portanto, só uma questão de motivação, mas antes de capacidade daqueles que essas empresas procuram recrutar para se manterem no topo e continuarem a poder oferecer esses beneficios essas motivações (já agora aproveito para referir que as três grandes do sector automóvel norte-americano também motivavam fortemente os seus empregados com os tais seguros de saúde, veja-se onde foram parar).

 

Claro que a psicologia e a gestão é um caso que me interessa. Nos Estados Unidos existem empresas a contratar psicólogos para adaptar o ambiente da empresa aos jovens licenciados que, quando não gostavam do ambiente, despediam-se em três tempos e iam à procura de outra empresa (não sei se estão a perceber bem, falo da troca na relação de forças entre empresa e trabalhador que a esquerda tanto gosta de apregoar). Mais recentemente li que cresce entre alguns jovens japoneses uma forma de vida que valoriza o pessoal sobre o profissional, o que os leva a rejeitar promoções nas empresas em que trabalham, contrariando aquilo que foi a forma de estar da geração que os antecedeu, sempre dedicada ao trabalho.

 

Mas voltando à motivação, à gestão e à Microsoft, o problema que se encontra com estes teóricos do que deve ser a gestão de uma empresa, é que aquilo que se aplica à gestão da Microsoft (onde a maioria do quadro é formado por gente altamente qualificada) não se aplica a noventa e nove por cento das empresas que estão no mercado português (já falei na qualidade do quadro, olhemos também para a quantidade de pessoas no quadro, é que fazer creches e ginásios numa PME é não só inviável como ridiculo).

 

Mas eu adoro estes teóricos da gestão, que explicam como é que os empresários devem gerir as suas empresas. A pergunta que fica no ar é: se os empresários portugueses são assim tão maus, mas tão maus, não seria fácil que uma nova geração de empreendedores surgisse, com as práticas da boa gestão e da motivação, da psicologia e da gestão, e em pouco tempo fizesse sucesso no mercado? O que impede esta nova geração de despontar? O que impede...

 

* por oposição ao capitalismo selvagem segundo Ana Camarra no primeiro comentário ao post em causa

publicado por Jorge A. às 03:48
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