Domingo, 12 de Outubro de 2008

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Um trabalho de animação fantástico. (via: Andrew Sullivan)

publicado por Jorge A. às 22:54
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Mercy on Me

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publicado por Jorge A. às 13:09
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Sábado, 11 de Outubro de 2008

Sobre Ingrid Betancourt

Frustrada, ONG de Ingrid critica escolha de Nobel da Paz. Frustrados, todos aqueles que achavam que o facto de se estar desaparecido é caminho para se chegar ao nobel. Fala-se até num recuo da candidatura ‘maddie 2009′.

A frase infeliz é de Pedro Vieira no Arrastão. E é infeliz porque Betancourt não estava propriamente só desaparecida e faz por ignorar, na comparação com o caso Maddie, os motivos que levaram ao "desaparecimento" de Ingrid Betancourt, o movimento que se gerou em sua defesa e a oposição que tal gerou ao grupo terrorista que opera na Colombia. Por outro lado, talvez Pedro Vieira tenha razão, e assim explica-se a inexistência do nome Mahatma Ghandi entre os vencedores do Nobel da Paz, afinal de contas, premiá-lo, seria mostrar que o caminho para se chegar ao nobel passa por uma greve de fome. Mas daqui a seis meses, ou mesmo agora, perguntem quem é Martti Ahtisaari, o que fez, ou o que representa, perceberão facilmente como o nobel deste ano foi um desperdício.

publicado por Jorge A. às 18:36
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Erro Estratégico

"Também eu gostaria que a actual direcção do PSD me ajudasse a ajudá-la. Confesso que dou os meus esforços por terminados e que atiro a toalha ao chão. Isto não vai lá, ponto." Paulo Gorjão, no Vox Pop

As cúpulas partidárias do PSD cometeram um erro estratégico de dimensões épicas no dia em que optaram por Manuela Ferreira Leite em oposição a Pedro Passos Coelho. O último tinha um discurso novo, capaz de inspirar os eleitores ávidos por mudança a escolhê-lo. No caso da primeira o mais díficil é sequer encontrar um discurso consistente, quanto mais achá-lo capaz de impulsionar o voto dos descontentes. O primeiro estava mais protegido do que foi a história trágica do PSD no último período em que passou pelo governo, a segunda não só faz parte dessa mesma história como atreve-se a fazer de conta que a esqueceu quando prepara-se para pôr Santana Lopes a concorrer ao cargo de presidente da Câmara Municipal de Lisboa. A verdade é que junto dos que me são próximos, tenho muita facilidade em explicar porquê que Sócrates foi um mau governante, mas tenho imensas dificuldades em explicar porquê que Ferreira Leite será melhor (como convencer os outros, se eu próprio não me sinto convencido?). O cenário é deprimente, entre um governo mau e uma oposição que não promete nada de melhor. O direito ao voto está sobrevalorizado (por oposição ao direito à liberdade tão subvalorizado nos dias que correm) e não contem encontrar-me perto de nenhuma urna de voto tão cedo.

publicado por Jorge A. às 13:32
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Realidade Alternativa

Ainda sobre o meu post anterior: The Nobel Prize in Literature from an Alternative Universe (via: Maradona)

publicado por Jorge A. às 12:03
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Credibilidade

Deixem-me confessar que tenho muita dificuldade em olhar para esta lista e atribuir-lhe uma credibilidade por aí além. Como é normal nestas coisas, quando Franz Kafka era vivo ninguém previu que fosse tornar-se num dos maiores escritores do século XX, logo não teve direito a Nobel. Mas o que dizer por exemplo de Leo Tolstoi? A fama já tinha batido à porta quando o Nobel da Literatura começou a ser atribuido, teve o grande escritor russo direito ao seu momento de glória? Não. Atribuir um Nobel à norte-americana Pearl S.Buck em 1938 e deixar Virginia Wolf sem o seu, que morreu em 1941, devia ser só por si capaz de retirar qualquer credibilidade ao prémio. O argentino Jorge Luis Borges também não podia receber nenhum porque estava politicamente demasiado à direita. E Vladimir Nabokov é só por si um ensaio à cegueira, quando pensamos naqueles pelo qual o grande autor americano foi preterido. Por falar em ensaio à cegueira, alguém no seu perfeito juizo acha que em pleno século XX o melhor que Portugal teve para oferecer a nivel literário foi José Saramago? O século do grande Fernando Pessoa? Mas a lista dos não vencedores prolonga-se quase até ao infinito, incluindo nomes como Mark Twain,  James Joyce ou Graham Greene, certamente longe desse génio literário que foi Winston Churchill.

 

No século XXI, e por muito que Jean-Marie Gustave Le Clézio merecesse o prémio, a insistência em deixar os grandes nomes americanos como Philip Roth, Comarc McCarthy ou Don DeLillo de fora dos possíveis vencedores não é só errada, é absolutamente cancerigena para o estatuto do prémio, mas a olhar à história do mesmo, faz jus a esta.

publicado por Jorge A. às 23:52
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Plano B

 

Este blogue teve direito a destaque no espaço Plano B da autoria do Paulo Pinto Mascarenhas. Da minha parte, fica o agradecimento pela simpática referência.

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publicado por Jorge A. às 22:03
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Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Peanuts

Governo baixa IRC para metade nos primeiros 12,5 mil euros de matéria colectável

publicado por Jorge A. às 23:34
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Obikwelu

Ontem alguns teimavam em referir-se ao prémio Nobel da Fisica Yoichiro Nambu como japonês, hoje voltam a fazé-lo em relação ao prémio Nobel da Quimica Osamu Shimomura. Ambos são naturalizados norte-americanos, convém identificá-los como cidadãos do país que os acolheu e pelo qual quiseram ser acolhidos - o prémio Nobel no seu site assim o faz, só fazia bem aos jornalistas seguiram o mesmo caminho.

 

Por outro lado, amanhã é divulgado o prémio nobel da literatura - o norte-americano Philip Roth há muito que merecia ganhar o prémio, mas com o enviezamento demonstrado nas declarações públicas feitas contra os norte-americanos pelo presidente do comité da academia sueca (ler isto, isto e isto), numa sobreposição clara da politica ao mérito, tenho muitas dúvidas que seja desta que se faz justiça.

 

Adenda: Depois de alguma pesquisa, apesar de no site do Nobel fazerem referência aos Estados Unidos e no Público referirem-se ao "japonês naturalizado americano", estou absolutamente convencido que Osamu Shimomura, ao contrário de Yoichiro Nambu, nunca abdicou da cidadania japonesa (apenas reside, portanto, nos Estados Unidos). A bem da verdade, fica aqui resposta a mesma.

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publicado por Jorge A. às 13:27
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Um Por Cento

Sim, o pessoal da bloga anda chateado com o Pacheco Pereira por causa daquela declaração na quadradura do circulo de que na blogosfera só se aproveitarem cerca de um por cento dos blogues, mas com textos destes passa-me a chatice em três tempos:

Desta crise internacional vai ficar mais alguma coisa do que os estragos financeiros e económicos, vão ficar os estragos nas ideias, com a ascensão das piores e velhas ideias sobre o estado e o socialismo, que olham para o lado e dizem: "estão a ver como o capitalismo é como nós dissemos", etc., etc. [...] Mas há pelo menos um passo seguinte desta crise que convém desde já revelar: é que, se aumentar o peso do estado na economia, se se entrar num processo de hiper-regulação, que na prática vai dar ao poder político instrumentos para uma maior intervenção na economia real, ou seja, torna-la irreal, o próximo passo vai ser o proteccionismo na Europa. Sim porque com esta receita a produtividade da economia europeia vai diminuir significativamente, e na competição global isso só pode sobreviver com maior proteccionismo.

E o proteccionismo torna-nos a todos mais pobres. Por mim, mantenho uma esperança ténue que tenhamos aprendido com os erros do passado, por outro lado, acho que estamos condenados a repeti-los... com as suas diferenças, este caminho leva à crise de 1929 all over again.

publicado por Jorge A. às 01:16
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Ayaan Hirsi Ali

"People ask me if I have some kind of death wish, to keep saying the things I do. The answer is no: I would like to keep living. However, some things must be said, and there are times when silence becomes an accomplice to injustice."

Mais aqui.

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publicado por Jorge A. às 23:46
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Portuguese Socialist

O Nuno Gouveia que tem de longe, mas de muito longe, o melhor espaço luso para acompanhar as eleições norte-americanas, teve direito a citação no supra-sumo da blogosfera informativa, o The Huffington Post. Mais do que dar-lhe os parabéns, há que continuar a dar destaque ao espaço onde o Nuno tem desenvolvido o seu excelente trabalho, dêem uma vista de olhos se faz favor: Eleições Americanas de 2008.

publicado por Jorge A. às 00:21
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Nobel da Medicina

Nobel da Medicina para o alemão Harald zur Hausen e os franceses Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier 

Harald zur Hausen foi distinguido pela "sua descoberta do papiloma vírus causador do cancro do colo do útero" (VPH), o segundo tipo de cancro que mais atinge as mulheres. [...] Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier foram distinguidos pela descoberta do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH).

Ambos merecidos, mas o que pode ser estranho aqui é que o Karolinska Institutet tenha demorado tanto tempo a reconhecer a identificação do HIV como virus causador da SIDA como uma descoberta merecedora do Nobel. Claro que a disputa entre Luc Montagnier e Robert Gallo sobre qual dos dois tinha feito a descoberta primeiro não é alheia a isso. Politicamente, a coisa foi decidida entre a França e os Estados Unidos com um reconhecimento de que ambos os cientistas partilhavam crédito em tal descoberta. Hoje, foi feita uma escolha, a meu ver, a escolha certa.

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publicado por Jorge A. às 23:57
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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Muito Bom

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publicado por Jorge A. às 15:26
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Love, Sex & Madness

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publicado por Jorge A. às 15:09
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Sábado, 4 de Outubro de 2008

Desfazendo Mitos II

 

Nota: na parte superior os dados referem-se à economia americana, na parte inferior os dados referem-se à economia portuguesa. Fonte: OECD

 

O Pedro Sales em comentário ao meu post refere que a divida pública americana "quando Bush chegou ao poder era pouco mais de metade da actual", ou seja, Pedro Sales continua a insistir no erro. A divida pública era pouco mais de metade da actual em termos absolutos, o PIB americano hoje também já não é o mesmo que era anteriormente. E continua, dizendo que "podia dar-se o caso da dívida ter sido contraída para melhorar a qualidade da educação ou a universalidade da saúde, mas não o foi", o que dizer então do No Child Left Behind Act ou do Medicare Prescription Drug, Improvement, and Modernization Act, este último um programa de tal dimensão que é preciso recuar boas dezenas de anos para encontrar algo semelhante?

 

Ah! Mas o Pedro Sales diz que o aumento da divida "foi para suportar os massivos cortes de impostos para os 2% mais ricos, dizendo que essa política ia dinamizar a economia". É no minimo engraçado que no dominio dos impostos o Pedro Sales apresente uma capacidade analitica a que não recorre no caso da divida pública, isto porque em 2000 Bush herdou uma herança de 2918 biliões de dólares em arrecadação de impostos, em 2006 as receitas de impostos atingiram os 3707 biliões de dólares, quissesse eu ser demagogo e utilizaria contra o Pedro Sales a mesma técnica que ele utiliza com a dívida pública. A politica económica de Bush foi errada não por causa da baixa da taxa de impostos, mas porque tal baixa não foi compensada por diminuição da despesa, quer em politicas governamentais como as que refiro acima, quer no erro gigante em que resultou a guerra no Iraque. Mas quanto à dinamização da economia, não sei se o Pedro Sales terá algo a dizer em relação às taxas de crescimento real durante o mandato Bush? Uma coisa é certa, a subida de impostos é que raramente dinamiza a economia (veja-se o caso português).

 

O Pedro Sales deixa ainda uma farpa quando diz que "parece que andam para aí uns liberais a tentar mimetizar as políticas de Bush e companhia", neste ponto não lhe retiro a razão, mas longe de mim querer copiar as ideias de Bush no que toca ao aumento do peso do Estado na economia ou à erosão das liberdades individuais que se tem verificado nos Estados Unidos nos últimos anos.

 

Agora, por muita preocupação que as medidas económicas de Bush me causem, são os dados da metade inferior do quadro acima que me deixam verdadeiramente preocupado. E se Bush é uma nódoa, como o Pedro Sales deverá efectivamente pensar e eu, por motivos diferentes, não me oponho, os tipos que tem passado pelo governo português não lhe ficam atrás. E esta última fraude, um tal de Sócrates, parece encaminhado para a reeleição com maioria absoluta.

publicado por Jorge A. às 21:38
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O Maior Especialista

Pela miléssima vez vejo Rui Tavares a comentar na SIC Noticias a crise financeira dos Estados Unidos. A avaliar pela apetência com que os meios jornalisticos optam por convidar Rui Tavares para comentar os acontecimentos mais recentes nos meios financeiros, depreende-se que o tomam como o maior especialista na matéria - um extra-terrestre  acabadinho de chegar ao planeta terra não teria dúvidas nenhumas disso. O Rui até tem a sua graça, pena é que no que toca à economia, aos mercados financeiros e à forma como estes funcionam, demonstra uma total ignorância e limita-se a debitar um conjunto de ideias feitas sobre o que se passa. No jornalismo português ninguém leva muito a sério a competência e conhecimento sobre os assuntos a abordar. Para todos os efeitos, a minha opinião é que o Rui Tavares percebe tanto de mercados financeiros como a Sarah Palin de politica internacional - a debitar soundbytes e talking points são ambos brilhantes, não vão é mais longe do que isso.

 

* não que um doutorado em história não possa ter opinião sobre os mercados financeiros e a crise actual.

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publicado por Jorge A. às 19:17
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Futebol Internacional

Depois de ter perdido na jornada passada por 1-2 frente ao Hull City, o Arsenal acaba de empatar 1-1 no terreno do Sunderland. Pelo meio conseguiram dar uma goleada a uma equipa menor na jornada europeia a meio da semana. Mas dificilmente esta equipa jovem, inexperiente e sem grande fio de jogo que é o Arsenal pode ambicionar com o titulo da primeira liga inglesa.

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publicado por Jorge A. às 16:53
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Desfazendo Mitos

 

À atenção do Pedro Sales, que revela muita preocupação para com o elevado valor absoluto da dívida pública americana (via: O Insurgente). No outro dia alguém comentava numa conversa comigo que a divida pública americana havia atingido um valor astronómico, que os americanos eram os maiores devedores mundiais, tudo muito certinho, excepto que escapa sempre o pormenor que o produto interno bruto americano também é uma coisa extraordinariamente astronómica, o maior do mundo em valor absoluto, o que torna a situação da divida pública deles só um bocadinho menos preocupante que a situação da divida pública, sei lá, portuguesa, será? Já agora, e andando eu preocupado com outros números, dado os notórios conhecimentos do Pedro Sales sobre matérias económicas e a sua manifesta preocupação para com a saúde da economia americana, poderia tentar explicar-me o quadro que se segue (desemprego de longo prazo em percentagem do número de desempregados) com obrigação de recorrer ao uso da expressão "protecção ao emprego":

 

 

(Fonte dos dados: OECD)

publicado por Jorge A. às 04:20
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Cultura Empresarial

Steve Ballmer, o sucessor de Bill Gates enquanto CEO da Microsoft, acaba de dar uma entrevista para a SIC Noticias no programa Expresso da Meia-Noite. Não há uma única entrevista a um CEO português que eu conheça onde o nível de informalidade chegue ao que acabo de assistir. Ballmer, como qualquer bom CEO, é o primeiro relações públicas da sua empresa - é mesmo genial como a ideia que passa é a de que estamos na presença de um ordinary guy. É assim com Ballmer, é assim com o CEO da Apple, Steve Jobs, e é assim com o CEO da Google, Eric Schmidt. É toda uma cultura de identificação entre o máximo representante da empresa e o cliente vulgar, sob o lema que deve mover qualquer empresa cujos produtos impliquem venda ao público: Customer First.

publicado por Jorge A. às 23:55
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Plano de Salvação Nacional

(via: The Big Picture)

 

É engraçado que é entre aqueles que mais depressa criticavam Bush que agora encontram-se boa parte dos mais ardentes apoiantes (na lógica do: ou é isto, ou é o fim do mundo) do plano de "salvação" nacional (mundial) que o presidente americano vem defendendo dia após dia com a retórica do medo e muito fraca argumentação para jornalista ouvir e eleitor escutar. No excelente Mutual Information, o Luis Pedro Coelho recorreu ao humor da velhinha série Yes, Minister que de forma excelente parece retratar o actual quadro de relflexão lógica entre uma certa elite bem pensante. As premissas: "Alguma coisa tem de ser feita" e "Isto é alguma coisa". A conclusão: "Isto tem de ser feito". A falácia aqui é por demais evidente.

 

Entre alguns orgãos de comunicação social culpam-se os republicanos (uns malvados) pelo chumbo do plano Paulson (um republicano) do governo de George Bush (o republicano culpado pela má fama dos republicanos), sendo que tal plano é neste momento o paradigma da coisa que tem de ser feita, independentemente da análise à (in)justificação da coisa. O próprio McCain (um republicano que na Europa ninguém quer na presidência americana) afirma que ou aprovam o plano ou é a catástrofe.

 

Os republicanos andam a remar contra Bush? Ainda bem, prova evidente que a queda deste partido republicano é o melhor caminho para a renovação do partido e que a mesma não demorará a chegar. O McCain é a favor do plano? Mais um exemplo de porquê que este não pode reconquistar a presidência para os republicanos. Para a defesa de um socialismo de mercado ou do big government, é melhor alguém que se assuma enquanto tal. Ao menos, quando a coisa falhar, pode ser que deixem de culpar o neoliberalismo (o que quer que isso seja) - claro que para boa parte da elite bem pensante europeia tudo o que vem da américa só pode ser neoliberalismo.

publicado por Jorge A. às 23:52
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Anne Hathaway Real Life

Raffaello Follieri had the love of Hollywood princess Anne Hathaway, the illusion of a Vatican imprimatur, an investment partnership with billionaire Ron Burkle, and entrée to Bill Clinton’s inner circle. It wasn’t enough for him. Now that the 30-year-old Italian entrepreneur has been jailed on fraud and money-laundering charges, the author separates the facts from the fantasy of Follieri and Hathaway’s high-flying life.

Nestas alturas vale a pena citar Joseph Mankiewicz, A diferença entre a vida e os filmes, é que o guião tem que fazer sentido, e a vida não. A história de Raffaello Follieri, a sua relação amorosa com Anne Hathaway, as suas ligações com o poder politico, e o epílogo com a sua ida para a prisão, pode ser encontrada neste extenso, mas muito bom artigo da Vanity Fair.

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publicado por Jorge A. às 22:56
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