Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Para a Crise Financeira que Acabou por Chegar

Todos chamaram a atenção. A Ferreira Leite chamou a atenção. O Obama chamou a atenção. O McCain chamou a atenção. O Buffet chamou a atenção. O Ron Paul chamou a atenção. A The Economist chamou a atenção. Um tipo qualquer que está no prós e contras na RTP chamou a atenção. Fantástico...

publicado por Jorge A. às 22:39
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O Valor das Sondagens

No Pollster a Virginia passou a ser considerada "strong" Obama a pouco mais de 15 dias do final das eleições americanas (e falo em final, porque as eleições neste momento já ocorrem em vários estados onde é permitido early voting). A continuar assim, junta-se o New Hampshire e logo com os primeiros resultados eleitorais na madrugada de 5 de Novembro, Barack Obama terá assegurada a coroação como próximo presidente norte-americano - foram dois anos intensos de campanha que deverão acabar sem grande suspense (muito longe do que foi esse épico Bush vs Gore, ou do que foi o gozo das eleições de 2004 onde esse grande sportinguista Rui Oliveira e Costa, com base nos primeiros resultados, prometia uma vitória de Kerry para mais tarde percebermos que Bush ganharia com relativa facilidade). De resto, para quem quer estar a par e passo de todas as sondagens presidenciais norte-americanas, pode sempre dar um pulinho pelo óptimo trabalho que o Carlos Santos vai fazendo no seu blogue: o valor das ideias.

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publicado por Jorge A. às 22:05
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Esperança

Existirá o dia em que um governo atribuirá a responsabilidade de um bom período económico no país a um qualquer boom da economia internacional.

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publicado por Jorge A. às 20:29
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Cultura de Curto Prazo

Agora mesmo, na SIC Noticias, José Rodrigues Carvalho acaba de acusar os empresários e apostadores da bolsa de pensarem demasiado no curto-prazo. Quanto a isso não sei, mas se há agente interveniente na vida económica que pensa quase exclusivamente no curto-prazo (contrariamente ao que devia ser a sua prioridade) é o Governo - a actual resposta à crise é o último exemplo disso.

publicado por Jorge A. às 20:22
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Domingo, 19 de Outubro de 2008

I've Found a Growth Market

Na secção da The Economist, KAL's Cartoons

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publicado por Jorge A. às 16:18
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The Reluctant Warrior

But Powell's discomfort comes because he can no longer play by his own rules. The Powell Doctrine - first and foremost, restraint - emerged from his time as America's highest military official under Presidents Bush Senior and Clinton. Roughly put, it is: do not get involved in military intervention unless it is in the nation's vital interests; only intervene militarily if the political goals are clear and achievable; only use overwhelming force, properly built up.

This was what made Powell invade Kuwait but urge a withholding of US military power in Bosnia. Powell insisted on a disastrous military intervention in Somalia: the humiliating retreat underpinned his mistrust of armchair generals clamouring for action. 'As soon as they tell me military intervention is limited, it means they do not care whether you achieve a result or not,' he said. 'As soon as they tell me it's surgical, I head for the bunker.' He added: 'We do deserts, we don't do mountains.

A citação é do artigo do Guardian de Setembro de 2001 quando os americanos passavam pelo trauma do atentado terrorista e preparavam a resposta à Al-Qaeda. Um artigo que merece ser lido para quem quer conhecer a figura de Colin Powell. Na altura, Powell tentou a todo o custo travar as pretensões bélicas de Cheney, Rumsfeld e Wolfowitz e se, de certa forma, no inicio conseguiu limitar a guerra ao Afeganistão, pouco tempo depois era obrigado ele próprio a ir às Nações Unidas apresentar as justificações americanas (armas de destruição massiça) para a guerra no Iraque. Não foi por isso de estranhar que tenha abandonado a administração Bush no fim do seu primeiro mandato.

 

Powell nem sempre foi Republicano, poderia de certa forma afirmar que faz parte daquele universo a que se designou chamar os "Reagan Democrats". Mas foi com os Republicanos e enquanto Republicano que ganhou notoriedade, tendo servido como conselheiro de segurança nacional do presidente Ronald Reagan a partir de 1987 e atingido o posto de Chefe do Estado-Maior dos Estados Unidos em 1989 por nomeação de George H.G. Bush (cargo que manteria até Setembro de 1993, já com Bill Clinton no poder).

 

Este é o homem que questionado por Madeleine Albright (futura Secretária de Estado na administração Clinton) sobre Qual o ponto de estar sempre a referir-se a uma superioridade miltar quando não a podemos usar?, terá respondido qualquer coisa como Os soldados americanos não são brinquedos para andarem a ser movidos num qualquer tabuleiro de jogo global. Talvez por isso, Powell apresentava-se como a escolha certa para Secretário de Estado dum George W.Bush que prometia em campanha eleitoral ser menos interventivo do que a administração Clinton.

 

O 11 de Setembro de 2001 mudou tudo isso. O GOP, contrariamente ao que era a tradição recente, tornou-se no partido da guerra e tomou, sob a liderança de Bush júnior, um sem número de decisões erradas no quadro internacional. Colin Powell atribuiu hoje o seu apoio a Barack Obama.

publicado por Jorge A. às 15:20
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Nas Entrelinhas

Portugal é o quarto país onde menos se trabalha. Será mesmo? Porquê? Bem, talvez este parágrafo ajude (via O Insurgente):

Já no que diz respeito à Função Pública, as coisas mudam. Portugal, com 35 horas de trabalho por semana, é nesta área de actividade o segundo país com menos carga laboral, a seguir à Itália, cujos funcionários públicos trabalham 32,9 horas. Neste caso, a Eurofound deixa o reparo: as horas de trabalho na Função Pública estão «significativamente abaixo» da média nacional.

E neste ano de 2009 têm garantida a subida dos salários em 2,9%. Já muitos dos portugueses no privado nem o posto de trabalho têm garantido, quanto mais andarem preocupados com aumentos salariais.

publicado por Jorge A. às 14:45
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Mercado de Apostas

Há uns dias o Luis Pedro comentava no seu blogue a existência de cotações diferentes para Obama e McCain caso se apostasse no Intrade ou no Iowa Electronic Markets, sugerindo a possibilidade de criar um portfolio entre os dois mercados que garantia retorno certo no final da eleição (possibilidade essa que nunca se verificou, o desfasamento só favorecia os apostadores em Obama a recorreram ao Intrade face ao Iowa Electronic Markets, visto que o primeiro garantia maior rentabilidade para a mesma aposta). Tal facto já havia levado Nate Silver a suspeitar do Intrade, o que pelos vistos confirmou-se. Um grande investidor apostou muito dinheiro em McCain no Intrade o que puxou a cotação deste para cima. O objectivo pode ter sido o de manipular o mercado e criar com isso algum momentum para o candidato republicano (por outro lado, pode ter sido apenas uma aposta de alto risco), mas o que de facto garantiu foi criar as condições no mercado para alguns ganharem dinheiro certo.

publicado por Jorge A. às 19:30
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Turbilhão

Dois dos blogues colectivos com mais peso na lusosfera estão a atravessar um mau período. Um deles é o 5 Dias, que após a saida do António Figueira e do fundador Nuno Ramos de Almeida, viu a maior parte dos que lá escreviam debandarem para um novo espaço, de seu nome jugular. O outro caso diz respeito a um dos meus blogues favoritos, o Corta-Fitas, que parece ter ficado de uma assentada sem a contribuição do Paulo Cunha Porto, do João Távora e do Duarte Calvão. Os blogues colectivos são como as bandas rock, há separações que tiram a graça à coisa. Mas se no caso do primeiro, o 5 Dias, parece-me que o espirito está definitivamente contaminado, no caso do segundo, o Corta-Fitas, a minha esperança é que o Pedro Correia se mantenha por lá (mesmo porque a companhia que, em principio, ainda sobra, continua a ter um elevado grau de qualidade), se assim não for, não tenho dúvidas que o Pedro Correia teria futuro numa carreira a solo.

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publicado por Jorge A. às 17:13
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Presidente McCain

Este mapa eleitoral foi feito recorrendo a esta ferramenta da CNN. Não se trata da minha previsão, mas apenas de um cenário possível onde McCain e Obama surgiriam numa igualdade de 269 votos eleitorais para cada um. Situação essa onde Obama seria mesmo assim o mais que provável presidente norte-americano. Agora, o que importa, para perceber como o quadro está negro para McCain, é perceber que mesmo para chegar a esta situação de igualdade, tendo em conta o estado do mapa eleitoral tal como se encontra no momento actual (com recurso ao Pollster), é preciso assumir que todos os estados empatados tecnicamente nas sondagens (Carolina do Norte, Virginia Ocidental, Ohio, Indiana, Missouri, Dakota do Norte e Nevada) irão cair para o lado de McCain, bem como alguns dos estados que actualmente tem inclinação para Obama (Florida, Virginia e New Hampshire). Quanto às justificações para a provável derrota de McCain, também não é preciso perder tempo com grandes argumentação:

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publicado por Jorge A. às 14:09
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Saudades...

"One belongs to New York instantly, one belongs to it as much in five minutes as in five years" Thomas Wolf

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publicado por Jorge A. às 12:04
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Toy Knight

(Via Cineblog)

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publicado por Jorge A. às 22:36
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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Why I Blog

For centuries, writers have experimented with forms that evoke the imperfection of thought, the inconstancy of human affairs, and the chastening passage of time. But as blogging evolves as a literary form, it is generating a new and quintessentially postmodern idiom that’s enabling writers to express themselves in ways that have never been seen or understood before. Its truths are provisional, and its ethos collective and messy. Yet the interaction it enables between writer and reader is unprecedented, visceral, and sometimes brutal. And make no mistake: it heralds a golden era for journalism.

Assim começa o texto mensal de Andrew Sullivan na The Atlantic. O tema: Why I Blog. Comecei a acompanhar o Daily Dish, o blogue de Sullivan, por causa do apoio deste ao candidato presidencial norte-americano Ron Paul. Pouco demorou para passar a constar como leitura diária obrigatória. Sullivan, ao mesmo tempo que apoiava Ron Paul no lado republicano, apoiava Obama no lado democrata e o seu artigo de Dezembro de 2007, Goodbye to All That: Why Obama Matters, não só foi bom, mas brilhante. A partir dai Sullivan não terá sido menos influente no que foi o percurso de Obama do que foi Oprah Winfrey, atrevo-me a dizer até que depois de David Axelrod, foi em Sullivan que Obama teve o estratega mais brilhante - e estratega porque Sullivan não influencia só o simples leitor, mas está certamente no topo dos blogues mais lidos (e que mais influência exerce) pelos opinion makers americanos. A forma como criticou Sarah Palin foi, por vezes, exagerada, e isso custou-lhe algumas duras criticas de muitos conservadores, esquecidos certamente das inúmeras vezes que gostaram de citar Sullivan quando este apoiou Bush na sua primeira eleição ou de quando este apoiava vigorosamente a necessidade de uma intervenção militar no Iraque. Hoje, são os sociais-democratas americanos que gostam de citá-lo, mas não dúvidem que com o mesmo vigor que hoje defende Obama, amanhã será o seu maior critico caso as coisas não corram pelo melhor - porque, acima de tudo, e isso é evidente em muito dos textos que escreve, é a "sua" América que ele defende. Mais uma vez, é longo, mas recomendo vivamente, Why I Blog.

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publicado por Jorge A. às 22:36
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Joe the Plumber

Diane Sawyer interviews "Joe the Plumber," who you cannot help but like, and who, I might add, does a far better job — during his first national television interview — articulating conservative principles than Sarah Palin did in any of her disastrous television appearances. Perhaps I’m wrong, but I have the feeling that Joe the Plumber is going to be in a higher tax bracket sooner than he imagined.

Conor Friedersdoff no The Confabulum

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publicado por Jorge A. às 22:33
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Fotos que Captam o Momento

Reuters/Jim Bourg 

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publicado por Jorge A. às 21:42
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Mais Dinheiro

Quantos vezes Obama já referiu esta noite no debate as palavras mais dinheiro (do contribuinte) para o plano A ou para o plano B? É este o tipo em quem os americanos confiam para resolver a crise financeira actual? Ele faz sequer por ponderar quanto do dinheiro do contribuinte americano está a ser gasto com a pseudo-resposta à crise financeira? Claramente este é o pior debate de Obama e suspeito que não seja só opinião minha, o problema de McCain é que neste momento está totalmente descredibilizado e por isso provavelmente já não vai a tempo de levantar a sua campanha do chão (porque raio tinha o homem de escolher Palin?). Obama pretende implementar nos Estados Unidos da América um modelo social em quase tudo semelhante ao vigente na maior parte dos países europeus - a bem da diversidade fico com receio do que daí possa advir. Sinceramente, a campanha presidencial americana, que tanto prometeu, está ficar um tanto ou quanto deprimente. Mas penso não precisar relembrar o que disse sobre os dois candidatos, Obama sempre foi o melhor na politica externa e McCain na economia. Na generalidades, os eleitores e os especialistas sempre tiveram opinião contrária à minha sobre quais os pontos fortes do candidatos, acho que depois dos três debates, são muito mais os que concordam com a minha posição inicial do que os que concordavam antes dos debates terem inicio. Hoje, o candidato republicano, foi o John McCain pelo qual sempre tive simpatia e Obama, para o candidato da esperança, foi do mais desencorajador que podia ter sido. Por outro lado, em politica externa...

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publicado por Jorge A. às 03:20
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Almost Over

Sitios a frequentar: PalinAsPresident e 30 Reasons.

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publicado por Jorge A. às 00:16
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

A Ler

We got into this crisis because power was overly concentrated relative to knowledge. What has been going on for the past several months is more consolidation of power. This is bound to make things worse. Just as Nixon's bureaucrats did not have the knowledge to go along with the power they took when they instituted wage and price controls, the Fed and the Treasury cannot possibly have knowledge that is proportional to the power they currently exercise in financial markets.

Arnold King, no EconLog

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publicado por Jorge A. às 23:06
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Going Down...

(via: The Big Picture)

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publicado por Jorge A. às 22:54
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I Haven't Left the Republican Party. It Left Me.

É pena que nem todos tenham a mesma clarividência (embora a avaliar pela última sondagem da CBS/New York Times que garante uma vantagem nacional para Obama de 14% face a McCain, as coisas estejam a caminhar no bom sentido), mas vale mesmo a pena ler o que diz  Christopher Buckley (filho do icon conservador William Buckley fundador da National Review e recentemente falecido) que concedeu o seu apoio a Obama:

My point, simply, is that William F. Buckley held to rigorous standards, and if those were met by members of the other side rather than by his own camp, he said as much. My father was also unpredictable, which tends to keep things fresh and lively and on-their-feet. He came out for legalization of drugs once he decided that the war on drugs was largely counterproductive. Hardly a conservative position. Finally, and hardly least, he was fun. God, he was fun. He liked to mix it up.

 

So, I have been effectively fatwahed (is that how you spell it?) by the conservative movement, and the magazine that my father founded must now distance itself from me. But then, conservatives have always had a bit of trouble with the concept of diversity. The GOP likes to say it’s a big-tent. Looks more like a yurt to me.

 

While I regret this development, I am not in mourning, for I no longer have any clear idea what, exactly, the modern conservative movement stands for. Eight years of “conservative” government has brought us a doubled national debt, ruinous expansion of entitlement programs, bridges to nowhere, poster boy Jack Abramoff and an ill-premised, ill-waged war conducted by politicians of breathtaking arrogance. As a sideshow, it brought us a truly obscene attempt at federal intervention in the Terry Schiavo case.

 

So, to paraphrase a real conservative, Ronald Reagan: I haven’t left the Republican Party. It left me.

É com tristeza que penso no que foi a National Review e ao que a mesma está remetida nos dias de hoje, como pode ser verifado pelo que vai sendo dito aqui. O apoio de Christopher Buckley junta-se ao de outros conservadores moderados conhecidos como Susan Eisenhower. Os republicanos estão dominados e minados por um pequeno grupo de fundamentalistas - e o actual candidato republicano nada fez para contrariar isso, antes pelo contrário, ficou refém das suas tácticas e técnicas argumentativas. John McCain perdeu-se no momento em que nomeou Palin, um golpe tão rude quanto aquele que Ferreira Leite deve esperar com a sua cedência perante Santana Lopes. Repare-se que digo que o candidato perdeu-se, mas a campanha por sí (mesmo tendo em conta as sondagens) não está perdida. O que já está é evidente a quem será prestada vassalagem em caso de vitória de McCain, só por isso, mais do que no inicio desta campanha, a mudança não só é desejada, mas obrigatória.

publicado por Jorge A. às 00:14
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Previsões

Para quem quer adivinhar futuros vencedores do Nobel da Economia, pode sempre começar pela John Bates Clark Medal - mérito atribuido "a economista americano com menos de quarenta anos de idade a quem se reconhece ter feito progresso significativo no dominio do conhecimento e ensino económico". Foram até hoje trinta os premiados com a John Bates Clark Medal. De entre os vencedores, Paul Samuelson; Milton Friedman; Kenneth Arrow; Lawrence Klein; Robert Solow; Gary Becker; Daniel McFadden; Joseph Stiglitz; A.Michael Spence; James Heckman; e Paul Krugman, venceram o Nobel também.

publicado por Jorge A. às 00:58
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Paul Krugman

O mais recente Nobel da Economia pode ter motivações politicas, mas parece-me neste caso inteiramente merecido. Para mais, Krugman tem um dos melhores blogs económicos de toda a blogosfera - mesmo que seja para ir lá e discordar com o autor. De resto, no Marginal Revolution, o Alex Tabarrok aqui e o Tyler Cowen aqui, fazem um óptimo trabalho no resumo da obra de Krugman. E o Bryan Caplan em velhinho texto datado de 30 de Julho de 2004 já havia explicado porquê que ter em Krugman o mais famoso economista da esquerda podia ser encarado com optimismo (este texto do caro João Rodrigues fez-me esboçar um sorriso).

publicado por Jorge A. às 22:50
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