Sábado, 20 de Setembro de 2008

Programa Eleitoral

"Vamos cumprir o nosso programa eleitoral com uma excepção: o aumento dos impostos" José Sócrates, 25 de Maio de 2005 (Público)

"União Europeia preocupada com hipótese de Sócrates referendar tratado", 7 de Janeiro de 2008 (Público)

 

"De acordo com o que o Diário Económico apurou, José Sócrates deixou cair a ideia de referendar o diploma e reúne hoje às 21h30 a Comissão Política Nacional do PS para convencer os dirigentes socialistas a formalizar o "não" ao referendo. No programa eleitoral, o PS comprometeu-se a referendar o Tratado Constitucional da União Europeia, mas mesmo quando se tornou óbvio que o Tratado Constitucional perdia importância, Sócrates manteve a receita", 8 de Janeiro de 2008 (Diário Económico)

publicado por Jorge A. às 23:41
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Impostos

"Tenho uma boa notícia para vos dar. Não vou aumentar os impostos mas também não os vou baixar" José Sócrates, 13 de Janeiro de 2005. 

 

"Não estou de acordo com a subida dos impostos. A subida dos impostos já foi feita no passado e não produziu bons resultados." José Sócrates, 11 de Março de 2005

 

"Nós não vamos aumentar os impostos, porque essa é a receita errada. Não vamos cometer os erros do passado." José Sócrates, 14 de Abril de 2005. 

Em 25 de maio de 2005, após um relatório vergonhoso encomendado ao Banco de Portugal, José Sócrates veio anunciar a subida do IVA de 19 para 21 por cento. Em 26 de Março de 2008, Sócrates desta vez anunciou a baixa do IVA de 21 para 20 por cento (mais 1 por cento do que quando assumiu poder e prometia a pés juntos não ir subir impostos). Fazia bem às pessoas lembrarem-se do que lhes andaram a prometer quando lhes deram maioria absoluta. Isto para não falar no aumento do imposto sobre produtos petroliferos e do impostos sobre tabaco e bebidas alcoólicas verificada durante este governo de José Sócrates. (cronologia via: Público).

publicado por Jorge A. às 23:14
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Rumo ao Progresso

Na procura de soluções cada vez mais criativas para o aproveitamento do Estádio de Algarve, a última passou por transformar temporariamente o mesmo numa escola. Pode ser que os miudos aprendam rapidamente a boa arte portuguesa de gastar mal o dinheiro.

publicado por Jorge A. às 13:04
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Código do Trabalho

Código do Trabalho aprovado com quatro deputados do PS contra

A proposta do Governo de revisão do Código do Trabalho foi aprovada hoje, na generalidade, com os votos favoráveis do PS, abstenções do PSD e CDS-PP, e os votos contra da oposição de esquerda e de quatro deputados socialistas.

O Código do Trabalho continua a ser um dos maiores entraves ao desenvolvimento do país, ao valorizar em demasia a protecção do empregado em pouco ou nada defende aquele que está em situação de desemprego e procura trabalho, tapando os olhos aos incentivos (ou falta deles) que tal protecção implica nas decisões de contratar/despedir trabalhadores por parte das empresas. Dessa forma, o que agora faz o PS são apenas alterações sem significancia que em pouco alteraram o quadro depressivo que é o mercado de trabalho português, mantendo praticamente tudo igual ao que já havia sido a reforma de Bagão Félix, sendo que também esta pecava por defeito na altura. Mas vale a pena recordar o que o então PS defendia:

 

PS vota contra proposta de Código de Trabalho

PS "compreende" greve geral

JS apoia greve geral da próxima terça-feira

 

E recordar a retórica comunista no assunto quando era um governo de direita no poder:

 

Código de Trabalho é "ajuste de contas com o 25 de Abril"

 

É bom saber que entre o PS na oposição em 2002 e o PS no poder em 2008 a evolução foi para melhor e que os comunistas certamente sentem-se um bocado orfãos dos fantasmas do passado - a retórica anti-fascista tem mais dificuldade a vir ao de cima quando o PS é governo. E quem quiser continuar a votar nesta canalha não tem que esperar muito, em 2009 tem nova oportunidade.

publicado por Jorge A. às 10:39
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Pré-Moderno

Socialistas ainda não decidiram se há disciplina de voto no casamento homossexual

 

É preciso relembrar o que Sócrates disse quando Ferreira Leite enunciou o casamento como uma instituição que tem como finalidade a procriação? Se os socialistas votarem contra o casamento contra homossexuais são o quê? Pré ou Pós-Modernos? Eu diria que são iguais a todos os outros, o que importa é a manutenção no poder. E qual a justificação do voto? Pois, estamos conversados...

publicado por Jorge A. às 10:01
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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Team Europe vs Team USA

 

Sem Tiger Woods, mas com muitas outras estrelas, os Estados Unidos defrontam a Europa no Valhalla Golf Club. Nas últimas três competições da Ryder Cup os europeus levaram a vantagem, como será este ano? Escolham a equipa, façam as apostas e podem ir acompanhando o evoluir da competição aqui.

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publicado por Jorge A. às 17:01
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Atleta Europeu do Ano

votei. No sector masculino, em primeiro lugar o Nélson Évora seguido dos quatro piores tipos que por lá encontrei. No sector feminino, em primeiro Yelena Isinbayeva, seguida por Blanka Vlasic, seguida pelas três tipas com pior curriculum que por lá encontrei. 

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publicado por Jorge A. às 21:01
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Equilibrio

Urretavizcaya, Reyes, Di Maria, Balboa, Aimar, Suazo, Cardozo, Nuno Gomes, Makukula, Mantorras - o que tem em comum estes jogadores? Nenhum deles defende. Acrescente-se a isto que a dupla de meio-campo do Benfica é composta pelo Yebda (voluntarista, mas em nada brilhante no posicionamento táctico) e o Carlos Martins (um bom organizador de jogo, mas com pouco poder de recuperação e entrega ao jogo) e fica explicado boa parte daquilo que é o insucesso esperado para o Benfica esta época.

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publicado por Jorge A. às 20:23
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Cinema Japonês

 

Baseado numa manga japonesa de enorme sucesso, este Death Note é um filme muito recomendado. Pena que, tal como no Battle Royale, a história fique aquém do máximo potencial que o argumento possibilitaria. A utilização de adolescentes para assumirem papéis de adultos deriva certamente do universo de onde o argumento brota, as mangas japonesas, mas mesmo assim acho que é possível pegar nisso e torná-lo em qualquer coisa de grandioso. Dado que o filme procura ser minimalista na abordagem filosófica da distinção entre o bem e o mal, ficam pelo menos as duas horas de excelente entretenimento e refrescante receita de sucesso face às velhas receitas de Hollywood que nos enchem os cinemas regularmente. Podem ver o trailer aqui.

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publicado por Jorge A. às 14:35
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It's Back

 

Uma das melhores entre as séries de televisão que estrearam o ano passado está de volta com a segunda temporada de Terminator: The Sarah Connor Chronicles. O primeiro episódio na nova temporada promete tentar continuar a excelente realização e argumento da temporada anterior, mas temo que mais cedo ou mais tarde a série se deixe infantilizar.

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publicado por Jorge A. às 14:26
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The Greatest Risk is Not Taking One

A maior seguradora americana, a American International Group Inc., foi nacionalizada pelo Reserva Federal Americana. Back to the USSR.

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publicado por Jorge A. às 13:08
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

Partido das Ideias

Em 2004 esboçei um sorriso com a vitória de George Bush sobre John Kerry, nos States sempre preferi o partido Republicano ao partido Democrata. Nestas eleições não tenho problemas em preferir os democratas aos republicanos. Porquê? Bem, em parte porque as politicas de Bush foram tudo menos liberais, no que mais importa as suas politicas representaram um alargamento do peso do estado sobre a sociedade norte-americana, peso esse ampliado com a guerra, que possibilitou o alargar do polvo a um nível não imaginado. Os republicanos não só aumentaram a despesa, como restringiram a liberdade individual dos seus cidadãos e usaram do poder do Estado para praticar actos de tortura em Guantanamo, o que só por si seria motivo mais que suficiente para eu ficar de pé atrás perante o governo Bush. Para acrescentar ao legado mais do que negativo, fizeram desenvolver muitas das suas politicas e práticas através de narrativas fantasiosas e do medo - por falar nele, não consigo imaginar governo americano que possa inspirar mais receio a qualquer amante da liberdade do que este.

 

Em parte McCain podia ser uma última esperança face ao pesadelo que foi George W.Bush. Mas em nada o tem sido e a nomeação de Palin representou o fim da minha já curta paciência para com os republicanos. A forma como McCain vem fazendo campanha indica claramente que não terá problemas em seguir a mesma lógica de Bush (não quer dizer que a siga, mas permite perceber que não terá problemas em fazé-lo). O objectivo tem sido muito pouco o de afirmar McCain pelo que este vale, mas muito mais o de usar do medo para afastar os eleitores de Obama - claro que parte do medo só consegue ser induzido com o recurso a mentiras (sim, parte dos apoiantes de Obama também usaram do medo e de mentiras para com a escolha de Palin, mas nada disso veio directamente da campanha de Obama, pelo contrário, McCain tem permitido que do seu lado as mentiras e o recurso ao medo partam da própria campanha). Eu gosto de pensar no partido republicano como o partido das ideias, designação a que ganharam merecidamente direito durante os governos de Reagan, mas vale a pena ler o que diz agora o Ross Douthat: 

Instead, the McCain campaign decided that they didn't want to take the kind of risks that real ideological experimentation would entail - that despite the difficulties, short and long-term, facing the GOP as a whole, there's was too much potential downside in trying to imitate Bill Clinton in 1992 and George W. Bush in 2000 (both of whom ran genuinely creative campaigns at a time when their parties desperately needed them). I had hoped that the Sarah Palin pick was a sign that they were open to rolling the dice a bit more on policy; at the moment, though, it looks like Palin herself was the roll of the dice, and it's just going to be down-and-dirty politics from here on out. There's no question that anti-Obama hardball makes sense as a strategy given the limitations of McCain's message; it's just that a lot of those limitations are self-imposed.

A minha opinião? A esperança é deixar o partido republicano cair, talvez assim seja permitida a renovação das ideias do partido, hoje totalmente corrompidas pelo poder. Por outro lado, se Obama for um novo Carter, como alguns o acusam, é preciso lembrar que a seguir a Carter sucedeu Reagan, daí que não veja nenhum problema no facto. Mas pode também dar-se o caso de Obama ser um novo Clinton, e nesse caso poderemos dar-nos por satisfeitos, será um enorme progresso face ao que é hoje Bush.

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publicado por Jorge A. às 22:17
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The People's Republic of America?

A propósito das mais recentes noticias, que dão conta de um possível empréstido da reserva federal norte-americana à AIG, vale a pena ler este artigo

But before any money is lent by the Fed to AIG, even on the conditions outlined above, I would like to have the social cost-benefit analysis of this proposed transaction explained to me. Where is the market failure? Where are the systemic externalities associated with requiring AIG to sink or swim on its own? If the Fed were to provide funding to AIG, then, unless a convincing public interest/social welfare case is made (and I have not seen a single sensible argument in support of such an act), I would have to conclude that the political economy of the US had become one of crony capitalism and socialism for the rich and the well-connected.

Entretanto, o mercado russo foi ao fundo:

Russian shares suffered their steepest one-day fall in more than a decade on Tuesday, losing up to 20 per cent, as a sharp slide in oil prices and difficult money market conditions triggered a rush to sell.

Os americanos estão com impulsos socialistas e os russos sofrem, e de que forma, com a baixa do preço do petróleo.

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publicado por Jorge A. às 20:35
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You Got the Silver

 

"O Papa em visita à França, republicana e laica, onde há apenas cerca de 10% de praticantes católicos foi um acontecimento." Assim inicia Mário Soares, na sua cómica coluna do DN, o comentário à visita do Papa a França, para no final concluir com "esqueceu-se que muito mais de 10% da população francesa é agnóstica ou mesmo ateia e, entre ela, seguramente, está a maioria dos segmentos sociais mais cultos e intelectualizados...". Claro que o facto de mais de 50% da população ser católica (praticante ou não), não irá demover Soares da identificação dos segmentos sociais mais "cultos" e "intelectualizados" da sociedade francesa.

publicado por Jorge A. às 12:31
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Leitura Recomendada

Black Sunday on Wall St.? Someone Who Knows What They're Talking About Explains it to Us

The story rolls on. Now people are asking if the last big two independent investment banks, Morgan Stanley and Goldman Sachs, will be able to survive without teaming up with a major depository bank. On a more macro level, if you want to know where the next boom-bust cycle will run, look to "green" technology: solar, wind, biofuels. There's a broad political consensus in favor of these things, they are increasingly heavily subsidized and trendy among investors. It's the real estate boom of the next decade.
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publicado por Jorge A. às 21:04
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General Bernanke

Hurricane Lehman, por Arnold King:

What everybody hopes is that a lot of the mortgage loans will continue to be paid. At some point, the securities that those loans are backing will stop being orphans that nobody wants to adopt. The outstanding balances on the securities will start to decline. Pension funds and college endowments will take them into their portfolios. And the crisis will be behind us.

If it plays out that way, then Ben Bernanke will look even better than General Petraeus.

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publicado por Jorge A. às 16:24
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Noticias manifestamente exageradas

Bolsa de Nova Iorque afunda penalizada pelo Lehman e Merrill Lynch

Os índices industrial, Dow Jones, e tecnológico, Nasdaq Composite, afundavam 2,3 e 2,6 por cento, respectivamente, nos primeiros minutos de negociação dos mercados financeiros norte-americanos. O índice Standard & Poor’s acompanhava idêntica tendência, recuando três por cento.

Acho a palavra afundar aqui manifestamente exagerada. O impacto na bolsas americanas é apesar de tudo relativamente diminuto. Acho que é possível dizer neste momento que o mercado está a reagir bem às noticias de ontem. Poucos são os sinais de desespero ou pânico, o que é francamente positivo.

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publicado por Jorge A. às 16:14
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More Drama is on the Way

Nightmare on Wall Street 

Indeed, most analysts think that the deleveraging still has far to go. Some question how much has taken place. Bianco Research notes that while the credit positions of the 20 largest banks have fallen by $300 billion, to $1.3 trillion, since the Fed started its special lending facilities, the same amount has been financed by the Fed itself through these windows. In other words, instead of deleveraging, the banks have just shifted a chunk of their risk to the central bank. As spectacular as this weekend was, more drama is on the way.
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publicado por Jorge A. às 15:09
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Narrativa vs Factos

No dia de ontem, antes dos mais recentes desenvolvimentos sucedidos nos mercados financeiros, um dos conselheiros de John McCain escrevia no Washington Post um editorial com o titulo sugestivo: Quit Doing Out that Bad-Economy Line. Como ironiza aqui o Don Boudreaux, o homem estava cheio de argumentos sólidos para justificar a sua opinião.

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publicado por Jorge A. às 12:44
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Shadow Banks and Domino Effect

 

If Lehman collapses expect a run on all of the other broker dealers and the collapse of the shadow banking system

If Lehman does not find a buyer over the weekend and the counterparties of Lehman withdraw their credit lines on Monday (as they all will in the absence of a deal) you will have not only a collapse of Lehman but also the beginning of a run on the other independent broker dealers (Merrill Lynch first but also in sequence Goldman Sachs and Morgan Stanley and possibly even those broker dealers that are part of a larger commercial bank, I.e. JP Morgan and Citigroup). Then this run would lead to a massive systemic meltdown of the financial system.

Sabendo já que a Merrill Lynch foi adquirida pelo Bank of America, a pergunta que se coloca agora é o que irá acontecer à Goldman Sachs e à Morgan Stanley. No entanto, é certo que o prémio que o Bank of America pagou pela Merrill Lynch parece indicar que as coisas não estão tão más quanto se poderia suspeitar e, por essa via, o mercado hoje não deverá responder tão negativamente como a agitação de fim de semana sugeriria.

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publicado por Jorge A. às 11:16
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Moral Hazard, Taxpayer and Free Market

When is not a bailout a bailout, por Paul Krugman:

So the word seems to be that Lehman will be liquidated — hey, no more taxpayer takeover of risk, no more moral hazard; but to cushion the markets against the shock, the Fed will start accepting lower-quality assets, such as equities, as collateral for its credit lines — hence, more taxpayer takeover of risk, and more moral hazard. Oh, kay.
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publicado por Jorge A. às 11:02
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Once in a Century

É assim que Alan Greenspan caracteriza a crise actual e ainda de efeitos imprevisiveis que afecta a américa e, por consequência, boa parte do mundo. O Bear Stearns foi o primeiro a cair. Depois seguiu-se a nacionalização da Fannie Mac e do Freddie Mac. Agora é o Lehman Brothers que estará à beira de declarar falência. Entretanto a Merril Lynch também está em conversações para ser absorvida pelo Bank of America e o American International Group começa a delinear estratégias para evitar o colapso. Para quem não percebe a dimensão do que se passa, basta recordar que a maior parte destas empresas figurava no top 100 da lista da Forbes das maiores empresas mundiais (no ranking de 2008 é certo que muitas já haviam caido a pique).

 

A história destas instituições não é propriamente de desprezar. O Bear Sterns, por exemplo, foi fundado em 1923 e ultrupassou a crise de 1929 sem ter de despedir um único funcionário. A Lehman Brothers existe desde 1850. A Merril Lynch, fundada em 1914, é uma das marcas mais estabelecidas e reconhecidas no mercado financeiro global. E a AIG, fundada em 1919, está no top 3 das maiores seguradoras mundiais. A crise do subprime afigura-se certamente a maior crise financeira mundial desde 1929.

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publicado por Jorge A. às 01:23
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