Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Youtube TimeTravel


To Know Him is to Love Him
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publicado por Jorge A. às 23:12
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Óscares

É esta a minha previsão para o dia de amanhã. Jogo forte, mas sem grande risco, no No Country for Old Men nas categorias principais e aposto em The Bourne Ultimatum nas categorias técnicas. O Atonement deverá levar também alguns óscares técnicos e a minha aposta vai para os de banda-sonora, direcção artistica e guarda-roupa (este último então, se não for concretizado será uma surpresa e tanto). Os actores parecem garantidos, e nas actrizes vou pelo menos óbvio - embora tenha um presentimento que me vá estatelar em grande. Ellen Page a ganhar seria uma surpresa daquelas gigantes, mas eu arrisco - já o filme onde esta participa, Juno, tem praticamente assegurado o óscar de melhor argumento original. As últimas três categorias foram à sorte. No filme estrangeiro fui pelo que parece ter mais hipóteses e na animação Ratatouille é a aposta segura. Canção Original? Eliminei à partida as 3 canções do mesmo filme pelo que fiquei com duas: entre o Raise It Up e o Falling Slowly pessoalmente gosto mais da última, daí a escolha. Maquilhagem para La Vie en Rose e Cinematografia para There Will Be Blood, ninguém sai de mãos a abanar. Efeitos visuais está-se mesmo a ver, ou não, nunca se sabe...

PS: nada para The Diving Bell and the Butterfly, se a dinâmica dos outros prémios (Bafta, Golden Globes) se mantiver, tenho uma categoria errada certamente. Na madrugada de amanhã saberemos.
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publicado por Jorge A. às 22:06
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É dificil...

... ser artista em Portugal. Os que aparecem na televisão são constantemente os mesmos, não há renovação. E não sendo suficiente as caras serem sempre as mesmas, as músicas também as são. Fazendo lembrar um anúnico de uma conhecida marca de baterias: e duram, duram, duram...

Claro que em parte as razões de assim suceder podem encontrar explicação na reduzida dimensão do nosso mercado, mas não só. Agora, e enquanto uma nova geração de artistas portugueses não aparece, vou aqui continuar a escutar a vaga de british artists que me invadem os ouvidos - uma invasão prazerosa.
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publicado por Jorge A. às 14:48
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Mercado

O mercado neste preciso momento antecipa como mais provável uma vitória de Obama na corrida democrata (83 deste contra 17 de Hillary Clinton) do que a vitória do No Country for Old Men como melhor filme dos óscares (72 deste contra 18 para There Will Be Blood, 6 para Juno, 2 para Atonement e 1 para Michael Clayton).
publicado por Jorge A. às 14:38
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

Oscarwatching 3

Mais ninguém participa? Houve pessoal que se deu como in que ainda não me fez chegar nada? Como é que é? Amanhã à noite conto ter aqui as minhas preferências... e a cerimónia é já no domingo.
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publicado por Jorge A. às 22:34
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30 de Maio




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publicado por Jorge A. às 01:15
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Espera...

... que o segundo golo do Nuremberga esta noite frente ao Benfica passe a estar disponível no youtube. É um hino sobre como não jogar futebol. Ou como o Camacho é um técnico mediocre por apostar constantemente em Luis Filipe. Ou como Luis Filipe é mediocre e nunca devia ter lugar no Benfica. Ou como Luis Filipe tendo lugar, demonstra como o Benfica é mediocre. E como sendo o Benfica mediocre, eu não suporto ver o Benfica jogar. Como nem o Rui Costa salva esta merda.
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publicado por Jorge A. às 22:39
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Eu vou!!!

Dia 30 de Maio, no Rock in Rio.

Adenda: este post tinha disponível um video com a (fantástica) performance de Amy Winehouse a interpretar a canção Valerie nos Brit Awards junto a Mark Ronson. Mas o video entretanto foi retirado do youtube por direitos de propriedade.
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publicado por Jorge A. às 21:58
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Mais do que um homem, um movimento...

Aliás, alguma comunicação social portuguesa escreve muitas vezes sem conhecimento de causa e por isso surgem agora vozes surpreendidas com o sucesso de Barack Obama. Por exemplo, uma comentadora do Expresso ainda há semanas jurava que Hillary seria a próxima Presidente dos Estados Unidos e, passada a euforia sobre a senhora Clinton, agora já assegura que o tal que votou contra a guerra no Iraque (Obama sempre se opôs, mas não votou contra coisa nenhuma, pois apenas está no Senado desde 2005) vai ser o próximo Presidente dos Estados Unidos.
Quem o diz é Nuno Gouveia no sempre excelente Eleições Americanas de 2008. E diz com razão. Já aqui também havia feito um certo eco de tal situação, nomeadamente com a forma convencida como Marcelo Rebelo de Sousa a 16 de dezembro de 2007 havia dito com o seu ar de quem tudo sabe, que caso Gore se candidatasse venceria facilmente as primárias democratas (sic). Um dia antes disso (15 de dezembro de 2007), já eu dava conta das noticias do desaparecimento da inevitabilidade da vitória de Hillary Clinton nas primárias norte-americanas. E a 19 de dezembro, com dois gráficos simples, referia-me à dinâmica associada à candidatura de Obama. A comunicação social portuguesa demorou tempo a perceber o que se passava - foi uma reacção um tanto ou quanto parecida com a da própria campanha de Hillary Clinton (até à super terça-feira nunca chegaram a perceber o que se passava - embora já tivessem sido abalados tremendamente com a vitória inicial de Obama em Iowa).

Outro discurso que passa, mesmo por gente séria e bem informada, é que Barack Obama é um candidato de plástico, vazio, sem ideias - um bom orador, sem substância. Nada mais errado. Nem todas as ideias serão as melhores, mas o homem está certamente cheio de ideias, basta vasculhar em meia dúzia de discursos (por exemplo o da vitória de ontem no Wisconsin demorou longos 45 minutos, em jeito de resposta a John McCain e Hillary Clinton, um discurso feito por um politico com ideias e não por um bom orador - e sinceramente acho que Obama não deve voltar a seguir por esse caminho, deve manter-se com os seus discursos inspiradores, porque é isso que as pessoas querem ouvir).

É óbvio que as ideias de Obama são (embora não seja tão linear quanto isso) de pendor socialista, e eu, por exemplo, facilmente me deixo levar - mesmo que o orador não tenha a habilidade de Obama - por o discurso de John McCain. Mas a politica do medo, do inimigo comum (a Al-Qaeda), da guerra, que McCain pretende levar a cabo é particularmente mais maligna para o mundo e para os Estados Unidos do que algumas politicas socialistas de Obama - essa, pelo menos, é para já a minha opinião. Opinião essa que McCain só veio reforçar quando ainda recentemente não votou favoravelmente a uma lei que pretendia banir práticas de tortura no país.

Já Obama diz claramente que a guerra do iraque foi um erro e os soldados americanos devem voltar a casa. Diz também que vai acabar com Guantanamo. Vai restaurar o Habeas Corpus. E, focando uma questão recente, entre todos os candidatos, é aquele que mais facilmente parece disposto a levantar o embargo a Cuba. Ora, quando McCain vem com o discurso de que o estado americano não deve decidir pelos cidadãos americanos como é que estes devem levar a sua vida, não fará sentido deixar qualquer cidadão americano que queira ter relações comerciais com Cuba possa fazê-lo? E se os cidadãos sabem melhor do que o estado como governar as suas vidas, faz sentido forçar os americanos a contribuirem financeiramente com os seus impostos para uma guerra que neste momento a maioria não pretende manter? Obama é um socialista, mas McCain também não é nenhum liberal - esse era Ron Paul, e foi fácil verificar como o partido republicano o tratou: praticamente corrido a pontapé, mesmo as minimas percentagens que teve nas eleições foram maioritariamente baseadas no voto dos independentes. É neste partido republicano que a direita liberal quer acreditar? Eu não... que ganhe o partido democrata, que ganhe Obama.
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publicado por Jorge A. às 23:31
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Awesome!


A publicidade no seu melhor.
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publicado por Jorge A. às 13:53
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Politicamente Correcto

Vem este tópico a propósito deste post do Quintarantino e do comentário que por aqui deixou. Comecemos por dar razão ao Quintarantino num aspecto, os americanos são politicamente correctos na questão da raça. Convém é recordar algumas razões históricas na origem de tal correcção: guerra civil Americana, ku klux klan e o movimento pelos direitos civis dos afro-americanos (perdoa-me o recurso á expressão politicamente correcta, caro quintarantino). Passemos então à divagação em torno do tema que aborda o Quintarantino.

Obama, o "afro-americano", é diferente dos outros. Sobre um dos momentos históricos (o qual não consigo precisar) no movimento pelos direitos civis dos "afro-americanos", alguém terá dito a Obama, um grande dia para os afro-americanos, ao que Obama terá respondido, um grande dia para os americanos. É esta a força de Obama, alguém que salta por cima do velho conceitos de raça - e não há nada mais assustador para o politicamente correcto que este pulo de conceitos. Quando o Quintarantino pergunta se pode dizer que o reverendo Jackson é preto, pode concerteza, e Obama nunca deixou de se afirmar como preto, mas a questão da raça é residual (recordo no inicio da campanha que Obama tinha de lidar com a questão de não ser black enough para os restantes "afro-americanos", daí que Clinton liderasse nas sondagens entre este grupo de forma destacada - ou seja, a base inicial de apoio de Obama nunca foram os negros) - Obama não se restringe ao grupo dos negros, ou dos "afro-americanos", é alguém que está acima dessas divisões - que outro efeito pode ser dado à expressão politicamente correcta de "afro-americano", do que se não o de introduzir num determinado grupo determinado individuo? E esse foi precisamente o erro de Bill Clinton quando pretendeu reduzir Obama ao seu grupinho dos "afro-americanos", ou ao grupinho do reverendo Jackson preto... a resposta dos negros foi das mais politicamente incorrectas que assisti nos últimos tempos: que se f*da o suposto primeiro presidente negro da américa e que tanto fez por nós, mas vamos é torcer pelo Obama. Não porque Obama seja "afro-americano", mas exactamente para provar que eles não se reduzem a isso.

Nesse sentido, Obama prepara-se para fazer com os negros (pretos, "afro-americanos", o que preferir) aquilo que Kennedy fez com os católicos - colocá-los num patamar de igualdade para com os outros, e assim matar pouco a pouco a necessidade do politicamente correcto (fará sentido manter, por exemplo, as práticas de discriminação positiva em relação aos "afro-americanos" nos EUA? Não me parece... e mais cedo ou mais tarde tenderão a acabar).

Por fim, e agora numa referência mais concreta ao texto do Quintarantino, quando este pergunta se por achar que um homossexual, só por o ser, não tem que ter mais direitos que qualquer outro, será um atrasado mental. É óbvio que não, mas espero que não ache que um homossexual neste preciso momento, na nossa sociedade, tem mais direitos que qualquer outro - nesse caso, aí sim, poderia não ser um atrasado mental, mas estaria mal informado - penso eu de que...
publicado por Jorge A. às 23:00
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President...

President Tom Beck







President David Palmer









President Barack Obama









Inspirado ligeiramente por isto.
publicado por Jorge A. às 21:38
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Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Memórias Televisivas

Ainda está em fase de montagem, mas esta é uma primeira amostra (e escusado será dizer que é um apanhado das séries da minha vida - sim, bem sei, a winehouse no fim não tem nada a ver...).

PS: inspirado por isto.
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publicado por Jorge A. às 19:06
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Kosovo

Seguindo a vontade de cerca de 90% da população de 2 milhões de habitantes, acaba de ser proclamada pelo parlamento local a declaração de independência do Kosovo. O Henrique Raposo diz que dar a independência ao Kosovo é pior do que um crime. É um erro político. Que nos vais custar muito caro. Eu cá não posso estar mais em desacordo. Um erro seria ir contra a vontade da maioria do povo - tão simples quanto isso. O raciocinio do Henrique é o mesmo que leva o ministro dos negócios estrangeiros português a não receber o Dalai Lama, ou o mesmo que leva poucos a condenarem a Rússia pelo questão tchechena tal como a Rússia devia ser condenada. Os bascos em Espanha? Sim, mas há uma maioria basca a procurar a independência de Espanha? Não me parece... e muito menos de 9 em cada 10. Submeter a vontade da população a decisões politicas estratégicas é que me cheira sempre a erro.
publicado por Jorge A. às 14:06
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Out of Control


Já está visto. Não brilhante, mas acima da média (é notória a paixão do realizador pela história retratada, diga-se que o homem hipotecou a casa para financiar a produção do filme). E também já vi este. Nada de especial.
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publicado por Jorge A. às 23:29
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Obamentum

PRINCETON, NJ -- For several days, nationwide Democratic voters' preferences have been shifting toward Barack Obama in Gallup Poll Daily election tracking. Now, the Illinois senator enjoys his first statistically significant lead, 49% to 42%, over Hillary Clinton, according to the Feb. 13-15 results. Additionally, the 49% support for Obama represents the high point for him in the daily tracking program.
E aparece pela primeira vez à frente no conjunto de sondagens consideradas pelo Pollster.
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publicado por Jorge A. às 20:41
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Nostalgia


É só começar a ouvir os primeiros acordes da música de John Williams do Indiana Jones e uma série de recordações vem à memória. A expectativa é que Steven Spielberg não tenha feito asneira com uma das melhores triologias que a história do cinema jamais conheceu. Aguarda-se com ansiedade.
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publicado por Jorge A. às 19:17
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She Deserves It

And to think, just a few days prior, Winehouse had been admitted to rehab after that infamous crack-smoking video. To make matters worse, she couldn't get a visa. Instead of getting her chance to shine on the Grammy stage, she was forced to do a 4 am gig in London at a small club via satellite. The Grammys had been hyping her set as "the performance we've all been waiting for" throughout the night. The hype seemed ominous: would the notoriously erratic Winehouse fall on her face, as she infamously did at the MTV Europe Awards? But Amy didn't let us down. When she always sings live, she sings raw; she doesn't just imitate her recordings. Last night, she undertook a "Oh no you di-int" stance, staring down the camera and rolling her neck like a ghetto diva. But she also looked genuinely happy and alive - playful, sarcastic, and every bit a rock star. She was confident enough to have fun with "You Know I'm No Good" and "Rehab," jokingly lowering her voice, pulling up her skirt, and giving Tina Turner and Beyoncé a considerable run for their money in the energy department.

And her little comment at the end? "This for London cuz Camden Town is burning down." Instant classic. (It was a reference to the massive fire over the weekend in Camden that burned down Amy's hangout joint, The Hawley Arms.) Let the post-Grammy bounce begin. She deserves it.
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publicado por Jorge A. às 19:13
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A Triologia Perfeita

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publicado por Jorge A. às 18:50
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Filmes da Minha Vida de Adolescente VII

Police Academy (Academia de Policia)
publicado por Jorge A. às 23:09
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Head or No Head? That's the Question...

"At a minimum, a head of state should have a head", esta terá sido a frase proferida por Vladimir Putin a propósito de Hillary Clinton na sequência desta ter dito que este "doesn't have a soul". A Hillary é tão boa que até me faz encontrar pontos de concordância com o tiranete russo.

Entretanto, Andrew Sullivan tem mais um texto arrasador para certa direita e para a ignorância da mesma (e que me leva a mim, que sou de direita, a cada vez ter menos pena do que acontece pelos lados da direita norte-americana):

What people fail to understand is that in politics, words are also substance. The ability to inspire people is not inherently a dangerous phenomenon. It is sometimes critical to effective governance. Conservatives used to understand this. Perhaps Churchill's greatest actual weapon was the English language. It did things no bureaucrat, soldier, armament, or policy could do. The core of Ronald Reagan's success was his rhetorical ability to reach over the heads of the Washington process to the people who can force Washington to change: the American people. And I don't recall conservatives decrying the rhetoric of hope reacting to George W. Bush's inspired speeches after 9/11.

Look: flim-flam and emotional hysteria are dangerous things. There are moments when Obama's rhetoric gets the better of his common sense. But the record shows that he also does have common sense - more common sense than Charles Krauthammer or me when it came to predicting the practical consequences of an Iraq occupation. And if a potential president has a head on his shoulders and is able to inspire millions, what on earth is wrong with that?
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publicado por Jorge A. às 21:09
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Ah! Ganda Beyonce...

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publicado por Jorge A. às 21:05
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