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Despertar da Mente

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

"Democracy and socialism have nothing in common but one word, equality. But notice the difference: while democracy seeks equality in liberty, socialism seeks equality in restraint and servitude." Alexis de Tocqueville

Despertar da Mente

17
Jun07

Noticias da Relva

Jorge A.

Na relva do Queen's Club Championships (Artois Championship) há um tipo que dá pelo nome de Mahut que está a dar nas vistas. Derrotou Rafael Nadal nos quartos-de-final, e agora está a dar luta a Andy Rodick na final. Este post também serve para dizer que ao longo de toda a época de ténis, só há 6 torneios de relva no circuito profissional masculino: Queen's; Halle Open; Nottingham; Ordina Open; Campbell's Hall of Fame Championship; e como é óbvio, Wimbledon. Dos nove torneios que constituem o Masters Series (os mais importantes logo a seguir aos do grand slam) nenhum deles é em relva. Seis são em hard court e 3 em terra batida. Lá para 2009, com a mudança de regras instituida pela ATP, o Masters passará de 9 para 8 torneios - e presume-se que dos 8 torneios, serão todos em hard court, à excepção do Masters de Roma (terra batida). De certa forma isto tudo vem de encontro a isto.

Para além disso, na relva norte americana de Oakmont, Pennsylvania, USA, também se passa isto. A única coisa que interessa é se o Federer do golf, Tiger Woods, vai a caminho do 13º grand slam. Lá para 2008 logo se vê quem ganha este prémio.

15
Jun07

PJ Norah Björk Cave

Jorge A.
What Am I To You


"Simple Music to Simple People [...] Sometimes I Listen to PJ Harvey"

"A Very Unique Sound"

I Can't Get no Satisfaction


La la la la la
La la la la lee
A little bird lit down on Henry Lee
15
Jun07

História em Imagens

Jorge A.

1947 (
Resolução 181 da Assembleia Geral da ONU)

Se no ínicio do ano de 2005 - pouco após a morte de Arafat - me dizessem que o que sucede hoje poderia acontecer, eu não acreditava.

Hamas seizes control in Gaza, ousting Fatah

On its first day in full control in Gaza, Hamas on Friday both mocked and reached out to its defeated Fatah rivals, offering them amnesty but also rifling through President Mahmoud Abbas's bedroom, stripping a former Gaza strongman's home down to the flowerpots and throwing a Fatah gunman off a rooftop.

U.S. considers accepting Hamas takeover of Gaza

Among Middle East experts, the possibility of trying to establish a diplomatic separation between Gaza and the West Bank and lavishing benefits on the West Bank - an idea that seemed remote a week ago - is now being discussed.

15
Jun07

We move like cagey tigers

Jorge A.
Por inspiração do Ega, que caracteriza a jovem Katie Melua como um regalo, ora cá vai um dueto entre a Katie Melua e o Jamie Collum - dueto este que só vem comprovar que os bons artistas funcionam como imans uns com os outros - com a genial canção Love Cats.

So wonderfully wonderfully wonderfully
Wonderfully pretty!
You know that I'd do anything for you
We should have each other for dinner
We should have each other with cream
Then curl up by the fire
Get up for awhile
It's the grooviest thing
It's the perfect dream
14
Jun07

Blame Israel

Jorge A.
Diz o caro Daniel Oliveira num post sugestivo com o titulo de receita para uma guerra civil:

Retire ao governo democraticamente eleito o dinheiro dos impostos, impeça-o de pagar salários às forças de segurança garantindo a ausência de qualquer autoridade pública e pondo o poder na rua; boicote toda a economia, destruindo a classe média; impeça os serviços públicos de funcionar criando a raiva popular; prenda os deputados eleitos tornando a democracia numa farsa e mostrando ao povo e aos eleitos a sua inutilidade. Depois de misturar estes condimentos acrescente armas q.b. à oposição. Feche este composto de forma hermética, não permitindo qualquer contacto com o exterior. Por fim ponha ao lume e mostre ao Mundo como este prato é veneno.
Só falta ao Daniel Oliveira explicar que também foi Israel quem democraticamente escolheu para a liderança do povo palestiniano o Hamas - um grupo terrorista armado que nunca reconheceu o direito de existência a Israel - pequenos pormenores. Tal como é um pequeno pormenor que o Hamas aparece armado dos pés à cabeça e não foi por certo armado pelo governo israelita ou americano. O Daniel também parece chatear-se com o facto de palestinianos eleitos democraticamente pelo seu povo estarem presos nas cadeias de Israel, diz que é uma forma de tornar a democracia numa farsa - ora, tenho cá para mim, que uma farsa seria os cidadãos só por serem democraticamente eleitos não serem responsabilizados pelos seus actos. Transformar a democracia numa farsa é não responsabilizar os cidadãos pelas escolhas que fazem democraticamente. Ao escolherem um partido como o Hamas a maioria dos palestinianos escolheram a via da confrontação à da negociação - os dirigentes do Hamas, presos pelos israelitas são apenas um reflexo dessa escolha. Mas à falta do Canadá, Blame Israel...

14
Jun07

Too Much Work

Jorge A.
Se não vos disse, vou vos dizer agora. Embora escreva este post por volta da meia noite e meia tenho os olhos cansados, estou mais morto que vivo - prestes a cair na cama e a dormir até às 08:10 em ponto, sem pestanejar, hora essa a que invariavelmente o alarme do telemóvel começa a tocar, anunciando o despertar de mais um mother fucking day. Toca a acordar, levantar, tomar banho, vestir, beber o café, ir pró trabalho. Hoje foi um daqueles dia em que se podesse saltar no tempo, este não escapava ao pulo. O que vale é que tenho sempre a Norah Jones (o video com o Keith Richards mais abaixo dá vontade de chorar) para me acompanhar nestes momentos de descompressão do final da noite. Amanhã de manhã volto à Rihanna, uma tipa que é boa para car*lho, mas que não canta peva - mas o que se há de fazer, eu sou um tipo que ouve demasiado a Cidade FM (rádio essa que invariavelmente só toca Rihanna, Beyonce, Nelly Furtado, Justin Timberlake, Shakira e meia dúzia de músicas portuguesas a que são obrigados por lei). From each according to his ability, to each according to his need. Até amanhã, camaradas.


12
Jun07

Fonte de Informação II

Jorge A.
Blair backs new online journalism regulator

But he had particularly harsh words for non-traditional media outlets, particularly the internet."It used to be thought - and I include myself in this - that help was on the horizon," he said."New forms of communication would provide new outlets to by-pass the increasingly shrill tenor of the traditional media.

"In fact, the new forms can be even more pernicious, less balanced, more intent on the latest conspiracy theory multiplied by five."
Nem a propósito do meu post anterior. O que está em causa no discurso politico é o simples e puro controlo da informação - não é necessariamente a falta de parcialidade - e de verdade da mesma. O jornalismo de sarjeta que Santos Silva refere é aquele que foge à norma, e não aquele que é mal elaborado - sobre a falta de imparcialidade dos canais generalistas a respeito da cobertura da greve, por exemplo, será impensável ouvir uma palavrinha que seja de critica do ministro Santos Silva. A imparcialidade da informação dada é apenas a justificação que utilizam para justificar a intervenção do poder politico na mesma - em prol de uma suposta defesa da sociedade, que na prática não passa de uma defesa dos interesses dos politicos. Quanto mais o politico em causa é produto dos media, mais controlo tende a querer exercer sobre o meio.

O politico age como o Big Brother que procura encaminhar o cidadão comum rumo à verdade dos factos, quando na prática o que o Big Brother quer é manter a sua posição de grande irmão de todo e cada um de nós. Sem o grande irmão não passaremos. Curiosa esta posição que toma o cidadão comum como incapaz de analisar a parcialidade ou imparcialidade dos factos noticiados, mas capaz de por sí eleger o governo do país. A mesma pessoa que não tem capacidade para analisar uma noticia - ainda para mais na internet onde, como refiro no post anterior, existe um vasto conjunto de ideias e pontos de vista disponiveis - tem a capacidade para analisar vários programas de governo e decidir qual o melhor partido para governá-la.

Não fosse o facto dos partidos terem já assimilado a noção de que as campanhas ganham-se com a imagem e não com as ideias, e a situação seria diferente. Quando os partidos deixam de lutar por ideias - e tudo passa a ser um jogo coca-cola vs pepsi-cola - o sistema desvanece. Quanto mais cedo as pessoas perceberem que pouco precisam dos politicos para governarem as suas vidas, mais cedo isto anda para a frente. Por enquanto, é uma batalha diária contra a intromissão do estado nas nossas vidas. And all that matters is good look.
11
Jun07

Fonte de Informação

Jorge A.
De um universo total de 8749 inquiridos, mais de metade dos entrevistados dos sete países explicou que não lê jornais por falta de tempo, enquanto dois em cada cinco entrevistados admitiram ser mais fácil e rápido ler notícias via Internet.

A pouca relevância dos conteúdos informativos em relação ao dia-a-dia e a prática de um jornalismo tendencioso foram outras das razões mencionadas pelos entrevistados para justificar o afastamento dos jornais.

O que está em causa não é só a invasão da internet no mercado dos jornais, mas também a intromissão da internet no poder mediático da televisão. Ao contrário da imprensa tradicional e das televisões generalistas que tendem a apresentar uma leitura dos factos muito próxima da opinião dominante - que por norma é também ela uma opinião moderada, não dada a extremos - a opinião de cada um de nós, enquanto individuos, raramente coincide com a opinião dominante.

Ora, a grande vantagem da internet sobre os jornais e sobre as televisões no que diz respeito à informação, é permitir a cada utilizador praticar um mix de acesso a fontes de informação - o que permite a confrontação de fontes e abordagens noticiosas - e mais do que isso, permite em muitos casos tornarmo-nos nós próprios comentadores das noticias e confrontar a nossa opinião com a de outros (com particular relevo para a blogosfera). Nesse aspecto, nem considero importante o factor da tendenciosidade da informação como um factor preponderante de afastamento das pessoas dos meios tradicionais de acesso à informação - nem me parece razoável pressumir que as pessoas na internet procurem noticias não tendenciosas - o que procurarão certamente é meios noticiosos com tendência a favorecerem a sua visão do mundo. E ao contrário dos generalistas, que tendem a tender para o centro - o que num país com 10 milhões de habitantes como Portugal leva-nos irremediavelmente para linhas editorias semelhantes em todos os orgãos de informação - na internet eu consigo criar um mix de fontes informativas que me permitem aceder, na maior parte das vezes, à informação a que eu dou maior relevância, e mais do que isso, a uma informação apresentada sobre um ponto de vista próximo do meu.

É desta possibilidade de aceder a informação dada do meu ponto de vista, e ao mesmo tempo, da possibilidade de confrontar a minha visão com o ponto de vista contrário, que a internet informa mais, melhor, e sobretudo, força-nos a questionar as nossas certezas sobre o mundo e a visão que fazemos dele.

10
Jun07

Vale o que vale

Jorge A.
Ora bem, a estratégia foi a seguinte. Pegar na lista dos 40 greatest players of the tennis era - e dos 40, só ter em conta os primeiros vinte. Depois foi verificar quantos titulos cada um tinha ganho nos 4 diferentes torneios do grand slam - fazendo notar a contabilização separada de titulos obtidos na open era. Desta escolha de 20 tenistas, só 4 é que nunca ganharam em Wimbledon (Lendl, Seles, Wilander e Rosewall); só 1 nunca ganhou no US Open (Borg); só 1 é que não ganhou o Australian Open (mais uma vez, Borg... dois se contarmos com Billie Jean King, que nunca ganhou na Australia durante a open era); e 7 que nunca ganharam em Roland Garros (Sampras, Connors, McEnroe, Edberg, Newcombe, Becker, Federer). Outra curiosidade, é que dos 20 jogadores, 12 jogadores tem mais titulos em Wimbledon que em Roland Garros; 7 jogadores tem mais titulos em Roland Garros do que em Wimbledon; e apenas um - André Agassi - tem tantos titulos num torneio como no outro. Wimbledon é o torneio mais vezes ganho pelos campeões, Roland Garros é o mais dificil de ser ganho.
10
Jun07

A excepção francesa

Jorge A.

Maldito ano de 1928 em que a organização francesa de Roland Garros achou por bem colocar um piso de terra batida no estádio Philippe Chatrier. Que se f*da a diversidade... os 4 pisos deviam ser em relva. Roger Federer, Pete Sampras, Jimmy Connor, Boris Becker, Stefan Edberg, Martina Hingis, Lindsay Davenport nunca o ganharam... Agassi e Serena Williams apenas o ganharam uma vez.... e é óbvio que para uma tipa como Sharapova - que, quanto mais não fosse, pela beleza das pernas que a imagem acima documenta, merecia mais respeito - será extremamente dificil ganhar nesta m*rda de piso. Aliás, este torneio está para mim como a maior parte das partidas de futebol estão para boa parte das gajas, serviu para acompanhar as belas pernas de Ivanovic e Sharapova. Um torneio para esquecer.

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