Sábado, 14 de Abril de 2007

The Last King of Scotland

"His Excellency President for Life, Field Marshal Al Hadji Doctor Idi Amin, VC, DSO, MC, Lord of All the Beasts of the Earth and Fishes of the Sea, and Conqueror of the British Empire in Africa in General and Uganda in Particular"
O Último rei da Escócia é um bom filme com uma grande representação de Forest Whitaker. Normalmente, não gosto de considerar representações de personagens reais como merecedoras de óscares, dado que é relativamente mais fácil a um bom actor adaptar um papel real ao grande ecrã, do que iniciar de base a construção de uma personagem e dar-lhe aparência real. Nos últimos tempos a Academia tem sido particularmente sensível aos papéis que retratam personagens reais: June Carter, Ray Charles, a Rainha Elizabete II, Aileen Wuornos, Truman Capote, e Idi Amin. Para mim, nenhum destes óscares foi tão merecido quanto o de Forest Whitaker e do seu Idi Amin.
No que toca ao filme realmente dito, o mesmo começa por apresentar-nos Idi Amin como um grande líder, acabado de chegar ao poder, que conta com o apoio do seu povo. Isto leva um jovem estudante de medicina escocês - destacado para ajudar aqueles que realmente importam: o povo que sofre diariamente - a entusiasmar-se com a figura de Amin e com as suas promessas de modernização do Uganda. Amin promete um novo hospital central ao jovem Dr. Nicholas Garrigan, e alicia-lhe com a importância de tal projecto, capaz de trazer ao seu povo uma melhoria imensa das condições de saúde. Tal proporcionaria ao jovem Nicholas a hipótese de fazer mais por aquele povo em sofrimento, do que qualquer que fosse o seu trabalho no campo médico da pequena povoação onde exercia. A opção de pôr-se ao lado de Amin torna-se então irresistível.
Só a paixão recente pela médica Sarah Merrit, que teria de ser quebrada, põe dúvidas a Nicholas - nunca, mas mesmo nunca, as pessoas que ficariam sem a sua preciosa ajuda na pequena aldeia onde trabalhava são tidas em conta na sua decisão. Como Idi Amin uma vez sintetiza quando confrontado com a possibilidade de Nicholas não aceitar o cargo que este oferece: é "uma mulher" que bloqueia tudo. Mulher essa que é a primeira a alertar Nicholas para a inevitabilidade do que aí advém, quando relativamente a Idi Amin e ao apoio popular que este apresenta diz: "com o outro que lhe antecedeu foi o mesmo".
O resto do filme é um desenrolar de acontecimentos que levam Nicholas a aperceber-se da verdadeira face de Amin, um homem que foi responsável pela morte de aproximadamente 300 mil ugandeses.
O filme termina com o retrato do famoso sequestro de um avião da Air France por um grupo de palestinianos que procuravam com tal facto forçar o governo israelita a libertar prisioneiros da OLP (Organização para a Libertação da Palestina). Amin cedeu o aeroporto internacional de Entebbe para os terroristas aterrarem e daí o próprio Amin prestou-lhes auxilio - todos os que não eram israelitas ou judeus foram libertados, tendo os restantes ficado retidos. Tal sequestro foi terminado abruptamente com o ataque supresa dos comandos israelitas que libertaram todos os reféns, excepto quatro que acabaram mortos. Um dos reféns, Dora Bolch, encontrava-se, na altura do ataque dos israelitas, no hospital, e suspeita-se que tenha sido assassinada por ordem directa de Idi Amin.
É neste filme que mistura a ficção (a história de Nicholas) com a realidade (Idi Amin) que é feito um dos retratos mais cruéis aos regimes africanos, nomeadamente daqueles que vivem constantemente sobre os ombros de homens divinais, que falam muito em nome do povo, mas que a única coisa a que aspiram é ao poder supremo.
No entanto, nos últimos tempos, e sobre o continente africano, continuo a preferir o filme Hotel Rwanda, que dará amanhã na RTP às 22:30, e que recomendo a todos os que ainda não viram.
Nomeadamente porque Hotel Rwanda traduz outra história bem conhecida dos ocidentais. E leva-nos ao esquecimento a que o continente africano e os crimes que por lá se produzem tem sido sujeitos. Num mundo onde tudo centra-se no conflito israelo-palestiano, à guerra do Iraque, ao Irão, etc... é normal que ninguém faça protestos pelo que acontece em Darfur nos dias de hoje.
Idi Amin matou cerca de 300 mil pessoas. No Rwanda terão morrido entre 500 mil a 1 milhão de pessoas. No Sudão já lá vai em cerca de 400 mil pessoas mortas.
Mas as indignações e as manifestações de revolta, como tudo na vida, só estão voltadas para um lado. Para o lado onde se possam mandar as culpas para cima das costas largas dos americanos. Mesmo porque os problemas de África, na sua maioria, são originários dos processos colonizadores dos povos europeus - e longe destes, irem agora embrulhar-se na lama para resolverem os problemas por eles criados.
publicado por Jorge A. às 11:32
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Prometido

No fim de semana, para além do post prometido sobre o filme O Último Rei da Escócia a um dos leitores deste blog, tentarei também debruçar-me sobre esta excelente prosa do Ega. Para já, limito-me a dizer que o meu problema para com os homens de direito não é um problema global, mas reduz-se somente ao caso português (realçando porém que como em todos os casos, existem as suas excepções). É um facto o que o Ega diz de que o mal português não se restringe a uma classe, mas é um mal colectivo generalizado. Mas na minha opinião, nenhuma outra classe teve um papel tão preponderante na generalização desse mal do que se não os homens de direito e as suas leis - já agora recomento este e este post do Pedro Arroja, ambos excelentes.
Para quem duvida, dê um pulinho pela Assembleia da República Portuguesa, e veja qual o canudo da maior parte dos que por lá andam.
publicado por Jorge A. às 14:41
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007

Work

Trabalho... trabalho... trabalho...
Computador (mais uma vez) avariado...
Lá para o fim de semana este blog volta ao seu estado normal...

Por agora o máximo que posso postar (e do trabalho) é isto.

PS: força Benfica!!!
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publicado por Jorge A. às 16:43
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Terça-feira, 10 de Abril de 2007

Qual é coisa qual é ela, que antes de o ser já era?

Antigamente respondia-se a esta adivinha com a Pescada, mas acho que a partir de agora podemos passar a responder com o curso de Engenharia do Zé Sócrates:
Curriculum de Sócrates já incluia Licenciatura em Engenharia antes do curso na Independente.
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publicado por Jorge A. às 11:27
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Domingo, 8 de Abril de 2007

Beijinho bom...




A grande artista Sophie Ellis Bextor. A menina prepara-se para lançar novo álbum já em Maio: Trip de Light Fantastic. Espero que seja tão bom quanto o primeiro - visto que o segundo não foi lá grande coisa.



publicado por Jorge A. às 15:03
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Criticos

Eu até gosto dos criticos de cinema. Gosto de ler o que escrevem. Mas só após visionar o filme. Por uma vez ou outra atrevi-me a ler a critica antes de ter visto o filme - coisa da qual me arrependo sempre - e fico sempre com a impressão que a critica influenciou a minha leitura do filme. Ler depois de visionar é diferente, aí limito-me a confrontar a minha visão com a de outros - e como a minha visão já está formada, não é por encontrar uma opinião diferente que mudarei a minha própria opinião facilmente. Este conceito, aliás, o de analisar à priori, antes de nos confrontarmos com a opinião dos outros, devia ser regra em tudo o que nos acontece na vida... pena que assim não seja possível.
Mas escrevo estas palavras a propósito do filme 300. No Rotten Tomatoes que baseia a sua votação num apanhado global de todas as criticas feitas ao filme, o mesmo apresenta um rating de 61% - valor considerado baixo. No IMDB, onde o que conta é a votação do público em geral, o filme apresenta um rating de 8.0 (em 10, com 82008 votos) - valor considerado alto. No Cinecartaz verifico que com 276 votos o filme apresenta uma nota de 4,5 (em 5), já dos criticos do Público que até agora deram nota ao filme, o máximo que atinge são 2 estrelas (em 5).
Mas lendo as criticas ao filme percebe-se o porquê de tanto critico não gostar muito deste filme:
A salganhada de referências permite todas as leituras possíveis, sobretudo sobreposta à guerra do Iraque, à oposição Ocidente vs Islão, ao confronto entre Republicanos e Democratas, etc., etc., etc. Snyder sabe que está a brincar com o fogo com "300", tem consciência disso, mas onde termina a ingenuidade e começa a provocação, onde é que isto passa de "entertainment" descartável a filme sonso e ideologicamente equívoco e mesmo desprezível?

Pena que o público que vê o filme não leia as criticas antes. Aí perceberiam imediatamente que o filme procura fazer uma lavagem cerebral - e que é um autêntico produto de propaganda - e em vez de ter 8.0 no IMDB e 4,5 no Cinecartaz, teria para aí 40% de aprovação - algo semelhante com a aprovação que George W.Bush tem neste momento na América. O que vale é que as pessoas quando votam, não votam por motivos politicos... safa...

PS: entretanto já li a BD 300 na sua totalidade. E posso garantir que o filme retrata fielmente os 5 livros que a constituem. Há neste caso uma particularidade, o filme até pode representar tudo o que é dito acima, mas a BD foi publicada pela primeira vez em 1998. Nessa altura, temas como a guerra do Iraque, ou o Ocidente vs Islão, estavam tudo menos na moda... a guerra do Iraque então, ainda nem existia (mais ou menos)... isto não impede que o filme seja associado a esses temas, mas impede que a sua história tenha sido criada com esse propósito...

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publicado por Jorge A. às 03:07
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Sábado, 7 de Abril de 2007

Virgem Ofendida

Pedro Arroja tem vindo a recorrer a uma argumentação que sugere que parte das culpas pelo males a que este país é sujeito derivam da formação em Direito de muitos dos seus lideres - nomeadamente aqui e aqui. A classe sentiu-se ofendida. O Ega aqui parece ter sentido tal afirmação como uma ofensa, referindo imediatamente que o autor de tal argumentação era Pedro Arroja, um economista. O caminho estava preparado para a discussão direito vs economia. Agora é o Carlos Abreu Amorim que vem emitir a sua opinião. Quanto ao Ega, avisou que iria comentar tal opinião mais tarde, fico à espera caro Ega, mas se for para fazer recair a análise na vertente economistas versus advogados/juristas, digo que o caminho não é o correcto. O CAA foi por esse caminho, respondeu ao Pedro Arroja criticando os economistas. Ainda por cima, parece que não leu correctamente o post do Pedro Arroja, pois a certa altura diz (em letra miudinha, vá-se lá saber porquê):
já agora, seria bom que o adorador de Oliveira Salazar, várias vezes assim confessado, o dr. Pedro Arroja, se recordasse que este era jurista e professor de direito -apenas a título de alguma réstea de coerência intelectual

Eu diria mais, era bom que, apenas a titulo de alguma réstea de coerência intelectual, que o dr. Carlos Amorim lesse os posts do Pedro Arroja antes de comentá-los, é que neste seu post Pedro Arroja afirma:

Assim, por exemplo, durante o século XX, aquilo que uniu os ditadores quegovernaram Portugal, ou ambicionaram governá-lo - como Salazar, Marcello Caetano, Álvaro Cunhal, ou mesmo Afonso Costa - não foi o seu catolicismo, mas o facto de serem todos formados em Direito.

Não comentando especificamente o que diz Pedro Arroja, é minha convicção que os homens do direito foram em grande parte responsáveis pelo atraso económico do pais. Nos tempos mais próximos basta atentar à nossa Constituição, que constitui um dos principais entraves à evolução do pais. Mas o problema não está só na nossa Constituição, estás nas nossas instituições e nas leis que as regulam. Recomendo vivamente: Law and Finance: Why does Legal Origin Matters.
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publicado por Jorge A. às 22:17
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Chutar para a frente


José Pacheco Pereira no Abrupto:
Quem não quer que haja referendo sobre a chamada Constituição Europeia não quer democracia na União Europeia. Tão simples e tão grave como isto. Parece, a julgar pelo Expresso, ser o caso de Durão Barroso que está a pressionar o governo para romper com o compromisso referendário do PS e do PSD.

Paulo Gorjão no Bloguitica:
Eis uma pequena amostra da linha de argumentação que nos poderão querer vender em breve: caros portugueses, afinal não será necessário submeter a referendo o texto do tratado em (re)negociação porque, na realidade, tudo não passa de questões técnicas e de simples fórmulas de funcionamento.

E qual é a novidade deste desenvolvimento face à "Nova" Constituição Europeia? Pouca ou nenhuma. Afinal de contas, as coisas sempre foram assim - porque haveriam de mudar? Da mesma forma que nunca submeteram o Tratado de Maastricht à aprovação dos portugueses, e por essa via, aderimos ao Euro sem qualquer consulta referendária aos portugueses, os governantes não vêem nenhum motivo de interesse em levar o novo projecto europeu à discussão pública - o risco é grande, e eles, como sempre, não querem correr o risco de constatarem que o povo não está do seu lado - embora depois - mesmo que a resposta do povo ao novo projecto seja negativa - sempre se ensaiem as respostas do costume: é um voto de descontentamento com a situação interna - pois claro, com a UE todos tem de andar satisfeitos.

Em Portugal o espirito critico é pouco. O considerar que os governantes decidem melhor por nós do que nós decidimos por nós mesmos há muito que é regra generalizada na cabeça de grande parte do povo português - isto apesar de recorrentemente falarem mal daqueles que os governam. O governo também ajuda, o programa curricular do ensino secundário é pró-União Europeia - não favorece praticamente em nada o espirito critico em relação ao projecto europeu - procura levar-nos a aceitar a UE como um dado certo. As poucas questões que coloca na cabeça dos jovens estudantes é como vai a UE evoluir, em que sentido deveremos caminhar, mas nada diz sobre o processo evolutivo já caminhado. E o não questionar o que já se fez, é o primeiro passo para não questionar o que aí vem.
publicado por Jorge A. às 13:37
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A 100 metros de distância

Luis Filipe Vieira vem inaugurar a casa do Benfica de Lagoa. A Casa do Benfica dista só 100 metros da minha casa, podem imaginar a confusão que por aqui vai. É só pessoas que nunca vi na minha vida a procurar estacionamento e a perguntarem onde fica a casa do Benfica. Até o presidente da Câmara deu-se ao trabalho de vir à inauguração.
Bem, cá por mim, fico por casa...
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publicado por Jorge A. às 12:39
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2007

Porque hoje é Sexta-Feira (Santa)...

Elisha Cuthbert - a menina da série 24
Muito religiosa...
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publicado por Jorge A. às 14:57
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E alguém compra?

PSD vai propor privatização da RTP

Os custos elevados e a semelhança de conteúdos com os outros canais generalistas são os argumentos do PSD para defender a privatização do canal 1 da RTP, que, segundo os sociais-democratas, custa 75 euros por ano a cada família.
(...)
"Temos de definir o perímetro do serviço público", referiu Agostinho Branquinho, considerando que "não faz qualquer sentido que a RTPN seja serviço público", quando "em nada é diferente da SIC Notícias".
"A RTPN é paga pelos portugueses três vezes: através da taxa de audiovisual, com os impostos e ainda no pacote que os consumidores contratualizam com as empresas de cabo", acrescentou.
A RTPN em nada é diferente da SIC Noticias? Nada mais errado. É muito diferente... para pior.
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publicado por Jorge A. às 14:10
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Praga Moderna

Diz Vicente Jorge Silva:
Muito antes do descalabro da Universidade Independente e das notícias dos jornais, já o currículo de Sócrates era maldosamente referido na blogosfera, essa outra praga moderna que escapa ao controlo dos poderes públicos
Convém ler o post "Como o tempo passa" do Daniel Oliveira.
O gafanhoto Vicente Jorge Silva anda chateado com o facto de ter de partilhar o espaço público com mais gafanhotos... é a vida.
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publicado por Jorge A. às 01:20
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Categoria Mundial

The referee then played a notable part in proceedings, showing AZ's Grétar Steinsson a second yellow card and then a red before, after consulting with his assistant, rescinding the sending-off and allowing the right-back to stay on the pitch.
O árbitro português Olegário Benquerença apitou o AZ Alkmaar - Werder Bremen. A páginas tantas tratou de relembrar à UEFA como vai a arbitragem por este pais que é Portugal. Mostrou um amarelo a um jogador, seguido de vermelho... ups... afinal de contas era o primeiro amarelo que o jogador via... teve de voltar atrás com a expulsão... isto na versão RTP. Na versão do site da UEFA, dá a entender que expulsou o jogador, e depois ouvindo a versão do árbitro auxiliar voltou com a palavra atrás. Um verdadeiro árbitro português...
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publicado por Jorge A. às 00:21
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Quinta-feira, 5 de Abril de 2007

Exemplos que vem de cima...

«Boro» multa Boateng por ameaçar Ronaldo
«Um dia alguém vai lesioná-lo com gravidade, obrigando-o a ficar afastado por muito tempo». A ameaça de Boateng a Cristiano Ronaldo saiu cara ao jogador do Middlesbrough, condenado pelo clube ao pagamento de uma multa.
Dá que pensar em relação ao futebol português, não dá?
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publicado por Jorge A. às 12:35
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O Sócrates que me telefone e eu calo-me

"Os blogs são uma vergonha" (via Arrastão - mais logo até parece que sou um apoiante do Daniel Oliveira - mas o homem anda inspirado, o que querem que eu faça?) - disse o Procurador Geral da República... mas eu até lhe dou um desconto, afinal de contas o homem é um infoexcluido.



E pior que isso, os blogs devem estar cheios de jornalismo de sarjeta:
O que é o jornalismo de sarjeta? É o jornalismo de que não gosta Augusto Santos Silva. Como sair dessa sarjeta? Agradando a Augusto Santos Silva. Claro como água, azul como o lápis.

E o pior dos blogs é que, por enquanto, ainda não estão sujeitos ao controlo apertado da ERC (a tal entidade reguladora para a comunicação social, "supostamente" independente)... e são muitos; pluralistas; livres; e muitas vezes, anti-sistema. E mais que tudo, José Sócrates não tem saldo suficiente no telemóvel para poder contactar-nos a todos, bloggers deste belo país.
PS: como é que se "traz" um blog? Qualquer dia gostaria de ver esta pergunta respondida pelo Procurador Geral da República.
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publicado por Jorge A. às 01:24
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Money Money Money

With $25 million, Obama nears Clinton in campaign cash

Hilary Clinton que se cuide, na primeira batalha ganhou por pouco, num campo onde todos já esperavam que fosse a candidata mais forte dos que estão no terreno. Ainda para mais, Obama garante que do dinheiro acumulado, $23,5 milhões podem já ser usados na corrida das primárias - Hilary arrecadou no total $26 milhões de dólares, mas ainda não revelou quanto deste dinheiro pode ser destinado à campanha das primárias. Nos EUA, cada contribuidor está limitado a uma doação não superior a $2300 para a campanha das primárias. Este valor pode duplicar, mas em tal caso, o remanescente só pode ser usado na campanha geral para a presidência. A avaliar por estes resultados, Obama anda a pisar os calcanhares da senhora Clinton.
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publicado por Jorge A. às 00:01
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2007

É preciso ler os estudos

Estudo diz que não houve nenhum diplomado no curso de Sócrates em 1996

E o governo anda desnorteado com as noticias, leia-se a caixinha que acompanha a noticia:

A explicação do Governo

O gabinete do ministro do Ensino Superior, contactado pelo PÚBLICO, afirmou que os dados do relatório do OCES quanto ao número anual de licenciados não incluem, “para qualquer dos cursos, os alunos que, tendo ingressado por transferência, tenham concluído a licenciatura através de um plano de estudos fixado na sequência de um processo de equivalência”. Este critério não está, contudo, explicado no relatório — antes pelo contrário. Na introdução do documento, onde se explica o âmbito do estudo, concretiza-se que as estatísticas se referem “ao grau de licenciado, obtido através de diferentes percursos académicos”. A explicação do Ministério do Ensino Superior parece também ser contraditória com o facto de, na própria UnI, nos cursos de Ciências da Comunicação e Relações Internacionais, serem indicados no relatório como diplomados, logo em 1996, dezenas de alunos que ali ingressaram por transferência.
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publicado por Jorge A. às 23:41
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Rir é o melhor remédio

(via Arrastão)

Pelo que diz o Daniel Oliveira, o cartaz foi colocado hoje à noite junto do cartaz do PNR que deu tanta polémica nos últimos tempos. Melhor resposta era impossível.
Cartaz original do PNR aqui.
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publicado por Jorge A. às 23:18
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Violência

Recomendo vivamente: Futebol = Complacência = Violência, de José Pacheco Pereira. A prosa começa assim:
Mais um jogo de futebol, mais violência pública, mais o encolher de ombros da complacência com a violência se for devida ao futebol – eis a nossa excelente combinação de factores.
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publicado por Jorge A. às 23:12
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Pós-graduação com MBA

O autor do blog Do Portugal Profundo merece um prémio de serviço público. Aconselho uma visita ao último post do António Caldeira. Destaco:
Ora, José Sócrates terá apenas concluído a parte curricular do MBA (Master of Business Administration ou Mestrado em Gestão de Empresas) do ISCTE - falta-lhe elaborar, apresentar e ser aprovado na dissertação (tese) de mestrado... Assim, não tem o MBA.
Este curriculum vitae do nosso zé sócrates começa a aproximar-se do ridiculo - não tarda, estaremos a descobrir que o homem é formado em Harvard.
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publicado por Jorge A. às 22:32
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Multiculturalismo q.b.

A ler este post do Rodrigo Adão da Fonseca, em resposta a este outro post do Daniel Oliveira.
O que sei é que é um enorme erro não termos consciência que a essência da ameaça que o Ocidente (enquanto noção cultural) enfrenta assenta no facto de certo Islão não aceitar o nosso modo de vida e os traços fundamentais da nossa cultura, procurando por vezes impor num espaço, que por direito de cidadania começa a ser também, culturalmente, ‘não-europeu’, valores que consensualmente (ainda) não partilhamos. Há, certamente, que ‘fazer pontes para o outro’. É importante, porém, que o ‘Outro’ não seja, com em Cruzeiro Seixas, o lado negro da existência, sombras com luz própria que brilham e se iluminam nas Trevas.
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publicado por Jorge A. às 22:24
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Tás na boa

Estes tipos são mesmo muito bons (a mais recente, e a minha favorita)...


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publicado por Jorge A. às 01:35
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