Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Explosiva

A situação é tão explosiva que até o dirigente socialista governador do Banco de Portugal, Vitor Constâncio, descobriu agora que a consolidação orçamental tem de começar já em 2010. Engraçado, julgo que há não muito tempo a história contada pelo querido governador era outra.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Desejos para 2010 (10 de 10)

Que não terminemos o próximo ano com técnicos estrangeiros a gerir a política económica nacional. Embora seja certo que terminaremos o ano com menos empresas em mãos nacionais – quando existe o défice na balança de pagamentos constante que caracteriza a nossa economia, o que os estrangeiros fazem é ficar com os nossos anéis. Que não nos levem os dedos.

publicado por Jorge Assunção às 21:00
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009

Desejos para 2010 (6 de 10)

Que o contribuinte não meta nem mais um tostão em empresas falidas, mal geridas e que prestam um péssimo serviço. Sejam essas empresas o BPN, a RTP ou a TAP.

publicado por Jorge Assunção às 21:00
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Atrasos que passam em branco

O PSD apresentou o programa mínusculo tarde e a más horas. Choveram criticas de todos os lados. As criticas eram justas, mas, convenhamos, o documento em causa, mesmo em caso de vitória do PSD, era acessório para a boa governação do país. Já o Orçamento do Estado é elemento essencial. Mas agora ninguém tem pressa. O PS, com a desculpa das eleições, muito embora o ministro das finanças seja o mesmo, anunciou que só vai apresentar o Orçamento de Estado entre 18 e 22 de Janeiro. Recorde-se que este ano, por essa altura, já o governo apresentava o primeiro orçamento rectificativo. Mas, enfim, terceira semana de Janeiro? Who cares? Toca mas é a discutir o casamento homossexual.

publicado por Jorge Assunção às 14:00
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Desejos para 2010 (1 de 10)

Que José Sócrates deixe de ser primeiro-ministro do país e que Passos Coelho nunca chegue à liderança do PSD.

publicado por Jorge Assunção às 21:00
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Criminalidade e imigração

Não existem dúvidas que alguns fenómenos sociais que surgiram no nosso país recentemente terão origem nos imigrantes de leste. A comunicação social tem dado conta de alguns crimes a que não estávamos habituados e, especialmente no que toca a assaltos à mão armada a moradias de residentes estrangeiros no Algarve, a coisa pode tornar-se preocupante (muito mais do que os assaltos a carrinhas de transporte de valores). É que se perguntarem aos povos da Europa do norte e central porque vêm passar o período final das suas vidas no Algarve, a maioria não deixará de referir a segurança. E eu, apesar de encarar com bons olhos toda e qualquer imigração, antes prefiro os imigrantes e turistas da Europa central e do norte do que os imigrantes pé descalço do leste (a propósito, um dos fenómenos sociais que chegou ao Algarve com os imigrantes do leste, sobretudo os romenos, foi o dos pedintes amontoados em tudo quanto era semáforo na Nacional 125). É que não tarda, sejamos descuidados, e até no que toca à imigração, ficamos apenas com o pior que a Europa tem a oferecer.

publicado por Jorge Assunção às 14:00
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Cavaco Silva

"A minha atenção está noutros problemas, no desemprego do país, no endividamento do país, no desequilíbrio das contas públicas, na falta de produtividade e de competitividade do nosso país"

 

O Presidente da República, segundo ilustres socialistas, os mesmos que há muito tempo procuram provocar um choque institucional com o actual presidente para desviar a atenção dos assuntos que interessam ao país e ajudar no lançamento do candidato da sua área para o cargo em causa (até porque, como sabemos, para certa gente, a PR era tida como monopólio da esquerda), não devia ter expresso a opinião em causa. Percebe-se. Já toda a gente percebeu. Para os socialistas, uma vez que as suas políticas resultaram no que se conhece, é urgente desviar as atenções para tudo, menos para o desemprego e o endividamento. Para os socialistas, tudo o que interessa agora são assuntos laterais, sejam desentendimentos com o Presidente da República, que pelos vistos não pode ter qualquer opinião e deve comportar-se como uma estátua, sejam assuntos como o casamento homossexual, que nada adianta naquilo que são os problemas essenciais do país.

 

O mais curioso é que Cavaco intromete-se na agenda do PS (pecado dos pecados), já António Vitorino, que abriu as hostilidades na RTP quando exigiu a intervenção de Cavaco a propósito do tema governabilidade, não se deve ter intrometido na agenda da Presidência. Afinal, é um tique socialista muito comum durante esta liderança de Sócrates, os socialistas pensam que o país é só deles e só eles podem mandar.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Até tu, UE?

UE convencida de que adjudicação directa do Magalhães é ilegal. Com esta notícia veio-me à memória aquelas intervenções de Sócrates, sempre naquele seu estilo de quem se sente incomodado, mas logo adopta a pele do acusador, a criticar a oposição por esta manifestar dúvidas quanto ao mérito do projecto em causa. "Até o Magalhães" é criticado, referia Sócrates, como se o Magalhães fosse a última coisa do mundo a que a oposição poderia recorrer para criticar. Contudo, o negócio é tão obscuro, tão pouco transparente, que é óbvio que são necessárias explicações. O PS é que não as quer dar e faz tudo para fugir delas. Agora, ao mesmo tempo que conhecemos que a UE deve considerar o processo de adjudicação directa ilegal, ficamos a saber que o governo prepara nova forma para financiar o projecto. Arranja nova forma, mas quer esquivar-se a explicar os erros da fórmula inicial. Faça-se uma comissão de inquérito e investigue-se tudo rapidamente.

publicado por Jorge Assunção às 13:00
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Domingo, 13 de Dezembro de 2009

Motivo de preocupação

Muitos acham estranha a preocupação demonstrada por aqueles que, não apreciando o sujeito e não lhe reconhecendo qualidades por ai além, criticam Passos Coelho constantemente. Ora, porque me preocupo com Passos? Tentarei dar uma resposta abreviada:

 

1) Em primeiro lugar, porque reconheço em Passos as qualidades mediáticas para chegar a líder do PSD e a primeiro-ministro do país. Isso é ponto assente: Passos tem perfil mediático e boa capacidade de comunicação, e num país como o nosso, tal é mais do que suficiente para alcançar o poder.

 

2) Contudo, essas qualidades, úteis (diria mesmo obrigatórias) a qualquer político, sendo suficientes para alcançar o poder, não são suficientes para governar bem. E ai está o ponto complicado: quais as qualidades para governar bem. E é a falta de qualidades para dar um bom governante que noto constantemente em Passos, quer fruto de mero feeling (enfim, a que mais recorrer em homem de tão reduzido curriculum), quer por não apreciar muitos dos seus apoiantes, quer por indicios como a da sua posição sobre o TGV ou a CGD.

 

3) Sócrates. O fantasma da repetição de uma governação tipo Sócrates é terrivelmente assustador. Sócrates é o exemplo tipico de alguém que tem as qualidades mediáticas para atingir o poder mas, tendo-o obtido, revela-se um péssimo governante. Ora, Passos aparenta-se perante mim como um sujeito saido do reflexo de um espelho em que Sócrates mirava-se. Pior ainda, um Sócrates versão B, pois ainda é mais gravoso quando o tipo que não sabe governar aparenta estar do lado da direita (e digo aparenta porque, nem Passos é um tipo liberal, como achou por bem camuflar-se, como até considero que é um tipo ainda mais à esquerda do que Ferreira Leite).

 

4) A situação financeira do país. Portugal está num daqueles momentos na história em que uma falha na governação tem repercussões fortissimas no nível de vida dos seus habitantes. Noutras circunstâncias, poderiamos arriscar com um político inexperiente, para ver no que dava. Mas na situação do país, o risco aumentou consideravelmente e não é tempo de andar a brincar aos políticos. Quer-se gente com provas dadas, na politica ou fora dela. Mas, em todo o caso, gente que já tenha demonstrado saber o que vai fazer e o quanto é difícil a tarefa a empreender.

publicado por Jorge Assunção às 14:30
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

A "utilidade dos oito mil"

Se a criação da CPC foi uma resposta às queixas de empresários pelo incumprimento das contrapartidas, a verdade é que os problemas continuaram desde então.

 

A Comissão Permanente de Contrapartidas, criada em 1999, conta com mais de uma dezena de funcionários, e garanto-vos que todos esses funcionários demonstrarão como a Comissão é muito útil e necessária.

publicado por Jorge Assunção às 15:45
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O político perfeito

Para mim, é óbvio que Paulo Portas fez asneira da grossa na negociação dos contratos para a compra de submarinos. E a asneira da grossa é algo que ele fez, outros antes dele haviam feito, e os que se lhe seguiram continuam a fazer. Refiro-me, naturalmente, à forma como foram negociadas as contrapartidas e como estas foram elemento decisivo para ceder o contrato à empresa que ganhou o concurso. Claro que para o político as contrapartidas tem uma aparência em tudo positiva, pois permitem, logo após a assinatura do contrato, vir fazer figura para a televisão a garantir que o contrato é óptimo porque inclui isto e aquilo. No papel está isto e aquilo, na realidade, chegada a hora da verdade, isto é pouco e aquilo nem vê-lo. O assunto atormenta Portas há algum tempo e qual tem sido a reacção deste sobre o caso? Foge do assunto como o diabo da cruz. Ou seja, nada diferente do sujeitinho que agora é primeiro-ministro quando o assunto é incómodo. Seria assim tão difícil a Paulo Portas reconhecer que errou, mostrar-se arrependido, prometer que aprendeu a lição e que, com isso, tornou-se ainda melhor político? É que o político perfeito não existe e aqueles que gostam de aparentar a perfeição são, normalmente, os piores que existem.

publicado por Jorge Assunção às 14:30
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Já tinhamos reparado

Nogueira Pinto chama "palhaço" a deputado do PS e obriga a suspensão dos trabalhos

 

Que o país não tinha um parlamento, mas um circo. Não tinha deputados, mas palhaços.

publicado por Jorge Assunção às 17:00
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Não me gozem

O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que o Governo está disponível para negociar com os parceiros sociais novas propostas que minimizem o impacto do aumento de 25 euros do Salário Mínimo Nacional (SMN) nas empresas no próximo ano.

 

O governo parece aquele árbitro que num jogo de futebol assinala um pénalti que não existiu a favor da equipa A. Depois, percebendo o erro, para compensar, valida um golo obtido de forma irregular pela esquipa B.

publicado por Jorge Assunção às 15:45
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

FMI

As recomendações do FMI soam a déjà vu: it’s 2001 all over again. Uma década completamente perdida. E basta atentar nas reacções de todos os partidos para perceber que, muito provavelmente, lá para 2017, o FMI bem pode voltar a fazer um relatório semelhante. E, claro, ninguém acha estranho que tendo ocorrido eleições em finais de Setembro, só a partir de Novembro a conversa sobre os impostos e o estado da economia portuguesa tenha começado a ser discutida. E, mesmo assim, só ao de leve. Venham os optimistas, que é desses que o povo precisa. Os economistas optimistas são o ópio do povo.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Prognóstico: próximas eleições legislativas

Entre o último trimestre de 2010 e o primeiro trimestre de 2011, voltaremos a ter eleições legislativas em Portugal. Aceitam-se outros prognósticos na caixa de comentários.

publicado por Jorge Assunção às 21:00
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Ministro das Finanças

Há quem tenha ficado muito desiludido com o ministro por este ter entrado na lógica socialista da cosmética, ao apelidar o segundo orçamento rectificativo do ano de orçamento redistributivo (acho graça, porque já no primeiro foi usado truque semelhante). Para além do mais, houve quem ficasse genuinamente surpreendido porque o ministro adiou este orçamento, que era mais do que previsível, para depois das eleições, o que demonstra bem como esta gente governa: é a manutenção no poder a todo o custo. Eu, nem surpreendido, nem desiludido, nunca percebi foi a credibilidade que ainda atribuiam a este ministro (a tal ponto que muito boa gente, insuspeita de apreciar a governação socialista, considerou justa a sua continuidade no governo). Vale a pena lembrar que para manter o défice abaixo dos 3%, em 2008, recorreu a receitas extraordinárias e fingiu que assim não tinha sido.

 

Mas o que acho que começa a ser evidente em Teixeira dos Santos não é a perda da sua credibilidade, essa já me parecia perdida há algum tempo. O que começa a ser evidente é alguma desorientação, que até então não transparecia, pelo menos de modo tão evidente. É que os números que se conhecem, de negros, já não há cosmética que lhes valha. E o ministro saberá que, por força das circunstâncias, não tem o apoio e a cobertura política para tomar algumas medidas que, pelos simples facto de não o tomar por louco, julgo que gostaria de tomar. Não gostaria de estar na pele do actual ministro, mas este apenas se deixou apanhar na própria teia que teceu.

publicado por Jorge Assunção às 18:40
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Sempre a cair

As eleições para a escolha do actual governo aconteceram em 27 de Setembro. O governo tomou posse em finais de Outubro. Estamos no início de Dezembro e o governo já parece sobreviver a balões de oxigénio. E suspeito que daqui para a frente será sempre a cair. Não há governo que sobreviva a uma taxa de desemprego de dois digitos.

publicado por Jorge Assunção às 14:00
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

O susto

Alguns economistas andam de tal forma assustados – e têm boas razões para isso – que acham que a solução para os problemas do país é o povo apanhar um verdadeiro susto. Só com um verdadeiro susto o povo será capaz de consciencializar-se dos problemas financeiros que o país enfrenta e, com isso, exigir aos governantes que tomem as medidas dificeis que se exigem. Não há falha maior para a democracia do que aquela em que o povo é convencido pela emoção e não pela razão. Não devia ser preciso o Estado deixar de pagar o salário de Dezembro – um dos sustos sugeridos – para os eleitores perceberem a situação em que o país se encontra. Se o medo, ou a asneira consumada, é a solução para pôr o país a funcionar, muito mal vai a democracia desse país. Quando chegamos a este ponto estamos perante uma democracia fraca, permeável a populismos e demagogos de todos os géneros e feitios. Na História não faltam exemplos de como esta história acaba e isso é o que mais me assusta.

publicado por Jorge Assunção às 20:00
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Os resultados estão à vista

Ontem, o sujeitinho que ocupa o posto de primeiro-ministro deste país, teve a lata de afirmar, quando questionado sobre os números do desemprego - dos piores da União Europeia -, que o desemprego diminuiria com o crescimento económico, aquele que todas as instituições internacionais dizem que em Portugal será menor que na maioria dos países europeus. Disse mais, disse que as suas políticas são as adequadas e “só não vê quem não quer” até porque os “resultados estão à vista”. Desculpem, mas este sujeitinho, e uso este termo para não usar outros mais agressivos, anda a brincar com os portugueses. Mas até tem alguma razão, os resultados estão mesmo à vista e só não vê quem não quer, as políticas destes socialistas empurram o país para uma verdadeira catástrofe. Triste é que aquilo que muita gente não quer ver, a começar pelo sujeitinho com nome de filósofo, é sentido na pele por um número cada vez maior de portugueses.

publicado por Jorge Assunção às 10:30
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Vitória pírrica

Por norma, fico satisfeito quando alguém toma medidas que impedem o aumento dos impostos. Por isso, devia ter ficado satisfeito com o fim do PEC e a suspensão do novo Código Contributivo, mas não fiquei. A questão essencial aqui é que a oposição decidiu actuar do lado da receita, mas não decidiu onde cortar despesa: assim é cómodo para a oposição, mas não é certamente bom para o país. Podemos dizer: bem, agora, a parte difícil, cortar na despesa, é trabalho do governo. Mas a experiência diz que o governo nada alterará na estrutura da despesa, o que levará a aumento do défice e consequente aumento de impostos no futuro.

publicado por Jorge Assunção às 20:00
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O mentiroso compulsivo

Na sexta-feira, após a derrota do governo no Parlamento com o fim do PEC e a suspensão por um ano do novo Código Contributivo, José Sócrates acusou a oposição de irresponsabilidade por ter decidido aumentar a despesa, muito embora seja claro que as medidas tomadas, quanto muito, levam a uma diminuição da receita (no caso do Código Contributivo, nem isso, impediu foi um aumento de receita). Confesso que fico surpreendido quando vejo gente que tenho por séria a acreditar no sujeitinho que nos governa. É que o homem não precisa de proferir mais de duas frases para ser apanhado a mentir.

publicado por Jorge Assunção às 14:30
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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Estágios para quem procura o primeiro emprego

Há quanto tempo é que os governos apresentam, a cada ano que passa, um programa de estágios na administração pública para quem procura o primeiro emprego? Não vou diminuir a importância de tais programas, pois é certo que a coisa terá muita procura e fará falta a muita gente. O que questiono é: já era tempo de isto deixar de ser noticia, não? É que no dia em que isto deixar de ser noticia, será sinal que o desemprego não é tão grande problema quanto foi durante esta década que está prestes a terminar. É que no dia em que isto deixar de ser notícia, será sinal que o governo deixou de centrar a sua governação em medidas temporárias de combate a um fenómeno gravissimo, mas antes arranjou medidas que resolvessem o problema do desemprego de vez. Mas porque será que suspeito que na próxima década continuaremos na mesma ladainha? É que os estágios atenuam um problema, mas resolvê-lo é que nada.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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