Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

NYC

O New York Times, em relação à onda de frio que abala os Estados Unidos, chama-lhe de "Memorable Cold on the First Day of Winter", mais uma "prova" que o aquecimento global está aí para durar, da minha parte, só tenho pena do timing ter sido terrível, escusava de ter presenciado a coisa in loco.

publicado por Jorge A. às 19:06
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Sábado, 18 de Outubro de 2008

Saudades...

"One belongs to New York instantly, one belongs to it as much in five minutes as in five years" Thomas Wolf

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publicado por Jorge A. às 12:04
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

7 Anos

 

publicado por Jorge A. às 00:28
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

Frozen Grand Central

Via: The Daily Dish
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publicado por Jorge A. às 20:17
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Sábado, 6 de Outubro de 2007

Fernão de Magalhães

Enquanto lia este post do Francisco Almeida Leite, pensava na diferença abismal entre a organização rodoviária lisboeta e a nova-iorquina. Lisboa é uma cidade dominada pelos carros, e com um sistema de sinalização caótica. Nos meus trajectos pedonais pela capital portuguesa, invariavelmente via-me obrigado a atravessar a rua com o sinal vermelho para peões, e em várias avenidas da cidade, ao circular de carro, havia uma necessidade imperiosa de aumentar a velocidade para atravessar todos os cruzamentos sem apanhar um único semáforo vermelho (a temporização dos vários semáforos a isso incentiva). Para além disso, o estacionamento é caótico. Os passeios são em parte destinados às pessoas, em parte destinados aos carros. Circular a pé em Lisboa não é tarefa fácil, não só pelo relevo acidentado, mas também devido a esta organização rodoviária deficiente.

Em Nova Iorque é o contrário. É fácil perceber o porquê da maior parte dos habitantes da cidade não possuirem automóvel. Claro que o facto da cidade apresentar um relevo plano ajuda, mas não é só isso. Se em Lisboa nos orgulhamos da baixa pombalina, com as suas ruas perpendiculares e paralelas, o que dizer de grande parte de Manhattan. Com outra particularidade, as ruas não são associadas a um nome, mas a maior parte tem uma ordenação numérica, o que ajuda e muito para uma boa orientação na cidade. Não sei se andar de carro em Nova Iorque é mais fácil que em Lisboa, mas sei que pelos locais que passei, não vi carros estacionados em cima dos passeios - destinados exclusivamente às pessoas - e não tive nenhuma experiência com taxistas com condução desenfreada como facilmente se obtém quando se apanha um taxi em Lisboa.

Para além disso a temporização dos semáforos parece ter sido cuidadosamente planeada para servir o peão - temos sempre tempo para atravessar calmamente todas as ruas, e raramente perdemos muito tempo à espera que o sinal passe para verde (no caso de Nova Iorque, passe para branco). É quase como se a passadeira fosse em Nova Iorque uma continuação do passeio pedonal mais do que uma secção da estrada destinada também ao atravessamento por peões - e isto faz toda a diferença. Em Nova Iorque o peão manda, e o carro assume um papel subalterno.

Depois, lá está, em Nova Iorque a vida comercial faz-se nas ruas e não nos centros comerciais. Em Lisboa há muito que esse hábito foi perdendo força. Quanto muito na capital há a avenida de Roma e a Rua Augusta, mas pouco mais. Numa cidade onde o carro tem mais força que o peão, é normal que as pessoas tendem a concentrar-se nos locais onde não há transito - resta-lhes, portanto, o Colombo e o Vasco da Gama.
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publicado por Jorge A. às 17:14
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

NY











Ao inicio estranhei a cidade de Nova Iorque. As ruas vestem-se de povos de todo o mundo, os carros que circulam na estrada tem em média pelo menos mais um metro de comprimento do que os que circulam nas estradas europeias (a predilecção dos americanos pela grandeza é evidente), e as luzes e a publicidade às mais variadas coisas invadem-nos a visão. Se a cidade não dorme, é porque na cidade ninguém pára. Não gostei de Chinatown, e pouco achei de interessante na festa de San Gennaro. Quem experimentar apanhar o metro em Grand Street apanha com um cheiro a peixe insuportável (é praticamente uma praça em céu aberto), a Bowery e Canal Street pareceram-me ruas demasiados sujas e as bugigangas chinesas não me pareceram tão baratas quanto isso... já em relação à festa de San Gennaro, a mesma consiste numa série de restaurantes italianos plantados ao longo da Mulberry Street e ruas adjacentes, muitos fritos e alguns jogos de tiro ao prato, etc... não gostei, e fiquei desiludido no primeiro dia na cidade.

Mas claro que a desilusão não durou muito, foi só o tempo de dar um pulinho pelo Rockefeller Center e subir a quinta avenida até ao Metropolitan Museum (para ver bem o museu seria preciso pelo menos dois dias completos, mas não os tinha, por isso vi tudo em meio dia - uma chatice - a ala egipcia foi a que mais gostei). Da quinta avenida ainda guardo a passagem - saiu bem cara - à NikeTown, à Fao Schwarz, à loja da Disney e à Apple Store (onde o acesso gratuito à internet teve grande utilidade).

De central park para além da óptima paisagem, guardo a recordação da quantidade enorme de pessoas a correrem e a passearem os seus super bem tratados cães. Apreciei também o Museu de História Natural - se bem que o Metropolitan seja, para mim, muito mais interessante - e senti-me desapontado com o dinheiro extra pago para ver a exposição das Criaturas Miticas, que pouco interesse teve.

A presença da policia nas ruas é uma constante na cidade, e a quantidade de pessoas que se movimentam pela mesma, dão-lhe um aspecto (real ou não) de segurança que facilmente se transmite. A comida é claramente um aspecto negativo. Ou há restaurantes muito caros, ou fast food, ou então, a minha opção favorita, vamos recorrendo aos vários cafés da cidade e petiscando alguma coisa. Nesse aspecto o europa café foi o meu ponto favorito da cidade - para além do tall hot chocolate do starbucks.

Descer a broadway em direcção a Times Square é uma experiência única, e dar um pulinho por um dos teatros que abundam nessa zona da cidade também. A minha escolha recaiu sobre o velinho Phantom of the Opera, e o visionamento de tal espectáculo é talvez uma das melhores recordações que levo da cidade. Esta zona também é boa para fazer compras - mais acessível que a quinta avenida e com as lojinhas de souvenirs da cidade sempre necessárias - e dei o meu pulinho à Virgin Megastore, à Toys'R'Us e à loja dos M&M's.

O passeio de barco pela cidade ao longo do rio Hudson também foi interessante, e permitiu-me passar bem pertinho da estátua da Liberdade e ter outra perspectiva da forma como o Empire State se destaca dos restantes edificios da cidade, perspectiva essa que enquanto cruzamos as ruas da cidade não temos... aliás, em termos de altura dos edificios, foi na Avenida das Americas, bem pertinho do Rockefeller Center que fiquei mais impressionado.

De resto a cidade exige uns bons ténis (andar a pé é a norma) e aposto que fiz na boa umas duas dezenas de quilómetros nestes dias. Herald Square nesse sentido foi óptima para perder algum tempo a descansar as pernas, observando as massas que invadiam a Macy's (the world's largest store como lhe chamam), enquanto um qualquer colombiano metia conversa e explicava - quando soube que eramos portugueses - a história da novela Escrava Isaura.

Mais havia a contar, mas também já me faltam palavras...
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Far Away...

... e num teclado sem acentos. Com muitos quilometros percorridos nas patas, uns quantos locais visitados, e com a boa noticia que o Federer vem ao Estoril Open - em 2008. A acompanhar o Milan vs Benfica a distancia, e ja com o golo do Rui Costa contra a Naval visto e revisto no youtube. Quanto a Nova Iorque, no Metropolitan Museum cabia a cidade de Lagoa toda; as cinco horas de diferenca horaria fizeram-se sentir de forma inesperada (fazendo-me circular no metro em plenas 6 da manha e deixar-me dormir as sete da tarde); e o Phantom of the Opera foi um espectaculo... e por agora, mais nao digo...
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

0...

Se tudo correr bem, ainda no dia de hoje estarei a percorrer as ruas da cidade com o skyline mais famoso do mundo. Com as minhas férias chega também um período de pausa neste blog (vá... se tiver tempo faço um post num qualquer cybercafé nova iorquino). Embora o arquivo assim não sugira, ainda não fez um ano que este blogue teve a sua estreia efectiva. De lá para cá, já lá vão 629 posts (incluindo este), cerca de 400 comentários e mais de 10000 visitas. A todos os que por aqui passam o meu obrigado - um tipo gosta de saber que há quem o leia...


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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

1...

Estátua da Liberdade
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

2...

Yankee Stadium
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

3...

World Trade Center Site - 11/Setembro/2006
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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

4...

Chinatown, Manhattan
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

5...

Times Square
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Sábado, 8 de Setembro de 2007

6...

Metropolitan Museum of Art
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

7...

Central Park


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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

8...

Saint Patrick's Cathedral
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

9...

Brooklyn Bridge
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

10...

Empire State Building
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Pré Época

A aproximar-se o inicio da supertaça com a festividade cá da terra, a Fatacil, o que realmente interessa é o campeonato - a 30 dias certos de distância - a viagem a Nova Iorque.

Para a supertaça, está mais que visto, o duo Carreira (Tony e Mickael) fazem o bi - e garantem certamente ao certame boa casa para dia 22 e 26 de Agosto (não meto lá os pés certamente). Mas os campeões não se fazem com estilo pimba - é preciso empenho, dedicação, e se tal for necessário, porrada. Vai daí, como invariavelmente em todos os anos da maior festa a sul do Tejo, os Xutos & Pontapés são os escolhidos para melhor dia - 24 de Agosto, pois então.

Já sobre a visita a Nova Iorque, muito haverá a visitar e a planear. Penso mesmo - se as informações que tenho sobre o tempo perdido forem correctas - que não irei fazer a visita da praxe à estátua da liberdade. O hotel escolhido fica na fronteira entre Little Italy e Chinatown. Por opção própria, a viagem apanha em cheio as festividades em honra de San Gennaro, pelo que os primeiros dias terão certamente algum tempo dispendido a frequentar a Canal Street e a Mulberry Street.

Depois, lá está, há o interesse especifico de frequentar o metro de Nova Iorque, com paragem obrigatória pelo Grand Central Terminal. A travessia da Brooklyn Bridge pelos próprios pés também é garantida. E a passagem pela Broadway (de preferência com a assistência a um dos vários espectáculos), por Times Square, pelo SoHo, pela 5ªAvenida, e pelo Central Park também constam nos planos. E depois há outros landmarks a que não procurarei fugir: o Empire State Building, o Rockefeller Center (provavelmente a minha opção para uma vista da cidade lá do alto no Top of the Rock, caso se confirme as grandes filas para o Empire State), a Catedral de São Patricio, e o edificio das Nações Unidas. O Lincoln Center for the Perfoming of Arts também tem as suas áreas de interesse - mas por enquanto fica fora dos planos - se bem que uma passagem por algum clube de jazz é obrigatória.

Mas aquilo que mais anseio é pelas visitas aos vários museus da cidade. Por enquanto, embora a decisão ainda não esteja totalmente tomada, é por estes 4 que devo passar:

American Museum of Natural History

Henri Rousseau - The Football Players
Guggenheim Museum

The Metropolitan Museum of Art

Pablo Picasso, Les Demoiselles d'Avignon
The Museum of Modern Art

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publicado por Jorge A. às 19:42
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2007

2 meses até...

Aproveito para dizer que Venus Williams - a filha da mãe está a jogar um ténis de outro mundo - vai ganhar Wimbledon (não é uma previsão, é uma certeza). Aproveito também para avisar os mais distraidos que dos 4 finalistas do sector masculino, só Gasquet não repete a dose de Roland Garros - também aviso que Djokovic vai ganhar a Nadal (previsão), mas que Federer ganha o torneio (certeza).

Mas para já, tenho de ir fazer contas sobre quanto tempo dedicado ao trabalho terá de ser aproveitado para financiar uma foto tirada pela minha máquina digital no local da foto acima apresentada - mas já não há se...
publicado por Jorge A. às 23:50
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Sábado, 30 de Junho de 2007

Plano de Férias


"That particular sense of sacred rapture men say they experience in contemplating nature- I've never received it from nature, only from. Buildings, Skyscrapers. I would give the greatest sunset in the world for one sight of New York's skyline. The shapes and the thought that made them. The sky over New York and the will of man made visible. What other religion do we need? And then people tell me about pilgrimages to some dank pest-hole in a jungle where they go to do homage to a crumbling temple, to a leering stone monster with a pot belly, created by some leprous savage. Is it beauty and genius they want to see? Do they seek a sense of the sublime? Let them come to New York, stand on the shore of the Hudson, look and kneel. When I see the city from my window - no, I don't feel how small I am - but I feel that if a war came to threaten this, I would like to throw myself into space, over the city, and protect these buildings with my body." Ayn Rand - The Fountainhead
Ainda não sei quando e quanto. Reformulando, ainda não sei se... mas ando seriamente a pensar nisso.
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publicado por Jorge A. às 00:02
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