Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Relacionamentos blogosféricos

Ann Althouse, uma das minhas bloguers favoritas do outro lado do Atlântico, depois de um período longo de troca de mensagens, decidiu conhecer um dos muitos comentadores do seu blogue. Apaixonou-se. Preparam casamento. O artigo do New York Times sobre o assunto é este: Commoner Captures Princess, Blog Version (torna-se muito mais interessante se, posteriormente, for complementado com os links deste post). O artigo no inicio pede para consideramos as potencialidades eróticas entre bloguers e comentadores, termina com a observação de um dos muitos comentadores frequentes do blogue que afirma "Não posso estar mais feliz por duas pessoas que nunca conheci". Nunca digam que blogar não traz felicidade.

publicado por Jorge A. às 19:18
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Sábado, 5 de Julho de 2008

The place is America

I believe in the pursuit of happiness. Not its attainment, nor its final definition, but its pursuit. I believe in the journey, not the arrival; in conversation, not monologues; in multiple questions rather than any single answer. I believe in the struggle to remake ourselves and challenge each other in the spirit of eternal forgiveness, in the awareness that none of us knows for sure what happiness truly is, but each of us knows the imperative to keep searching. I believe in the possibility of surprising joy, of serenity through pain, of homecoming through exile.

 

And I believe in a country that enshrines each of these three things, a country that promises nothing but the promise of being more fully human, and never guarantees its success. In that constant failure to arrive -- implied at the very beginning -- lies the possibility of a permanently fresh start, an old newness, a way of revitalizing ourselves and our civilization in ways few foresaw and one day many will forget. But the point is now. And the place is America.

 

Life, liberty and the pursuit of happiness, por Andrew Sullivan

publicado por Jorge A. às 11:53
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Sexta-feira, 27 de Junho de 2008

Direito ao Sucesso

Fantástica esta notícia no Público on-line (negritos meus):

De acordo com um relato de um professor escrito em acta, a directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, pediu aos conselhos executivos das escolas para terem atenção na escolha dos docentes que vão corrigir os exames, e disse que “talvez fosse útil excluir de correctores aqueles professores que têm repetidamente classificações muito distantes da média.” Os “alunos têm direito a ter sucesso” e o que “honra o trabalho do professor é o sucesso dos alunos” terá dito imediatamente antes e depois.

O direito ao sucesso é uma coisa que me emociona. Sempre achei que o sucesso era uma coisa que se procurava e que com menor ou maior dificuldade, com menor ou maior esforço, com nenhuma ou alguma sorte, se podia encontrar. Se tenho direito ao sucesso onde é que posso reclamar se ainda não tiver encontrado o meu?

 

Esta coisa de atribuir direitos sobre coisas que não se controlam, logo a começar pelo direito à felicidade (de que o direito ao sucesso não será nada mais, nada menos, do que uma subcategoria), não encaixa na minha visão sobre os direitos e deveres do Homem. O Homem deve ter sim, como Thomas Jefferson escreveu na maravilhosa Declaração da Independência dos EUA, o direito à procura da felicidade (ou à procura do sucesso).

 

Quanto mais esta gente achar que o cidadão (aluno) tem direito à felicidade (ao sucesso), mais esta gente contribui para a infelicidade (o insucesso) do cidadão (aluno) em questão.

publicado por Jorge A. às 22:58
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Domingo, 13 de Abril de 2008

Pursuit of Happiness

Happiness is the measure of true wealth

It comes as no surprise to learn from a study published this week that, although Britons are twice as rich as they were in 1987, they are no happier.

 

The lack of relationship between wealth and happiness has long been common knowledge, and the knowledge itself has long been a source of happiness to moralisers who like the fact that money is not life's answer.

 

There are, though, two confusions involved in the idea that anything significant can be discovered by looking for a correlation between wealth and happiness. One concerns the nature of happiness, the other the nature of wealth.

 

If you could arrange for Britain's population to make a sudden return to 1987 levels of income and possessions, almost everybody would be unhappy. As wealth increases, so do expectations, and so does being accustomed to the lifestyle that the new level of wealth brings.

 

For most people it is likely that wealth has to improve in order for their happiness level to remain constant; if their wealth were to decline, so would their happiness.
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publicado por Jorge A. às 14:26
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Sábado, 29 de Março de 2008

Ler a Economist II

The joys of parenthood

In 2004 Americans who called themselves “conservative” or “very conservative” were nearly twice as likely to tell pollsters they were “very happy” as those who considered themselves “liberal” or “very liberal” (44% versus 25%). One might think this was because liberals were made wretched by George Bush. But the data show that American conservatives have been consistently happier than liberals for at least 35 years.

 

This is not because they are richer; they are not. Mr Brooks thinks three factors are important. Conservatives are twice as likely as liberals to be married and twice as likely to attend church every week. Married, religious people are more likely than secular singles to be happy. They are also more likely to have children, which makes Mr Brooks confident that the next generation will be at least as happy as the current one.

 

Why should this be so? Mr Brooks proposes that whatever their respective merits, the conservative world view is more conducive to happiness than the liberal one (in the American sense of both words). American conservatives tend to believe that if you work hard and play by the rules, you can succeed. This makes them more optimistic than liberals, more likely to feel in control of their lives and therefore happier. American liberals, at their most pessimistic, stress the injustice of the economic system, the crushing impersonal forces that keep the little guy down and what David Mamet, a playwright, recently summed up as the belief that “everything is always wrong”.

publicado por Jorge A. às 01:12
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