Sábado, 19 de Dezembro de 2009

Avatar

James Cameron usou o truque com Titanic, repete-o agora com Avatar. A etiqueta “O filme mais caro de sempre” é usada como cartão de visita, inserido na campanha de marketing. O truque funciona bem e leva muita gente à sala de cinema. Nos primórdios do cinema, para promover uma actriz medíocre a estrela de primeira categoria, também não era preciso muito mais do que apresentá-la como a actriz mais bem paga de sempre. De lá para cá, as coisas terão evoluido muito menos do que se pensa. Outra coisa que parece levar muita gente ao cinema é o nome do realizador, James Cameron, associado ao Titanic, o gigante das bilheteiras. “O novo filme do aclamado realizador de Titanic”, parece que é etiqueta que cumpre o objectivo. Confesso que para mim funciona como replente. Titanic é um filme mediocre elevado à categoria de obra-prima só por distracção. O filme vale pelos efeitos especiais, bem elaborados, mas o resto do filme é preenchido por uma história de amor banal, piegas, a fazer lembrar o argumento de um daqueles telefilmes que ocasionalmente passa na TVI durante a madrugada. Cameron realizou The Terminator e merece crédito por isso, mas também é o tipo que transformou o fantástico Alien, de Ridley Scott, num filme de acção para adolescentes, recheado de explosões, armas e, como o próprio nome indica, Aliens. Já na altura sacrificava o artistico a favor do marketing, um mix embrionário de Zemeckis e Michael Bay.

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publicado por Jorge Assunção às 12:00
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Oscarwatch

A acompanhar no blogue Cinema do Miguel Lourenço Pereira.

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publicado por Jorge Assunção às 15:30
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Lua Nova

Parece que o filme ainda consegue ser pior que o seu antecessor da saga Twilight. Não é de espantar. O primeiro sinal que assim seria foi a pressa com que a produtora exigiu que o filme estivesse pronto. A tal ponto que trocaram Catherine Hardewicke, a realizadora do primeiro, por Chris Weitz. Na pressa de fazer milhões (e os milhões não faltarão, certamente), optaram por um homem para realizador. Erro crasso. A saga Twilight, tal como concebida no primeiro filme, não era só um filme para raparigas teenagers, era também um filme com sensibilidade feminina atrás da câmara, o que seriva para agradar às mães das teenagers. Retiraram isso, retiraram parte do que tornava o produto medianamente interessante.

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publicado por Jorge Assunção às 17:00
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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Cinema

Tirando um ou outro filme que vou apanhando na televisão, não vejo um filme de forma planeada, seja no cinema, seja em casa, há quase quatro meses. No cinema, nem tenho prestado grande atenção ao cartaz (tenho a impressão que tem sido fraco, mas pode ser porque não o tenho consultado regularmente), e em casa, apesar de ter feito algumas tentativas, a partir da meia hora de filme a minha mente começa a navegar noutros pensamentos e a atenção é desviada completamente de qualquer que seja o filme que estou a ver (pode também dar-se o caso de não ter feito as melhores escolhas). O que vale é que está para começar a temporada de óscares e nada melhor para voltar a despertar o bichinho.

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publicado por Jorge Assunção às 21:30
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Cinco Noites,Cinco Filmes

Mas nem tudo é mau nos canais públicos de televisão. Ontem também reparei que no canal 2 repuseram o ciclo "Cinco Noites, Cinco Filmes". Portanto meus amigos, a partir de agora as minhas horas de sono durante a semana serão substancialmente reduzidas.

 

Para além de partilhar com o Ega a antipatia pelo Carlos Malato (leiam o post citado), também é com interesse que fico a saber que o ciclo "Cinco Noites, Cinco Filmes" estará de regresso à 2. Talvez isso explique o porquê de ter apanhado o Dog Day Afternoon, com o Al Pacino, ontem à noite na estação em causa.

 

Aliás, ver o Al Pacino naquela fase inicial da sua carreira é um luxo para qualquer amante de cinema. E é o recordar de como já não existem actores assim (e como o próprio Al Pacino é, nos tempos que correm, uma pequena amostra daquilo que já foi). Há um momento de particular brilhantismo no filme: a maior parte da acção decorre durante o assalto a um banco. A certa altura, o companheiro de uma das mulheres sequestradas (um sequestro muito peculiar, diga-se), tendo conhecimento através da televisão que decorre o assalto, telefona para o banco e a esta é-lhe permitido falar com ele. Durante a chamada, esta vira-se para Sonny (a personagem de Al Capino) e pergunta-lhe, com toda a naturalidade, que o companheiro perguntava quando é que este pensava dar o assalto por terminado para ela regressar a casa. A pergunta é insólita, e não há resposta adequada para a mesma. Al Pacino balbucia alguma coisa sobre a falta de sentido da pergunta, mas como espectador quase não presto atenção ao que diz, a resposta já havia sido dada pela expressão facial e pelos olhos de Sonny na primeira reacção à pergunta.

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publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Campanhas publicitárias

Volta e meia surge uma grande campanha publicitária de promoção de um filme, assim é com 2012, o novo de Roland Emmerich. A tal ponto que é possível encontrar em vários sites conversas sobre a eventualidade do fim do mundo ocorrer em 21 de Dezembro de 2012 (como no próprio site da NASA). Sinceramente, tenho muito pouco interesse pelo filme. Não necessariamente pela repulsa que uma campanha do género me provoca, mas sobretudo porque o realizador e o produto estão mais do que batidos e neste tipo de filmes catastróficos não é necessariamente as imagens de efeitos especiais que me atraiem (e, quem conhece os filmes anteriores, sabe como Emmerich fica dependente dos efeitos especiais para tornar o filme medianamente interessante). Portanto, continuarei a aguardar pacientemente pelo The Road.

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publicado por Jorge Assunção às 21:00
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

E eu confio que é a decisão correcta

Face Oculta: Supremo diz que escutas a Sócrates são nulas

 

Afinal, só ainda não percebeu quem não quer: Sócrates é intocável. Infelizmente, não é intocável à maneira de Eliot Ness e dos elementos do seu grupo, aos quais a expressão "os intocáveis" derivava do facto de serem homens incorruptíveis. Intocáveis, portanto, porque eram homens íntegros, que não se deixavam tocar pela sujeira. Mas longe disso no caso do nosso primeiro: Sócrates é intocável à maneira de Al Capone. É isso que penso. E Noronha de Nascimento, obviamente, não é nenhum Eliot Ness.

 

publicado por Jorge Assunção às 15:00
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Roman Polanski

A youthful error? Yes, perhaps.

But he's been punished for this lapse--

For decades exiled from LA

He knows, as he wakes up each day,

He'll miss the movers and the shakers.

He'll never get to see the Lakers.

For just one old and small mischance,

He has to live in Paris, France.

He's suffered slurs and other stuff.

Has he not suffered quite enough?

How can these people get so riled?

He only raped a single child.

Why make him into some Darth Vader

For sodomizing one eighth grader?

This man is brilliant, that's for sure--

Authentically, a film auteur.

He gets awards that are his due.

He knows important people, too--

Important people just like us.

And we know how to make a fuss.

Celebrities would just be fools

To play by little people's rules.

So Roman's banner we unfurl.

He only raped one little girl.

 

(fonte)

publicado por Jorge Assunção às 10:31
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Patrick Swayze (1952-2009)

A morte foi há muito anunciada na imprensa americana. Desde a altura em que garantiram que o actor não sobreviveria por muito mais tempo, os abutres (e dificilmente a expressão podia ser mais apropriada) nunca mais deixaram de perseguir o homem. As fotos sucediam, a especulação aumentava, notícias da sua morte não confirmadas apareciam. No fundo, uma merda de sociedade esta que temos. Ontem, o actor finalmente deixou-nos. Lembro-me como gostei de Dirty Dancing. De Ghost recordo-me mal. North and South, Red Dawn, memória de infância. Point Break, tinha um amigo que adorava o filme, eu, simplesmente, achava-o engraçado. E Uncommon Valor, um dos filmes que melhor recordo, tal a quantidade de vezes que o vi.

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publicado por Jorge Assunção às 19:58
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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Imperador de Hollywood

De tempos a tempos regresso a este livro. Howard Fast não será um génio da literatura contemporânea norte-americana (as suas opções políticas, demasiado encostadas à esquerda, também não o terão ajudado), nem Max, Imperador de Hollywood, será considerada uma obra prima pelos críticos literários, mas é um dos meus livros favoritos.

A história gira em torno de um garoto pobres de Nova Iorque que, na passagem do século XIX para o século XX, está na origem, numa visão mais economicista, da indústria do cinema, numa visão mais artística, da sétima arte.

A ideia de Fast, cativante, é proporcionar ao leitor, através de um miúdo imaginário, Max Britsky, judeu, filho de imigrantes, uma visão da forma como o cinema inicialmente teve a sua origem e como evoluiu nos seus primórdios.

Desde os primeiros animatógrafos até ao surgimento do cinema propriamente dito. Desde o cinema como um entretenimento para as classes mais baixas até à elevação do cinema a sétima arte, o qual as elites passaram a frequentar tal como já faziam com o teatro. Desde as fitas que corriam sem nexo, cujo único interesse era a capacidade de uma máquina retratar a vida real, até à construção de argumentos complexos, que envolviam o espectador psicologicamente. Desde os estúdios iniciais em pequenos armazéns até à deslocação da produção de filmes para Hollywood, onde o espaço era imenso e favorável a um género muito na moda, os filmes de cowboys. Tudo em Max, Imperador de Hollywood é apresentado a um ritmo alucinante, fazendo que o leitor deseje regressar àquela época onde a novidade, o empreendedorismo e a criatividade andavam de mãos dadas. Um livro que recomendo.

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publicado por Jorge Assunção às 18:10
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Serenity

Imagine a future where the Iranian regime didn’t need to spend weeks in the streets beating, killing, and jailing protesters to put down the reform movement. Imagine in this future that the beatings would be replaced with something gentler, but ultimately more sinister: non-lethal, weaponized drugs designed to decrease aggression and increase trust. (via: Daily Dish)

 

Esse futuro já foi retratado no filme Serenity. A experiência corre mal, dando origem aos Reapers. Um grupo de humanos ultra-violento que recorrem ao canibalismo e amedrontam toda a restante espécie humana. Estou com saudades de um bom filme de ficção cientifica.

publicado por Jorge Assunção às 19:36
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

Home Movies

A Disney comprou a Marvel, suspeito que motivada pela adaptação das personagens da Marvel ao grande ecrã. Se já acho a Marvel mais infantil que a DC Comics, essa tendência no cinema agora ainda deverá ficar mais acentuada. Entretanto, os responsáveis pelo filme Delgo acharam por bem, tendo como base o trailer do filme Avatar, lançar suspeitas sobre um possível plágio de James Cameron ao flop monumental na bilheteira que foi Delgo (40 milhões de dólares de orçamento, para pouco mais de 500 mil dólares de receita de bilheteira). Não será dificil perceber que aquilo que motiva os produtores de Delgo não é certamente a vitória numa acção judicial, esta não chegará longe, mas antes fazer publicidade ao seu filme de animação e tentar aumentar um pouco a cifra dos 500 mil dólares. E para terminar, o último de Mike Judge estreia esta semana (não em Portugal, infelizmente). Tendo em conta o dia de lançamento (labour day nos EUA) e o trailer, deverá parodiar, um pouco à semelhança de Office Space, com as relações que se estabelecem no local de trabalho. A coisa promete (e acredito que a Mila Kunis tenha este efeito):

 

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publicado por Jorge Assunção às 16:48
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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Prawns and other illegal aliens

Paying tribute to the grungy, violent science fiction of the 1980s, like “Terminator” or “RoboCop”,“District 9” revives the tradition of satirical comment that once enlivened the genre before globe-straddling film-makers started producing over-advertised extravaganzas spawned by toys (Mr Blomkamp’s budget would barely pay the catering bill of one of the summer’s blockbusters).

 

Como digo num post anterior: um filme que promete.

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publicado por Jorge Assunção às 17:10
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

O pensamento colectivista dos críticos de cinema

O critico Armond White chocou alguns utilizadores do Rotten Tomatoes por causa da sua crítica a propósito do filme District 9 (um filme que promete), isto porque o filme estava com um rating de 100% (na altura com 49 criticas) e foi a critica deste a primeira que era negativa para o filme, o que lhe retirou o score perfeito no site de avaliação de filmes (entretanto, o rating já desceu para 88%). Outro crítico, Roger Ebert, saiu, e bem, em sua defesa. Contudo, passadas poucas horas, Ebert decidiu acrescentar esta adenda na defesa que havia feito de White:

On Thursday night I posted in entry in defense of Armond White's review of "District 9." Overnight I received reader comments causing me to rethink that entry, in particular this eye-popping link supplied by Wes Lawson. I realized I had to withdraw my overall defense of White. I was not familiar enough with his work. It is baffling to me that a critic could praise "Transformers 2" but not "Synecdoche, NY." Or "Death Race" but not "There Will be Blood." I am forced to conclude that White is, as charged, a troll. A smart and knowing one, but a troll.

Para Robert Ebert, afinal, White perdeu valor enquanto critico porque, repare-se, valorizou mais o Transformers 2 ou o Death Race do que o Synecdoche, NY ou o There Will be Blood. Isto diz muito sobre o mundo dos criticos de cinema: o que se pode retirar do texto de Ebert é que alguém que tenha as preferências de White deve ser automaticamente desqualificado pelos colegas de profissão. Talvez isto explique o porquê que, como refiro várias vezes, os críticos pareçam ser uma escola colectiva de pensamento, em vez de terem um pensamento individualizado e original. Quem pensa fora do círculo, perde prestigio e é enxovalhado. O sinal aqui dado é: se queres ser um de nós, pensa como nós.

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publicado por Jorge Assunção às 17:21
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Sábado, 15 de Agosto de 2009

Isto promete

“Os filmes sobre o Holocausto mostram sempre os judeus enquanto vítimas”, diz ele, francamente exasperado pela falta de imaginação de Hollywood. “Já todos vimos essa história. Eu quero ver algo diferente. Vamos lá ver alemães que tremem de medo de judeus.” Aqui (via Rua da Judiaria)

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publicado por Jorge Assunção às 09:00
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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Subsídios

Filme de zombies realizado com 50 euros vai chegar às salas de cinema. Foi exibido no festival de Cannes e vai ter exibição nos cinemas britânicos. Apesar de ter (muitas) duvidas sobre a qualidade da coisa, é possível afirmar que já conseguiu mais do que a maioria dos realizadores portugueses que sobrevive à custa do dinheiro do contribuinte.

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publicado por Jorge Assunção às 19:31
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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Breve história do Vietname

 

Full Metal Jacket, Stanley Kubrick (1987)

 

 

Platoon, Oliver Stone (1986)

 

 

Apocalypse Now, Francis Ford Coppola (1979)

 

 

The Deer Hunter, Michael Cimino (1978)

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publicado por Jorge Assunção às 10:00
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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

John Hughes (1950 - 2009)

São muitos e bons os filmes que John Hughes, seja como realizador, escritor ou produtor, deixa para imortalizar o seu nome na história do cinema. Ferris Bueller's Day Off, Uncle Buck, Home Alone, The Breakfast Club, ou Christmas Vacation, entre outros, foram parte integrante da minha infância, naquelas tardes cinematográficas de sábado/domingo na RTP. Ferris Bueller's vi pela primeira vez na biblioteca do escola onde fiz o 5º/6º ano. Uncle Buck ainda recentemente foi transmitido no Hollywood, e lá fiquei eu preso ao ecrã com o sorriso no rosto a recordar os tempos da pré-adolescência. Home Alone, nem consigo dar um palpite de quantas vezes me diverti com Macaulay Culkin. No dia em que Hughes, ainda tão novo, deixa o mundo, fica uma sensação de tristeza no ar, mas fica também a certeza de que é alegria, passada através da tela do cinema ou no ecrã da televisão, aquilo que Hughes deixa de legado ao mundo.

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publicado por Jorge Assunção às 14:03
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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Hamaswood

If the films do make it to distribution, Hamas should hope they meet with a better fate than its computer games. In Gaza's many computer cafes, teenagers spend hours playing Counter-Strike, a first-person shooter game from the United States played between a team of terrorists and a team of counterterrorists. It turns out that Hamas has made its own version of Counter-Strike, in which the two teams are -- no surprise -- Israel and Hamas. But the boys told me they preferred the better graphics from the American games. At one computer cafe, an owner offered me a copy of Hamas Counter-Strike for free -- apparently, no one was buying.

publicado por Jorge A. às 16:47
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

The invention of lying

Não, este não é um post sobre o querido líder, mas podia ser. É antes um post sobre o novo filme de Ricky Gervais que, a avaliar pelo trailer, promete.

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publicado por Jorge A. às 16:44
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Descubra as diferenças

 

E concordo com tudo o que o Carlos Abreu Amorim aqui afirma.

publicado por Jorge A. às 14:32
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Ressacado

Sinceramente, esperava mais deste The Hangover. Sim, diverte. Sim, Zach Galifianakis (o homem da barba) está relativamente bem. Mas não me convenceu.

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publicado por Jorge A. às 21:59
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