Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Aversão do Ambientalismo ao Capitalismo

Via Miguel Noronha:
The world’s cheapest car - a runabout costing just £1,300 - was unveiled in New Delhi to protests from environmentalists but delirious excitement from millions of ordinary Indians.
Gostava de ouvir sinceramente os argumentos dos ambientalistas a desfavor do novo carro barato - e mais que isso, qual a sua solução? Proibe-se a sua venda e veda-se o acesso de milhares de pobres a um automóvel? É isso, não é... é o capitalismo o promotor de desigualdades sociais? Ainda alguém acredita nisso?

A propósito disto a The Economist trazia um artigo interessante na sua edição passada, o mesmo referia o facto de que apesar de o fosso no rendimento entre mais ricos e mais pobres nos Estados Unidos ter aumentado durante o século XX, a verdade é que se no inicio do século um rico podia ter um carro e um pobre não, hoje um rico pode ter um carro topo de gama, mas o pobre não deixa de poder ter um carro - mesmo que dos baratos. E variados exemplos deste tipo encontramos na economia actual quando comparada com a de há 100 anos atrás. O capitalismo, mesmo que aumente o fosso entre ricos e pobres (o que numa visão absoluta não significa aumento da pobreza, repare-se), generalizou o consumo de determinados bens a todos os extractos populacionais... seria melhor a situação antiga? Não me parece...
publicado por Jorge A. às 02:09
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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Entretanto...

...por terras nórdicas: Nobel da Paz para Al Gore e Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas. Al Gore ganha por passar uma mensagem que agrada à comissão nomeada pelo parlamento norueguês para avaliar quem merecia ser o vencedor. Isto independentemente da mensagem passar fazendo uso de mentiras, embora seja de considerar que o cheque atribuido seja útil para Gore pagar a conta de electricidade da sua casa.
publicado por Jorge A. às 21:23
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Enquanto não me incomodar...

Flying and climate change

Britons do seem to regard climate change as a problem, but there is little appetite for big lifestyle changes. One recent poll by Ipsos MORI found that most respondents were doing nothing to reduce their carbon emissions. In another survey, for the Sunday Times, 70% of people reckoned that greenery would drop right down the political agenda if economic growth stalled.

That latter result will be particularly worrying for the climate campers. The government believes economic growth is the strongest driver of demand for air travel. The protesters think so too, and conclude that economic growth must therefore come to an end. That view has the virtue of being admirably clear-eyed, but as a political sell, it looks rather tricky.
Leitura recomendada: Não há almoços grátis
publicado por Jorge A. às 22:15
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

O aquecimento global já era...

O aquecimento global não perdoa em Portugal... no Reino Unido... e no Chile.

Entretanto, nos Estados Unidos, o ranking dos anos mais quentes teve de ser revisto pelo Goddart Institute for Space Studies (via Mitos Climáticos). Ao que parece tinham feito mal as contas, e o ranking que apontava 1998 como o ano mais quente de sempre dos EUA (seguido de 1934, 2006, 1921, 1931, 1999, 1953, 2001, 1990, 1938) teve de ser revisto. Conclusão, 1934 é agora apontado como o ano mais quente de sempre nos EUA (seguido de 1998, 1921, 2006, 1931, 1999, 1953, 1990, 1938, 1939).

Para além da troca entre 1998 por 1934 no lugar de ano mais quente, o ano de 1939 também arredou o ano de 2001 do top 10 - isto para não falar na evidência sobre a incerteza estatistica que estas correcções vem reforçar.

Ora, nesta questão do aquecimento global - e no que toca aos EUA - a década de 30 leva clara vantagem. Explicações? O que levou o aquecimento global a fazer uma pausa entre a década de 30 e os finais da década de 90 até os dias de hoje? Pois, não sei... eu sei é que o novo mote é faça chuva ou faça sol a culpa é do homem. O aquecimento global já era... venha daí o novo slogan: alterações climáticas.
publicado por Jorge A. às 00:15
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Não há almoços grátis

Relatório interno sugere a Londres que contorne fracasso do país nas energias renováveis

O Reino Unido, um dos auto-proclamados líderes do movimento europeu pró-climático, afinal não deverá cumprir a meta da União Europeia para as renováveis até 2020. Em vez dos 20 por cento, os britânicos vão ficar-se pelos nove por cento. Para remediar a situação, um relatório interno propôs aos ministros uma nova interpretação estatística para escamotear o fracasso em vez da aplicação de novas medidas, denuncia hoje o jornal “The Guardian”.
Os receios apocalipticos dos eco-fanáticos (expressão retirada directamente do léxico da insurgentologia) levam os governos a traçar planos irrealisticos. Face à impossibilidade de cumprir tais metas, os governos recuam e começam a procurar soluções para o beco em que se encontram. Uma opinião pública que já se deixou envolver pelo mito do fim do mundo, tal como o conhecemos, caso o dióxido de carbono continue a alargar à atmosfera, mas opinião pública essa que, apesar de em maioria, não consegue fazer por ela própria a mudança - diz que precisa da ajuda do poder do estado. Mas a mesma pessoa que advoga as teorias dos eco-fanáticos e que profeticamente diz ser necessário adoptar uma vida mais pró-ambiental, é a mesma pessoa que não muda o seu estilo de vida, e continua a viajar de avião e a usar o carro para ir para o emprego. É a mesma pessoa que consome larga energia para o computador, televisão, aparelhagem, ar-condicionado de que já não abdica, sem os quais já não sabe viver (exemplo acabado no supra-sumo dos defensores da nova religião, Al Gore). Na prática, é a mesma pessoa que recusa - e na minha opinião muito bem - a retroceder . Essa pessoa pensa que o preço por um suposto mundo melhor é barato - mas quando lhe atinge o estilo de vida, protesta. Os governos sabem isso. Sabem que enquanto o custo da mudança estiver indirectamente imputados nos impostos que pagamos ou no preço mais alto dos produtos que consumimos, a maior parte das pessoas lá vai vivendo a sua vida, advogando o "suposto" mundo melhor. Quando verdadeiramente perceberem que a coisa está-lhes a ir à carteira, ou a influenciar o seu estilo de vida, as queixas não tornarão a chegar.

Em 1798 Thomas Malthus advogava o seu famoso principio da população, segundo o qual qualquer melhoria de vida de determinada população seria minado pelo crescimento dessa mesma população. De 1798 até hoje, a população mundial não parou de crescer, e que eu saiba, não me parece que as condições de vida tenham piorado. Estaria tentado a dizer que melhoraram. Malthus cometera o grave erro de não perceber a importância da evolução tecnológica para o progresso da humanidade.

No inicio do século XX estimava-se que por meados do século seria insuportável viver em Lisboa, tal a quantidade de excremento de cavalo que existiria nas ruas. Estariam longe de imaginar o impacto que essa maravilhosa invenção que foi o automóvel iria ter nas nossas vidas.

Os eco-fanáticos, continuam a sua batalha contra o avanço tecnológico e o progresso da humanidade. Basta ver os protestos junto ao aeroporto de Heathrow:

Heathrow protesters 'may stage bomb hoax'
A hard core of anarchist demonstrators are drawing up plans to bring Heathrow to a standstill using an array of tactics including disguising themselves as ordinary holidaymakers to cause havoc in the airport terminals.
Os que fazem estas manifestações buscam o retrocesso. Lutam, portanto, contra aquilo que é a história da humanidade - e a aspiração de todo o ser humano. Estão longe de imaginar que é com o progresso, e não contra ele, que "o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança."

PS: por enquanto, e à falta de melhor, prefiro verificar que os governos preferem mentir sobre a impossibilidade de cumprirem metas irreais, do que cumprirem as metas até ao fim, e depois mentirem sobre as causas dos problemas que daí advirão.
publicado por Jorge A. às 00:15
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Terça-feira, 17 de Julho de 2007

Coisas que não passam pela TV portuguesa

Argentine capital gets first snowfall in Buenos Aires since 1918

The snow followed a bitter cold snap in late May that saw subfreezing temperatures, the coldest in 40 years in Buenos Aires. That cold wave contributed to an energy crisis and 23 deaths from exposure.
É o aquecimento global, estúpido...
publicado por Jorge A. às 22:26
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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Sobre a inveja

"O que se assobia é um país que pouco se importa com questões ambientais e que julga que é tudo propaganda e que ter preocupações com o ambiente condiciona o seu lindo Lifestyle de cinco carros na garagem e um frigorífico cheio de comida de plástico. O que se assobia é um país que não respeita a liberdade dos outros paises."

Livia Borges, num comentário a este post.

Convém explicar que o pais com maior emissão de CO2 per capita é a Austrália, onde, segundo julgo saber, o lifestyle associado não é propriamente igual ao dos americanos - acho até que aquilo é um país de desportistas. Curioso também como num país de 300 milhões de habitantes é tão fácil traçar um perfir do americano tipico: "cinco carros na garagem e um frigorifico cheio de comida de plástico". E curioso como a resposta a um país que "não respeita a liberdade dos outros paises", seja interferir com a liberdade dos habitantes desse mesmo país a escolherem o lifestyle que bem entenderem. Hoje, como no passado, há uma inveja permanente da velha europa para com o estilo de vida americano - a tipica inveja da aristocracia europeia face ao novo-riquismo americano. Uma inveja e uma posição de superioridade moral que não fica nada bem ao povo europeu. Mas boa parte desta inveja esconde-se por trás de outra argumentação. O comunismo de ontem, foi substituido pelo eco-fanatismo de hoje. Já na União Soviética procurava-se limitar os recursos a que cada um podia ter acesso. Hoje, procura-se fazer o mesmo sob outro pretexto. Eu cá por mim, continuo a gostar de um país onde um tipo pode ter quantos carros quiser e comer o que bem entender. Viva a liberdade.

PS: já agora, espero que a Livia tenha um estilo de vida que seja condizente com aquilo que defende. ;)
publicado por Jorge A. às 10:27
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007

O Horror. A Tragédia.

China já é o país com mais emissões de dióxido de carbono

A China ultrapassou os Estados Unidos como o maior emissor de dióxido de carbono em todo o mundo, segundo os dados fornecidos hoje por um organismo de investigação governamental holandês.

Ao longo do ano passado, as emissões chinesas cresceram nove por cento, contra um aumento de 1,4 por cento nas emissões norte-americanas.

Não posso deixar de questionar qual é o interesse de Portugal em cumprir as metas do protocolo de Kyoto que nos foram impostas. Haverá um único estudo (agora, que são muito badalados) sobre o impacto económico do protocolo na economia portuguesa, um que seja? I don't think so. Mas o tuga paga - o tuga é amigo do ambiente e vai salvar o planeta do aquecimento global - embora o tuga marginalmente tenha um peso minimo na emissão de dióxido de carbono, o tuga de boa vontade faz que salva, sem salvar. Kyoto de pouco serviu, se não para dar na cabeça do Bush e dos americanos. Agora, dizem eles, um novo acordo é necessário com metas mais ambiciosas. Mal por mal, venha daí esse aquecimento global*.

* ainda está por provar que é a emissão de dióxido de carbono que provoca o aumento da temperatura média verificado nos últimos tempos; e também ainda está por provar que o aumento da temperatura a acontecer, e sendo esta provocada pelo homem, seja mau.

publicado por Jorge A. às 21:35
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

O Grande Satã

EUA tentam impedir G8 de impulsionar novo acordo sobre aquecimento global

Aconselho este post e o seguimento de todos os links que lá podem ser encontrados, a conclusão reza assim:
A climatologia (que não pode ser confundida com a poluição) devia ter mais que fazer do que perder horas e dinheiro com cenários como o do filme das predições astrológicas do ano 2100.

A polarização em miragens hipotéticas actua como se colocassem palas para se não ver a evolução real do clima. O clima está a mudar como mudou sempre visto que a mudança é própria do clima.

Mas, o «IPCC e os modeladores» ignoram deliberadamente a evolução real do clima e não tentam perceber a verdadeira natureza das mudanças. Um momento decisivo e fundamental aconteceu nos anos 1970.

Mas a causa dessa mudança brusca é ainda desconhecida. Por essa razão, ninguém sabe dizer se, e quanto tempo mais, a causa de tal evolução vai continuar a manter-se…

Além disso, a verdadeira evolução do clima é preocupante. Deviam ser tomadas muitas medidas, em muitos campos, por motivo da maior irregularidade e da violência do tempo, e da sucessão de ondas de frio e de calor, e de secas e de cheias.

Como ciência da Natureza, a Climatologia, actualmente ainda num estado «ab/errante», devia tornar-se novamente pragmática e útil [ao Homem].

E já agora dêem também um pulinho pelo World Climate Report e por isto: Cunning IPCC Bureaucrats (este último via Insurgente). Se acredito em tudo o que os cépticos do aquecimento global - essa minoria - diz? Não... mas também não tenho muito mais fé nos pró-aquecimento global. E depois, tenho um prazer inestimável pela arte do contraditório, e um pavor absoluto dos consensos generalizados.

publicado por Jorge A. às 22:19
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Choque!!!

Ao que parece, Al Gore veio a Portugal experimentar um luxuoso Lexus topo de gama. Mas não só, o homem também veio falar das consequências do aquecimento global. Se bem que as consequências que ele retira do aquecimento global sejam um bocado(ito) diferentes das do IPCC. Mas o homem é uma força da natureza, de tal forma, que até já há um Gore Effect.

E já viram, o talento todo do senhor podia ter sido desperdiçado caso tivesse ganho as eleições na Florida, aí teria sido obrigado a ocupar o cargo de presidente dos Estados Unidos da América, uma chatice. Assim, podemos não ter evitado uma guerra (a do Iraque), mas podemos, talvez, ter ganho a batalha pela nossa sobrevivência. Afinal, este Einstein do ambiente, que de tão bom, mas tão bom que é, até se dá ao luxo de vir a Portugal fazer uma conferência por uns miseros 175 000 €, sabe que o dia depois de amanhã pode ser-nos fatal, caso não alteremos a nossa forma de vida no planeta azul, e ele, mas só ele, no alto da sua infinita sapiência, irá levar-nos a agir.

Se for para me oferecerem um Lexus topo de gama mais 175 000 €, digo-vos já: sou um ambientalista nato, isto caminha para o fim do mundo, toca a assinar Kyoto, vamos lá espalhar por aí umas eólicas, os polos estão a derreter a olhos vistos, não há salvação se não voltarmos todos para as cavernas... bem, menos eu, que tenho de ir espalhar ao mundo a noticia do desastre montado no meu Lexus.

E só para que não fiquem insatisfeitos, ora cá está, o que veio Al Gore dizer em Portugal:

publicado por Jorge A. às 00:54
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Sexta-feira, 2 de Fevereiro de 2007

N'O Dia Depois de 8 de Fevereiro...

...estaremos tão esclarecidos sobre o aquecimento global como agora.
O tema do aquecimento global é um dos mais debatidos dos últimos anos. Aliás, debatido nem por isso, é quase dado como um facto adquirido, pouca discussão gera. Mas o tema ganhou outra dimensão quando os Estados Unidos decidiram não assinar o protocolo de Kyoto... aí foi a revolução. A esquerda entrou em polvorosa, para além de poder continuar a fazer crer que a defesa do ambiente é um seu monopólio, ainda podia fazer disso arma de arremesso contra Bush e os States.

Mas venha lá aí então um tal de Al Gore, um norte-americano veja-se bem, explicar-nos o que é isso do aquecimento global, e ao quê que poderemos estar sujeitos caso não mudemos os nossos hábitos. A conferência é patrocinada pela CGD, EDP, Lexus e Câmara de Lisboa - isto deve ficar por meia dúzia de tostões, é o que é.

E já agora, só para que fique claro, o quê que faz de Al Gore um especialista que merece ser escutado sobre o tema do aquecimento global. Bem, ao que parece, pegou nesta obra de ficção:
E fez o "The Day After Tomorrow 2":

Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

publicado por Jorge A. às 00:42
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2007

Aquecimento global?

Dinastia Tang e Civilização Maia terão sido vítimas de uma alteração climática.

Os cientistas avançam que o declínio destas duas grandes culturas coincide com modificações do ciclo climático entre o ano 700 e o ano 900 da nossa Era.
A seca provocada por alterações no regime das chuvas, com a catastrófica redução das colheitas agrícolas, e um empobrecimento quase geral, poderão explicar as profundas tensões que levaram ao desaparecimento daquelas sociedades.
[...]
Aos olhos dos investigadores, as variações na cintura de chuvas tropicais poderão ter sido globais e explicar assim, ainda que parcialmente, o fim da era clássica Maia (250-900) no actual México e na Guatemala.
Há hoje na sociedade uma quase unanimidade em relação às causas do que se designou chamar aquecimento global. A mim ainda não me convenceram. Há muito que continua por explicar. O quê que aconteceu com os dinossauros? As épocas glaciares, porquê que acabaram? E o que dizer dos Maias e da dinastia Tang? Será que estes poluiram demasiado a terra e provocaram também eles um fenómeno de aquecimento global?
É um facto que o planeta está a atravessar uma fase em que a temperatura média dos últimos anos é superior à registada em décadas anteriores, mas daí concluir que tal alteração é provocada, em grande parte, se não na totalidade, pela acção directa do homem, acho que é abusar um pouco...
É aqui que entra a correlação. Eu posso observar no meio-ambiente, que dá-se um menor número de acidentes rodoviários quando chove. Mas daqui não posso concluir que quando chove a estrada é mais segura. O que acontecerá, é que o condutor, dado que está a chover, tenderá a conduzir a uma velocidade mais baixa e com maior atenção, o que diminuirá o risco de acidente. Pelo que julgo saber, ainda está longe de estar totalmente demonstrada que exista uma correlação muito grande entre a poluição feita pelo Homem, e as alterações climáticas a que temos assistido nos últimos tempos.
publicado por Jorge A. às 22:08
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