5 comentários:
De Daniel João Santos a 13 de Dezembro de 2009 às 19:43
Gente com provas dadas... pois, quanto a isso estamos esclarecidos com a paisagem politica que temos.
De Jorge Assunção a 14 de Dezembro de 2009 às 15:37
Tens razão, Daniel.
De Marco A. a 14 de Dezembro de 2009 às 09:35
Tenho alguma pena, mas tenho de concordar contigo, não acho que Passos seja uma alternativa a Sócrates, e por acaso faz-me lembrá-lo em muito.
De António de Almeida a 14 de Dezembro de 2009 às 12:45
Não apreciei a última entrevista de PPC, o que em nada altera a minha apreciação, bastante negativa, sobre a actual liderança. O facto de ter criticado a exclusão de PPC e Miguel Relvas das listas não me torna um defensor entusiástico da até agora única alternativa à liderança no terreno.
De Jorge Assunção a 14 de Dezembro de 2009 às 15:52
"Não apreciei a última entrevista de PPC, o que em nada altera a minha apreciação, bastante negativa, sobre a actual liderança."

Também não gosto particularmente da actual liderança, mas tenho noção de que não é tão má quanto a pintam.

"O facto de ter criticado a exclusão de PPC e Miguel Relvas das listas não me torna um defensor entusiástico da até agora única alternativa à liderança no terreno."

Mesmo que fosses, António. Em primeiro lugar, em política fazem-se escolhas e concordarás que as divergências que existem entre nós são mais de posicionamento estratégico, de avaliação de candidatos, do que programáticas, de ideias para o país. Em segundo lugar, não é obviamente a pessoas como tu que me refiro quando falo dos apoiantes de Passos que não aprecio, e longe de mim colocar todos os apoiantes de Passos no mesmo saco. Mas há uns quantos, sejam os estrategas, sejam os testa-de-ferro, que até tu aceitarás que estão muito longe de pretender aplicar no país a mesma receita que tu e eu defendemos (bem sei, com a actual liderança acontece o mesmo, mas isso era assunto para post comprido). Noto, aliás, em torno de Passos, muito daquele espirito de boys que sempre rodeou Sócrates. E onde há valorização de boys não vale a pena pensar que existirá qualquer tentativa de alterar o status quo vigente. Há só tentativa de alterar quem ocupa os cargos disponiveis.

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