7 comentários:
De manuel gouveia a 6 de Dezembro de 2009 às 12:06
Em cada português existe um pouco de louco, médico, treinador de futebol e programador de TV!
De António de Almeida a 6 de Dezembro de 2009 às 13:33
A RTP enquanto televisão pública não tem razão para existir. O verdadeiro serviço público, desde publicidade institucional, comunicações ao país ou qualquer programação entendida como tal, poderia ser contratualizada por concurso aos operadores do mercado televisivo.
De manuel gouveia a 6 de Dezembro de 2009 às 17:42
Se suportamos os custos com tantos privados, que ao menos alguém seja obrigado a garantir o serviço público (para variar), já que aos privados nada se pode exigir!
De Jorge Assunção a 9 de Dezembro de 2009 às 15:14
"ao menos alguém seja obrigado a garantir o serviço público"

Ahahahah. E que serviço presta a RTP que os outros não prestam? Deve ser o Preço Certo em Euros... :)
De manuel gouveia a 9 de Dezembro de 2009 às 16:10
A visão do nosso umbigo, por vezes fascina-nos... podia invocar o que consta no contracto do serviço público, que é efectivamente a isso que a empresa está obrigada e não a um ideal que cada um constrói, os canais internacionais, o serviço rádio em onda curta, as limitações em termos de publicidade cujas receitas revertem exclusivamente para o serviço da dívida...

Enfim podia invocar tudo isto, mas como discutir com um espectador do preço certo?
De Jorge Assunção a 9 de Dezembro de 2009 às 16:23
Não sei porquê, mas a resposta não saiu no seguimento.
De Jorge Assunção a 9 de Dezembro de 2009 às 16:23
"A visão do nosso umbigo, por vezes fascina-nos"

Nem mais. É a "utilidade dos oito mil" referida numa frase que cito mais acima. Todos os que comem do orçamento da RTP e outras tais, acham sempre que fazem algo muito útil. E eu que não encontro utilidade nenhuma. A começar pelo Preço Certo. Porque tudo o que dizes que a RTP presta, pode ser prestado a preço mais baixo com contratualização com privados. Ou mesmo que se mantenha no dominio público, que o seja com um único canal tipo RTP2. Nunca, mesmo nunca, com um canal como a RTP que limita-se a debitar lixo e banalidades iguais às duas dois canais privados. Mas como sabemos é nos funcionários e nos serviços prestados pela RTP que recai o grosso dos custos da televisão pública.

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