4 comentários:
De manuel gouveia a 8 de Março de 2009 às 19:00
Não devemos ser tão narrow minded...
De Daniel João Santos a 8 de Março de 2009 às 19:36
Essa é boa.
De Livia Borges a 9 de Março de 2009 às 19:38
Olha, não vás mais longe...
No meu primeiro ano de faculdade, havia a cadeira de inglês e no final do ano lectivo tínhamos que apresentar um trabalho livre para a turma e para a prof, claro.
Toda a gente apresentava os seus trabalhos... Ninguém ouvia... Uma seca.
Agora imagina quando a "je" apresentou a teoria do Paul Is Dead, com capas de discos, letras de canções, a teoria na sua glória absoluta...
Não consegui ter o gravador com as músicas, mas digo-te que o trabalho foi um sucesso e que TODA a gente - mas mesmo TODA a gente e a prof. incluída - ouviram da primeira até à última palavra.
Um dos melhores momentos da Universidade. E ainda tenho a velhinha impressão em Wordstar do texto. ;-)
De Jorge Assunção a 10 de Março de 2009 às 01:47
Acredito. É como o autor do artigo diz, é inacreditável a quantidade de pessoas entre as novas gerações que continuam fascinadas pela banda. Curiosamente tive a prova disso recentemente com o Blip (o serviço que uso para as músicas), de todas as canções que já coloquei no meu perfil (cerca de 100), aquela que me garantiu mais "props" (uma espécie de pontos atribuidos entre utilizadores para dizer que gostamos da música em causa) foi para uma música dos The Beatles ("Here Comes the Sun").

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