Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Vitória pírrica

Por norma, fico satisfeito quando alguém toma medidas que impedem o aumento dos impostos. Por isso, devia ter ficado satisfeito com o fim do PEC e a suspensão do novo Código Contributivo, mas não fiquei. A questão essencial aqui é que a oposição decidiu actuar do lado da receita, mas não decidiu onde cortar despesa: assim é cómodo para a oposição, mas não é certamente bom para o país. Podemos dizer: bem, agora, a parte difícil, cortar na despesa, é trabalho do governo. Mas a experiência diz que o governo nada alterará na estrutura da despesa, o que levará a aumento do défice e consequente aumento de impostos no futuro.

publicado por Jorge Assunção às 20:00
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Qual a falta mais gritante?

Pergunta Maria João Avillez. E António Barreto vai à essência da coisa:

 

Parece-me óbvio que há uma falta de empresários, de capitalistas. Será um problema ancestral? Vem da nossa maneira passada de viver e de gastar? Dos desperdícios? Do facto de os ricos portugueses terem vivido à sombra do Estado durante 200, 300 ou 400 anos? De o Estado ter ocupado tudo desde os Descobrimentos? Não quero ir por aí, mas o resultado é este. Há poucos empresários, poucos capitalistas com capitais, as elites são fracas e têm uma noção medíocre do serviço público. É raríssimo encontrar ricos, poderosos, famílias antigas, com um sentimento forte do contributo que podem dar à sociedade.

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publicado por Jorge Assunção às 16:00
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Oscarwatch

A acompanhar no blogue Cinema do Miguel Lourenço Pereira.

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publicado por Jorge Assunção às 15:30
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O mentiroso compulsivo

Na sexta-feira, após a derrota do governo no Parlamento com o fim do PEC e a suspensão por um ano do novo Código Contributivo, José Sócrates acusou a oposição de irresponsabilidade por ter decidido aumentar a despesa, muito embora seja claro que as medidas tomadas, quanto muito, levam a uma diminuição da receita (no caso do Código Contributivo, nem isso, impediu foi um aumento de receita). Confesso que fico surpreendido quando vejo gente que tenho por séria a acreditar no sujeitinho que nos governa. É que o homem não precisa de proferir mais de duas frases para ser apanhado a mentir.

publicado por Jorge Assunção às 14:30
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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Estágios para quem procura o primeiro emprego

Há quanto tempo é que os governos apresentam, a cada ano que passa, um programa de estágios na administração pública para quem procura o primeiro emprego? Não vou diminuir a importância de tais programas, pois é certo que a coisa terá muita procura e fará falta a muita gente. O que questiono é: já era tempo de isto deixar de ser noticia, não? É que no dia em que isto deixar de ser noticia, será sinal que o desemprego não é tão grande problema quanto foi durante esta década que está prestes a terminar. É que no dia em que isto deixar de ser notícia, será sinal que o governo deixou de centrar a sua governação em medidas temporárias de combate a um fenómeno gravissimo, mas antes arranjou medidas que resolvessem o problema do desemprego de vez. Mas porque será que suspeito que na próxima década continuaremos na mesma ladainha? É que os estágios atenuam um problema, mas resolvê-lo é que nada.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Frases literárias

Agora, meus senhores, vou contar-vos, seja ou não do vosso agrado, por que não consegui tornar-me nem sequer um insecto. Solenamente vos digo: eu quis ser insecto, reiteradas vezes. E nem disso tive a honra.

 

Cadernos do Subterrâneo, Fiódor Dostoiévski, Assírio & Alvim, Tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra

 

Certa manhã, ao acordar após sonhos agitados, Gregor Samsa viu-se na sua cama, metamorfoseado num monstruoso insecto.

 

Metamorfose, Franz Kafka, Público (colecção Mil Folhas), Tradução de João Crisóstomo Gasco

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publicado por Jorge Assunção às 12:00
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Sábado, 28 de Novembro de 2009

Aguiar-Branco e Marco António Costa

O primeiro actua como se fosse presidente do PSD, o segundo, atendendo à actuação do primeiro, recordou que existe um sector no PSD que está alerta. Infelizmente, ambos representam um sinal do futuro sombrio que aguarda o partido. O primeiro porque é a sobra de um sector que quer manter o poder, uma sobra de qualidade duvidosa. O segundo porque quer ser o pilar de um sector que quer alcançar o poder, um pilar de base pouco sólida.

publicado por Jorge Assunção às 19:17
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Não falemos, pois então...

Soube-se hoje que o Segredo de Justiça no caso Face Oculta foi violado no fim de Junho, 4 meses antes de a violação ter chegado aos jornais. Essa violação do Segredo de Justiça favoreceu os suspeitos e a classe política associada. Só mesmo seguindo o conselho de Passos Coelho de não falar no assunto é que se pode preservar a credibilidade das instituições. Note-se que algo semelhante já tinha acontecido no caso Casa Pia. Alguns dos suspeitos souberam que estavam a ser investigados através de circuitos de informação ligados às tais “instituições” dias antes de o assunto ter sido tornado público pelos jornais.

 

João Miranda, no Blasfémias. E em quantos outros casos aconteceu o mesmo. Não foi Pinto da Costa avisado das buscas a sua casa e do mandato de detenção? Pois...

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

O estratega do Passos

Falando na qualidade de presidente da Foment Invest, Ângelo Correia elogiou a política do Governo na área da energia.

 

De facto, com declarações destas, fica comprovado que o estratega do Passos é melhor que qualquer outro estratega.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Lua Nova

Parece que o filme ainda consegue ser pior que o seu antecessor da saga Twilight. Não é de espantar. O primeiro sinal que assim seria foi a pressa com que a produtora exigiu que o filme estivesse pronto. A tal ponto que trocaram Catherine Hardewicke, a realizadora do primeiro, por Chris Weitz. Na pressa de fazer milhões (e os milhões não faltarão, certamente), optaram por um homem para realizador. Erro crasso. A saga Twilight, tal como concebida no primeiro filme, não era só um filme para raparigas teenagers, era também um filme com sensibilidade feminina atrás da câmara, o que seriva para agradar às mães das teenagers. Retiraram isso, retiraram parte do que tornava o produto medianamente interessante.

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publicado por Jorge Assunção às 17:00
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Quando o endividamento bate à porta

Esta situação apanhou os investidores de surpresa, conta o Financial Times de hoje, e representa na prática um incumprimento das obrigações do país, que põe em causa obrigações relativas a dívida total no valor de 53 mil milhões de euros desta cidade-Estado do golfo Pérsico, que foi assumida para o desenvolvimento de projectos no território com vista a diminuir a sua dependência do petróleo, e aumentando a sua importância como centro turístico e financeiro na região.

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publicado por Jorge Assunção às 11:00
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Paula Teixeira da Cruz e Passos Coelho

Paula Teixeira da Cruz coordenará o programa de Passos Coelho. Ora, nem Paula Teixeira da Cruz é uma mulher de direita, como claramente deverá ser o próximo líder do PSD, nem se lhe conhecem simpatias pelo liberalismo, com as quais Passos Coelho se identificou na sua anterior candidatura. Para além disso, Paula Teixeira da Cruz representou o pior PSD dos últimos anos, um partido snob e cabotino, invocando sistematicamente distinções «classistas» internas (é dela a famosa referência à «fuga das elites» que a eleição de Meneses provocaria). Uma péssima escolha, só justificável pela eventual necessidade de Passos Coelho se «credibilizar», o que só o diminui. Agora, ou Marcelo resolve descer à terra, ou deixa de haver esperança para qualquer recuperação do PSD.

 

Rui Albuquerque, no Portugal Contemporâneo. Eu só não diria que são más notícias, diria antes que são as notícias esperadas.

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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

O Portugal de Sócrates

A propósito do que li aqui e aqui, confirmo que publiquei esta crónica no Público a 12 de Novembro, quinta-feira e na segunda-feira da semana seguinte, dia 16 de Novembro, a 2 horas de entregar o meu texto pronto para ser publicado na edição de terça do Diário Económico, como sempre fiz desde o princípio de 2008, fui contactado pelo editor de opinião do jornal informando-me de que a minha colaboração era dispensada. Não obstante ter escrito imediatamente ao director do Diário Económico manifestando a minha surpresa por ter sido dispensado sem uma explicação no próprio dia em que iria entregar um artigo, não recebi qualquer resposta.

 

Pedro Lomba, aqui. Há muito que o Diário Económico não esconde o que é. Quem compra o jornal em causa leva com desinformação pura e dura a favor do governo socialista. O que vale, é que o jornal em causa não tem os problemas financeiros do Público ou do Sol.

publicado por Jorge Assunção às 11:30
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Vergonhosa

Toda a actuação do governador do Banco de Portugal sobre a possível subida de impostos, quer pelo que diz agora, quer pelo que não disse anteriormente, é vergonhosa - agora dá guarida a uma possível subida de impostos por parte do governo, antes das eleições não soube introduzir a questão para não incomodar (afinal, este é um governador que, por mais do que uma vez, já mostrou que não gosta de incomodar certo poder político, o socialista, nem certo poder financeiro: BPN, BPP e BCP). O governador, pessoa competente que tem um cargo de vice-governador do Banco Central Europeu para assegurar, já tinha dado garantias ao actual governo que até 2011 podia gastar à fartazana, agora vem dar guarida a uma possível subida de impostos. Cortar despesa? Está quieto, que o governo não pode perder o apoio popular. Esta forma de olhar para as contas do país é sustentável? Não se preocupa Constâncio com o futuro do país? Constâncio preocupa-se com o futuro, certamente, mas com um futuro muito particular: o seu. Quando outros andarem atarantados com a lama nacional, espera andar Constâncio por outras paragens com remuneração à altura da sua competência.

publicado por Jorge Assunção às 19:00
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Recuperou do coma e vai escrever um livro. Será?

Leio isto: após várias sessões de fisioterapia, Houben, agora com 46 anos, começou a conseguir digitar mensagens num ecrã de computador. “Todo este tempo tentava gritar, mas não havia nada para as pessoas escutarem", afirmou após 23 anos sem conseguir comunicar com as pessoas. “Frustração é uma palavra muito pequena para descrever o que eu senti”.

 

E isto: Houben's mother said her son has become so proficient at punching sentences that he has even started writing a book. [...] American experts acknowledged a vegetative state diagnosis can often be wrong. But in most cases, they said, it involves a patient who is minimally conscious, whose muted and intermittent signs of awareness might be overlooked, rather than a patient like Houben, who is fully conscious but paralyzed.

 

Acrescento isto: Médicos portugueses duvidam de milagre de coma belga

 

Talvez, mas só talvez, o paciente em causa não esteja totalmente consciente como é pintado na história. Talvez Houben não seja capaz de escrever um livro. Talvez aquele computador que permite, com a ajuda de alguém, descobrir que o paciente diz coisas como "todo este tempo tentava gritar, mas não havia nada para as pessoas escutarem", talvez seja uma farsa. Talvez seja bom dúvidar um bocadinho. Talvez valha a pena ler isto: This Cruel Farce Has To Stop!

Talvez o paciente não tenha capacidade para escrever um livro. Talvez venham a receber muito dinheiro pelo livro. Talvez.

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publicado por Jorge Assunção às 12:30
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Contentores de Alcântara

Parece que, na Assembleia da República, os partidos da oposição (com excepção, até agora, do CDS) pensam apresentar um projecto de lei que tem como objectivo impedir o prolongamento do contrato da Mota-Engil na exploração dos contentores de Alcântara. Recorde-se que a extensão do prazo foi uma decisão do governo anterior, na altura com maioria absoluta, e que originou um relatório verdadeiramente demolidor do Tribunal de Contas a contestar o negócio. O problema é que mesmo aceitando que a decisão foi péssima (e eu estou convencido que foi), uma proposta que leve à anulação de tal extensão do contrato dará origem, sem grandes dúvidas, a uma reclamação judicial por parte da Mota-Engil e, provavelmente, até a uma indemnização. E é aqui que a porca torce o rabo, para recorrer a linguagem popular. É que por muito má que seja a decisão, está tomada, e se o valor esperado da indemnização superar o valor do ganho esperado com a reversão do contrato, mais vale deixar tudo como está e não embarcar em populismos demagógios só para satisfazer o jogo político-partidário. O mesmo é dizer que esperava (mas eu já sei que espero mais do que devia) que qualquer partido político sério que apresentasse uma proposta no sentido de anular o aditamento ao contrato agora em vigor tivesse 1) previsto a possibilidade de uma indemnização e 2) em caso de possibilidade de indemnização, tivessem feito contas para apurar se mesmo assim justificava-se levar tal projecto de lei para a frente. Eis quando, para surpresa minha (já sei que não tenho idade para me surpreender com estas coisas), aparece um jovem do PCP (para o caso suspeito que o partido até não seja propriamente relevante) que, quando confrontado com a possibilidade de o projecto de lei que o seu partido apresenta poder levar a uma indemnização à Mota-Engil, refere que pensa que se esta vier a ocorrer não deverá ultrupassar o ganho que a reversão do contrato dará origem. Pareceu-me matéria de fé, mas quero crer que estou enganado...

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Por natureza?

No outro dia, Clara Ferreira Alves n’A Noite da Má Lingua II O Eixo do Mal, quando falavam dos negócios menos sérios em Portugal, dizia que as coisas eram assim aqui e eram assim noutros lados. Deu como exemplo a lei seca nos Estados Unidos: achei um óptimo exemplo, porque será que a maior parte dos mafiosos de então eram italo-americanos?

publicado por Jorge Assunção às 18:00
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O campo da Oliveirense

Parece que é um batatal, pelo que com chuva as condições para a prática do futebol seriam complicadas o que beneficiaria a equipa menos dotada tecnicamente e mais habituada a tal batatal. O F.C.Porto fez pressão e o árbitro decidiu não realizar o jogo. Reparem que até sábado passado outros clubes haviam passado por igual campo, em iguais condições atmosféricas, e não houve árbitro algum a decidir suspender o jogo. Sorte a do F.C.Porto que teve como árbitro o sempre mui correcto Bruno Paixão, cujo nome decorei mais por procedimentos fora das quatro linhas do que no exercício das suas funções. Atreveria-me até a dizer que é um árbitro que gosta de fruta. Quem não gosta, não é assim?

 

E sorte a do Benfica porque este caso não envolveu o clube. Imagino se tivesse envolvido. Não estando envolvido o Benfica, no pasa nada...

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publicado por Jorge Assunção às 14:00
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Benfica - Sporting

Jorge Jesus, no domingo passado, continuou a preparar a boa campanha no campeonato. O próximo jogo é contra o Sporting e toda a gente sabe que a equipa em pior momento de forma costuma ganhar o dérbi lisboeta. Ora, se nos jogos da taça de Portugal o Benfica perdeu e o Sporting ganhou, está-se mesmo a ver qual das equipas está em pior momento de forma e, portanto, na rota certa para ganhar o jogo entre ambas.

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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Quem critica os críticos

No outro dia, Miguel Sousa Tavares disparava veneno contra o guarda-redes Eduardo pelas declarações que este havia proferido sobre aqueles que haviam criticado as suas qualidades para ser o titular da selecção. Dizia Sousa Tavares que os jogadores de futebol deviam pensar que eram os únicos intocáveis, os únicos que podiam e deviam estar livres de criticas em Portugal. Não concordo com Sousa Tavares. Na minha avaliação, aqueles que em Portugal mais julgam estar livres de criticas são os próprios críticos. O que é terrível, porque neste país são poucos os que fazem critica pura e dura de forma independente e, contrariamente ao que parece pensar Sousa Tavares, em poucas áreas há tanto crítico como no futebol. Mas se os poucos que existem raramente aceitam discutir as suas análises criticas (e aqui não me refiro particularmente ao futebol), a partir de certa altura parece que pensam que tudo o que dizem é um dogma e não uma opinião discutível como tantas outras. Mas se, quando um crítico é criticado, este defende-se alegando que quem o ataca não aceita a crítica, não estará ele próprio a fazer aquilo que critica ao outro? Pois, bem prega Frei Tomás...

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publicado por Jorge Assunção às 22:00
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Plano Inclinado

O programa da SIC Noticias, com a moderação de Mário Crespo e a presença de Medina Carreira, João Duque e Nuno Crato, é um dos melhores programas da televisão portuguesa. Até agora, os assuntos predominantes tem sido económicos e para quem quiser perceber foi lá dito o essencial sobre o estado da economia portuguesa. No programa do último sábado, foram ao ponto que faltava e que, de forma simplificada, explica o motivo porque ainda existem para ai uns economistas optimistas: os que não duvidam que a União Europeia, sobretudo com o esforço dos contribuintes alemães, irá ajudar a economia nacional. Basicamente, eles são optimistas não porque ignorem que estão a atirar para alto mar alguém que não sabe nadar, mas porque contam que, quando estivermos perto de afogarmo-nos, um tipo alto e loiro virá atirar a bóia e levar-nos para terra. Claro que continuaremos sem saber nadar. Mas, enfim, que tristeza de povo e de economistas.

publicado por Jorge Assunção às 20:00
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Jorge Ferreira

A notícia já era esperada, mas nem por isso deixou de me atingir mais fundo.

 

Começa assim um post do Pedro Correira intitulado Na despedida do Jorge Ferreira que recomendo. Foi um privilégio participar com o Jorge Ferreira nos projectos Novo Rumo e Eleições 2009, mas foi no Tomar Partido que tornei-me seu leitor regular. No caso do Novo Rumo, tive até a honra de ter sido o autor do convite, mal sabia eu da notícia que já era esperada pelo Pedro. Por isso, no sábado, quando soube da morte do Jorge Ferreira, o inesperado da coisa deixou-me atordoado. Sinto necessidade de escrever mais alguma coisa mas, perdoar-me-ão os leitores, faltam-me as palavras certas. Descanse em paz.

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publicado por Jorge Assunção às 16:00
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