Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Suspeito que não seja um problema de falta de explicações

Não há ninguém que explique a diferença entre Tribunal Penal Internacional e Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia a jornalistas, Fernandos Rosas e afins?

A pergunta é colocada pela Ana Margarida Craveiro aqui.

publicado por Jorge A. às 22:50
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Muito provavelmente, a srª ministra também só recorre a piscinas públicas

Ministra da Saúde defende legislação para aumentar segurança das piscinas particulares

A ministra da Saúde, Ana Jorge, defendeu hoje que seja criada uma legislação que regulamente a construção e utilização de piscinas em casas particulares, contribuindo, assim, para a redução do número de mortes de crianças por afogamento. Em Portugal, morrem em média, por ano, 28 crianças em piscinas privadas.

Se me é permitido uma sugestão, recomendo a obrigatoriedade de nadador salvador em todas as piscinas privadas. Esta zona, por exemplo, e até nova regulamentação saida da cabeça da sapiente doutora ministra entrar em vigor, devia ser imediatamente vedada por perigo público. A propósito, aconselho a leitura deste post do António de Almeida.

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publicado por Jorge A. às 22:18
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Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Decatlo Olimpico

publicado por Jorge A. às 23:37
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Amor à Camisola II

Petit confirma "convite irrecusável" do Colónia

Numa mensagem divulgada no site do clube de Lisboa, Petit, que vestiu a camisola "encarnada" durante seis anos, tendo realizado 207 jogos e apontado oito golos, agradeceu o apoio dos adeptos, manifestou confiança no regresso do Benfica "ao seu lugar de direito" e enalteceu a "compreensão" dos responsáveis do clube ao permitirem a sua saída a custo zero.

Com um director desportivo que não o Rui Costa teria isto acontecido? Na prática o Benfica deu um prémio ao Petit por este sair, ao prescindir de uma verba para a transferência (sendo que metade dessa verba iria direitinha para os cofres do Bessa), permitiu ao Colónia oferecer um salário mais elevado  - o contrato da vida do jogador, nas palavras do próprio. Fico feliz pelo Petit e desejo boa sorte ao Rui Costa.

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publicado por Jorge A. às 22:32
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Domingo, 27 de Julho de 2008

Amor à Camisola

João Moutinho revelou a sua vontade de sair do Sporting, o clube quer manté-lo, pelo menos enquanto os montantes em causa para a transferência não subirem ao que o clube pretende (o que separa o Moutinho e o Sporting afinal não é grande coisa, é tudo uma questão de dinheiro). As criticas à atitude de Mourinho multiplicam-se, um pouco à semelhança do que também acontece com a atitude de Cristiano Ronaldo.

 

Enquanto nenhum dos jogadores em causa rasgar o contrato que os une aos respectivos clubes, não vejo onde esteja o mal. Amor à camisola? Pois sim. O que o Moutinho tem é amor a si próprio antes de qualquer coisa - e entre a opção de manter-se no clube actual ou ir multiplicar o seu salário sabe-se lá por quanto, acho que o jogador faz muito bem em pressionar a entidade empregadora para deixá-lo ir.

 

Ao mesmo tempo, os mesmos que tanto esperam amor à camisola por parte do Moutinho, não o devem esperar por parte do Stoijkovic, guarda-redes com contrato com o Sporting, mas que por ser um activo menos valioso, tem outro tipo de tratamento.

 

Agora o que eu gostava de saber é quantos adeptos que transbordam de amor à camisola, contrariamente aos Moutinhos e Ronaldos deste mundo, não trocavam o amor à camisola por mais 100.000€ por mês na conta do banco.

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publicado por Jorge A. às 23:58
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Mash-Up

"Surely one of the most awesome, flagrant, and work-intensive copyright violations we've ever seen." New York Magazine

 

A propósito deste post do Gabriel Silva e dos comentários gerados, lembrei-me disto. O artista da música que acompanha o video (feito por um fan) é um tipo que dá pelo nome de Girl Talk. O seu álbum pode ser obtido, disponibilizado pelo mesmo e muito à la Radiohead (dê quanto quiser), aqui. Já agora, e tal como recomendado pelo Gabriel Silva, podem ir ler este post do Miguel Caetano e assinar a petição caso seja essa a vossa vontade.

publicado por Jorge A. às 14:32
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Sábado, 26 de Julho de 2008

Verão

 

Da esquerda para a direita: Miranda Kerr, Alessandra Ambrosio e Marisa Miller

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publicado por Jorge A. às 19:53
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The Dark Knight (III)

O The Dark Knight é um grande filme? Não tenho grandes dúvidas. Ao sair da sala onde o filme havia sido projectado e o  genérico final ainda corria, sentia aquela rara satisfação de felicidade por saber que havia visto uma coisa bela e que justifica em pleno o rótulo de sétima arte para aquilo a que se designou chamar cinema.

 

O filme demora a aquecer - posso ter sido afectado por ter visionado antecipadamente os primeiros cinco minutos do filme onde o Joker faz a sua primeira aparição - mas durante a primeira hora de rodagem, e salvo ocasionais aparições do Joker, a coisa não vai muito além do habitual.

 

Mas depois compreende-se. Nolan tinha de enquadrar a história e perdeu o tempo inicial a fazê-lo. Por vezes, no enquadramento, perde-se na complexidade de tudo o que pretende retratar e dá pulos na acção injustificados (por exemplo a sequência final da festa de Bruce Wayne em honra de Harvey Dent não explica como é que o Joker abandona a festa), mas logo de seguida reencontra-se e devolve-nos toda a magia deste The Dark Knight.

 

O filme é longo, mas tem a fascinante proeza de manter a acção em permanente climax durante toda a sua hora e meia final. Nesse climax, tanto é-nos apresentada algumas das melhores sequências de acções da história do cinema, como das melhores cenas de representação dos últimos tempos. Para isso muito contribui o Joker e o actor que o protagoniza, Heath Ledger, que merece toda a atenção que tem recebido por parte da critica e do público - todas as cenas do Joker enquanto prisioneiro são uma delicia para qualquer verdadeiro amante de cinema (e não, a sua morte pode ter garantido uma aura especial a este papel, mas todos os elogios são poucos para uma representação tão bem conseguida). O Joker não só assusta como, sem nunca ser cómico, ou reformulando, sem nunca tentar ser cómico, provoca o sorriso fácil (a sua cena a sair do hospital que acaba de detonar é magnifica, ou a cena inicial do truque do lápis, etc...).

 

Entre as cenas de acção, o suspense, o dramatismo e o romance, fica também a análise filosófica a que o realizador se propõe. A caracterização do Joker como um bandido cujas acções não carecem de justificação, nem aparentam tê-la. A visão anárquica de sociedade do Joker e os seus objectivos, da criação do caos para fazer sobressair nas pessoas os seus receios e por essa via forçá-las a tornarem-se um pouco como ele próprio se vê. A tentativa de equivalência entre o que o Joker e o Batman representam, mas ficando claro desde o principio o que os distingue. E é a linha que os distingue, que Batman nunca atravessa (embora o próprio Batman compreenda que alguns limites têm de ser quebrados e ele quebra-os para lutar contra um grande mal), que será transposta por Harvey Dent - o Two-Face surge assim não apenas como um personagem com mero delirio psicológico, de alternância entre dois estados de espirito distintos, mas sim como uma metáfora de como é curta a distância entre o que distingue o herói do vilão.

 

Mais havia a dizer, outras analogias se poderiam traçar, nomeadamente com o onze de Setembro de 2001, a América actual, a paranóia de vigilância que varre a nossa sociedade, e em como o filme tenta incorporar isso tudo na sua mensagem.

 

Mas no fim, é um filme sobre os heróis que queremos e sobre os heróis que efectivamente temos. Sobre os heróis que imaginamos existir e sobre os heróis que sem imaginarmos, existem. E sobre os dilemas morais que afectam aqueles cujos opositores não revelam reger-se pelo mesmo código moral. Sobre a solidão e responsabilidade que advém da posse de um grande poder. Sobre as escolhas que se fazem e as consequências que se acarretam.

 

Vale a pena.

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publicado por Jorge A. às 02:26
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The Dark Knight (II)

Sobre o IMDB: o filme merece estar no primeiro lugar? Na minha opinião muito sincera não. Mas na minha opinião o Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain levou com nota 1 e no entanto aparece na 42º posição do ranking. Já me viram queixar da falta de credibilidade do mesmo? Não. E o Stalker? Como é que é possível aquilo aparecer no top 250? E no entanto aparece na 225º posição do ranking. Já me viram queixar da falta de credibilidade do mesmo? Não.

 

Por outro lado, dos poucos 10 que atribui a um filme, um foi para o The Virgin Suicides e o outro para o 28 Days Later. Nenhum dos dois consta sequer no top 250 do IMDB. Já me viram queixar da falta de credibilidade do mesmo? Não. Eu dei um 9, reparem bem, a um filme que tem de média arredondada 6 (não revelo o filme para também eu não perder a credibilidade). Já me viram queixar da falta de credibilidade do mesmo? Não.

 

E como é que se justifica os 0,5 pontos de distância que separam o magistral Apocalypse Now na 36ª posição do The Godfather na 3ª posição? A credibilidade não era posta em causa só por isso? E a constante troca de posição entre o The Shawshank Redemption e o The Godfather pelo primeiro lugar desde que eu conheço o IMDB, como é que se explica isso? Gostava sinceramente de ver uma critica bem fundamentada a explicar o porquê do The Shawshank Redemption merecer todo esse mérito.

 

O ranking do IMDB é um agregador de opiniões, sujeito a variadas limitações para análise, mas nem por isso deixa de ser credível - nomeadamente no que toca a garantir boas pontuações para bons filmes, e más pontuações para maus filmes. Sendo um agregador de opiniões, e sendo cada opinião em si subjectiva, o resultado final é tão subjectivo quanto cada uma das parcelas que o componhem. Não façamos do ranking do IMDB aquilo que ele não é, um instrumento de valorização absoluta do que é bom e do que é mau, mas também não procuremos reduzi-lo a um simples indicador de duvidosa credibilidade porque, e esta é a maravilha da coisa, de repente um filme como o The Dark Knight surgiu no primeiro lugar do seu ranking.

 

O status quo é de facto uma coisa lixada, especialmente quando é posto em causa.

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publicado por Jorge A. às 01:45
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The Dark Knight (I)

Dêem um óscar ao Ledger e não se fala mais nisso...

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publicado por Jorge A. às 01:18
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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Berlim, Estados Unidos da América

Os alemães preparam-se para eleger o seu próximo presidente. Numa demonstração de vitalidade da democracia alemã, duzentas mil pessoas sairam à rua para ouvir um dos candidatos na disputa discursar.

publicado por Jorge A. às 15:12
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Revelação

Entre um estrondoso 95% no Rotten Tomatoes e um 9.5 de média no IMDB, não há nada como verificar que entre os criticos do Público, três atribuiram 2 estrelas em 5 e apenas um deu-lhe nota positiva com 4 estrelas. Se me permitem a critica, quando é que o Público pensa definitivamente mudar de criticos?

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publicado por Jorge A. às 17:53
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Quarta-feira, 23 de Julho de 2008

Justiça e Liberdade

Em Portugal, nenhuma das duas tem muita sorte.

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publicado por Jorge A. às 23:48
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

argumentum ad nauseam

Tornou-se um lugar-comum. Mas vale a pena insistir: o neoliberalismo, como ideologia e modelo da chamada "democracia liberal", esgotou-se. Está a conduzir o Ocidente - e talvez o mundo - a uma crise do capitalismo pior do que a de 1929.

Num texto recomendado pelo João Miranda, Mário Soares repete as mesmas banalidades de sempre no discurso de certa esquerda. Voltando ao mundo real (via zero), apesar do crescimento reduzido de 1,7% previsto para os países desenvolvidos (muito precisamente pelas razões contrárias às apontadas por Mário Soares), é expectável um crescimento económico de 6,9% para os países em vias de desenvolvimento (numa previsão para o mundo enquanto um todo de 4,1% de crescimento real).

 

Olhando com atenção para aqueles que mais directamente competem connosco, a taxa de crescimento dos países da europa central e leste atingirá os 4,6%. Certamente porque, e pegando nas palavras de Mário Soares, não têm um "modelo economicista, anti-social e anti-ambiental".

publicado por Jorge A. às 22:32
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Exemplos de Excelência

Tribunal de Contas aponta falhas na gestão de quatro Universidades

 

O relatório completo pode ser encontrado aqui, onde poderemos descobrir coisas tão interessantes como:

"No âmbito da circularização bancária, verificou-se que as quatro universidades eram, em 31/12/2005, titulares de 613 contas bancárias, cujo saldo global ascendia a 13.985.031,39€, das quais 299 sem relevação contabilística, com um saldo conjunto de 246.856,19€."

 

"A despesa global realizada pelas 4 entidades, nos anos de 2003 a 2005, foi de 507.938.775€, tendo registado um aumento de 12,2%."

 

"Constatou-se na UA, UE e UTAD a realização de despesas com a aquisição de bens e serviços, as quais ascenderam a 1.538.348,28€, sem a existência de qualquer acto de autorização."

 

"As compras estão descentralizadas por diferentes unidades, isto é, não existe uma agregação das compras de bens de consumo corrente, o que tem como consequência uma variação de preços unitários"

 

"Em 31/12/2005, as dívidas a fornecedores da UA, UBI, UE e UTAD, ascendiam a 6.375.888€, sendo que apenas 2.488.095€, ou seja, 39,0% das mesmas, se encontravam reflectidas contabilisticamente enquanto tal." 

Acho que sim, as universidades tem efectivamente de ver aumentado os apoios financeiros por parte do Estado. Como é facilmente notório, são um exemplo de boa gestão e tem de ser recompensadas.

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publicado por Jorge A. às 19:56
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Rush Hour

Em Pequim, o governo chinês tomou medidas drásticas de combate à poluição com vista à promoção dos jogos olimpicos que decorrerão nessa cidade entre 8 e 24 de Agosto (nomeadamente na limitação rigida de circulação de veiculos automóveis). A esse propósito vale a pena ler este post de Steven Levitt, que conclui assim:

If all else fails, the Chinese government presumably is in charge of the pollution monitors in Beijing. Perhaps it is enough that the athletes (or the world) think the air is clean even if it isn’t. The official readings are surely much easier to tinker with than the habits of millions of drivers.

publicado por Jorge A. às 22:51
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Domingo, 20 de Julho de 2008

Entrevistas

A entrevista de Gillian Anderson à Newsweek a propósito do novo filme do X-Files está muito bem conseguida, especialmente quando ela à pergunta do porquê da série ter tido tão grande impacto responde com um "Oh my god. [...] Hire somebody that knows enough that we don't have to explain this again", ou quando coloca a Califórnia e o Canadá em continentes diferentes. Mas de resto, percebe-se que a actriz deve andar é um bocado farta de aturar perguntas de jornalistas. A esse propósito também vale a pena ler o que o Nuno Markl escreve por aqui sobre a recente entrevista da Visão a Lou Reed.

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publicado por Jorge A. às 19:22
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Vista curta

Ao mesmo tempo que José Sócrates enaltece "visão progressista e não conservadora" do Governo o novo líder da JS defende que casamento homossexual é "uma imposição do princípio de igualdade".

 

A bandeirinha, essa, agita-se ao vento como forma de propagar a visão progessista dos bons socialistas, no entanto nos últimos treze anos, dez foram tutelados por governos socialistas não retrógados e não conservadores, mas a bandeirinha só serve para agitar próxima dos actos legislativos e nunca para concretizar.

 

De resto, a igualdade não advirá nunca das imposições socialistas sobre a sua visão de casamento, familia ou direitos dos homossexuais a toda a restante sociedade - por muito modernas (deixem-me rir) que sejam. A igualdade, como Tocqueville refere na frase que serve de descrição a este blogue, encontra-se na liberdade. A vontade dos individuos deve sobrepôr-se à vontade dos seus governantes, mas nisso a senhora da alternância mostra-se tão retrógada como o senhor primeiro-ministro (como o João Miranda aqui tão bem explica).

publicado por Jorge A. às 18:46
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Number 1

O The Dark Knight atingiu hoje a posição cimeira no ranking do IMDB (falta saber por quanto tempo). Ao mesmo tempo prepara-se para bater todos os recordes de bilheteira. E mantém um valor de 94% no rotten tomatoes (em 195 análises críticas, tem 183 positivas). A campanha de marketing foi pura e simplesmente brilhante, mas o sucesso do filme não se deve certamente só ao marketing - a este, quanto muito, deve-se o sucesso na bilheteira. Já o sucesso junto ao público e à critica só pode indicar que estamos perante algo de grandioso (assim espero confirmar no próximo fim-de-semana).

 

Mas há três coisas que me parecem garantidas. A primeira é a de que Christopher Nolan (realizador de coisas tão geniais quanto Memento, The Prestige e Batman Begins) é dos melhores realizadores da sua geração. A segunda é a de que Heath Ledger terá uma representação, se não brilhante, pelo menos a roçar o brilhantismo (mesmo as criticas negativas ao filme fazem referência à grande prestação de Ledger). E em terceiro este The Dark Knight parece ter colocado as adaptações de comics num patar de equivalência perante toda e qualquer outra obra cinematográfica.

 

Como resultado, não me admira nada que nos próxima edição dos óscares o nome de Nolan figure nos nomeados a melhor realizador, o de Ledger nos nomeados a melhor actor principal (ou secundário) e o The Dark Knight na categoria de melhor filme (já agora acompanhado pelo WALL-E).

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publicado por Jorge A. às 02:47
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O melhor dos sistema, exceptuando quando...

"Democracy, as Adolf Hitler once said, is perfect as long as it gives you the results you want."
Leitor do Irish Independent ainda sobre a reacção de Sarkozy ao "não" irlandês. (via: EU Referendum)
publicado por Jorge A. às 02:35
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Sábado, 19 de Julho de 2008

A conhecer...

 

Gabriella Cilmi (descoberta neste post do Francisco Almeida Leite).

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publicado por Jorge A. às 20:52
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Mecanismos de Empobrecimento

A pobreza em Portugal é persistente. A oposição defende mais apoio aos pobres. O Governo toma medidinhas. Mas há uma pergunta que fica sempre por responder. Porque é que ainda existe pobreza? [...] Os mecanismos de combate à pobreza tornam estas comunidades dependentes do Estado, mas auto-suficientes em relação ao resto da sociedade. Os membros destas comunidades não precisam de entrar na economia formal externa à sua comunidade nem de se adaptarem às normas de conduta da sociedade em que supostamente vivem. Os mecanismos de combate à pobreza tornam-se assim em mecanismos de perpetuação da pobreza e fonte de comportamentos irresponsáveis e de exclusão social.

João Miranda, na crónica habitual e sempre recomendável de sábado no DN

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publicado por Jorge A. às 20:11
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