Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

Kodak Theatre

A casa dos óscares, o Kodak Theatre em Los Angeles, será o palco de um dos debates mais aguardados da politica norte-americana dos últimos tempos: Hillary Clinton e Barack Obama medem forças hoje à noite. Mais do que o debate de ideias (ideias essas que no fundo não são muito diferentes entre os dois candidatos em questão), espera-se um espectáculo digno de um óscar.
publicado por Jorge A. às 22:28
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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

T.I.A. *

Eu sei que esta foto possibilitaria um sem número de comentários, piadas ou reflexões filosóficas sobre a vicissitude da vida em certas partes do continente africano, mas por motivos inexplicáveis, entre os quais a falta de imaginação, não me apetece falar sobre o assunto...

* This is Africa (sempre na senda de fazer titulos de posts baseados em comentários de frequentadores do espaço, este foi inspirado por Livia Borges)
publicado por Jorge A. às 22:35
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Oscarwatching*

Vou tentar dar um salto inovador na relação entre os meus ilustres visitantes e este humilde blogue. O objectivo é simples, criar um desafio com alguma dinâmica competitiva para a noite dos óscares (que espero acompanhar em live blogging) e verificar quem, de entre os meus ilustres visitantes e eu próprio, consegue prever melhor os vencedores. Na coluna do lado direito já está o link permante para o download do ficheiro excel que deverá ser enviado, depois de devidamente preenchido, para oscares@fan.net. No texto do mail, indiquem o nome (nick) e blogue (caso tenham). Conto com a vossa participação.

Claro que espero que as respostas sejam enviadas o mais próximo possível da grande cerimónia (data limite dia 22 de Fevereiro, data essa em que eu próprio publicarei no blogue as minhas escolhas), mas serve este post (ainda tão longe da cerimónia da Academia) para criar algum buzz, verificar se há pernas para levar isto adiante (e por pernas refiro-me a pessoas interessadas em participar), e para que algumas questões possam ser levantadas por quem queira participar (nomeadamente na questão do ficheiro excel que me parece relativamente simples de perceber e espero que não exista dificuldade no download).

Anybody?

* titulo sacado directamente dos comentários do Nuno Gouveia a este post.
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publicado por Jorge A. às 00:02
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Há Dias de Sorte



Via Zero de Conduta
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publicado por Jorge A. às 23:07
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Melhor Filme e Realizador

Dos cinco nomeados há um que não tem a minima hipótese de ganhar, é esse o Michael Clayton. A vitória de Juno também seria quase como o regresso do homem à lua - o filme será bom e engraçado, mas demasiado juvenil e, definitivamente, não o melhor (embora eu acredite que o filme levará para casa o argumento original e, surprise, surprise, talvez resida nele a possível grande surpresa dos óscares: Ellen Page vencerá a melhor actriz frente a Julie Christie). Atonement teve o seu quê de momentum com as nomeações e vitória para melhor filme nos Globos de Ouro, mas a não nomeação do seu realizador é a prova de que a Academia não lhe dará as honras que os globos de ouro lhe deram - e é sempre a hipótese da Academia afastar-se das escolhas dos globos, coisa que tanto gostam de fazer. Restam, na minha opinião, dois candidatos ao titulo de melhor filme: No Country for Old Men e There Will Be Blood. Seguindo os prémios da critica (Critics Awards Grid) o que se verifica é que entre os prémios mais cotados o No Country for Old Men leva vantagem clarissima sobre o There Will Be Blood. Se juntar a isso o prémio por "melhor performance de um elenco num filme" do Screen Actors Guild e o prémio de "melhor direcção" do Directors Guild of America (e ainda poderá somar-se dia 9 de Fevereiro o prémio de "melhor argumento adaptado" do Writers Guild of America) tornar-se-à muito dificil imaginar outra coisa do que se não a vitória do No Country for Old Men na categoria de melhor filme.

A questão dos realizador é um bocado mais complicada. A começar também tenho uma certeza: Tony Gilroy não ganhará certamente o óscar. A vitória de Jason Reitman também seria altamente inesperada. Tal como com o seu filme, Ethan e Joel Coen estão no pódio do favoritismo a alcançar a estatueta dourada, poderia recorrer novamente aos prémios da critica especializada, mas basta-me recordar que raramente o favorito do Directors Guild of America não ganha também nos óscares. No entanto existem mais duas hipóteses com algum grau de probabilidade: uma deles é Paul Thomas Anderson, que poderá ser alvo da tendência de compensação algumas vezes verificada nos óscares, dado que No Country for Old Men ganha o melhor filme, o titulo de melhor realizador sobra para o realizador do filme que acaba por ficar como efectivo runner up. A outra hipótese é a de Julian Schnabel, que recebeu um boost com a vitória nos globos de ouro e que já havia ganho o prémio da Boston Society of Film Critics. Mas como digo uns posts mais abaixo, se tiver de apostar, aposto que os dois principais prémios vão para No Country for Old Men. Melhor filme e melhor realizador, na sequência de filmes como Million Dollar Baby (Clint Eastwood) e The Departed (Martin Scorsese). Ah! E digo mais, este ano o Crash não ganhava de certeza...
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publicado por Jorge A. às 21:57
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Passagem de Testemunho

JFK ............... RFK ............... Barack Obama

Tudo roubado escandalosamente ao The Huffington Post.
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publicado por Jorge A. às 21:13
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Já Esperado

"No Country For Old Men" positioned for Oscar
LOS ANGELES (Reuters) - The gritty crime drama "No Country For Old Men" became the front-runner for Oscar glory on Sunday after winning top prize at the Screen Actors Guild Awards [...] No Country" also won the Directors Guild Award on Saturday"
Dificilmente o No Country For Old Men não ganhará em pelo menos uma das duas categorias principais (melhor realizador e melhor filme) nos óscares. E se tivesse de apostar, eu diria que ganhará mesmo nas duas...
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publicado por Jorge A. às 12:31
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Domingo, 27 de Janeiro de 2008

Dinâmica, Preferências e Injustiças (3)

O timing conta. Não é indiferente se a data de estreia do filme em questão é no inicio ou no fim de determinado ano. Por exemplo, olhemos para a data de estreia dos nomeados deste ano: No Country for Old Men (9 de Novembro); Juno (5 de Dezembro); Atonement (7 de Dezembro); Michael Clayton (12 de Outubro); e There Will be Blood (26 de Dezembro). Quando Zodiac estreou (2 de Março) havia poucas semanas que a cerimónia dos óscares relativa ao ano de 2006 realizara-se, a academia esqueceu-o de vez, nem uma única nomeação, acham justo?

Olhemos a data de estreia dos filmes que venceram nos últimos anos: The Departed (6 Outubro 2006); Crash (6 Maio 2005); Million Dollar Baby (15 Dezembro 2004); Lord of the Rings: The Return of the King (17 Dezembro 2003); Chicago (27 Dezembro 2002); A Beautiful Mind (21 Dezembro 2001); Gladiator (5 Maio 2000); American Beauty (17 Setembro 1999); Shakespeare in Love (11 Dezembro 1998); Titanic (19 Dezembro 1997); The English Patient (15 Novembro 1996); e Braveheart (24 Maio 1995).

Conclusão: não lançar filmes no inicio do ano; o mês de Maio é uma óptima altura (antecede o verão), se o filme for extraordinariamente especial (Braveheart e Gladiator entram nessa categoria, o Crash é um filme cuja vitória ainda hoje estou para entender) o óscar está garantido; se não for em Maio, aguardem para depois do verão, especialmente para Dezembro (o melhor mês certamente).

Leitura Recomendada: Dinâmica, Preferências e Injustiças (2); Dinâmica, Preferências e Injustiças (1)
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publicado por Jorge A. às 15:12
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Yes. They. Can.

And as we leave this state with a new wind at our backs, and take this journey across the country we love with the message we've carried from the plains of Iowa to the hills of New Hampshire; from the Nevada desert to the South Carolina coast; the same message we had when we were up and when we were down – that out of many, we are one; that while we breathe, we hope; and where we are met with cynicism, and doubt, and those who tell us that we can't, we will respond with that timeless creed that sums up the spirit of a people in three simple words: Yes. We. Can.
publicado por Jorge A. às 14:20
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Like Who?

Ao mesmo tempo que Bill Clinton tenta passar a imagem que Obama é igual a Jesse Jackson, em mais uma jogada suja dos Clintons para associarem Obama à imagem do competidor negro para os negros, Caroline Kennedy, filha do ex-presidente John Kennedy, escreve um texto no New York Times onde compara Obama ao seu pai, isso mesmo, "A President Like My Father".
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publicado por Jorge A. às 14:10
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Cada vez gosto mais de ténis

O Benfica não ganha campeonatos, mas no ténis ganha grand slams...
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publicado por Jorge A. às 13:57
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Uniter, Not a Divider *

"This also shows that George W Bush is a uniter after all: People are so fucking frustrated that even rednecks are willing to give a black guy a chance." - Leitor do The Daily Dish
* slogan de George W.Bush nas primárias republicanas de 2000
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publicado por Jorge A. às 02:47
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South Carolina

Foto: Damon Winter / The New York Times

Ainda as urnas acabaram de fechar e já a CNN garante a vitória de Barack Obama na Carolina do Sul. Será, portanto, uma vitória esmagadora. Os negros, segundo a exit poll da CNN, votaram em massa em Obama (cerca de 80% do voto negro foi para Obama). Mais curioso, entre os eleitores de cor branca a maioria votou em Edwards e não em Hillary - daí que ainda não seja possível prever quem ficou em segundo lugar (se Edwards ficar em segundo, será um duro revés para Hillary). A aguardar agora o discurso de Barack Obama, será certamente um ponto alto da noite.
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publicado por Jorge A. às 00:04
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008

Live Blogging

02:33
Maria Sharapova primeiro e Ana Ivanovic logo a seguir já abandonaram os balneários e encontram-se em período de aquecimento. Como primeira impressão, é evidente que a Adidas ganhou à Nike, o vestido da Ivanovic assenta-lhe melhor do que o da Sharapova.

02:43
Começou Ivanovic a servir: resposta de Sharapova para rede; resposta de Sharapova para fora; ás de Ivanovic; dupla falta de Ivanovic; troca de bolas que termina com bola à rede por Sharapova... passou o primeiro jogo de um encontro que se espera longo.

02:58
Sharapova não perdeu nenhum ponto nos seus primeiros dois jogos de serviço e já leva um break sobre o serviço de Ivanovic, talvez não venhamos a ter uma final tão equilibrada quanto isso.

03:02
Três jogos de serviço de Sharapova, nem um ponto ganho nos mesmos por Ivanovic.

03:05
A Sharapova está tão em forma que até ganha ao árbitro do encontro. O árbitro tinha feito um overrule a uma bola de Ivanovic que tinha sido dada como fora, e Sharapova pediu a confirmação por hawk eye, o árbitro estava errado.

03:16
As duas podem ser boas jogadoras e ambas muito giras, mas a Ivanovic dentro de campo é mais simpática. Não é de esperar nenhum sorriso por parte de Sharapova enquanto joga. Lembro-me quando num encontro entre Dementieva e Sharapova um tipo todo nú invadiu o campo, Dementieva partiu-se a rir, Sharapova virou as costas e nem um esboço de sorriso. Concentração máxima por parte da russa, mas eu simpatizo com a simpatia de Ivanovic. Acho que está encontrada a minha favorita para o encontro. Entretanto, a sérvia devolveu o break a Sharapova. Temos final.

03:33
Maria Sharapova ganhou o primeiro set por 7-5 e mostrou-se melhor que Ivanovic. A russa meteu 59% dos primeiros serviços e destes 89% foram pontos ganhos para a russa - muito do sucesso de Sharapova neste primeiro set explica-se com base nestes números.

03:55
2-2 no segundo set, mas se Sharapova continuar a servir como tem feito até aqui, Ivanovic não terá grande sorte.

04:07
A Maria está a dar uma lição à Ana, acabou de lhe quebrar o serviço e encaminha-se para o seu terceiro grand slam (ficará só a faltar uma vitória em Roland Garros para ter os 4 grand slams no bolso). Mas de certa forma, o que a Maria faz agora à Ana não é nada que não tenha feita a todas as suas outras adversárias neste torneio, inclusive à número um mundial, Justine Henin.

04:13
O comentador da Eurosport já referiu que Ivanovic tem como handicap a faltar de experiência em finais de grand slam. Ora bolas, é a sua segunda final, e a sua adversária, Maria Sharapova, ganhou as suas duas primeiras finais de grand slam em que participou.

04:15
Maria Sharapova sagrou-se campeã do primeiro grand slam do ano. Justo e sem discussão. Mais winners, menos erros não forçados, melhor no serviço e melhor na subida à rede, acho que não é preciso dizer muito mais. Entregue-se a taça, está bem entregue. Sharapova? Fantástica!
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publicado por Jorge A. às 02:33
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

...



Na madrugada de amanhã decide-se o titulo feminino do Australian Open entre Maria Sharapova e Ana Ivanovic, naquela que será indiscutivelmente a final mais "bonita" da história do ténis mundial (e numa final onde, até ver, não tenho favorita à vitória). Até lá, este blogue limita-se a ter este post na entrada principal (amanhã regressa ao normal). Que ganhe a melhor!
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publicado por Jorge A. às 19:30
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This is the End

Djokovic está a fazer a Federer aquilo que Federer costumava fazer a todos os seus adversários. A curva descendente de Federer ainda agora está a começar... mas parece que este ano vou-me ficar pelo acompanhamento da final feminina.
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publicado por Jorge A. às 09:49
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

No Fear

It was, in both senses of the word, stunning. And yet Tsonga, the 22-year-old Frenchman who looks like a young Muhammad Ali but plays quite like himself, did not look stunned in the least until the moment after he calmly finished off his 6-2, 6-3, 6-2 victory with his 17th ace.
O autor deste blogue não se deixa "acagaçar" por pretos que façam lembrar o Muhammad Ali. Este blogue é 100% a favor de Roger Federer.
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publicado por Jorge A. às 22:58
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Corre bem a vida aos organizadores do Australian Open

Sharapova and Ivanovic, both tall, telegenic and 20 years old, will face each other in Saturday’s final, which will be Ivanovic’s first in Melbourne.
publicado por Jorge A. às 22:40
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Feminismo

If Hillary Clinton wins, her success will become a lesson in how women should achieve power: marry well; put up with any humiliations your husband throws at you, and then, maybe, if you fight dirty, and ask your husband to run your campaign, you might be able to ride his coattails to your “own” political success.
Via: The Daily Dish
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publicado por Jorge A. às 19:10
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008

No Inferno

Via Blasfémias. É preciso comentários?
publicado por Jorge A. às 22:50
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1 vs 2

In S. Carolina, It’s Obama vs. Clinton. That’s Bill Clinton.
Facing formidable support for Senator Barack Obama in South Carolina, Senator Hillary Rodham Clinton is deploying former President Bill Clinton there while she shifts her attention to campaigning in states with nominating contests next month and to raising money.
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publicado por Jorge A. às 22:48
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Dinâmica, Preferências e Injustiças (2)

Os óscares não conseguem eleger o "melhor" de forma absoluta, "melhor" é um termo relativo e varia de pessoa para pessoa - não é por acaso que nos comentários aos óscares utilizo várias vezes a expressão "na minha opinião", "para mim", etc... Da mesma forma, os óscares (entenda-se o conjunto variado de pessoas que decide os nomeados e os vencedores) também não são mais do que um conjunto de opiniões (que em última análise, individualmente consideradas, não terão muito mais validade que a minha própria opinião). Também estas pessoas que decidem os óscares são influenciados pelo marketing, pela critica especializada, etc... Um exemplo: o que afasta Atonement do óscar de melhor filme é a critica especializada, entre as pessoas que conheço e dos comentários que leio na web, o filme é um fenómeno de sucesso entre a maior parte dos cinéfilos que já o viram. É daqui que vem a dinâmica tipica dos óscares. É ler as revistas dedidacas a cinema, as criticas aos filmes, o ambiente junto do público de cinema no geral, o histórico dos nomeados, e podemos antever os vencedores sem ter necessariamente de conhecer (ou reconhecer) a qualidade intrinseca do produto em análise. Segundo consta, inclusive, vários dos filmes nomeados nunca chegam a ser visionados por aqueles que fazendo parte da academia, votam. Um exemplo: quantas pessoas já atribuem o favoritismo a Daniel Day Lewis na categoria de melhor actor sem ainda terem posto os olhos no There Will Be Blood? E contra mim falo, que também não sou imune a estas influências - embora a categoria de melhor actor este ano, na minha opinião (expressão utilizada só para corroborar o que refiro mais acima), seja mais complicada do que à partida poderemos imaginar, mas isso fica para outro post, noutro dia.

Não sei se poderei argumentar que houve vencedores injustos, mas poderei argumentar certamente que houve vencedores que tendo em conta o teste do tempo não parecem justificáveis. Citizen Kane não ganhou o óscar de melhor filme, mas é hoje estudado nas universidades norte-americanas como um exemplo na arte cinematográfica de bem filmar, um filme que revolucionou os paradigmas do cinema de então (quantos filmes poderão dizer que havia um cinema antes dele e um cinema depois dele?). Outro exemplo que arrasa de forma brutal qualquer esperança que alguém possa ter que os filmes saidos dos óscares sejam indubitavelmente os melhores do seu ano: Rocky, Ordinary People e Dance with the Wolves. O que tem em comum estes três filmes? Retiraram o titulo de melhor filme a Taxi Driver, Raging Bull e Goodfellas todos eles de Martin Scorsese - e qualquer um deles é uma obra prima que pouco deve a qualquer outro filme do cinema mundial. Scorsese viu-se então obrigado a um rastejar nos primórdios do século XXI com filmes menores e mais comerciais como Gangs of New York, The Aviator ou The Departed para ganhar o tão merecido óscar.

Martin Scorsese nunca foi um dos preferidos dos óscares, mas o teste do tempo para com as suas três obras primas pesou na consciência da gentes da academia. No ano passado, quando nada de revolucionário é esperado que Scorsese possa trazer ao cinema actual, julgaram ser chegada a hora para premiá-lo. Quem dá os prémios também é preconceituoso, sabem...
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publicado por Jorge A. às 21:46
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