Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Do you Remember?

Ainda sou do tempo em que a estação pública ditava as horas em que as crianças iam para a cama.

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publicado por Jorge A. às 19:34
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

O Som do Estádio



Como é da praxe, o inicio do clássico dará-se na catedral do consumo. O Colombo a abarrotar de benfiquistas e repleto das sonoridades que nos esperam em maior força na catedral do futebol logo ali ao lado. Tal como na Luz, a passagem pelo Colombo é para ser vivenciada no terceiro anel - neste caso para passagem pela zona dos restaurantes para petiscar qualquer coisa antes do jogo. Depois é o caminho em direcção ao estádio e à porta que nos dá acesso ao tão precioso lugar. A espera, o aperto, o contacto com a massa de gente que veste de vermelho e branco e espera pacientemente pela vez de ultrupassar a barreira dos seguranças que mais tarde nos vasculham o casaco e apalpam as pernas. Passada esta fase é chegada a fase de fazer uso do bilhetinho mágico... e como que por magia, já estás lá dentro. Agora é subir as escadas rumo ao terceiro anel. Subidas as escadas, na ante-câmara do acesso às bancadas entra-nos pelos ouvidos adentro o ruído do público que já se faz soar - a vontade é imediata de pular os últimos lancis de escada que nos separam da bancada e do vislumbre do magnifico palco verde. Transposto então o último degrau, por momentos ficamos alí, parados, a olhar para o relvado e a sentir o ambiente. Não sem que um ou outro steward logo nos tentem encaminhar dali para fora rumo ao nosso lugar, isto para não causar congestionamento ao acesso à bancada.

A praxe também indica que não se deve ir para o jogo em cima da hora. Os novos estádio até podem permitir que tal suceda, mas adepto que é adepto sabe que tem de estar sentadinho no seu lugar pelo menos 40 minutos antes do apito inicial. Primeiro sentir o ambiente, depois aplaudir a subida do Quim ao campo e assobiar o Helton, repetindo o mesmo procedimento para a restante equipa que sobe minutos depois, aplaudir tudo o que é vermelho e branco, assobiar tudo o que é azul e branco - assim diz a tradição. A única outra música que gosto de escutar no estádio da Luz para além do rúido dos adeptos - toca minutos antes do jogo começar - e é a do hino do Benfica na voz do Luis Piçarra. Depois a águia Vitória. Apito do árbitro, começa o jogo...
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publicado por Jorge A. às 23:54
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007

Outras Escritas

Sobre o Benfica, a Liga dos Campeões, o Cristiano Ronaldo, ou o Liverpool... aqui.
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publicado por Jorge A. às 22:00
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Em boa companhia

Desenvolvimento humano desceu em Portugal entre 2000 e 2005 (negritos meus)
Nesta lista ordenada (“ranking”), que abrange 177 países, houve 14 países cujo índice desceu no mesmo período, mas nenhum outro dos classificados com desenvolvimento humano elevado (onde Portugal se encontra), que abrange os países com os 70 melhores resultados e tem o Brasil a encerrar o grupo.

Entre os 13 países que acompanharam Portugal nesta tendência estão sobretudo Estados africanos, como a África do Sul, o Zimbabwe e outros da região, ou ainda o Gana, o Quénia, o Togo e o Chade. Mas há também países como o Belize e a Papua-Nova Guiné. Estão sobretudo no grupo dos classificados como tendo desenvolvimento humano intermédio.
publicado por Jorge A. às 22:07
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Experiências

Neste post, Tyler Cowen refere que é melhor oferecer experiências do que bens fisicos. Acho que intuitivamente é fácil perceber porquê - pelo menos no que a mim diz respeito. No outro dia, numa conversa sobre cinema, recordava a minha primeira ida ao cinema para ver o Jurassik Park (1993/1994) - tinha então 10/11 anos - e da mesma forma recordo quase todas as idas ao cinema subsequentes, e não foram poucas (bem mais de uma centena certamente).

Recordo-me também de muitos dos concertos frequentados - o primeiro é mais dificil de recordar, mas terá sido qualquer coisa entre Xutos, GNR ou Delfins na Fatacil em Lagoa. Mas, por exemplo, a presença no Rock in Rio para ver sir Paul McCartney ou o concerto de Norah Jones no Coliseu de Lisboa são coisas que não se esquecem...

Não é por acaso que de Nova Iorque a recordação mais marcante que me ficou foi aquela ida ao Majestic para ver o Fantasma da Ópera.

Há, no entanto, um presente fisico que me há-de acompanhar para o resto da vida... é ele o castelo do he-man quando era eu muito puto, não sei precisar, e foi coisa para não esquecer. Convenhamos, aquilo foi mais pela experiência do que pelo presente. Na altura o presente tinha muito valor, mas se recordo a situação é por ter acordado bem cedinho no dia 25, fazer o caminho do quarto à cozinha - sabendo que por baixo da chaminé estaria qualquer coisa, mas que coisa? - e chegando lá encontrar aquilo, o magnifico castelo. Claro que isto sucedeu naquela fase em que um tipo ainda acredita no pai natal, e o Natal, mais do que uma época de presentes, é uma época de experiências.

Mas este post vem ainda a propósito de outro tema. Estive a rever mentalmente todos os jogos - desde o futebol ao basquetebol - do Benfica a que fui (tenho religiosamente guardados todos os bilhetes dos eventos) e recordo-me de praticamente todos com uma claridade surpreendente. É das melhores experiências que um tipo pode ter, e eu, como se aproxima o Natal, já me dei a mim próprio um presente. Sábado, 19:45, estou lá... na Catedral.
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publicado por Jorge A. às 23:50
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Domingo, 25 de Novembro de 2007

Be Warned - Keep Out!!!

Escreve a excelentissima doutora Patricia Lança, do alto da sua experiência, sobre o lobby gay que "Quando lhes convém eles tentam convencer as pessoas menos informadas dos seus desígnios benignos quanto às crianças e à sociedade em geral". Ao que parece a excelentissima doutora até fez uma análise sobre o assunto, que pode ser encontrado aqui, onde podemos ler citações de obras de distintas professoras universitárias que pregam a prática de incesto, sexo com crianças, sexo em grupo, a existência de cinco sexos, e a destruição da família. E até explicações quanto à conveniência de não assustar a classe operária com demasiada franqueza a respeito dos seus propósitos e do seu programa: a destruição da sociedade capitalista.

É um facto que não vou com o denominado lobby gay - tenho particular aversão às gay pride parade (o que não implica que não as considere legitimas) - e penso que os principais dinamizadores do lobby mais do que ajudarem à causa, só a prejudicam. Mas o lobby (hetero? anti-gay? familia tradicional? ainda não sei bem o que chamar) representado por pessoas como a excelentissima doutoura, ex-deputada, Patricia Lança também deixa muito a desejar. O acenar com o boogeyman é coisa que nunca me agradou...
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publicado por Jorge A. às 12:56
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Faroeste

O filme estreou no dia 7 de Setembro nos Estados Unidos e é um remake de outro de 1957 com o mesmo nome. 3:10 do Yuma tem a arte de contar com a presença de dois grandes actores: Russell Crowe e Christian Bale. Para além disso, é um filme sobre o faroeste norte-americano, um western na verdadeira acepção da palavra - e eu sou um fã incondicional do género. Para Portugal, ficou prometida a estreia para meados de Outubro, já estamos próximos de Dezembro e nada... agora, parece, só em 2008, mas ainda sem estreia marcada.

Num mundo globalizado, com um filme que teve tão boa reacção do público e de alguns sectores da crítica cinematográfica, em que à distância de um click e de 700 mb qualquer um pode obter acesso ao mesmo, faz sentido esta politica dos distribuidores cinematográficos portugueses? Eu realmente gostava de perceber estes tipos que fixam a politica de distribuição dos filmes pelas salas portuguesas, mas não percebo, querem o quê?
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publicado por Jorge A. às 01:12
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Sábado, 24 de Novembro de 2007

A Maioria

A sondagem on-line do jornal Record dava mais de 50% dos votantes a acreditarem no regresso do Sporting às vitórias no campeonato, para nosso mal (bem), a maioria nem sempre tem razão. Mais um argumento de peso contra a democracia?

Para reforçar a minha fé na democracia, é preciso que aqueles 75% que dizem que o FCPorto não regressa às vitórias frente ao grande Vitória tenham razão.
publicado por Jorge A. às 23:26
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Merecia, pois...

No final do Académica - Benfica houve ali muita declaração a referir que os "estudantes" não mereciam ter perdido o jogo. Ora, até acho normal que tais declarações sejam proferidas no final de um jogo tão disputado e equilibrado. A excepção deveria vir por parte daquele que desequilibrou o jogo a favor do Benfica, mas eis quando, o primeiro a referir que a Académica não merecia perder foi, se não ele quem mais, o maravilhoso guarda-redes Ricardo. Se no final, o glorioso sagrar-se campeão nacional, uma parte do titulo deve ser dedicada a este maravilhoso "estudante".
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publicado por Jorge A. às 23:12
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Democracia - what are you good for?

Os americanos, sob o comando de George W. Bush júnior, tem tido como posição "implementar" a democracia no médio oriente - forçaram a imposição de uma democracia para a palestina, e agora, forçam a imposição de uma democracia no Iraque. É como se a partir do momento em que as populações expressam a sua posição pelo voto, todos os problemas ficassem resolvidos. Parece-me a mim, que partem de um equívoco.

Durante anos, uma das diferenças apontada entre israelitas e palestinianos era que os primeiros tomavam as suas posições de forma democrática (a maioria do povo decidia), e os segundos eram liderados por uma fracção ditatorial representada por Arafat. Chegada a hora da democracia falar na Palestina o que aconteceu? O povo elegeu o Hamas, que não deixava de ser mais radical que a Fatah do entretanto falecido Arafat. Do "levar" a democracia ao médio oriente, começou-se a minar lentamente, e de forma encaputada, o resultado democrático palestiniano, de tal forma, que a Fatah, derrotada eleitoralmente, tem agora o apoio americano e europeu no terreno.

Em Timor, foi visível o contentamento dos portugueses para com as primeiras eleições timorenses que contaram com uma participação elevada por parte da comunidade local. E agora, o que há? O governo de Timor é liderado por um partido que não aquele que teve a maioria dos votos nas últimas eleições. Faz sentido? Por razões que não vou explicitar agora, faz.

E na Venezuela, não é pela via democrática que Chávez impõe a sua ditatura? É. Deve-se então aceitar o que se passa na Venezuela como certo, só porque é o resultado expresso pela maioria da população venezuelana? Para mim, a resposta é um redondo não.

Não é a democracia que os americanos deviam estar interessados em levar para o resto do mundo, mas sim a protecção dos direitos inalienáveis de cada individuo, em suma, a liberdade. Mas claro que a liberdade é mais dificil de implementar do que a democracia - especialmente em povos não habituados a ela.

E uma das boas formas de implementar a liberdade é através do exemplo - e os Estados Unidos, nesse campo, costumavam ser líderes no panorama internacional. Mas nisso, esta América liderada por George Bush não tem sido grande exemplo, pois não? Coisas como Guantanamo e o Patriot Act não tem servido de bons exemplos à causa da liberdade, o que é uma pena.
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publicado por Jorge A. às 19:35
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Diana Damrau

Diana Damrau is one of the most sensational opera singers to emerge in the past decade. [...] While she is an outstanding and endearing presence in all these operas, the role where she remains nonpareil is as the Queen of the Night in “The Magic Flute.” [...] In the ten minutes that she is onstage, she breathes so much life into the Queen that she can save a performance from mediocrity.

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publicado por Jorge A. às 18:46
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Até Amanhã

Kristanna Loken

E porque hoje é sexta-feira, e havia prometido, ora aí está...
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publicado por Jorge A. às 20:40
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Vista


Já vista a quarta temporada da série The L Word. E sendo um facto que não vi a primeira e segunda temporada, só posso afirmar que a diferença entre a terceira e a quarta temporada é abismal, a favor desta última, confesso. Até 8 de janeiro - data em que a 5ª temporada entra no ar - tenho mais que tempo para ver as duas primeiras temporadas que me faltam, mas tenho sérias dúvidas que atinjam o nível desta que acabei de visionar. A verdade é que se o formato mantém-se, a série de certa forma evoluiu para um novo conceito, sobretudo ao nível da imagem - entrando num campo mais Steven Sodersbergh, se é que percebem o que quero dizer. A esse nível, refira-se por exemplo duas cenas: a primeira, o momento brilhante da apresentação de Shane (Katherine Moennig) a Papi (Janina Gavankar) [aqui]; e a segunda, a brilhante abertura do episódio com as conversas telefónicas intercruzadas [aqui].

No elenco, o desaparecimento de Carmen (Sarah Shahi) não representou muito mais que a perda de uma cara laroca, mas ganhou-se a Paige Sobel (Kristanna Loken - fica prometida a foto para quem não conhece a senhora) o que faz com que na comparação, cá para mim, não se tenha perdido nada. A perda de Dana (Erin Daniels) também é facilmente ultrupassável, aliás, a terceira temporada já tinha resolvido esse assunto - e para quem não notar, está aqui implicita uma critica aos últimos dois episódios da temporada número 3 (para mim, a morte de Dana teria de coincidir com o final da terceira temporada).

Outra cara nova é a de Phyllis Kroll (numa aparição fantástica da veterana Cybill Shepherd), que em idade avançada descobre que é lésbica, para em alguns episódios proporcionar os momentos mais "adolescentes" da série - oh! the first love, my god! - com a sua primeira experiência.

Bette Porter (Jennifer Beals), agora numa nova vida como reitora, envolve-se inicialmente com uma aluna para pouco depois cair nos braços de Jodi (Marlee Matlin). Sinceramente, tirando a força da representação de Jennifer Beals, não gostei muito do plot que lhe calhou nesta temporada - refira-se no entanto, que não deixou de ser melhor que o argumento depressivo da terceira temporada.

A Tina (Laurel Holloman) vê-se confrontada com a diferença entre o mundo em que vivia e o que passou a viver fruto da sua relação hetero - no fim de contas, a troca de equipa vai ser abalada, e o amor por Bette vai reaparecer.

A Alice (Leisha Hailey) mostra-se muito mais alegre nesta temporada, fruto de não sofrer do sindrome da separação de Dana que a acompanhou durante toda a terceira temporada, para mal da personagem e da actriz. Nesta temporada, deu-se espaço para a Alice brilhar, ou melhor dizendo, para Leisha Hailey brilhar - e se brilha. Em contrapartida, Helena Peabody (Rachel Shelley) perde brilho - calhou-lhe um argumento mau, se querem a minha opinião.

Max (Daniela Sea), a antiga Moira, passa a personagem de corpo e alma nesta temporada. E Jenny (Mia Kirshner) mantém o estatuto de cabeça no ar do grupo - o que lhe fica bem - e garante algumas das situações mais caricatas à temporada.

A Shane é claramente a personagem on fire da quarta temporada - e mais não digo.

Na globalidade, a quarta temporada é constituida por episódios muito bem conseguidos, sendo a clara excepção o último - o mais piegas. Começo a perceber que há aqui uma norma. Os argumentistas são muito bons a escrever as histórias, mas tem uma grande dificuldade em fechá-las - resvalam demasiado para o plano sentimental, neste caso, ou não conseguem comprimir tudo numa hora (o caso da terceira temporada). Mas vejam, e depois digam qualquer coisinha...
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publicado por Jorge A. às 01:02
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

Euro 2008 (6)

No Bwin.com, Portugal aparece no 5º lugar (ex-aequo com a Holanda) nas apostas para vencer o Euro 2008.
publicado por Jorge A. às 17:16
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Euro 2008 (5)

España evitará a Alemania y Portugal en el sorteo de la Eurocopa
Así las cosas, los de Luis se aseguran no verse las caras a las primeras de cambio con dos de las grandes selecciones del viejo continente, Alemania y Portugal.
publicado por Jorge A. às 17:10
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Euro 2008 (4)

A avaliar pela tendência, Portugal em 2008 é campeão europeu (via jcd).
publicado por Jorge A. às 14:32
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Euro 2008 (3)

A selecção para além do jogador mais cotado do europeu - o extremo Cristiano Ronaldo - conta com os extremos Quaresma, Simão e Nani - e ainda se fala do regresso do extremo Luis Figo (o antigo melhor extremo do futebol mundial antes de aparecer Cristiano Ronaldo). A nossa fábrica de produção de extremos - a academia de alcochete do Sporting - não tem comparação por esse mundo fora.

Para além disso, temos dos melhores defesas centrais do mundo - Ricardo Carvalho, Bruno Alves, Pepe, Jorge Andrade e Fernando Meira - curiosamente destes cinco, só Fernando Meira não passou pelo F.C.Porto.

O meio campo é uma incógnita. É óbvio que Petit, Deco e Maniche partem com o lugar de titular mais ou menos assegurado - mas temos os putos João Moutinho, Manuel Fernandes e Miguel Veloso que em forma, são todos eles candidatos a titulares. Mas eu cá por mim, e acho que vocês não se vão admirar, pedia ao Rui Costa para ir lá dar uma ajudinha...

De laterais, temos excesso deles na direita (Bosingwa, Miguel e Paulo Ferreira) e falta deles na esquerda (onde, apesar de tudo, parece-me que Caneira cumpre bem o lugar).

O ponta de lança é uma dor de cabeça... ou não... depende do ponto de vista. Costuma-se dizer que há boas dores de cabeça - aquela das muitas opções. Ora, essa dor de cabeça Scolari não tem de certeza. Sendo possível contar com Hugo Almeida, é este que deve jogar - que se livre de pôr o Nuno Gomes , o Postiga, ou (por amor de Deus) o Makukula.

O guarda-redes... é certo que é o Ricardo, mas cá por mim ia o Quim.
publicado por Jorge A. às 22:41
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Euro 2008 (2)

Áustria; Suiça; Polónia; Portugal; Grécia; Turquia; Croácia; Rússia; Roménia; Holanda; Itália; França; Rep.Checa; Alemanha; Espanha; e Suécia. São estas as 16 equipas que vão estar presentes no Euro 2008. Dos que ficam de fora, a maior surpresa é a Inglaterra.

Olhando para as 16 equipas em causa, parece-me que Portugal está no top 4 dos favoritos ao titulo, em conjunto com a Itália, França e Alemanha. A Holanda, Espanha e Rep.Checa surgem logo num segundo grupo de favoritos. A Áustria, parece-me a mais fraquinhas das 16 presentes - e mesmo jogando em casa, não me parece que tenha grandes hipóteses. A surpresa, para mim, poderá ser protagonizada pela Turquia.

Mas há uma coisa que parece que não nos tiram, o jogador mais cotado do torneio será o tuga Cristiano Ronaldo (à falta de Kaká, Ronaldinho, Messi e Drogba).
publicado por Jorge A. às 22:25
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País do Quase

A Inglaterra quase que teve um piloto seu a vencer o mundial de pilotos de fórmula 1; quase que ganhou o mundial de râguebi; e quase que se apurava para o campeonato da europa de 2008.
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publicado por Jorge A. às 22:12
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Euro 2008

Sofrido, mas merecido. Portugal vai estar presente no Euro 2008 e faz o pleno na primeira década do século XXI - entre Europeus e Mundiais não falhamos um desde o França 98. A campanha até pode ter sido fraca, mas é fácil perceber que entre as exibições do apuramento e os jogos no europeu propriamente dito muita coisa muda - a começar pela motivação dos jogadores (e que jogadores!!!).

O público no dragão? Fantástico - não podia estar mais de acordo com o Paulo Pinto Mascarenhas. E gostei de ver Gilberto Madaíl afirmar que ganhar o europeu é o objectivo. Portugal, enquanto país, passa a vida a comparar-se com a média da UE - não percebe que não mudando o benchmark, continuará a ficar no grupo dos remediados. Enquanto selecção de futebol, é toda uma outra história...
publicado por Jorge A. às 21:42
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Recorrente

O caro Ega mudou de ares. Depois d'o juizo do ega e do espaço da liberdade democrática, é agora a vez do metafisica do esquecimento (já adicionado, como merecido, à barrinha do lado direito). E para começar, lança-me logo uma daquelas correntes caracteristicas da blogosfera - que para além de animar a malta, deu-me aqui um óptimo pretexto para um post - e é certo que gosto de manter a média da publicação de um post por dia, mesmo que alguns posts sejam autênticas obras da arte de encher chouriços.

O desafio consiste em escolher a 5ªfrase da página 161 do livro que estiver mais à mão (recordo já ter respondido a tal desafio por uma vez aqui). Desta vez, os livrinhos que tenho mais à mão são os da colecção completa dos Escuteiros Mirim, mas não consta que qualquer um destes tenha página 161 - perante tal facto incontornável, a solução óptima é aquilo que na giria economista se apelida de second best, e esta recaiu sobre o livro de Howard Fast, Max, Imperador de Hollywood. Ao abrir a página 161 do livro em causa, deparo-me com esta magnifica frase:

"Esta era uma linda jovem ruiva que se chamava Della O'Donell e, pelo que constava, uma parente afastada do Patrão Murphy."

Dito isto, passo a corrente à Eo e ao Fusco. À serotonina não passo... ainda recentemente passou-lhe pela mão a corrente adulterada, vejam bem que não lhe pediram o livro mais à mão, mas os cinco livros mais à mão... não se faz.
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publicado por Jorge A. às 22:36
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Pedagogia

Uniformização dos 365 dias acabou por prejudicar consumidores com empréstimos à habitação

Logo que o diploma foi publicado, os bancos "inundaram" o BdP com pedidos de informação sobre a aplicação do diploma, decidindo, a maioria deles, incluindo a Caixa Geral de Depósitos, que a solução mais simples passavapela utilização da Euribor a 365 dias, cumprindo a exigência dos juros também a 365 dias.
O sublinhado a negrito é meu, e é uma parte deliciosa da noticia - ainda há quem espere que a CGD tenha um comportamento diferente dos restantes bancos quando afinal, se há diferenças, é para pior. O resto do conteúdo, propriamente dito, nada tem de novo, e não é que o secretário de estado do comércio, serviços e defesa do consumidor (!) não estivesse desde logo avisado. Se em vez de andar com estas merdinhas de proteger o consumidor com mais legislação rídicula, tomasse medidas cujo objectivo fosse a verdadeira promoção da concorrência nos mais variados sectores da nossa sociedade, estaria com mais juizo - e aí, lá está, acho que a banca deveria ser das últimas preocupações do senhor secretário de estado... mas a imoralidade do lucro, meus caros, a imoralidade do lucro... uma chatice.
publicado por Jorge A. às 11:29
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