Domingo, 30 de Setembro de 2007

Sem Sabor

O morango é vermelho e o Benfica também... mas o Benfica anda pálido, por vezes parece mesmo que o equipamento foi deixado tempo de mais ao sol e perdeu a cor. Tenho pesadelos onde o glorioso equipa de cor de rosa - impressão minha, certamente. Ora, de um morango com insuficiência de vermelho vivo só se pode retirar duas conclusões: ou ainda não amadureceu o suficiente e portanto não está doce o suficiente para eu apreciar - precisa de tempo - ou tendo amadurecido, a qualidade da colheita não é boa. Prefiro pensar que o problema do Benfica é o primeiro - a fruta nova ainda está por amadurecer - mas suspeito que o real problema seja o segundo, a colheita não é boa este ano. Se, na agricultura, boa parte dos morangos vendidos em Portugal têm produção espanhola, no futebol é o inverso, e o Benfica vendeu os seus melhores morangos para Espanha - não vendemos figos (isso é apanágio do outro clube da 2ªcircular), mas vendemos bons morangos, uma pena.

Isto anda tão mal que ontem, com receio de uma qualquer indigestão, nem vi o jogo entre os morangos e os figos do futebol nacional (fiz bem!!!) - em Portugal a fruta de pouco vale, vale mais o vendedor de fruta.

Mesmo pondo o futebol de parte, também as outras modalidades não me andam a cair bem. Veja-se o caso da fórmula 1. Aquela merda está tão interessante que nem me lembro da última grande ultrupassagam feita entre pilotos de topo que não com recurso à paragem nas boxes. É mais ou menos como ver jogos de futebol sabendo de antemão que o encontro vai ser decidido nos pénaltis, ou é como ver jogos de ténis sabendo de antemão que não vai haver breaks ao longo dos jogos e é tudo decidido por tie-breaks. De tal forma, que estando o titulo de pilotos em aberto, hoje nem acompanhei o dizem-me (como se contentam com pouco) espectacular grande prémio do Japão. Acontece que a merda do espanhol despistou-se (só por isso é que tive pena de não ver o espectáculo), e o rookie inglês vai no caminho certo para se sagrar campeão do mundo.

E vale que ainda há ténis e ainda há Federer. Das poucas coisas que dá para acompanhar com prazer. Ver Federer jogar é tão sublime como um morango vermelho vivo na boca da Angelina Jolie. Arrivederci.
publicado por Jorge A. às 15:38
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Sábado, 29 de Setembro de 2007

O que interessa

publicado por Jorge A. às 16:25
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Do politicamente morto à ressurreição

Pedro Santana Lopes está a avaliar as condições para uma candidatura à liderança parlamentar do PSD.

Em declarações ao Expresso, o deputado e ex-primeiro ministro diz "não estar na corrida, excepto em circunstâncias excepcionais". Estas serão avaliadas depois de uma conversa que tenciona ter com Luís Filipe Menezes e com os seus colegas da bancada social-democrata.
publicado por Jorge A. às 16:01
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Fim de Semana

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publicado por Jorge A. às 21:53
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Nominal vs Real

Fonte: Ludwig von Mises Institute

Brent atinge máximo histórico nos 80,20 dólares o barril

O barril de Brent, petróleo de referência na Europa, atingiu hoje um novo recorde acima da barreira dos 80 dólares a acompanhar as fortes valorizações dos mercados accionistas mundiais, suportado pela fraqueza do dólar e pelos novos receios de tempestades tropicais.

É, conheço muito boa gente cujo salário todos os anos atinge um máximo histórico, mas não os vejo com grande festejos - até se queixam que ganham menos. Será que podemos juntar a inflação à discussão?

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publicado por Jorge A. às 23:01
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Ele anda por aí

Depois da atitude (mais que correcta, diga-se de passagem) que Santana Lopes tomou hoje à noite na SIC Noticias de abandonar o estúdio e não continuar a entrevista sobre as eleições no PSD, após ter sido interrompido - estupidamente - para a transmissão em directo da chegada de José Mourinho a Portugal (breves segundos para ver Mourinho a entrar apressadamente num carro sem dizer uma única palavra), Santana Lopes sempre conseguiu o que queria: ele anda por aí, em todos os blogues:

Santana na Sic; Atitude Exemplar; Falta de vergonha e má educação; Haja alguém; Respeitinho; Canal do Rui Santos e fãs; "Acho que o país está doido", disse Santana; 10 elevado a 23; Alguém seguirá o exemplo?; Isto bateu no fundo quando Santana dá merecidas lições de bom-senso a jornalistas; A mostarda e o nariz; e no Abrupto.

Com o rumo que os dois (vá, bem sei, são três) candidatos à liderança do maior partido da oposição levam neste momento, não tarda até Santana parecerá melhor que qualquer um deles - bom timing o do ex-primeiro para aparecer por aí (já se anda a esforçar faz algum tempo), e mau jornalismo por parte da SIC Noticias.
publicado por Jorge A. às 00:43
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Um gajo acredita

Para o presidente iraniano, no Irão não há homossexuais, nunca houve holocausto, só querem ajudar a pacificar o Iraque, e o projecto nuclear iraniano é para fins pacíficos... é um país faz de conta... yah!!!

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publicado por Jorge A. às 00:12
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Exacto

The real price of freedom

When liberals put the case for civil liberties, they sometimes claim that obnoxious measures do not help the fight against terrorism anyway. The Economist is liberal but disagrees. We accept that letting secret policemen spy on citizens, detain them without trial and use torture to extract information makes it easier to foil terrorist plots. To eschew such tools is to fight terrorism with one hand tied behind your back. But that—with one hand tied behind their back—is precisely how democracies ought to fight terrorism.

Human rights are part of what it means to be civilised. Locking up suspected terrorists—and why not potential murderers, rapists and paedophiles, too?—before they commit crimes would probably make society safer. Dozens of plots may have been foiled and thousands of lives saved as a result of some of the unsavoury practices now being employed in the name of fighting terrorism. Dropping such practices in order to preserve freedom may cost many lives. So be it.

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publicado por Jorge A. às 23:49
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Ler e reler

Nem sempre (para não dizer quase nunca) de acordo com as ideias expressas a cada post que vai debitando no Portugal Contemporâneo, mas Pedro Arroja é sem dúvidas um dos que vale a pena ler, não só pelo que diz, mas pelo que faz pensar, inerente à sua capacidade para reflectir de forma diferente ao mundo em que vivemos.
Terceiro, mas então como explicar essa ideia generalizada de que somos um país subdesenvolvido? Simples, obra de aspirantes a políticos, sobretudo intelectuais e universitários. Possuindo eles a autoridade para declamar os índices de desenvolvimento económico e social, mas também uma grande ambição para chegar ao poder, tirando de lá os que lá se encontram, nada mais eficaz do que passar a mensagem falsa de que o país é pior do que aquilo que na realidade é - uma consequência da politização das universidades e do domínio da ideologia, a que me referi em posts anteriores.

O problema seria então o que fazer dos nossos funcionários públicos. Mandá-los para o Canadá? Eu não lhes desejaria tal sorte. Em breve, haveria uma revolução no país, com os cidadãos canadianos a pegarem nos seus novos funcionários públicos, recém chegados de Portugal, e a lançarem-nos, em massa, às cataratas do Niagara ou para dentro de algum lago gelado. E a ironia é que eles seriam deitados às cataratas ou ao lago sem saberem bem porquê, julgando genuinamente que estavam a cumprir de forma exemplar as suas funções - prestando vassalagem às hierarquias, em lugar de servirem o público.
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publicado por Jorge A. às 23:25
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Domingo, 23 de Setembro de 2007

She's a Human

«Toda a gente sabe que Britney canta com playback porque dança imenso. Só que desta vez não dançou nada. Foi horrível, doloroso, constrangedor. E eu adorei», afirmou à Reuters o comentador social Perez Hilton.

Tudo começa com esta super actuação (o regresso do ano, será?) da Britney Spears nos MTV Video Music Awards:

Ora, como é óbvio tal regresso teve reacções - algumas não favoráveis - e um fã (cujo programa de tv pode já estar na forja) acabou por ter a reacção normal aos criticos do desempenho da sua cantora favorita, o nome do bicho, Chris Crocker:

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publicado por Jorge A. às 22:10
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Amanhã é Outono

Mas antes disso um bocadinho de Summertime na voz sensual de Scarlett Johansson acompanhado de segmentos do filme Lost in Translation (via E Deus Criou a Mulher):

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publicado por Jorge A. às 01:52
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

NY











Ao inicio estranhei a cidade de Nova Iorque. As ruas vestem-se de povos de todo o mundo, os carros que circulam na estrada tem em média pelo menos mais um metro de comprimento do que os que circulam nas estradas europeias (a predilecção dos americanos pela grandeza é evidente), e as luzes e a publicidade às mais variadas coisas invadem-nos a visão. Se a cidade não dorme, é porque na cidade ninguém pára. Não gostei de Chinatown, e pouco achei de interessante na festa de San Gennaro. Quem experimentar apanhar o metro em Grand Street apanha com um cheiro a peixe insuportável (é praticamente uma praça em céu aberto), a Bowery e Canal Street pareceram-me ruas demasiados sujas e as bugigangas chinesas não me pareceram tão baratas quanto isso... já em relação à festa de San Gennaro, a mesma consiste numa série de restaurantes italianos plantados ao longo da Mulberry Street e ruas adjacentes, muitos fritos e alguns jogos de tiro ao prato, etc... não gostei, e fiquei desiludido no primeiro dia na cidade.

Mas claro que a desilusão não durou muito, foi só o tempo de dar um pulinho pelo Rockefeller Center e subir a quinta avenida até ao Metropolitan Museum (para ver bem o museu seria preciso pelo menos dois dias completos, mas não os tinha, por isso vi tudo em meio dia - uma chatice - a ala egipcia foi a que mais gostei). Da quinta avenida ainda guardo a passagem - saiu bem cara - à NikeTown, à Fao Schwarz, à loja da Disney e à Apple Store (onde o acesso gratuito à internet teve grande utilidade).

De central park para além da óptima paisagem, guardo a recordação da quantidade enorme de pessoas a correrem e a passearem os seus super bem tratados cães. Apreciei também o Museu de História Natural - se bem que o Metropolitan seja, para mim, muito mais interessante - e senti-me desapontado com o dinheiro extra pago para ver a exposição das Criaturas Miticas, que pouco interesse teve.

A presença da policia nas ruas é uma constante na cidade, e a quantidade de pessoas que se movimentam pela mesma, dão-lhe um aspecto (real ou não) de segurança que facilmente se transmite. A comida é claramente um aspecto negativo. Ou há restaurantes muito caros, ou fast food, ou então, a minha opção favorita, vamos recorrendo aos vários cafés da cidade e petiscando alguma coisa. Nesse aspecto o europa café foi o meu ponto favorito da cidade - para além do tall hot chocolate do starbucks.

Descer a broadway em direcção a Times Square é uma experiência única, e dar um pulinho por um dos teatros que abundam nessa zona da cidade também. A minha escolha recaiu sobre o velinho Phantom of the Opera, e o visionamento de tal espectáculo é talvez uma das melhores recordações que levo da cidade. Esta zona também é boa para fazer compras - mais acessível que a quinta avenida e com as lojinhas de souvenirs da cidade sempre necessárias - e dei o meu pulinho à Virgin Megastore, à Toys'R'Us e à loja dos M&M's.

O passeio de barco pela cidade ao longo do rio Hudson também foi interessante, e permitiu-me passar bem pertinho da estátua da Liberdade e ter outra perspectiva da forma como o Empire State se destaca dos restantes edificios da cidade, perspectiva essa que enquanto cruzamos as ruas da cidade não temos... aliás, em termos de altura dos edificios, foi na Avenida das Americas, bem pertinho do Rockefeller Center que fiquei mais impressionado.

De resto a cidade exige uns bons ténis (andar a pé é a norma) e aposto que fiz na boa umas duas dezenas de quilómetros nestes dias. Herald Square nesse sentido foi óptima para perder algum tempo a descansar as pernas, observando as massas que invadiam a Macy's (the world's largest store como lhe chamam), enquanto um qualquer colombiano metia conversa e explicava - quando soube que eramos portugueses - a história da novela Escrava Isaura.

Mais havia a contar, mas também já me faltam palavras...
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publicado por Jorge A. às 16:10
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Far Away...

... e num teclado sem acentos. Com muitos quilometros percorridos nas patas, uns quantos locais visitados, e com a boa noticia que o Federer vem ao Estoril Open - em 2008. A acompanhar o Milan vs Benfica a distancia, e ja com o golo do Rui Costa contra a Naval visto e revisto no youtube. Quanto a Nova Iorque, no Metropolitan Museum cabia a cidade de Lagoa toda; as cinco horas de diferenca horaria fizeram-se sentir de forma inesperada (fazendo-me circular no metro em plenas 6 da manha e deixar-me dormir as sete da tarde); e o Phantom of the Opera foi um espectaculo... e por agora, mais nao digo...
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

0...

Se tudo correr bem, ainda no dia de hoje estarei a percorrer as ruas da cidade com o skyline mais famoso do mundo. Com as minhas férias chega também um período de pausa neste blog (vá... se tiver tempo faço um post num qualquer cybercafé nova iorquino). Embora o arquivo assim não sugira, ainda não fez um ano que este blogue teve a sua estreia efectiva. De lá para cá, já lá vão 629 posts (incluindo este), cerca de 400 comentários e mais de 10000 visitas. A todos os que por aqui passam o meu obrigado - um tipo gosta de saber que há quem o leia...


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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Duro de Roer

Meio mundo discute o murro de Luiz Felipe Scorali no jogador sérvio Dragutinovic, cá para mim o mesmo teve a mais valia de relegar o caso McCann para segundo plano (finalmente!!!), para além de ter sido dos poucos momentos de interesse do jogo de ontem. Ora, eu não sou um dos "criticos" de Scolari, mas também nunca gostei do homem. Ontem, passei a gostar do homem mais um bocadinho... fez asneira? sim, mas ninguém me impede de tirar algum gozo do (não concluído) soco do nosso treinador. Com a conversa de treta do "ser exemplo para..." é que não posso... eu cá por mim posso perfeitamente com as cabeçadas do Zidane e as tentativas de pugilismo de Scolari... só não posso com o mau jogo da selecção e do Benfica... perspectivas... querem o quê?
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1...

Estátua da Liberdade
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Own Words

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2...

Yankee Stadium
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

Noite de Trovoada

Como que para assinalar o fim do verão, as trovoadas fazem-se sentir aqui no Algarve. Os dias de sol e calor desapareceram, e deram lugar a dias chuvosos e cinzentos. Para celebrar os últimos dias da estação (que só finda oficialmente dia 23 de Setembro), esta sexta-feira vou gozar as minhas mui merecidas férias para outras paragens. Os McCann - figuras que desde 3 de Maio figuram na imprensa lusa e internacional - como que antevendo dias cinzentos, foram embora no dia 9 de Setembro para a sua amada pátria. Partiram com uma criança a menos e um mistério a mais. Pelo meio conheceram a simpatia do povo e o repúdio que se seguiu com o evoluir das noticias na imprensa. Eu cá por mim, assusto-me com a ligeireza do tribunal popular, ainda para mais quando é a imprensa a dar as cartas para o povo julgar...
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3...

World Trade Center Site - 11/Setembro/2006
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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2007

Ressaca

Djokovic had been the comedian of the United States Open, a 20-year-old Serb who had won over the crowd with his postmatch impressions of fellow players as well as his gutsy baseline game.

Federer did not care for his act. And in the accelerated end, Djokovic, playing in his first Grand Slam final, was not yet ready for the inimitable Federer.

Those were the closing words of his news conference, perhaps fueling a compelling rivalry between the fashionable traditionalist, Federer, and the YouTube star, Djokovic.

Not that Federer, 26, was willing to admit it. He is chasing one man, Pete Sampras, the retired career leader with 14 Grand Slam titles.

He could not say the same for Djokovic. Federer said he still considered Nadal his true rival, even as Djokovic joined the conversation.

Federer was dismissive of Djokovic’s impressions of other players — Nadal, Roddick, Andre Agassi and even Federer.

“I know some guys weren’t happy. I know some guys might think it’s funny. He’s walking a tightrope, for sure. If fans like it, it’s good for tennis, to be honest. It’s good to have a character like him out there, there’s no doubt.”

Federer left no doubt. For now.

Na minha modesta opinião, não é em Novak Djokovic, nem em Rafael Nadal, que Roger Federer encontra o seu maior rival e a sua principal motivação para manter-se no topo. É com a história da modalidade que Federer tem um ajuste de contas a concretizar. É verdade que Nadal uma vez ou outra traz Federer à terra e dá-lhe uma lição de humildade, mas a aparente vantagem de Nadal frente a Federer não deixa de ser fruto das circunstâncias. Nomeadamente da circunstância de Nadal invariavelmente ser eliminado nos torneios onde Federer é mais forte, enquanto Federer recorrentemente vai à final dos torneios de terra batida onde Nadal, por enquanto, é o rei. No dia em que Nadal ou Djokovic conseguirem rivalizar com Federer de igual para igual, dificilmente será por estes dois elevarem o seu jogo ao nível do jogo do suiço, mas será sempre por um abaixamento de forma do melhor jogador de todos tempos.

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publicado por Jorge A. às 22:07
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Federer Strikes Back

A marcha imperial do Star Wars tocou após a vitória de Roger Federer no US Open deste ano - e o suiço exibiu mesmo um jogo imperial face ao sérvio. O (neste torneio) homem de negro fez maldades a todos os seus adversários, e só a terra batida de Paris continua a fazer mossa ao incontestável número um mundial. A minha expectativa é que em 2008 Federer ultrupasse de vez o recorde dos 14 grand slams de Pete Sampras... e, mais importante, que ganhe finalmente roland garros e faça o já merecido Grand Slam...
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publicado por Jorge A. às 00:19
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